A VERDADEIRA COMPREENSÃO
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A VERDADEIRA COMPREENSÃO
A VERDADEIRA COMPREENSÃO
Introdução: O povo de Israel foi liberdado do Egito, tornou-se propriedade exclusiva de Deus, recebeu a lei, fez parte da aliança do Senhor, mas não entendeu essa tão grande salvação, pois viveu na desobediência, rebeldia e idolatria. Se Israel tivesse compreendido realmente essa tão grande salvação, não teria mais vivido como antes. E o crente que compreendeu a obra de Cristo na cruz, a salvação, a nova vida, não pode mais viver na velha vida, antes, deve viver a nova vida com total disposição.
Lição: Quem Realmente Compreendeu A Nova Vida Em Cristo Deve Vivê-la Com Total Disposição.
Texto: Efésios 4.25-32.
“Por isso” (portanto) está relacionado com o que foi dito nos versos 17-24, não viver como os gentios (17-19), mas como aprendeu em Cristo (20-24).
Paulo apresenta como viver o que aprendeu em Cristo (vv. 20-24), então, ele dá aqui alguns deveres:
Fale a verdade com o próximo (25).
Para falar a verdade é preciso deixar a mentira.
A mentira não faz parte da nova vida do crente, ao contrário, faz parte da velha natureza.
A mentira não procede da verdade (1Jo 2.25).
A mentira é do diabo, ele é o pai da mentira (Jo 8.44).
Todo (“cada um”) crente deve falar a verdade.
Deve falar a verdade com o seu próximo, ou melhor, com seu irmão.
Porque são membros do mesmo corpo (a Igreja).
Eles estão unidos em Cristo.
Eles têm o mesmo Espírito.
A mentira divide; a verdade uni.
O crente deve ser conhecido como pessoa honesta e confiável. A mentira não pode fazer parte da vida do crente. Cada crente deve falar a verdade com todos, crentes e descrentes.
Fique irado, mas não peque (26-27). (v. 26; citação do Sl 4.4).
A ira justa, contra o pecado, não é errado.
Deus é um exemplo disso:
5 Sais ao encontro daquele que com alegria pratica justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; por muito tempo temos pecado e havemos de ser salvos?
A ira não pode ultrapassar o limite levando à pecar.
Como não ir além do limite?
Não seja tão longo nela (v. 26b).
Não conceda ao diabo a oportunidade para fazê-lo pecar (v. 27).
O crente pode irar-se contra o pecado, contra as injustiças, mas não pode permitir que essa ira extrapole a ponto de fazê-lo pecar.
Não roube (28).
É um dos dez mandamentos: “Não furtarás” (Êx 20.14).
Antes deve trabalhar.
Trabalhar com as próprias mãos.
Trabalhar para que possa compartilhar com o necessitado.
O crente é crente trabalha com as próprias mãos e para ajudar os necessitados.
Não fale o que é prejudicial (29).
O crente não pode falar nenhuma palavra má ou de péssima qualidade e de pouco ou nenhum valor.
O crente deve falar apenas o que for benéfico e necessário para a edificação.
Para que conceda graça aos que estiverem ouvindo.
O crente não pode falar nada que prejudique o próximo, o igreja ou qualquer pessoa.
Não entristeça o Espírito Santo (30).
O Espírito Santo é de Deus, ou seja, é Deus (cf. At 5.3-4).
O Espírito Santo nos selou para o dia da redenção.
O crente entristesse o Espírito Santo ao viver no pecado, ao amar o mundo, ao conceder lugar para o diabo.
O crente deve buscar constantemente não entristecer o Espírito Santo.
Mude o comportamento (31-32).
Como?
Elimine o mal (ou antigo) comportamento (31):
Toda amargura (sentido: “um estado de intenso e agudo ressentimento ou ódio” [LOUW; NIDA]);
Toda cólera (sentido: muita irritação e explosões de raiva [p. ex. At 19.28]);
Toda ira (sentido: sentimento de raiva intenção);
Toda gritaria (grito, clamor);
Toda blasfêmias (blasfêmia, calúnia; sentido: falar mal de alguém prejudicando ou atacando sua reputação);
Toda malícia (maldade; sentido: “um sentimento de hostilidade e forte antipatia, com a possível implicação de um desejo de prejudicar — ‘sentimento de ódio’” [LOUW; NIDA]).
Torne a conduta boa (32):
Sede uns para com os outros benignos (bondosos [p.ex. Deus, Lc 6.35]);
Sede compassivos (sentido: ser afetuoso e ter compaixão);
Perdoando uns aos outros.
A base e o exemplo para perdoarmos: Deus (“como também Deus, em Cristo, nos perdoou”).
O crente deve mudar seu comportamento, dia-a-dia, tornando sua conduta má em boa, pois, em Cristo, ele é uma nova criatura.
Muitos crentes ou não entenderam o que Cristo fez na cruz e o que nos tornou com isso ou simplestemente são desobedientes ao que aprenderam da nova vida. A vida cristã não é satatus nem uma simples declaração, mas uma vida, que é guiada do Alto, que deve ser vivida.
Conclusão: A verdadeira compreensão da vida cristã deve ser vivida com total disposição. Como novas criaturas em Cristo, os crentes devem transformar seu comportamento, buscando diariamente viver de acordo com os padrões de Deus. Quem realmente compreendeu a nova vida, em Cristo, vai vivê-la com total disposição.
