Marcos 15:22-40
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Transcript
Marcos 15:22-40
Marcos 15:22-40
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Introdução
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OBSERVAÇÕES DO TEXTO
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No versículo 22 está registrado que eles levaram o Nosso Senhor para o Gólgota. Que é basicamente uma palavra em aramaico, que significa: “Lugar da Caveira”. Porque tinha este nome? Alguns pais da Igreja entendem que possui este nome porque os ossos de Adão estão enterrados ali, outros porque o monte tem um formato de crânio, ou até mesmo, porque ali era um lugar onde existiam muitos ossos daqueles que foram sentenciados a morte. São conjecturas. Mas assim como alguma dessas possibilidades pode ser verdadeira, as três podem estar erradas. O que pode-se afirmar com certeza é: não há como responder.
Durante um bom tempo da história cristã isto foi motivo de debates. Assim como a localização deste monte. A Igreja do Santo Sepulcro (localizada em Jerusalém, na cidade velha) tem a “tradição” ao seu lado, todavia o seu valor é limitado pois, é de uma data posterior a crucificação (século 4º. d.C.). Por isso, não se pode atestar a veracidade desta informação que os cristãos comunicam aos turistas ali.
Mas voltando aos fatos (ao texto). Deram-lhe a beber vinho com mirra. Mirra que é uma substancia que pode ficar no estado liquido (como um óleo) e solido (como uma cera para fazer velas aromáticas). Eles deram ao Senhor com qual propósito. Entende-se que essa bebida deixaria as pessoas submetidas a essa situação, inebriadas, pois se ingerido assim ele produz reação como um narcótico. Por isso o nosso Senhor não tomou o vinho com mirra.
Aqui nos é apresentado o propósito dos romanos em usar esse produto e o propósito de Jesus em negá-lo.
No verso 24, então o crucificaram. O pregaram a cruz, depois que o levantaram, repartiram entre si as vestes dele. Lançando sorte para ver quem levaria o que. Pode parecer desconexo, mas não é. Cumpriu-se aqui uma profecia, escrita no Sl 22:18, que diz: “Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes”. Era a hora terceira quando prenderam a cruz (crucificaram). Por volta das nove horas da manhã.
Por cima da cruz estava talhado como uma epígrafe, a sua acusação: “O REI DOS JUDEUS”. Não que eles o considerassem o seu rei, mas, por pura zombaria fizeram isto. Ele estava ali, entre dois malfeitores, dois criminosos, dois ladrões. Cumprindo-se aqui mais uma profecia, e em Is 53:12b, que diz: “entre os malfeitores ele foi contado”. Ele foi colocado ali injustamente. Tratado como um deles, injustamente.
Os que iam passando, meneavam a cabeça e blasfemavam contra ele. O que nos leva a mais uma profecia, agora em Sl 22:7, que diz: “Todos os que me veem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça”. E também no Sl 109:25. Eles meneavam a cabeça, numa atitude de reprovação.
Eles blasfemavam, dizendo: “Ah! Tu que destróis o santuário e, em três dias, o reedificas! Salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!”. Os principais sacerdotes junto com os escribas, escarneciam dizendo: “Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se; desça agora da cruz o Cristo, o rei de Israel, para que vejamos e creiamos”. Do mesmo modo, um dos ladrões que estava ao seu lado o insultava.
Que momento excruciante meus amados.
No versículo 33 solos levados ao inicio do momento da sua morte. Chegou a hora sexta (meio dia), houve então trevas sobre toda a terra, até a hora nona. De meio dia até às quinze horas houve trevas sobre a terra. Neste momento, à hora nona, Nosso Senhor clamou em voz alta: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni”? Que quer dizer: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste”? Ecoando a Escritura no Sl 22:1a, quando o salmista diz: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste”?
Alguns o ouviram proferir estas palavras, e por zombaria disseram que ele clamava por Elias. Provavelmente pela semelhança entre o Hebraico “Eli” e do aramaico “Eloi”. Mas não sabiam que Elias que enquanto esteve peregrinando nesta terra, que dependeu do Senhor.
No Sl 69:21, está escrito: “Por alimento me deram fel e na minha sede me deram a beber vinagre”. Um dos que estavam ali, correu para embeber uma esponja em vinagre e pondo-a na ponta de um caniço, deu-lhe de beber. Dizendo: “Deixai, vejamos se Elias vem tirá-lo!”. Era uma zombaria que parecia não acabar.
Mas no versículo 37, está escrito que Jesus, dando um grande brado, expirou. E no versículo 38, diz-se que o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. Este é o véu descrito em Ex 26:31-33, texto que diz assim:
Farás também um véu de estofo azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino retorcido; com querubins, o farás de obra de artista. Suspendê-lo-ás sobre quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro; os seus colchetes serão de ouro, sobre quatro bases de prata. Pendurarás o véu debaixo dos colchetes e trarás para lá a arca do Testemunho, para dentro do véu; o véu vos fará separação entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos.
Alguém estava ali neste momento e comunicou este registro ao evangelista. Que registro magnifico meus irmãos. Algo que somente o próprio Deus faria. Rasgar o véu de separação, entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos. E mais, de cima para baixo. Não foi um homem que fez isso. Foi o próprio Deus, que ao satisfazer a sua justiça, não exigiria mais esta separação.
No versículo 39, nos é comunicado que o centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus”. Ele observara como Jesus se comportou em meio à zombaria. E testemunhara seu brado. Não um grito de derrota, mas de confiança, daquele que se entregou voluntariamente ao Pai.
Não há nada na gramatica grega que pode nos levar a constatar que este homem se tornou um cristão. Mas, não podemos negar que ele estava rodeado de informações, e passadas a ele de maneira negativa. Mas ele provavelmente ouvira muito sobre Jesus dos judeus que ali o rodeavam, dos outros romanos, inclusive do próprio Pilatos. Mas ainda assim ele declara estas palavras que serão lidas até a consumação dos séculos.
Mas não somente este homem fora mencionada aqui, nos versículos 40-41 nos é informado que “algumas mulheres, observando de longe” estavam ali. Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e José, e Salomé. Sabemos que elas: acompanharam Jesus quando estava na Galileia, e o serviam. Além destas, haviam outras que os nomes não foram citados.
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TRANSIÇÃO: .
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Feitas estas considerações, deixo com os irmãos três pontos de destaque no texto, esperando no Senhor que a fé dos irmãos seja reanimada e essas lembranças o motivem a servir o Nosso Senhor:
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1. O SENHOR ENTREGOU-SE VOLUNTARIAMENTE
O Senhor estava ali, e deram-lhe vinho com mirra para beber, mas ele não aceitou (v.23). Posteriormente ele tomou vinagre; o que é bem diferente, e no caso não alteraria a sua razão.
O Senhor passou por isto voluntariamente, e com isto é quero dizer que ele entregou-se para passar por todo esse sofrimento, sem queixar-se ou até mesmo usar de dispositivos que o levariam a fugir da realidade.
Diante da dor, ele não correu para remédios ou drogas. Ele não foi um escapista. Tentando fugir da realidade. Ele estava ali voluntariamente e sabendo claramente o que estava fazendo em nosso favor.
Aplicações:
Que serviços você tem feito voluntariamente para o Senhor?
Você é daqueles que espera algo em troca? O que seria? No mínimo reconhecimento?
TRANSIÇÃO:
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2. O SENHOR ENTREGOU-SE PARA NOS SALVAR
No v. 31, os sacerdotes diziam entre si: “Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se;”. Tolos! Não sabiam eles que o que o Nosso Senhor estava fazendo era exatamente isto: salvando pecadores.
O Senhor entregou-se para nos livrar das trevas vindouras da justiça do Senhor, que está sobre os filhos da perdição. O Senhor entregou-se para nos livrar das dores e noites escuras da alma.
O Senhor entregou-se para nos livrar do desampara na alma. Não estamos sozinhos. Outrora sim, mas agora somos filhos amados de Deus-Pai por causa de Cristo Jesus.
Aplicações:
Você vive livre destas trevas? Livre da perdição e julgamento vindouro?
Como você tem passado suas noites? As noites na alma. Tem vivido momentos de escuridão? O Senhor veio para libertá-lo assim como o fez com Maria Madalena e o próprio Geraseno.
TRANSIÇÃO:
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3. O SENHOR ENTREGOU-SE E NOS DEU REFUGIO
O véu era um simbolo não somente da Santidade de Deus, em nos separar, mas também da nossa pecaminosidade. Por isso a separação.
Em Hb 10:19-20, está escrito:
Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne,
Ainda existe um véu, a carne de Jesus, a sua vida. Temos intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue d’Ele. Não por coragem nossa. Ao mesmo tempo que não por covardia. Mas sim por estarmos refugiados em Cristo.
O Senhor entregou-se por nós e nos deu total segurança, isto é, o céu está aberto para todo aquele que se refugia em Jesus Cristo.
Aplicações:
Você tem desfrutado do refugio que tens em Cristo?
TRANSIÇÃO:
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RECAPITULAÇÃO:
1. ?????;
2. ?????;
3. ?????.
CONCLUSÃO:
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
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