EBD Marcos 16.1-20

O Evangelho de Marcos  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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EBD Marcos 16.1-20
A Ressurreição de Jesus.
Marcos 16.1-8.
Mc 16.1 Jesus morreu na sexta feira e seu corpo permaneceu no sepulcro no sábado, quando termina o sábado (ás 18:00) os judeus poderiam voltar a praticar suas atividades e essas 3 mulheres vão as compras para ungir o corpo de Jesus.
Ungir um corpo morto antes que ele começasse a entrar em decomposição e assim evitar o mau cheiro era um costume da época, e nesse episódio, ja que o corpo de Jesus ja tinha sido ungido com especiarias por José de Arimatéia e Nicodemos (Marcos 15.45-47) para nós é como se elas estivessem levando flores para um ente querido que faleceu. O fato das mulheres após o terceiro dia estarem indo ungir o corpo de Jesus, mostra que assim como os discipulos (Que fugiram), não estavam esperando que Jesus ressuscitasse.
Precisamos refletir no quanto as mulheres mostram um grande amor por Cristo.
Essas mulheres acompanharam Jesus no seu ministério, Acompanharam sua condenação, sua crucificação e agora a sua ressurreição.
Mc 16.2 Elas chegam ao sepulcro por volta das 06:00hrs da manhã do domingo, ainda era escuro e isso não levaria tantos perigos contra elas
Mc 16.3 Só o evangelho de Marcos revela esse diálogo no caminho do sepulcro, a vontade e a fidelidade de cuidarem ou prestarem uma última homenagem a Jesus é tão grande, que elas nem se deram conta de que não havia nenhum homem com elas para ajudá-las.
Mc 16.4 No caminho até o túmulo, as mulheres ficaram preocupadas com a grande pedra na entrada do túmulo. Marcos relata que ao chegarem ou á vista no caminho elas percebem o tumulo aberto, a grande pedra foi removida, mas como isso aconteceu? Mateus 28.2–3 nos traz a resposta.
James Edwards diz, que a remoção da pedra sugere que a ressurreição de Jesus, em todos os aspectos é totalmente uma obra de Deus.
John MacArthur diz que a remoção da pedra não ocorreu para deixar Jesus sair, mas para permitir que as testemunhas entrassem.
Mc 16.5 Sem nenhum medo ou receio elas chegam entrando no sepulcro e se deparam com um “Jovem vestido de roupas brancas” que normalmente se refere a um ser celestial e é provavelmente o Anjo que removeu a pedra relatado em Mateus 28.2-3. Ficaram amedrontadas, não significa que ficaram com medo do Anjo, mas que ficaram maravilhadas ou perplexas.
Mc 16.6 Um dos maiores relatos da história, as mulheres perplexas e surpresas com a cena que estão presenciando se deparam com uma noticia e uma evidência que transcende o entendimento humano.
A noticia é de quem estava morto, agora estava vivo porque ressuscitou a evidência é elas olharem ao redor do sepulcro e ele estar vazio. (O que para nós é acreditarmos através das escrituras para termos fé na ressurreição, para essas mulheres, seus os olhos estavam contemplando o poder de Deus sobre a morte!)
A ressurreição de Cristo é uma das verdades da fé cristã (1Co 15.4) e não há outra explicação para o sepulcro estar vazio.
Falaremos sobre a ressurreição ao final da aula ...
Mc 16.7O anjo diz para elas avisarem os discípulos e a Pedro que Jesus estava indo para Galileia e que eles deveriam o encontrar lá, Jesus conforme Mc 14.28 já tinha os avisados. O texto enfatiza para avisar a Pedro e nos mostra o quanto Jesus é passivo, amoroso e bondoso com os que erram contra ele, assim como Pedro que o negou por 3 vezes no momento mais cruel onde Cristo foi humilhado, Jesus não levou em consideração seus erros e seus pecados, mas lhe deu uma nova chance de fazer parte da família de Deus e servi-lo com toda sua força e fé e foi o que Pedro fez, foi transformado pelo Espirito Santo e se tornou um dos maiores homens da história que pregaram o Cristo ressuscitado!
Mc 16.8 Não teriam como estar diferentes após todos os relatos descritos nos versiculos anteriores, porém o que antes era uma perplexidade se tornou em medo, insegurança e conforme Mateus relata, um sentimento de alegria, porém o texto não diz que elas não fizeram o que o anjo lhe pediu (cf Mat 28.7-8) é provável que no caminho até se encontrar com discipulos que estavam distantes delas, elas não falaram para ninguém.
Marcos 16.9-20
O final de Marcos … A maioria dos estudiosos de hoje e dos primeiros séculos, acreditam que essa parte final de Marcos não foi o autor que escreveu.
Alguns motivos surgiram;
É que os manuscritos mais antigos não incluem esses versículos finais, essa é a principal objeção.
A diferença da continuidade das histórias entre os Versículos 8 e 9, já que o versículo 8 termina com o temor das mulheres e o 9 começa com Jesus ressurreto aparecendo a Maria Madalena.
A forma de chamar Jesus no Versículo 19 de “Senhor Jesus” o que não contém em nenhum capítulo anterior, é outra objeção a autoria de Marcos.
Mas provavelmente um escriba do séc. II incluiu essas informações, devido ao final do livro parecer não ter um final (Já que os outros evangelhos trazem relatos e diálogos do Cristo ressuscitado)
Alguns motivos do porque Marcos concluiu o livro assim (No Versiculo 8) são;
Para que os leitores concluíssem o livro e refletissem sobre a ressurreição e vinham a ter fé.
O final foi perdido devido ao desgaste do manuscrito original
Como o livro foi escrito entre os anos 60 a 70 d.C., o imperador Nero na “caça” os cristãos que fizera, capturou Marcos e ele morreu antes de concluir o livro.
O que podemos ter certeza, é que não teremos certeza do que realmente ocorreu...
Um resumo do que é encontrado nesse final:
Aparições de Jesus:
Jesus aparece a Maria Madalena (versículo 9).
Ele aparece a dois discípulos enquanto caminham no campo (versículos 12-13).
Comissões:
Jesus comissiona os discípulos a pregar o evangelho a toda criatura (versículo 15).
Ele fala sobre sinais que acompanharão os crentes (versículos 17-18).
Ascensão:
O evangelho termina com a ascensão de Jesus ao céu (versículo 19).
Iremos tratar de dois assuntos que o final de Marcos nos faz pensar … a ressurreição de Jesus e a Missão da Igreja.
Ressurreição.
Um cristão não é uma pessoa duvidosa. Um cristão é uma pessoa que tem um coração ardente, um coração inflamado com a certeza da ressurreição.
R. C. Sproul
A ressurreição de Jesus Cristo é o momento central na história da humanidade que serve como a doutrina fundamental do cristianismo. Depois de ter verdadeiramente assumido a natureza humana e submetido a uma agonizante e vergonhosa morte pública, o eterno Filho de Deus foi realmente levantado dos mortos em seu corpo físico glorificado, não mais sujeito à decadência e à morte. Sua ressurreição valida sua identidade como o divino Filho de Deus, demonstra sua vitória irrevogável sobre a morte e a sepultura, e assegura tanto a salvação presente como a futura ressurreição física dos crentes.
Sumário de Teologia Lexham (Ressurreição de Jesus)
IMPORTÂNCIA DO FATO DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO:
Foi o cumprimento à risca da palavra dos profetas e do próprio Jesus, que predisseram com antecedência de século, no primeiro caso, e de alguns meses, no segundo, o episódio, e até com minúcias, vários de seus elementos importantes, cf. Sl 16.10; At 13.34,35; 2.31; Is 26.19; 53.10; Mt 16.21; 17.23; 26.32; Lc 9.22; 18.33; Jo 2.19–22.
A veracidade das Escrituras foi justificada, pois dependiam do fato dessa ressurreição, cf. Lc 24.44–46; At 17.3.
Foi também a evidência central da divindade de Cristo, Rm 1.4, da sua exaltação e glorificação, At 13.33–35; Ef 1.19,20, e do seu supremo poder pessoal, Jo 2.19; 10.18.
Tornou idôneos, adequados, eficazes, verdadeiros e seguros à fé cristã a pregação do Evangelho da graça divina, o testemunho apostólico, a certeza do juízo final e o fundamento da esperança dos justos no futuro glorioso que os aguarda, cf. 1 Co 15.1–4,12,14,15,17,19; At 10.39–41; 4.33; 5.30; 1 Pe 3.22; 1.3–5; Rm 14.9, 10; At 17.31.
Tornou-se o símbolo ou emblema expressivo do novo nascimento ou regeneração da alma, Jo 5.21,25; Rm 6.4; 1 Pe 3.21, que é como uma ressurreição, ou uma nova vida espiritual. 6 Tornou-se a pedra de toque da confissão de fé dos que crêem, Rm 10.9,10; Fp 3.8–10; 2 Tm 2.8.
EFEITOS, RESULTADOS OU BENEFÍCIOS DA RESSURREIÇÃO PESSOAL DE CRISTO.
A ressurreição de Cristo garantiu a remissão dos pecados dos crentes e a sua justificação, 1 Co 15.17; Rm 4.25; 8.33, 34.
A ressurreição de Cristo assegurou definitivamente a ressurreição final dos mortos, especialmente, e feliz ressurreição dos justos, Rm 6.8; 8.11; 1 Co 15.12–23; Cl 1.18; 1 Ts 4.14.
A ressurreição de Cristo fê-lo as “primícias”, e o “primogênito” da ressurreição dos justos, como o Líder e garantia da nossa ressurreição real, literal e objetiva, 1 Co 15.20,23; Cl 1.18; At 26.23, no futuro e na sua segunda vinda.
A ressurreição de Cristo é fonte permanente de poder para os santos fiéis, Fp 3.10.
A ressurreição de Cristo fez-se alvo afetuoso de recordação piedosa e constante dos que o amam, no mundo, 1 Co 15.2–4; 11.24–26; 2 Tm 2.8.
É pela sua união com Cristo ressurgido e vivo que os crentes são capacitados a dar bons frutos, dignos de Deus e do mesmo Jesus, Rm 7.4; 6.3, 4; 8:11; 5.9, 10.
Pela ressurreição, Cristo se fez O sumo sacerdote perfeito e compassivo do Seu povo, pelo qual vive a interceder, Rm 8.34; Hb 7.25; 1 Jo 2.1,2.
A ressurreição de Cristo, finalmente, é a segurança da nossa salvação e o santo estímulo perene da nossa alegria espiritual, At 13.32,33; 3.26; Fp 3.1, porque, naquele dia glorioso, no fim da presente era, ressuscitaremos todos à semelhança do Filho de Deus, nosso Redentor, Rm 6.5; 1 Co 15.49; Fp 3.21. Os anjos se alegraram com a ressurreição de Cristo e a testemunharam, anunciandoa com vivacidade e clareza aos fiéis discípulos do Senhor, Mt 28.5–7; Mc 16.5–7; Lc 24.4–7,23.
Novo Dicionário da Bíblia (Ressurreição de Cristo)
A ressurreição de Cristo foi e é, realmente, o supremo e majestoso fato da História e dos Evangelhos.
A missão da Igreja … Marcos 16.15 “15 E disse-lhes: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas.” Marcos 16.20 “20 Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando-lhes a palavra com os sinais que a acompanhavam.”
A pregação do Evangelho é central para a missão da igreja. Algumas razões importantes são:
Restauração do Relacionamento com Deus: O Evangelho visa restaurar nosso relacionamento com Deus. Jesus, ao ser condenado injustamente e crucificado, desviou a ira de Deus de nós, proporcionando salvação.
Obediência à Ordem de Jesus: Ele instruiu seus discípulos a “pregar o evangelho a todas as pessoas” (Marcos 16:15). Portanto, a igreja segue essa ordem.
Alcançar os Perdidos: Através da pregação, a igreja compartilha a mensagem de salvação com aqueles que ainda não conhecem Jesus.
Edificação da Igreja: Pregar não se limita ao púlpito; também envolve conversas, testemunho e ensino. Todos nós temos o mesmo chamado, PREGAR O EVANGELHO DE CRISTO.
I. As teorias contra a ressurreição
Ao longo dos séculos, foram várias as teorias que surgiram, para tentar desacreditar o acto da ressurreição de Cristo. Das mais rocambolescas às mais sérias, todas falham em algum ponto de argumentação. Abordaremos as mais relevantes e usadas, no decorrer da história.
Teoria do roubo
A mais antiga tentativa de descartar a ressurreição de Cristo afirmava que o corpo de Jesus fora roubado. Aliás, a própria Bíblia aborda essa teoria. Os líderes judeus subornaram os guardas romanos, para dizer que o corpo de Jesus fora levado pelos discípulos, enquanto os soldados dormiam (Mateus 28.11-15).
Teoria do desmaio
Esta teoria é de construção recente. Começou a ser enunciada no séc. XVIII, afirmando que Cristo realmente não morreu na cruz. Pareceu morto, mas apenas tinha desmaiado, em consequência da exaustão, dor e perda de sangue. Reviveu quando foi deixado na sepultura fresca. Depois de sair da sepultura, apareceu aos discipulos que erroneamente o julgaram ressuscitado dos mortos. Segundo Max Anders[7], todos os registos antigos são enfáticos acerca da morte de Jesus.
Teoria da alucinação
Enunciada pelo céptico austríaco David Strauss, afirma que os discípulos sentiram tanto a falta do seu mestre, que começaram a imaginar tê-lo visto e ouvido. Ou seja, os discípulos experimentaram alucinações, visões ou ilusões, algo subjectivo, fruto das suas mentes perturbadas pela morte de Cristo.
Teoria da troca de túmulo
Existe ainda a teoria da troca de túmulo. O corpo de Jesus teria sido, inicialmente, colocado no sepulcro de José de Arimatéia, mas o nobre teria mudado de ideias e trocado o corpo de Jesus para uma vala comum. Os discipulos, não avisados do facto, ao ver o sepulcro vazio, inferiram a ressurreição do Mestre.
II. As evidências da ressurreição
William Lane Craig apresenta três evidências introdutórias para a ressurreição: o sepulcro vazio, as aparições (corpóreas e físicas) de Jesus e a convicção dos discípulos. Além disso, afirma que, ao contrário do que seria de esperar, esta não é uma posição conservadora ou evangélica, mas é um facto assumido pela maioria dos críticos neo-testamentários, que aceitam estas três provas, com naturalidade.[18] Estas três evidências interligam-se com os testemunhos da ressurreição, a saber, testemunho histórico, escrito e pessoal.
Testemunho histórico
Para começar, se o relato do sepultamento é preciso, as pessoas da época sabiam onde era o sepulcro e poderiam confirmar se as palavras dos discípulos, afirmando que Jesus ressuscitara, eram correctas ou não. O próprio facto de as autoridades preferirem perseguir os cristãos em vez de mostrar, pelo sepulcro, que Jesus estava morto, revela que o sepulcro estava vazio e que o corpo desaparecera.
Testemunho escrito
Seria uma saída fácil argumentar que a Bíblia não pode servir como testemunho escrito da ressurreição, por ser tendenciosa. A verdade, no entanto, é que os documentos do Novo Testamento são, de longe, os mais autênticos desde a antiguidade, no que diz respeito a números de exemplares existentes e a tempo decorrido entre as cópias mais antigas e os manuscritos originais. Max Anders, citando, Sir Frederic Kenyon, ex-director do Museu Britânico afirma que “tanto a autenticade, como a integridade, de modo geral, dos livros do Novo Testamento, podem ser consideradas definitivamente comprovadas”[21]. Josh McDowell, em “Evidência que exige um Veredicto”, era capaz de provar 14 mil manuscritos do Novo Testamento. Em “Evidências da Ressurreição de Cristo”, já era capaz de provar 24,633[22].
Testemunho pessoal
Frank Morrison, advogado britânico dos anos 30, considerava a ressurreição de Cristo uma fábula para criança. Decidido a desmascarar a lenda de um Jesus ressurrecto, começou a investigar. A sua investigação culminou na obra “Who Moved the Stone?”, um testemunho da sua própria conversão a Cristo, depois de chegar à conclusão que a Sua ressurreição era inegável.
“Se, com a tua boca, confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”.
Romanos 10.9.
Os discípulos morreram das seguintes formas:
1. Pedro - crucificado
2. André - crucificado
3. Mateus - traspassado por espada
4. João - morte natural definhando na prisão
5. Tiago (filho de Alfeu) - crucificado
6. Filipe - crucificado
7. Simão - crucificado
8. Tadeu - morto a flechadas
9. Tiago (irmão de Jesus) - apedrejado
10. Tomé - traspassado por uma lança
11. Bartolomeu – crucificado
12. Tiago (filho de Zebedeu) - perfurado por espada
13. Paulo - Decapitado
Alguém em sã consciência morreria por uma mentira inventada.
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