Soli Deo Gloria
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Texto base: Rm 11.33-36
Introdução: conforme vimos no início da nossa série, a reforma protestante se tornou necessária, pois a igreja tinha se desviado das condutas bíblicas. A fé e a prática da igreja foram corrompidas. Líderes cheios de poder eclesiástico e sem nenhuma piedade exibiam sua própria grandeza. Concediam poder e títulos a si mesmos que não lhes pertenciam. Estavam mais interessados em glorificar a si mesmos e receber honras do que glorificar a Deus. Por essa razão é que surgiu o slogan: “Soli Deo Gloria”.
Soli Deo Gloria é o resultado natural do Sola Scriptura, Solus Christus, Sola Gratia e Sola Fide. Quando se entende que somente a Palavra de Deus é a regra de fé e prática, que ela revela que unicamente Cristo é o mediador entre Deus e o homem, e que a salvação não vem de obras humanas, mas é pela graça mediante a fé, não há outra interpretação possível a não ser a de que a glória pertence somente a Deus.
O propósito último da criação de todas as coisas e da salvação do homem é a glória de Deus. Deus deve ser glorificado em tudo. Ninguém pode ocupar esse lugar de honra. Deus não divide Sua glória com ninguém e toda adoração nos céus e na terra pertence somente a Ele.
É perceptível que esta mensagem de “Gloria somente a Deus” precisa ser enfatizada em nosso tempo. Não diferentemente do contexto da reforma, vivemos em um tempo de desvio desse propósito. Um tempo em que uma parte considerável dos líderes da igreja, cheios de narcisismo em seus corações, estão mais preocupados em se autopromover do que promover o reino e a glória de Deus. Um tempo em que há um interesse maior em conquistar seguidores pessoais, por que não dizer fãs, do que fazer discípulos de Jesus. Um tempo em que o dom concedido por Deus para o glorificá-Lo é comercializado. Não é incomum ouvirmos que determinado pregador não pode ministrar o evangelho em um lugar que não oferece uma hospedagem cinco estrelas e um “cachê” bem gordo.
E o que é mais triste é que todo esse cenário obscuro tem anuência, validação da igreja. Essa ideia de autoglorificação é favorecida pela cultura de culto a personalidades que há no meio do povo de Deus. Muitos crentes não estão indo mais a igreja preocupados em ouvir o que Deus tem para falar com eles, mas para ouvir o que o grande “guru gospel” tem a dizer. Cultos de louvor e adoração ao Senhor tem sido transformado em verdadeiros “shows”. Em celebrações que o brilho e a glória são destinados aos coadjuvantes, aos homens, e não ao verdadeiro protagonista, que é Deus.
Não podemos permitir que esse espírito de adoração horizontal, de autoglorificação tome conta dos nossos corações. Precisamos caminhar com a consciência de que nesta questão de glorificação é devida somente a um nome: o do nosso Senhor.
Transição: E o texto que acabamos de ler é muito pertinente para esse propósito. Ele é o ápice, o ponto mais alto da primeira seção do livro de Romanos (capítulo 1-11). É o momento em que Paulo se encontra muito entusiasmado, eufórico, radiante, porquanto após fazer um exame do plano redentivo de Deus, ele o louva com muita disposição e humildade!
Paulo começa o primeiro capítulo falando sobre o Deus criador. Ele declara no verso 20 que o eterno poder e a divindade de Deus podem ser vistos claramente em toda existência por meio das coisas criadas. Em todos os lugares do mundo pode ser visto o selo do Criador, a declaração nítida de sua existência. Em toda criação está estampado: feito por Deus. Portanto, nenhum ser humano pode usar a desculpa de não ter conhecimento da existência de Deus e se negar a glorificá-Lo por sua grandeza.
No entanto, o pecado entrou no mundo e, a partir desse acontecimento, mesmo tendo conhecimento da existência de Deus, o homem não o glorifica como Deus. Nesse ponto, Paulo afirma que não há um justo sequer, porque todos pecaram e todos carecem da glória de Deus (Rm 3.23). Uma ideia muito interessante, Paulo vê o pecado como carecer da glória de Deus. O homem foi criado para glorificar a Deus (Is 43.7) e, ao invés disso, ele se rebelou contra Deus glorificando a si mesmo.
Como essa realidade poderia ser mudada? Como homem poderia se achegar a glória de Deus? Ainda no capítulo 3, Paulo aponta a solução. Ele diz no verso 24 e 25 que a justiça de Deus se revelou em Cristo Jesus, no seu sacrifício, na propiciação que ele ofereceu. E conclui dizendo que nós somos justificados pela graça e pela fé no sacrifício de Jesus. Somos justificados pela graça como um dom, como um presente que está em Cristo e pela fé na sua obra redentora.
No capítulo 4, Paulo faz uma demonstração da justificação pela fé. Ele utiliza o exemplo de Abraão e de Davi. No verso 3 ele diz: “Abraão creu e isso lhe foi imputado por justiça”. Nos versos 6 e 7 ele cita as palavras de Davi: “Bem-aventurado é o homem a quem Deus leva em conta a justiça independentemente das obras. Feliz é o homem que tem seus pecados perdoados”.
Por conseguinte, Paulo passa a explicar a nova condição do homem que foi justificado. Por meio da fé no sacrifício de Jesus o homem se torna justo diante de Deus e agora tem paz com Ele (Rm 5.1). A justificação nos une a Cristo, fazendo com que todos os nossos pecados sejam anulados e que tenhamos um relacionamento harmônico com Deus. No capítulo 6, Paulo diz que a justificação nos imergiu em Cristo. Os justos foram batizados na morte e na ressurreição de Jesus. Fomos enterrados com Cristo, sepultados com Cristo e ressuscitados com Cristo. Em Cristo morremos para o pecado e ressuscitamos para uma nova vida de justiça. Uma vida livre da opressão do pecado, muito embora ainda continuemos a pecar. No entanto, o pecado deixa de ser uma realidade prazerosa, um encontro marcado para se tornar um acidente, algo indesejado.
Mas por que continuamos a pecar, mesmo sendo justificado por Cristo? No capítulo 7, Paulo diz que existe uma lei em nossa carne. Uma lei que ainda não foi extinta da nossa natureza e que frequentemente nos inclina para fazermos coisas indesejadas. Explicando essa situação, Paulo diz no verso 19: “o bem que eu quero fazer não faço, mas o mal que eu não quero fazer eu faço”. Quando eu quero fazer o bem, eu encontro essa lei que me prejudica. O que leva Paulo a fazer uma declaração reflexiva no verso 24: “Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”. Como poderei me livrar dessa situação? Como poderei vencer essa lei, de maneira que eu não seja condenado? Ele responde no primeiro verso do capítulo 8: “Portanto, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus!”. Venceremos a nossa natureza pecaminosa nos unindo cada vez mais a Cristo. A união com Cristo nos levará a uma vida de santidade e liberdade em Deus. E no final do capítulo 8, Paulo tem uma notícia muito maravilhosa para nós. Ele diz nos versos 38 e 39 que está convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem principados, nem coisas do presente ou do povir, nem poderes ou alturas, nem profundidades, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus! Que bênção extraordinária. Toma-nos o folego. Não conseguimos compreender isso. Por que Deus deveria demonstrar tal amor e favor para comigo?
Então, chegamos aos capítulos 9, 10 e 11 de Romanos e Paulo nos diz que Deus tem um plano. Um plano que foi idealizado desde a eternidade. Um plano que revela que a obra da salvação não chega até nós por aquilo que fazemos, mas simplesmente por causa da graça salvadora de Deus. Um plano que é destinado a pessoas do mundo inteiro, que abarca tanto judeus quanto gentios. Um plano que manifesta o porquê somos o que somos. Por que nós somos filhos de Deus? Por que nós somos justos? Por que somos salvos? Por que somos amados por Deus?
Um único Deus de grandeza e poder que existe tem esse imenso plano. Um plano rico em bondade, amor e misericórdia, e que está além da nossa capacidade de compreensão. E como podemos perceber nos versos 33 a 36 do capítulo 11, diante da grandeza desse plano, Paulo se revela a nós como se estivesse explodindo de alegria e espanto. Nesses últimos versos, ele está declarando a glória de Deus. Mostrando que todo louvor, adoração, honra e glória é devida somente a esse Deus de majestade.
Paulo, de maneira muito poética, nesses últimos versos, destaca três verdades que denotam o porquê que a glória é pertinente somente a Deus. Eu gostaria de dividir com vocês essas verdades. Por que a glória pertence somente a Deus?
1. Profunda riqueza – verso 33
A primeira afirmação do texto diz que existe uma grande profundidade na riqueza, na sabedoria e no conhecimento de Deus. Pelo contexto, sabemos que esses conceitos estão ligados aos planos soberanos eternos de Deus e seu revelar na história da redenção. Tal profundidade é tamanha que o ser humano não consegue sequer ter noção de quão profundos são a riqueza, a sabedoria e o conhecimento de Deus.
Paulo confirma sua ideia com o senso de assombro ao afirmar que os juízos de Deus são inescrutáveis e os caminhos dele são incompreensíveis. Notem que essas afirmações vêm logo após uma grande quantia de revelação! Mesmo após revelar tanto, ainda assim o que impressiona o apóstolo é a limitação humana para compreendê-los, em última instância, profundos, inescrutáveis planos de Deus na história!
E o fato dessa declaração ter sido feita pelo apóstolo Paulo a torna ainda mais significativa. Sim, por que quem foi Paulo? Paulo foi um homem de mente brilhante. Que teve uma educação de extrema qualidade. Um poliglota, filósofo e teólogo brilhante. Alguém que Pedro falou ao seu respeito dizendo que há coisas difíceis de entender em seus escritos (2 Pe 3.16). Inclusive, existem algumas declarações do apóstolo Paulo que ainda hoje muitos de nós não temos ideia do que ele queria dizer.
Entretanto, mesmo Paulo tendo essa imensa capacidade intelectual, ele não havia chegado ao fim da profundidade do conhecimento de Deus. O Senhor é como um rio cristalino em que se consegue perceber a sua profundidade, mas não seu fim. Como disse São Tomás de Aquino: “O conhecimento de Deus não é apenas insondável, mas também imensurável”.
Tem alguns cristãos iludidos que porque fizeram alguns cursos de teologia, participaram de algumas palestras, leram alguns livros, acreditam que detém todo conhecimento de Deus. Acreditam que são os experts de Deus, sabem tudo. E Paulo está dizendo eu não sou expert na doutrina de Deus. Eu entendo um pouco, eu sei algumas coisas, mas há profundidades que eu não consigo entender. O conhecimento de Deus é uma fonte inesgotável. Nem na eternidade conseguiremos esgotar Deus. Nenhum homem pode compreender o Senhor em sua plenitude. Um ser finito, o homem, jamais pode compreender um ser infinito, Deus, em sua totalidade. O nosso conhecimento de Deus é apenas uma sombra do que Ele é em si mesmo.
Transição: A glória pertence somente a Deus por causa da sua “autossuficiência”.
2. Autossuficiência – Versos 34-35
Nesses versos Paulo utiliza dois textos do Antigo Testamento (Is 40 e Jó 41) para enfatizar a grandeza soberana e o poder de Deus como sendo incomparavelmente maiores em relação aos seres humanos. Em Isaías 40 os continentes não passam de grãos de areia (Is 40.15) e todas as nações são menos do que nada (Is 40.17). Em Jó 41 Deus conclui sua fala sobre sua liberdade e grandeza, o que coloca Jó em uma posição de humildade e submissão aos planos soberanos do Deus que fez todas as coisas e as governa com sabedoria.
Paulo com essas perguntas retóricas, reflexivas fala sobre a impenetrabilidade, a liberdade, a independência e a originalidade dos pensamentos de Deus. Ninguém conheceu a mente do Senhor, ou seja, ninguém compreende definitivamente os sentidos de seus feitos. O que significa que não há quem possa aconselhá-lo. Os homens precisam de conselheiros, pois possuem limitações, mas Deus não. Deus age livre e soberanamente. Seus atos não são movidos por necessidade ou por obrigação, mas por misericórdia e bondade. O Senhor é autossuficiente. Não depende de nada nem de ninguém para ser quem Ele é. Ninguém pode acrescentar e nem diminuir nada em sua soberania. Ninguém pode dar algo a Ele que o torne devedor, pois Ele é o dono de todas as coisas.
Algumas abordagens em relação a Deus não fazem sentido algum, como por exemplo: determinar o que Deus tem que fazer; declarar que Ele restitua o que supostamente é meu; barganhar com Deus. O texto de atos 17.25 diz que o Senhor é não é servido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa; pois Ele mesmo é o que dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas.
A postura adequada diante de um Deus de tamanha grandeza não é de orgulho, altivez e soberba, mas de reverência suprema. Precisamos nos curvar diante da infinitude do Senhor. Reconhecer o seu poder vivendo de maneira que o satisfaça. Tendo um coração sempre grato, obediente e servil. Essa é a postura correta do súdito diante de seu Rei.
Transição: A glória pertence somente a Deus por causa do seu “governo eterno”.
3. Governo eterno – verso 36
Paulo conclui afirmando que tendo a sua origem em Deus (dele) e tendo sua existência em Deus (por meio dele), todas as pessoas e coisas devem homenagear, glorificar e cumprir voluntariamente os propósitos de Deus (para ele). Deus é a fonte, o sustentador e objetivo de todas as coisas. Todas as palavras anteriores do apóstolo tinham como finalidade manifestar a pequenez do homem diante dos planos do Senhor e conclamar a todos a glorificarem a Deus eternamente! Paulo passa da doutrina para o convite de louvor, da argumentação para o convite da adoração. O governo eterno de Deus é a principal razão da adoração. Deus criou o homem com um propósito: glorificá-Lo. Devemos dar o que é dEle: a glória. Quando fugimos desse propósito, caminhamos contrariamente à vontade de Deus. Por isso, desde o princípio, o Senhor estabeleceu um plano para resgatar o homem que havia se afastado do seu propósito. Esse plano de salvação é dEle. Nós amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro. E o que nós fizemos para merecer seu amor incondicional? Nada! Mesmo assim Ele nos ama. Ele nos amou de tal forma que enviou Jesus, seu filho amado, para que “por meio dEle” pudéssemos voltar ao nosso propósito. Por Cristo recebemos vida. A morte foi vencida por Ele. Deus em Cristo fez novas todas as coisas e nos conduziu de volta “para Ele”.
O fato do Senhor ser a origem de todas as coisas, o sustentador de todas as coisas e o fim de todas as coisas, deve nos levar a glorificá-Lo. Tudo ao nosso redor existe por Deus, através de Deus e para a glória de Deus. A criação cabe cumprir o seu fim: glorificar a Deus eternamente. Em nossos lábios deve haver um louvor contínuo a Deus. Como diz o Salmo 150: “Louvai ao Senhor. Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder. Louvai-o pelos seus atos poderosos; louvai-o conforme a excelência da sua grandeza. Louvai-o com o som de trombeta; louvai-o com o saltério e a harpa. Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos. Louvai-o com os címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes. Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor.”. Toda a criação no tempo e no espaço glorifique ao Senhor.
Transição: O que a revelação da glória de Deus, de maneira prática, pode nos ensinar?
Conclusão:
1. Confiança: por mais que os caminhos de Deus sejam inescrutáveis. Por mais que não entendamos plenamente todas as suas ações, devemos descansar em sua soberania. O mais importante na relação com o Senhor não é entender os seus planos, mas é confiar no fim deles. É confiar nos seus resultados. E o fim dos seus planos Ele já nos revelou: “os planos que o Senhor tem para nós são planos de paz; planos de dar para cada um de nós esperança”. Planos forjados no seu caráter e que visam acrescentar em nossas vidas sua boa, perfeita e agradável vontade. Planos de nos conduzir excelentemente a comunhão eterna com Ele.
Em razão disso, mesmo sem entender, em sua plenitude os caminhos do Senhor, confie. Mesmo que tudo pareça aos seus olhos estranho e até mesmo confuso continue confiando. Descansando na certeza de que os planos de Deus são perfeitos e sempre terão um fim abençoador.
2. Humildade: perante a riqueza da sua sabedoria e do conhecimento de Deus, somos lembrados da nossa limitação como seres humanos. Isso deve nos levar a uma postura de humildade diante de Deus, reconhecendo que não podemos jamais esgotá-lo. Não podemos extrapolar a nossa condição de criaturas. Criaturas não tem a capacidade ver o fim da profundidade do Criador. Biblicamente falando, ser humilde é ter uma visão correta a respeito de si mesmo. Paulo diz em Rm 12.3 que não devemos nos enxergar além do que convém, mas com moderação. É fundamental para se ter uma relação baseada em humildade com o Senhor que enxerguemos verdadeiramente quem nós somos (homens e mulheres frágeis e limitados) e quem Deus é (Senhor de grandeza e poder). Em vez de querer domesticar, através do nosso limitado conhecimento dEle, devemos reverenciá-lo. A atitude mais sábia diante da imensidão de Deus é se prostrar aos seus pés, é reconhecê-lo por aquilo que Ele é.
3. Dependência em Deus: reconhecer que todas as coisas vêm de Deus e existem para Ele nos lembra de nossa dependência d'Ele em todas as áreas da vida. Isso nos incentiva a buscar a orientação e a vontade de Deus em tudo o que fazemos. Devemos rejeitar qualquer espírito de autossuficiência e de orgulho. Não podemos esquecer que foi esse espírito, no Éden, que nos privou da glória de Deus. Precisamos nos alegrar em depender desse Deus que nos amou desde a eternidade, que tem uma sincera preocupação com a nossa felicidade, que se satisfaz em nos fazer bem e preparou um plano para ter comunhão conosco por toda eternidade.
4. Adoração: o texto é uma bela expressão de adoração a Deus. É um convite para vivermos o nosso propósito existencial: glorificar a Deus! A tornarmos o Senhor o centro das nossas vidas. A vivermos com o foco da glória de Deus, de maneira que tudo que viermos a fazer glorifique seu nome (1 Co 10.31). Nossos cultos têm de glorificar a Deus. Nossos ministérios têm de glorificar a Deus. Nossas profissões têm de glorificar a Deus. Nossos dons têm de glorificar a Deus. Nossos estudos têm de glorificar a Deus. Tudo que fizermos deve redundar em louvor, honra e glória a Deus.
