#47 OS CHEFES DOS JUDEUS DECIDEM A MORTE DE JESUS

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O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós.

Anúncio do Evangelho Segundo São João 11.45-57

GLÓRIA A VÓS SENHOR!

PALAVRA DA SALVAÇÃO. GLÓRIA A VÓS SENHOR.

Meu querido irmão e minha querida irmã, amados!

O que me impressiona nessa passagem do Evangelho é como a soberba,

o pecado, causa em nós a dureza de coração, a cegueira espiritual.

Esses senhores afirmam que:

João 11.47 (AVM)
Esse homem realiza muitos sinais.

Eles esperavam o Messias e Jesus dá a eles diversos testemunhos e

muitos sinais de que Ele é o Messias esperado,

culminando com a ressurreição de Lázaro,

mas nada amoleceu esses corações apegados às coisas do mundo:

poder, status, bens materiais, prazeres e ideologias.

Assim como Jesus já havia dito quando contou a parábola do rico epulão e do pobre Lázaro,

disse o Mestre em Lucas, cap. 16, vers. 31 que Abraão respondeu ao rico:

Lucas 16.31 (AVM)
Se não ouvirem a Moisés e aos profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite algum dos mortos.”

Pois bem, é muito fácil para nós enxergarmos a soberba e

a cegueira espiritual dos chefes dos judeus há dois mil anos de distância.

Assim como é muito mais fácil enxergar os defeitos dos outros do que

olharmos para nós mesmos e enxergarmos os nossos defeitos.

Mas esse Evangelho é um grande alerta para nós,

para combatermos a soberba que está em nós.

Pois, todos nós, mesmo depois de batizados,

temos a tendência de retornarmos ao pecado original,

de querermos ser como Deus, de nos colocarmos no lugar de Deus,

autosuficientes que achamos que sabemos daquilo que é o melhor para nós.

Todos nós temos a tendência de nos apegarmos às coisas deste mundo

e de colocarmos nossa esperança na matéria e não em Deus e

assim criamos e adorarmos nossos “bezerros de ouro”,

como fizeram os israelitas no deserto.

Todos nós temos a tendência de buscarmos as glórias deste mundo e

de acreditarmos em ideologias que afirmem e validem a minha permanência nos nossos pecados.

Todos nós temos a tendência de acreditarmos num deus que faça todas as nossas vontades,

realize todos os nossos desejos e satisfaça todos os nossos caprichos;

na nossa cabeça é deus que deve nos servir e

não somos nós que devomos servir à Deus.

Todos nós temos a tendência de fugir da Cruz,

fugir da dor e de buscar o prazer.

O antidoto para tantos males que nos afastam da Verdade e

consequentemente de Deus é tomarmos nossa cruz de cada dia e

seguirmos à Jesus com humildade e mansidão.

Como Ele mesmo disse em Mateus, cap. 11, vers. 28-30:

Mateus 11.28–30 (AVM)
Vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque eu sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vossas almas, pois meu jugo é suave e meu fardo é leve”.

Não existe vida sem cruz, mas nós podemos optar por carregar a cruz sem Jesus ou com Jesus.

A humildade é necessária para nos colocarmos no nosso lugar de criaturas,

reconhecendo a nossa miséria e total dependência de Deus criador.

E a mansidão para obedecermos a Deus, pois só Ele é conhecedor do bem e do mal.

É Ele quem sabe o que é melhor para cada um de nós,

para nossa salvação e para alcançarmos a verdadeira felicidade,

que consiste em nos unirmos à Ele.

Só assim nossa miséria poderá repousar e ser abraçada pela infinita misericórdia de Deus.

Por fim, veja que mesmo o incrédulo Caifás,

foi um instrumento nas mãos de Deus para profetizar,

embora inconscientemente, que Jesus havia de morrer pela nação,

João 11.52 (AVM)
e não somente pela nação, mas também para que fossem reconduzidos à unidade os filhos de Deus dispersos.

Na sua soberba ele entregará Jesus aos romanos para que morra,

mas a verdade é que foi Jesus que deu a sua vida, em resgate de muitos.

E a deu para tomá-la de volta.

Caifás fazendo a própria vontade para satisfazer seu arrogante projeto de permanecer no poder,

estava realizando a obra de Deus.

Isso não diminui em nada o tamanho e as consequências do seu pecado,

porém, nos mostra mais uma vez que quem está no comando da história é Deus,

o Criador, e não as criaturas.

SEJA LOUVADO NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,

PARA SEMPRE SEJA LOUVADO! AMÉM.

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