Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo

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Texto:

Romanos 10.1–15 NVI
1 Irmãos, o desejo do meu coração e a minha oração a Deus pelos israelitas é que eles sejam salvos. 2 Posso testemunhar que eles têm zelo por Deus, mas o seu zelo não se baseia no conhecimento. 3 Porquanto, ignorando a justiça que vem de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se submeteram à justiça de Deus. 4 Porque o fim da Lei é Cristo, para a justificação de todo o que crê. 5 Moisés descreve desta forma a justiça que vem da Lei: “O homem que fizer estas coisas viverá por meio delas”. 6 Mas a justiça que vem da fé diz: “Não diga em seu coração: ‘Quem subirá aos céus?’ (isto é, para fazer Cristo descer) 7 ou ‘Quem descerá ao abismo?’” (isto é, para fazer Cristo subir dentre os mortos). 8 Mas o que ela diz? “A palavra está perto de você; está em sua boca e em seu coração”, isto é, a palavra da fé que estamos proclamando: 9 Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. 10 Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação. 11 Como diz a Escritura: “Todo o que nele confia jamais será envergonhado”. 12 Não há diferença entre judeus e gentios, pois o mesmo Senhor é Senhor de todos e abençoa ricamente todos os que o invocam, 13 porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. 14 Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? 15 E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: “Como são belos os pés dos que anunciam boas novas!”
Contexto:
Filme: A jornada “Satanás não se opõe à boa moral. Satanás é contra o nome de Jesus!
O que você acha dessa frase??
Argumentação:
V. 1
o apóstolo deseja e ora ardorosamente pela salvação deles
V.2
O apóstolo admite que seus compatriotas se empenhavam arduamente para garantir o favor de Deus
V.3
1. Deixou de reconhecer, ou seja, de aceitar e de abraçar a justiça que tem Deus como seu Autor
2. Substituiu a justiça de Deus, baseada na graça, pela justiça adquirida por suas próprias obras
V.4-5
o versículo 4 se refere a Cristo, como o alvo da lei.
Foi Cristo, tão somente ele, que, por sua vida e morte, cumpriu com plenitude as exigências da lei, e, com isso, assegurou para si mesmo a aprovação do Pai e o lugar à sua mão direita (Hb 12.2); e, para seus seguidores, a vida eterna (Hb 5.8–9). Por conseguinte, para todos aqueles que põem sua confiança em Cristo, a vereda que conduz à salvação se tornou, num sentido, incrivelmente fácil. Aquilo que era infinitamente difícil, duro e doloroso, de fato impossível para os pecadores, foi realizado por Cristo. Nenhum mero pecador deveria tentar fazer agora aquilo que, para ele, é tanto impossível quanto desnecessário.
V.6-7
“Porque este mandamento que hoje te ordeno não é demasiado difícil, nem está longe de ti. Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Nem está além do mar, para dizeres: Quem passará por nós além do mar que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos?” (Dt 30.11–13) O ponto que Moisés enfatiza é que a lei foi dada a Israel no contexto da graça e que Canaã, na qual o povo está para entrar, é dom de Deus para eles. Em nenhum sentido ela é o produto de sua própria justiça ou esforço extremo.
Portanto, qualquer tentativa de nossa parte de subir ao céu para trazer Cristo equivaleria a uma negação muitíssimo ingrata da realidade e do valor da encarnação de Cristo. Semelhantemente, qualquer tentativa de descer ao reino dos mortos a fim de fazer Cristo subir dentre os mortos seria uma reprovação do genuíno caráter e significado da gloriosa ressurreição de Cristo dentre os mortos e seu triunfo sobre o túmulo. (Veja Sl 16.10; At 2.27; Rm 4.25; 1Co 15.20, 55–57; Ap 1.17–18.)
V. 8
A palavra de Deus, como revelada no Antigo e no Novo Testamento, é “a palavra da fé”, ou seja, é a palavra que, a fim de exercer seu efeito salvífico, evoca a resposta da fé.
V. 9-10
a) em vez de requerer esforço sobre-humano, a salvação é obtida simplesmente pela confissão com os lábios e tendo a fé no coração.
B) O coração não é apenas a sede da afeição ou emoção. Segundo o uso bíblico, ele é o centro do interesse da existência e vida humanas (intelectuais, emocionais e volitivas).
Antes de tudo, deve haver fé no coração. Sem essa fé, qualquer confissão com os lábios seria mera zombaria (Mt 7.22–23). A salvação é descrita como sendo produto tanto da confissão quanto da fé.
V. 11
V. 12-13
V. 14-15
a pregação é na realidade anunciar, proclamar. A pregação genuína, pois, significa que o sermão é vívido, não árido; oportuno, não trivial. É a ardente proclamação das grandes notícias iniciadas por Deus.
15b. Como está escrito: Quão formosos são os pés daqueles que trazem boas-novas!
Esta passagem é citada de Isaías 52.7, onde o profeta descreve a exuberância com que os exilados receberiam as notícias de seu remanescente liberto do cativeiro. Essas notícias foram consideradas por eles como sendo em extremo maravilhosas não só porque podiam agora regressar à sua pátria, mas também, e talvez especialmente, porque, para eles, significava que o favor divino ainda repousava sobre eles e que não este ou aquele poder terreno, mas Deus – seu próprio Deus – estava ainda reinando
Aplicação:
Perguntas:
1. Paulo, no versículo, revela um desejo profundo em seu coração em relação ao povo de Israel. Paulo deseja a salvação daqueles judeus que ainda não entendiam o evangelho e buscavam viver pela lei. Estes mesmos judeus foram responsáveis pela morte de Jesus e pela perseguição dos apóstolos. Como você enxerga essa atitude de Paulo desejar a salvação dos seus “inimigos”?
2. Em Israel haviam aqueles que buscavam justiça por meio das obras da Lei e não pela fé. Como você tem visto na sociedade hoje essa busca por uma boa moral e ética? Você consegue ver essa realidade a partir de contextos como a vida religiosa da Europa, por exemplo?
3. Quanto ao zelo e a sinceridade, é possível que uma pessoa ser zelosa sincera na sua prática religiosa e mesmo assim estar sinceramente errada?
4. Em seu entendimento, por que o homem tem uma tendência de buscar a salvação pelos seus próprios esforços?
5. Segundo Paulo, Por que não há distinção entre judeu e grego?
6. Paulo fala sobre a necessidade de falar sobre Jesus e pregar o evangelho. O que você acha que é necessário que uma pessoa tenha para poder falar de Jesus as outras pessoas? Você se sente a vontade para falar de Jesus com outras pessoas?
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