Tema: Filhos criados na palavra de Deus

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Texto: Dt 6.1-25

intrdução:
Contexto
A renovação da aliança estava sendo feita com uma nova geração de Israel depois de quarenta anos no deserto (Dt 4:44–49) e logo antes de invadir Canaã (34:1–4). O povo encontrava-se em Moabe (Dt 1:5). A maioria não se lembrava do monte Sinai ou dos Dez Mandamentos, muito menos do acordo entre Deus e seu povo. Ali, “Moisés recapitulou a história da fidelidade de Deus e exortou a nova geração a ser obediente aos mandados da aliança”.
Deuteronômio consiste em uma série de discursos ou sermões pregados por Moisés para preparar essa nova geração para entrar na Terra Prometida e enfrentar os novos desafios da Conquista.
Tanto no AT como no NT, Deus enfatiza a importância da instrução para os filhos.
Através de Moisés, em Deuteronômio 6:6,7 disse o seguinte aos israelitas: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te.”
O NT também traz várias instruções acerca disso e o apóstolo Paulo frisa que ela funciona usando o exemplo de Timóteo em 2 Timóteo 2:15, veja: "Recordo-me da sua fé não fingida, que primeiro habitou em sua avó Lóide e em sua mãe Eunice, e estou convencido de que também habita em você".
O desvio da fé por parte dos filhos não começou com a chegada da televisão, da música rock ou da cultura das drogas. Há quatro mil anos, Moisés, por inspiração divina, previu o problema e deu o seguinte aviso ao povo de Israel: Havendo-te, pois, o Senhor, teu Deus, introduzido na terra que, sob juramento, prometeu a teus pais […] quando comeres e te fartares, guarda-te, para que não esqueças o Senhor, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão (Dt 6:10–12).
Como pais, deveríamos ficar profundamente sensibilizados e preocupados diante do fracasso de Israel. Se os filhos daqueles que tiveram tantas experiências marcantes com Deus esqueceram-se dele, como escaparão os nossos filhos? Como alcançaremos vitória sobre a amnésia espiritual
O tratamento preventivo consiste em tomar vacinas — injeções da Palavra de Deus dentro do lar. Deuteronômio 6:4–9 prescreve que a Palavra de Deus e a lembrança dos seus feitos dominem de tal forma a vida dos crentes que seus pensamentos e palavras naturalmentese voltem para ele durante o dia todo.
O que faremos então? Cruzaremos os braços e enviaremos nossos filhos para a escola bíblica dominical como se isso bastasse? Esperaremos que alguém chegue para resgatá-los? Pediremos que o pastor ou líder da juventude “dê um jeito” neles? Certamente que não. É nossa responsabilidade como pais vacinar os nossos filhos contra a amnésia espiritual! Não é tarefa da igreja, da creche, da escola (pública ou particular), muito menos do governo!
Deuteronômio 6 é fundamental nas Escrituras quando se trata de instrução espiritual no lar. O amor de Deus é o ponto de partida. Começa com os pais que têm um compromisso de lealdade e exclusividade com o único Senhor (6:4,5). Manifesta-se por meio de devoção à sua Palavra (6:6) e estende-se à instrução formal e informal, espontânea e planejada, simbólica e constante dos filhos nos caminhos do Senhor (6:7–9).
FT: Como criamos filhos na palavra de Deus?
I. Entendendo que os Mandamentos de Deus devem ser a regra de vida .v. 1.
Mas para que uma coisa seja o padrão ou medida de outra, ela deve ser fixa e verdadeira. Os sofistas nos persuadiriam de que não há nada fixo e permanente. Nossos sentidos nos enganam, as leis da natureza mudam, certo e errado, virtude e vício, são fantasias e variam com os sentimentos e gostos individuais. Mas a lei de Deus é imutável, Sua verdade é certa e eterna. Ele deu regras para a vida moral e conduta. Nossas próprias sensações não devem ser apresentadas, nossas próprias opiniões elevadas aos padrões da verdade. “Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos, pois este é todo o dever do homem”.
II. O temor de Deus gera respeito por sua lei. v.2.
III. Deus é o único Deus (v.4)
I. Deus é digno de nosso amor e serviço. (v. 5) . Amamos uma pessoa pelo que ela é em si mesma e pelo que faz aos outros. Deus é excelente e exaltado em si mesmo. Só ele é Deus e, portanto, merece nossa homenagem. Goethe ensinou que “beleza, verdade e bondade” são os objetos da adoração humana. Mas esta é “a religião da cultura”, a adoração da “criatura em vez do Criador,” e não satisfaz os desejos pessoais.
Deus é um Ser Vivo, em quem podemos pensar e com quem podemos conversar - o centro e a causa de toda beleza, bondade e verdade. Nele, esses são objetos de adoração e objetos de prazer. Ele faz o bem, faz o bem e comunica Suas bênçãos às Suas criaturas. “Tu és digno, ó Senhor, de receber glória, honra e poder.”
II. Deus requer que o amemos e o sirvamos com total entrega (.5). Os termos usados ​​para indicar isso são mais abrangentes.
1. Afetuosamente , “com todo o teu coração”, sem indolência, infidelidade ou indiferença. Com afeto fervoroso e não dividido. Se o coração, todo o coração for retido, o resultado será a apostasia.
2. De forma inteligente , “com toda a tua mente” ( Marcos 12:30 ; Lucas 10:27 ). O intelecto e a compreensão devem preocupar-se tanto quanto o coração. O serviço de Deus não é um serviço cego e irracional. “Nós sabemos o que adoramos.”
3. Energeticamente , “com toda a tua força” de vontade e poderes ativos. Se não for livre e alegre, é servil e enfadonho. “Se estiverdes dispostos e obedientes” ( Isaías 1:19 ).
4. Totalmente , "com toda a tua alma." Deve ser sincero e constante, não superficial, mas “enraizado no amor” ( Efésios 3:17 ). Deus deve ser amado acima de todas as criaturas, com todos os nossos poderes e com toda a energia desses poderes. “A lei real de acordo com a escritura.”
IV. Não posso transmitir o que não tenho (v.6)
V. Demonstro meu amor por Deus transmitindo sua palav ra aos meus filhos (vs. 7-9)
Conclusão:
Dr. Howard Hendricks conta a história do pregador puritano Richard Baxter. Durante três anos, esse homem altamente capacitado por Deus pregou de todo o coração a um povo rico e sofisticado, mas sem resultados visíveis. Finalmente, Baxter clamou a Deus: “Senhor, faz algo por este povo, ou então eu morro”. Conforme relato do próprio pregador, foi como se Deus tivesse respondido em voz alta e recomendado a ele: “Baxter, você está trabalhando no lugar errado. Está esperando que o avivamento venha por meio da igreja. Tente pelo lar”. Baxter começou a visitar os lares, ajudando famílias a organizarem um “altar familiar”, até que o Espírito Santo ateou fogo naquela congregação e fez dela uma igreja forte.
Considerações e aplicação:
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