Justiça mais profunda - Amor
1 - O amor é o que nos condiciona como filhos de Deus
O fariseu chamava de irmão, companheiro, amigo e próximo apenas a outro fariseu. Os demais eram para ele somente povo comum. Por isso o fariseu desprezava “o outro”
Faziam parte dos “outros” os publicanos e pecadores, que não cumpriam os mandamentos de Deus. A conseqüência era a inimizade entre os fariseus e “os outros”, os publicanos e pecadores (‘am haarez = povo comum). Essa inimizade entre fariseus e pecadores não perdia em nada para a inimizade entre judeus e gentios, e às vezes até era mais forte
2 - Nosso padrão é Cristo
Se a tortura da crucificação não pôde silenciar a oração de Jesus por seus inimigos, que dor ou preconceito poderiam silenciar nossas orações?
Do mesmo modo como age o seu Pai no céu (v. 48), também vocês devem agir. Em outras palavras: Em todas as circunstâncias, vocês, discípulos, devem ter a natureza que tem o seu Pai. Assim como o seu Pai é o totalmente diferente, também vocês devem ser totalmente diferentes, ou seja, devem responder ao ódio com o amor ágape, à perseguição com oração.
Nosso chamado cristão não é imitar o mundo, mas o Pai. E é por meio dessa imitação do Pai que a contracultura cristã se torna visível.
