A refeição que define uma nação
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Ceia
Ceia
Marcos 14.22-25
A Ceia do Senhor
²² E, enquanto comiam, Jesus pegou um pão e, abençoando-o, o partiu e lhes deu, dizendo:
— Tomem; isto é o meu corpo.
²³ A seguir, Jesus pegou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos seus discípulos; e todos beberam dele.
²⁴ Então lhes disse:
— Isto é o meu sangue,o sangue da aliança,derramado em favor de muitos.
²⁵ Em verdade lhes digo que nunca mais beberei do fruto da videira, até aquele dia em que beberei o vinho novo, no Reino de Deus.
Será que temos dado o devido valor ao real significado ao participamos da Ceia do Senhor? Em grande parte, as pessoas tem participado de qualquer jeito, quando queremos, como queremos. E pior ainda, comemos do pão e bebemos do suco da uva como se fosse algo comum, como se estivéssemos tomando um cafezinho com um amigo, com a família, nos esquecendo do quão importante é este momento, e o que realmente representa para nós Cristãos.
Nós estamos diante de um banquete, mas não um banquete qualquer, mas do “banquete estabelecido por Deus”, e apenas para um povo especial, escolhido por Ele, que somos nós a sua Igreja!
Ceia que começou com a instituição da Páscoa, quando Deus tirou o seu povo da terra do Egito, e Deus disse para o seu povo sacrificar um Cordeiro sem mácula, sem defeito, puro. E, o sangue deste Cordeiro deveria ser passado, aspergido, nas duas ombreiras laterais e na viga superior da casas do seu povo. E então Deus fala para seu povo como eles deveriam comer em Êxodo 12.11: É assim que vocês devem comê-lo: já prontos para viajar, com as sandálias nos pés e o cajado na mão. Comam depressa. É a Páscoa do Senhor .
Deus pediu que eles fizessem uma refeição rapidamente, apressadamente, prontos para uma viagem. E banquete para viagem, não é um longo banquete; é comida para a viagem. Porém, é muito mais do que uma refeição, é um memorial daquilo que Deus fez pelo seu povo. O sangue nas suas portas significava a salvação do povo de Deus, que disse: “Eu sou o SENHOR. O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês se encontram. Quando eu vir o sangue, passarei por vocês, e não haverá entre vocês praga destruidora, vocês serão preservados” (vv. 12–13). Deus salva seu povo. Mas, por que Deus salvou o seu povo? Não porque mereciam viver enquanto os egípcios mereciam morrer. Não era a salvação de um povo bonzinho e a condenação de um povo mal. A razão pela qual Deus poupou o seu povo era que eles estavam cobertos pelo sangue de um sacrifício. O sacrifício de um Cordeiro.
Por isso, essa refeição definiu uma nação, porque a refeição tinha três objetivos: A refeição tinha como objetivo contar sobre quem eles eram, de onde vieram e o que Deus fez para salvá-los.
Pronto, o cenário está finalizado para a libertação de um povo escravo!
Todos os anos, essa celebração comemoraria o modo como Deus os libertou do Egito. As crianças aprenderiam, com essa refeição, como Deus salvou e poupou o povo(vv. 26–27). Todos os anos, os israelitas celebrariam o dia em que Deus os libertou e cumpriu a sua promessa de torná-los o seu povo.
Essa refeição marcou o nascimento de sua nação.
