Aliança restaurada
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Ageu 2.20-23
Ageu 2.20-23
Introdução:
Chegamos ao fim das nossas exposições no livro de Ageu, um livro com contém desafios que abrangem passado, presente e futuro.
O povo ao olhar para o seu passado deverei refletir sobre sua atitude conforme prescrito na aliança, já que Deus estava demonstrando, claramente, pelo sinais dos tempos, que havia infidelidade da parte deles.
A mudança de atitude trouxe novamente a boa mão de Deus sobre os remanescentes, o povo fiel que evidencia a fidelidade de Deus com às promessas patriarcais.
Porém, uma figura singular é constantemente enfatizada no livro, Zorobabel.
Sabemos que em épocas normais ele seria o regente que manteria a linhagem davídica no trono de Israel.
Mas, por conta dos erros passados, nada seguiu o seu fluxo como deveria.
Como já apontado anteriormente, essa última mensagem de Ageu foi entregue no mesmo dia da penúltima.
E estamos diante da época da colheita, onde na glória de Israel, há tempos atrás, havia abundância de tudo, o que contrasta totalmente com a realidade atual.
Em 1Reis 4.20 diz que: “Eram, pois, os de Judá e Israel muitos, numerosos como a areia que está ao pé do mar; comiam, bebiam e se alegravam.”
A quantidade dos habitantes era imensa, e isto não trazia qualquer problema financeiro, ao contrário, eles tinham fartura.
Mas, Deus já prometeu um tempo diferente mediante à mudança de postura do povo.
Seguindo a linha do texto, no verso 21 notamos uma mensagem semelhante à presente no verso 6.
Mas, dentre os quatro elementos colocados anteriormente, apenas céu e terra são citados.
E, fica uma dúvida sobre qual seria a motivação para essa ausência.
É possível, que o verso 6 esteja descrevendo todo o processo que envolve a vinda das preciosidades das nações até o templo. Todo o período do Êxodo final.
Enquanto, aqui nessa seção, estejamos diante do fim ou a culminação daqueles dias.
E como perceberemos no texto, há uma mensagem de salvação presente. Ou seja, ao fim daqueles dias, virá salvação do povo de Deus.
Os irmãos devem lembrar que utilizar a expressão “farei abalar” traz à memória do povo judeu a aliança feita no Sinai, onde o povo, além da terra, tremeu diante da manifestação de Deus.
Basicamente, esse acontecimento extraordinário está na mente deles ao ouvirem essa expressão.
Para os judeus ficava claro que um dia Deus interviria na história e traria seu reino.
O Novo Testamento nos oferece suporte para pensar assim, quando indica que essa expressão é uma indicação da renovação da Terra e do céu, onde o “farei abalar” descreve a mudança da ordem atual.
