Marcos 15:1-15

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Marcos 15:1-15

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Introdução
Na manhã daquele dia, depois de tudo que aconteceu na madrugada: Jesus foi traído, os discípulos fugiram, ele foi julgado pelos principais sacerdotes e Pedro o negou. O dia amanheceu, e os algoses do Nosso Senhor continuavam sedentos por sangue.
OBSERVAÇÕES DO TEXTO
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O Senhor Jesus é levado — pelos principais sacerdotes, anciãos, escribas e todo o Sinédrio — até Pilatos. Que era o governador da Judeia àquela época.
Chegando ali seus acusadores comunicam algo para ele que poderia tornar a situação mais difícil para Jesus, mas Pilatos não adere a ideia deles. O argumento era o seguinte: “Este homem se autodeclara Rei dos Judeus”. E isto vai contra o domínio romano sobre nós.
Pilatos os escuta e dirige uma palavra à Jesus, questionando-o: “Você é o rei dos judeus”? A resposta do Senhor é positiva. Ao afirmar: “Tu o dizes”. Ele reforça o motivo pelo qual estes homens o queriam morto. Ele não nega ser o Rei dos Judeus.
Os homens continuam furiosos acusando-o de vários crimes. Falsos por sinal. Se você verificar, Lucas (23:1-7) registra as palavras destes homens. Eles o acusavam de incitar a desobediência civil, da sonegação de impostos etc., sendo que Jesus ensinou totalmente o contrário.
Veja que curioso, o que as falsas testemunhas fizeram no sinédrio para os principais sacerdotes, eles estavam fazendo aqui diante do governador.
O interessante nisso tudo são os personagens. Estavam ali: os acusadores inflamados, Pilatos e Jesus. Os acusadores não paravam de lançar-se contra o Senhor Jesus em nenhum momento, já Pilatos, parece ter tentado ajudá-lo de alguma forma. Mas foi algo pífio. Mas um fato curioso é: o governador muito se admira de Jesus, por ele não responder nenhuma palavra frente as falsas acusações.
Mas parece que Pilatos tentaria algo. Aproveitando-se do período da festa — e é muito provável que esta seja uma referência a festa da Páscoa. Como era costume, o governador libertaria um preso. Ali acontece algo que tornou mais humilhante a situação na qual o nosso Senhor se encontrava. Ele é comparado a um criminoso. Um amotinador que havia participado de um homicídio é colocado ao seu lado.
A multidão, quando viu Pilatos, se dirigiu ao mesmo, pedindo que ele fizesse como de costume (v.8). O governador aproveitando-se do ensejo perguntou: “Querem que eu solte o rei dos judeus”? Ele perguntou pois havia percebido que Jesus estava ali por inveja dos que o amarraram e levaram-no até ele. Ele era vítima de uma injustiça.
Mas o contrário aconteceu. Os principais sacerdotes que lhe haviam entregado ao governador incitaram a multidão no sentido contrário. Que escolheu entre um ímpio e um justo. Eles escolheram que Barrabás fosse solto e não Jesus (o que logo mais aconteceria). Quando então Pilatos pergunta: “Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus”? (v.12).
Eles responderam: “Crucifica-o”! Pilatos continua admirado, talvez agora com a situação, pois havia piorado. Ali o homem estava sendo acusado e seria encarcerado, mas agora querem sua morte? Ele então pergunta: “Que mal fez ele”? A resposta deles foi: “Crucifica-o”! Uma resposta que expõe o coração destes.
Até aqui Pilatos estava nesta “saga”. Um homem justo está sofrendo, o que eu posso fazer por ele? Aqui ele mostra, que no fim das contas, não faria nada. Pois, “querendo contentar a multidão” (v.15), soltou-lhes o criminoso Barrabás e enviou Jesus para o açoite e depois entregou-o para ser crucificado.
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TRANSIÇÃO: .
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Feitas estas considerações, deixo com os irmãos três conselhos.
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1. CUIDADO COM OS HIPÓCRITAS
Quem eram estes que levaram Jesus até o governador da judeia e o acusavam com mentiras?
O que eles fazem pode preocupá-lo, ao ponto de incitá-lo a pecar. Assim como fizeram com o povo, que também tem sua culpa aqui registrada.
Cuidado com os hipócritas, pois eles, que deveriam ser os guardiões da verdade, são aqueles que usam da mentira para realizar suas obras. Para, algumas vezes, chegar onde almejam.
E veja que, quando digo: “deveriam ser os guardiões da verdade”. Isso é real. Quem eram os homens que levaram Jesus para julgá-lo? Sacerdotes, doutores da lei, principais dos anciãos. Os responsáveis por guardar a Lei do Senhor.
A Lei do Senhor, estava se cumprindo aqui, e não há nada de errado com ela. O erro estava nestes homens. Para realizar o que intentavam, eles não mediram esforços para quebrar o nono mandamento e levantar falso contra alguém.
Aplicações:
Cuidado com o que você escuta por aí?
Você anda em boa companhia?
Aquele que caminha com você é um imitador de Cristo?
TRANSIÇÃO:
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2. OCUPE-SE COM A FIDELIDADE AO SENHOR
Assim como Jesus Cristo foi fiel à Deus Pai. Entregando-se a morte, e morte de cruz. Não somente morte, mas a via crucis. Toda a humilhação, tortura e homicídio.
Ocupe-se com a fidelidade ao Senhor, pois, quando você lembrar da cruz que deve carregar, não será penosa para você. Você a carregará com vigor e regozijo.
Ocupe-se com a fidelidade ao Senhor, pois isso o ajudará, quando você estiver frente a uma situação de injustiça e estiver enfrentando o dilema: “eu devo fazer algo em favor desta pessoa”?
Ocupe-se com a fidelidade ao Senhor, pois quando você estiver lutando contra o seu coração que é enganoso, ele não terá chances de vencê-lo. E você será diferente de Pilatos, que, ouvindo a resposta e observando a atitude de Jesus frente a falsas acusações: admirou-se dele. O governador apenas admirou-se. Ficou Perplexo. Mas no fim, não passou disso.
Aplicações:
Como você tem carregado a cruz?
O que tem sido exigido de você?
Você tem sido fiel na vida pública e privada?
TRANSIÇÃO:
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3. AS VEZES A MULTIDÃO ESTARÁ ERRADA
Alguém já disse: “a voz do povo é a voz de Deus”, e essa grande mentira foi espalhada por aí.
A Escritura Sagrada nos ensina que “na multidão de conselheiros há segurança” (Pv 11:14). Mas que está intrinsecamente conectado à pessoa que aconselha. Quem aconselha deve ser sábio. Não é na multidão gritando que há sabedoria.
O conselho não é um ser que possui verdade somente por ser um conselho. Há verdade sendo o conselho correto. Podemos observar os conselheiros aqui, os que incitam a multidão e a própria gritando: “crucifica-o”! Eles estavam corretos?
Você pode argumentar: “Sim, para cumprir-se a profecia”. Sem dúvida, cumpriu-se aqui. Mas como disse domingo passado. O Senhor usa de meio para realizar os seus desígnios, principalmente secundários. Como é o caso aqui, tanto dos que compunham o sinédrio, como da multidão. Estes desejavam fazer o mal e assim o fizeram: matando Jesus.
Aplicações:
Você tem se preocupado com a multidão? Com o que eles tem a dizer? Isso tem distraído você?
Você sabe quem deve escutar? Quais conselheiros, ou conselhos você tem buscado?
Você tem buscado conselho na Palavra do Senhor? Ou através de irmãos que o conduzam fielmente na Escritura?
TRANSIÇÃO:
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RECAPITULAÇÃO:
1. ?????;
2. ?????;
3. ?????.
CONCLUSÃO:
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