O REI NA CRUZ (Parte 2) Lucas 23.39-49
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· 11 viewsJesus viveu a vida que jamais poderíamos ter vivido, e morreu a morte que era para termos morrido.
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Grande ideia: Jesus viveu a vida que jamais poderíamos ter vivido, e morreu a morte que era para termos morrido.
Estrutura: A urgência da salvação (vv. 34-43) e o brado de contentamento (vv. 44-49).
Significado de Rei Morto, Rei Posto (ditado popular)
Equipe da Enciclopédia Significados
Criado e revisado pelos nossos especialistas
Rei morto, rei posto é um ditado popular na língua portuguesa, utilizado no contexto político quando há a necessidade imediata de substituir um governante por outro, sem que haja um grande período de vacância de poder.
Existem várias teorias de como teria surgido esta expressão, sendo a mais aceita baseada em uma clássica história da mitologia grega.
De acordo com o conto, o herói Teseu teria usado esta expressão quando derrotou o Minotauro (criatura mística, metade touro e metade homem) e Minos, o rei de Creta.
Imediatamente após derrotar Minos e a cristura monstruosa, Teseu herdou o trono de Minos, o amor da esposa viúva e a adoração do povo de Creta. Assim, o “rei morto” do famoso ditado popular seria uma referência à Minos.
Esta lenda está, inclusive, narrada no famoso livro “Rei Morto, Rei Posto” (The King Must Die, no título original), da escritora britânica Mary Renault (1905-1983).
Mesmo sendo uma expressão mais comum no âmbito político, “rei morto, rei posto” também pode ser utilizado em diversos contextos em que envolva a substituição de alguém de algum cargo ou função por outra pessoa.
Exemplo: “O chefe dos funcionários foi substituído esta manhã. Rei morto, rei posto!”
Em inglês, esta expressão pode ser traduzida para “the king is dead. Long live the king!” (“O rei está morto. Longa vida ao rei!”), e é normalmente proclamada tradicionalmente quando um novo monarca sobe ao trono.
Esta é uma frase comum em países como o Reino Unido e França (“Le roi est mort, vive le roi!”, na tradução para o francês).
Oswald Chambers:
A cruz de Jesus é a revelação do juizo de Deus sobre o pecado. Não podemos jamais tolerar a ideia de martírio associada à cruz de Jesus Cristo. A cruz foi um sublime triunfo, que fez os fundamentos do inferno se abalarem. Não há nada mais certo, no tempo ou eternidade, do que o que Jesus Cristo fez na cruz: de um momento pra outro ele recolocou toda a raça humana num relacionamento correto com Deus. Ele fez da redenção a base da vida humana- abriu o caminho para que todo filho de homem possa entrar em comunhão com Deus.
A cruz não é a cruz de um homem, mas a cruz de Deus, e a cruz de Deus nunca pode tornar-se experiência humana. A cruz é a demonstração da natureza de Deus, o portão através do qual qualquer indivíduo da raça humana pode entrar em união com Deus. Podemos chegar à cruz, mas não podemos transpô-la; nós vivemmos a vida para a qual a cruz é o portal.
Porque para isto mesmo vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando exemplo para que vocês sigam os seus passos. Ele não cometeu pecado, nem foi encontrado engano em sua boca. Pois ele, quando insultado, não revidava com insultos; quando maltratado, não fazia ameaças, mas se entregava àquele que julga retamente, carregando ele mesmo, em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça. Pelas feridas dele vocês foram sarados. Porque vocês estavam desgarrados como ovelhas; agora, porém, se converteram ao Pastor e Bispo da alma de vocês.
A urgência da salvação. (vv. 34-43)
2. O brado do contentamento. (vv. 44-49)
3. Outras aplicações:
