A igreja Peregrina Salmo 122

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Tema: A Igreja Peregrina

Salmo 122 NVI
Cântico de Peregrinação. Davídico. Alegrei-me com os que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” Nossos pés já se encontram dentro de suas portas, ó Jerusalém! Jerusalém está construída como cidade firmemente estabelecida. Para lá sobem as tribos do Senhor, para dar graças ao Senhor, conforme o mandamento dado a Israel. Lá estão os tribunais de justiça, os tribunais da casa real de Davi. Orem pela paz de Jerusalém: “Vivam em segurança aqueles que te amam! Haja paz dentro dos teus muros e segurança nas tuas cidadelas!” Em favor de meus irmãos e amigos, direi: Paz seja com você! Em favor da casa do Senhor, nosso Deus, buscarei o seu bem.
INTRODUÇÃO
A história de Mary e Alan.
Eles estão viajando há mais de 20 anos.
Em 1993, eles doaram todos os seus pertences e começaram sua viagem.
Eles doaram sua casa a uma pessoa que precisava.
Foram viajar levando apenas uma mochila, dois pares de roupa íntima e 2 camisetas.
Quero ressaltar algumas frases de Mary e Alan que me impactaram:
“Você tem que estar preparado para se desapegar das coisas que não precisa”.
“Muita gente quer que você continue vivendo feito zumbi, sem estar consciente de quem você realmente é”
“Nós só conseguimos fazer as coisas com amor. Com violência já se tentou e não funcionou”.
CONTEXTUALIZAÇÃO
O salmo 122 faz parte do livro V de Salmos, que é constituído pelos salmos de 120-134.
Os quinze salmos de romagem (Sl 120-134), evidenciam a caminhada do povo de Deus em direção ao monte Sião, local estabelecido para o culto, em cumprimento a promessa feita a Davi acerca da morada permanente da casa de Deus.
Cada um destes salmos recebe o título de “salmo de romagem”. Essa frase pode ser entendida como uma referência às peregrinações anuais a Jerusalém e do retorno do exílio. Neste bloco de 15 salmos, nenhuma menção a um rei é feita, ao passo que numerosas referências são feitas a Sião e Jerusalém, fato que se ajusta a um cenário exílico e pós-exílio.
Essa coletânea de salmos de romagem apresenta quatro salmos davídicos (122; 124; 131; 133)
O arranjo dos 15 salmos que constituem os salmos de romagem do Livro 5, com uma estrutura de sete salmos de cada lado em que o salmo 127 está no centro desse arranjo equilibrando estas duas partes, não pode ser vista como algo puramente acidental, pois as complexidades testificam acerca de um organizador final do saltério.
Este salmo revela a alegria do salmista em se dirigir “à Casa do Senhor”. Essa expressão se adequa ao contexto de Davi que celebrou e dançou diante da arca, quando ele a trouxe a Jerusalém (2Sm 6.12-15). Da mesma forma, os exilados, ao retornarem do exílio, devem ter ficado tão alegres quanto Davi ficou ao se aproximarem da cidade santa.
PROPOSIÇÃO
Vivemos dias em que uma crise eclesiológica se instala em nossas igrejas e, ao analisar este salmo, nos é possível compreender como o povo peregrino vivia ou pelo menos deveria viver. Sendo assim, minha intenção nesta manhã é demonstrar a dinâmica da jornada da igreja peregrina. O tema escolhido para ilustrar essa realidade é: “A igreja peregrina”. Neste momento quero demonstrar as 3 maneiras pela qual a igreja peregrina deve caminhar em sua jornada.
I.Caminha em constante Alegria
II.Caminha em unidade
III.Caminha em busca de promover o bem.
ARGUMENTAÇÃO
I. Caminha em constante alegria (v. 1-2).
a) Fiquei alegre quando me disseram… (v.1).
Neste texto podemos observar que Davi expressa sua mais estimada alegria pela Casa de Deus, e a sua alegria também é compartilhada pelo povo de Israel. Eles se regozijavam com o fato de que a Casa de Deus representava o lugar definitivo no qual a Arca da aliança deveria ser mantida e preservada. O local definitivo para a Arca da Aliança foi, primordialmente, escolhido e estabelecido pelo próprio Senhor e neste lugar seu nome deveria ser invocado constantemente.
Em tempos mais antigos, Deus havia pronunciado a Moisés que, em determinado momento, o santuário de Deus repousaria em um local permanente. Porém, por cerca de mil anos ou mais, a Arca da Aliança precisou peregrinar de um lugar para outro acompanhando a peregrinação do povo de Israel. No entanto, aprouve a Deus revelar a Davi que o monte Sião seria o local de permanência da Arca da Aliança, pois ali o templo de Deus seria construído. Davi foi tomado de alegria ao receber esta revelação da parte de Deus e o salmo 122 demonstra mais uma vez a alegria davídica em poder ir ao local definitivo de adoração em comunhão com o povo.
Aprendemos que nossa alegria deve ser dupla: quando Deus, por seu Espírito Santo, não só inflama a cada um de nós com o espírito de obediência à sua palavra, mas também produz o mesmo efeito sobre outros, para que nos unamos na mesma fé - João Calvino.
Apesar da distância ser grande, as condições do tempo adversas, Davi sentia profunda alegria e regozijo com a possibilidade de ir à casa do Senhor, bem como se alegrava em saber que sua alegria era compartilhada.
b) Nossos pés estarão firmes dentro de seus portões… (v.2).
No verso 2, o entendimento que se chega, é que Davi expressa seu deleite por ter chegado a Israel ou por ali se encontrar, pois estar em Jerusalém gerava no salmista o estado de segurança e conforto. Ali Deus estabelecera o local permanente para seu santuário e à medida que os pés do povo estivessem firmados dentro das portas da cidade eles estariam livres dos riscos da viagem, conforme observa-se no salmo (121).
Deus se revelou como o eterno protetor ao guardar o seu povo dos perigos que envolviam a caminhada de peregrinação bem como a vida no seu todo. Por mais que a Arca havia permanecido um bom tempo em Siló (1Sm 1.3), não havia nenhuma promessa divina de que aquele seria o lugar permanente do seu santuário. No entanto, no salmo 132.14, o Senhor afirma que em Sião ele estabeleceu seu repouso para sempre.
Certa feita, o povo de Deus deveria se alegrar, repousar sua esperança e se gloriar no fato de que seus pés estavam postos sobre o solo firme das promessas divinas. Sendo assim, Jesus Cristo, o Messias prometido, o verdadeiro Emanuel (Is. 7.14), aquele na qual se encontra toda plenitude da divindade (Cl 2.9), e que disse: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos” (Mt 28.20), é o fundamento no qual todos os crentes devem encontram segurança eterna e manifestar transbordante alegria na promessa do cuidado constante do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, até que chegue o dia do seu glorioso retorno, no qual, todos os que são seus, presenciarão o cumprimento da promessa divina de redenção graciosa para aqueles a quem ele mesmo chamou para si desde a eternidade.
O adorador devoto, tem prazer em ir à casa de Deus. Pois lá é também o seu lar, sua escola, seu hospital…
Lembremos de Hebreus 10. 25:“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.”
II. Caminha em unidade (v. 3-5).
a) Jerusalém está edificada como uma cidade compacta. (v. 3)
Nestes versos, Davi passa a destacar a importância de Jerusalém como lugar em que, pessoas advindas de todas as partes remotas de Israel, encontravam lugar seguro a fim de se dedicarem ao culto. Segundo Calvino: “Era de grande importância para a mente dos piedosos que, em vez de se deixarem arrastar daqui para ali, se mantivessem constantemente fixados naquela cidade, ao qual era o vínculo da unidade santa”. Esta percepção de Calvino demonstra que a visão de Jerusalém, para aqueles que vinham de suas longas peregrinações, resultava em profunda emoção, pois a Santa Cidade era símbolo de unidade por não se tratar apenas de uma aglomeração de construções, mas sim de uma cidade ordenada e compacta.
Davi ao usar os termos “construída como cidade consolidada”, está se referindo a Jerusalém como uma cidade em que se deve prevalecer a boa ordem e um governo reto. A cidade de Salém, desde a antiguidade era vista como uma cidade notável, mas assim que Deus a escolheu para ser a principal das cidades do reino, ela se transformou no âmbito da sua aparência, bem como na sua natureza. Assim como o profeta Isaías enaltece o monte Sião (Is 2.2) em detrimento de todos os outros, Davi está enaltecendo a cidade de Jerusalém acima das demais cidades. O fato destacado pelo salmista é que Jerusalém é exemplo de uma cidade bem construída e bem distribuída em toda sua estrutura.
b) Para onde sobem as tribos… (v.4)
O verso 4, descreve que a consolidada cidade de Israel, é o local para onde sobem as tribos de Israel. Jerusalém foi o lugar que Deus escolheu como habitação permanente para seu santuário a fim de que o povo se deslocasse até aquele local para adorar o seu nome em ocasião das grandes festas como a Páscoa, a Festa das semanas e a Festa dos tabernáculos. Esse momento na história de Israel representava um momento de extremo regozijo para a nação diante da presença do seu Senhor e Deus (Dt 16. 1-17).
O salmista demonstra que as tribos de Israel iam a Jerusalém com o objetivo de render graças ao nome do Senhor, pois aquele era o local em que Deus havia designado para invocar o Seu nome, bem como era também o local em que todo o povo deveria recorrer para que pudesse obter a justiça. Destaca-se que tanto o santuário, erigido no monte Sião, quanto o reinado de Davi, prefiguravam a Cristo, pois o santuário aponta para o sacerdócio espiritual de Jesus e o reinado de Davi aponta para o Seu reinado eterno. Desta forma, Deus convoca o povo de Israel para que viessem de todas as partes a fim de que o adorem conforme as Suas estipulações. Posto que, na forma de pacto, Deus estabeleceu o local e a forma que deveria ser adorado por ser povo.
Era comum as tribos ou famílias de Deus irem a Jerusalém para renderem graças ao Senhor. Davi declara que este lugar foi designado pela própria boca de Deus, para que todas as doze tribos, ali se reunirem a fim de testemunhar acerca da aliança de Deus na preservação e cuidado de seu povo. O propósito era louvar fisicamente o nome do Senhor; porque as grandes festas, como a Páscoa, a Festa das Semanas e a Festa dos Tabernáculos significavam que chegara o momento de regozijo pessoal e nacional na presença do Senhor (Dt 16.1–17).
Kidner afirma que: “[...] Israel era uma família de tribos, cada uma com o seu caráter bem-marcado [...]”. Sendo assim, a unidade não é igual a uniformidade. No entanto, “essas eram as tribos do SENHOR, e Jerusalém era o local de encontro com Ele”.
Entendemos que Glorificar a Deus em todas as coisas é uma manifestação da nossa adoção em Cristo.
c) Pois ali foram assentados os tronos para juízo… (v.5)
Jerusalém era também o centro da vida cívica, ao qual o povo vinha para que o rei julgasse suas queixas. O sistema nem sempre funcionava perfeitamente, pois Absalão, filho de Davi, a explorou a fim de granjear seguidores para si (2Sm 15.1–6). O propósito de Davi é demonstrar que o reino estabelecido por Deus, será firme e estável diferente de todos os demais, que eram temporários e frágeis e poderiam passar por mudanças. Este fato demonstra que Deus seria o guardião perene de Israel e promoveria seu bem-estar sempre que a nação se submetesse ao reinado de Davi e não constituíssem para si mesmos novos reis conforme a sua vontade, mas que vivessem submissos ao governo que o próprio Deus estabeleceu sobre eles. A vontade de Deus é que o direito e prerrogativa de reinar permanecesse na genealogia de Davi até que o verdadeiro rei eterno fosse estabelecido na pessoa de Jesus Cristo, segundo atesta Calvino em seu comentário.
Quando o povo de Deus se reunia no Santo Monte, eles eram exortados pelo próprio Deus, por intermédio de seus profetas, a o adorarem somente, pois todos demais templos e as demais práticas religiosas são perversas, profanas e corruptas, sendo que, não correspondem à norma estabelecida pela palavra de Deus, por isso o Senhor as abomina. Conclui-se que, Jerusalém não era apenas o local no qual o povo se reunia para suas práticas festivas e religiosas, mas correspondia ao centro da vida cívica de Israel, ao qual o povo se dirigia com o objetivo de que o rei julgasse suas demandas.
DIante destas verdades entende-se que:
A unidade do povo da aliança manifesta a relação de Jerusalém com a igreja, pois ambas foram escolhidas por Deus, fundamentadas sobre uma rocha e tomadas de um inimigo.
III. Caminha em busca de promover o bem (v.6-9).
Buscar o bem da cidade envolve orar por ela, protegê-la, defendê-la das guerras, contribuir para a manutenção do culto a Deus prestado nela.
a) Orai pela paz de Jerusalém (v.6)
Agora Davi passa a chamar os adoradores de Deus a suplicar pela prosperidade da Santa Cidade. Segundo Waltke e Kidner, o chamado à oração nos versos 6 e 7 relaciona-se com o nome da cidade de Jerusalém. Pois, a palavra “shalom” significa “paz”, sendo assim, o jogo de palavras fica evidente com a seguinte possibilidade de tradução: “Peça pelo shalom de Yerushaláyim”. Essa construção demonstra que o desejo do salmista é que haja abençoada segurança para os habitantes de Jerusalém bem como para os peregrinos que ali se encontravam.
A constante preocupação de Davi pela paz e prosperidade de Jerusalém se dava pelo fato de que o salmista tinha plena convicção que o bem-estar do povo de Deus dependia ou estava intrinsecamente conectado com o reino e sacerdócio da cidade santa. Portanto, Davi exorta os seus leitores a que tenham esse mesmo anseio e desejo de que a paz reine sobre Jerusalém.
Naquele tempo o Rei precisava defender Jerusalém daqueles que se levantavam contra ela. Assim, o peregrino deveria orar pela paz de Jerusalém porque somente na paz é que poderia haver prosperidade, somente quando houvesse paz é que os peregrinos podiam ir à Santa cidade cultuar a Deus.
O verbo שׁלה (šlh), significa estar sossegado, em paz, tranquilo. Indica um modo de vida tranquilo e próspero. No Salmo 122.6, aqueles que amam Sião são descritos como “prósperos” (šlh). Assim, o salmista usa este verbo que representa um viver em quietude e paz, com o objetivo de retratar uma condição de alegria e júbilo demonstrando que todos os homens, verdadeiramente piedosos, cultivam em seus corações o profundo desejo do bem-estar do povo de Deus (Igreja) e para que Deus os abençoe proporcionando a bênção de uma vida próspera. Posto que, desde que Davi capturou a cidade de Jerusalém (2Sm 5.6-10), a cidade se tornou o lugar central na vida e pensamento do povo de Israel.
c) Haja paz dentro dos teus muros… (v.7)
No verso 7, o sentimento é o mesmo que foi esboçado no verso anterior, “portanto, o significado da primeira é deduzido da segunda”, conforme escreve Calvino. Desta forma, o que está em vista é o fato de que Davi ora pela paz e prosperidade da cidade em toda sua extensão, desde os seus muros, até os seus palácios. O salmista deseja que, por todos os lados, e em todos os aspectos, as bênçãos divinas cercassem e fortificassem a cidade amada.
No verso anterior o salmista convoca os peregrinos para que a Cidade Santa seja livre de guerras, mas agora ele também pede pela paz interna da cidade. Às vezes a guerra não vem de fora, mas eclode por dentro. Então deve haver paz dentro de Jerusalém entre os seus moradores, entre os peregrinos, entre os irmãos e não somente fora dos muros. O Rei bem como todo o povo também deveria pedir por prosperidade para que todos os moradores também sejam prósperos.
c) Por amor de meus irmãos e vizinhos… (v.8)
Após pedir para que todos orem pela paz e prosperidade de Jerusalém, Davi ora pela paz de Jerusalém por amor aos seus irmãos e amigos. Neste ponto, Davi passa a demonstrar que sua atenção não repousa apenas sobre a nação como um todo, mas também seus irmãos e amigos. O substantivo אָח significa irmão, parente, compatriota. Segundo o NDITEAT, O substantivo ’āḥ designa irmãos de sangue, meio-irmão, relações familiares, parentes e membros da mesma tribo. Portanto, o desejo do Rei, é que a bênção para aqueles a quem ele tem profunda estima, está intrinsecamente relacionada e dependente da prosperidade de Jerusalém. Sendo assim, Davi deixa evidente que a sua preocupação não diz respeito apenas às suas expectativas pessoais de um reinado bem-sucedido em paz e prosperidade, mas evidencia sua preocupação para com todo o povo de Deus. Ele tinha em mente que a paz da cidade de Jerusalém teria impacto na vida dos filhos de Deus. Se a cidade for próspera os seus habitantes poderão levantar o seu sustento, manter os seus comércios, sustentar as suas famílias, e assim por diante.
d) Por amor a Casa do Senhor, nosso Deus… (v.9)
Davi tinha em mente que a paz da cidade de Jerusalém teria impacto na vida dos filhos de Deus. Se a cidade for próspera os seus habitantes poderão levantar o seu sustento, manter os seus comércios, sustentar as suas famílias, e assim por diante.
Mediante estas observações, percebe-se que Davi se preocupava profundamente com a Igreja, pois desejava que todos os seus irmãos e amigos desfrutassem de paz e prosperidade, bem como desejava que o culto ao Deus de Israel não caísse em falta de integridade e ruína, mas que continuasse íntegro e estável. Assim, a verdade compreendida nos últimos versos deste salmo é que: “Se a salvação de nossos irmãos é considerada por nós um objeto de importância, devemos, ao mesmo tempo, até onde pudermos, cultivar interesse pela prosperidade da igreja”, segundo afirma Calvino.
Desta forma, a passagem esboça que a igreja é muito mais do que uma instituição religiosa ou um título vazio de significado, mas representa o corpo unido no qual repousa e prevalece o verdadeiro cristianismo.
A passagem nos mostra que:
Dois grandes princípios dizem por que devemos orar pela igreja:
1. Amor pelos irmãos: "Por amor de meus irmãos e companheiros".
2. Amor a Deus: "Por causa da casa do Senhor nosso Deus buscarei o teu bem" (N. Michael).
O texto nos mostra que buscar o bem envolve
Orar pela igreja.
Trabalhar na igreja.
Trazer outros para cultuar.
Manter a paz.
Viver de modo a recomendar a religião
CONCLUSÃO:
Certa feita, o povo de Deus deveria se alegrar, repousar sua esperança e se gloriar no fato de que seus pés estavam postos sobre o solo firme das promessas divinas. Sendo assim, Jesus Cristo, o Messias prometido, o verdadeiro Emanuel (Is. 7.14), aquele na qual se encontra toda plenitude da divindade (Cl 2.9), e que disse: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos” (Mt 28.20), é o fundamento no qual todos os crentes devem encontram segurança eterna e manifestar transbordante alegria na promessa do cuidado constante do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, até que chegue o dia do seu glorioso retorno, no qual, todos os que são seus, presenciarão o cumprimento da promessa divina de redenção graciosa para aqueles a quem ele mesmo chamou para si desde a eternidade.
As bênçãos que desejamos para a igreja são: a paz e prosperidade
Os meios para alcançá-las envolve: oração, alegria no serviço prestado a Deus e Esforço prático.
As razões para buscarmos essas bênçãos são: Para o nosso próprio bem, para o bem dos nossos companheiros e para o bem da “Casa do Senhor”.
APLICAÇÕES:
Mediante a tudo que foi dito quero te trazer alguns desafios:
Pare, pense e respire… Resgate em seu coração a alegria e a motivação correta em servir a Deus.
Seja intencional nas suas orações. Ore intencionalmente pelos irmãos e amigos.
Promova a paz na sua igreja: fale apenas o que edifique, seja paciente com os imaturos na fé e se esforce para tornar-te padrão dos fiéis.
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