O SACRIFICIO DE JESUS É SUPERIOR! (PARTE 2)Hebreus 10.1-18

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Jesus veio ao mundo para trazer a solução para o nosso maior problema: nossa alienação em relação a Deus.

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Grande ideia: Jesus veio ao mundo para trazer a solução para o nosso maior problema: nossa alienação em relação a Deus.
Estrutura: a insuficiência dos sacrifícios da antiga aliança (vv. 1-4), a suficiência dos sacrifícios mediados por Cristo (vv. 5-18).
A superioridade da Pessoa de Cristo (Hb 1.1- 4.13)
A superioridade do Sacerdócio de Cristo (Hb 4.14 – 10.18)
A superioridade da Vida em Cristo (Hb 10.19 – 13.25)
Quando olhamos para onde Jesus está agora e para o que está fazendo, percebemos que ele não precisa morrer várias vezes, como os sacrifícios que eram regularmente oferecidos no Templo. Tampouco ele está apresentando seu sacrifício ao pai várias vezes, como se precisasse fazer isso repetidas vezes no santuário celestial. Naturalmente, é verdade que, agora, o trabalho contínuo de Jesus no santuário celestial é o de “interceder” por seu povo, como vimos em 7:25. Ele está lá “em nosso favor” (9:24). Mas ele não está mais trabalhando; não está mais se sacrificando ou oferecendo seu sacrifício. Isso foi feito de uma vez por todas: está tudo terminado, completo. Ele tomou seu assento, e isso significa que seu trabalho acabou. A intenção do autor é que seus leitores tomem isso como algo tremendamente consolador. O que Jesus fez está completo: ele morreu como sacrifício por nós, obteve o perdão completo dos pecados, como se disse em Jeremias, e estabeleceu a nova aliança de Deus conosco. Nada precisa ser acrescentado, muito menos repetido. Sugerir qualquer dessas coisas seria sugerir a existência de algo incompleto, algo que ficou por ser feito e de que Jesus não cuidou direito na primeira vez. Como cristãos, quando buscamos a segurança de que fomos verdadeiramente perdoados, não olhamos — ou não deveríamos olhar — para nada que fazemos, para nada que a igreja faz, para nada que ministros cristãos, clérigos ou padres fazem, ou para quem quer que seja faz. Olhamos para o que aconteceu fora dos muros de Jerusalém, naquela tarde sombria de sexta-feira, e agradecemos a Deus por aquilo que foi realizado plena e finalmente em nosso favor.
Wright, N.T.. Box Atos, Cartas Gerais e Apocalipse para todos (Portuguese Edition) (pp. 816-817). Thomas Nelson Brasil. Edição do Kindle.
Warren Wiersbe:
Em Hebreus 7, o autor argumenta que, semelhante ao sacerdócio de Melquisedeque, o sacerdócio de Cristo é superior em sua ordem. Em Hebreus 8, a ênfase é sobre a aliança superior de Cristo; Hebreus 9 enfatiza a superioridade de seu santuário, e Hebreus 10 conclui a seção argumentando em favor do sacrifício superior de Cristo.
Insuficiência dos sacrifícios mediados pela lei. (vv. 1-4)
(a) A lei é apenas “uma sombra dos bens vindouros”.

σκια skia

aparentemente, palavra primária; TDNT - 7:394,1044; n f

1) sombra

1a) sombra causada pela intercepção da luz

1b) imagem projetada por um objeto e representando a forma daquele objeto

1c) rascunho, esboço, sombreamento

Colossians 2:16–17 NAA
Portanto, que ninguém julgue vocês por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.
Hebrews 8:4–5 NAA
Se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei. Estes ministram em figura e sombra das coisas celestiais, assim como Moisés foi divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo. Pois Deus disse: “Tenha cuidado para fazer tudo de acordo com o modelo que foi mostrado a você no monte.”
Hebrews 9:23 NAA
Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão nos céus fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais requerem sacrifícios superiores àqueles.
(b) A lei é inoperante quanto a transformar a vida das pessoas que se aproximam de Deus.
Hebrews 7:19 NAA
pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma; e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus.
Galatians 3:23–29 NAA
Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da lei e nela encerrados, para essa fé que, no futuro, haveria de ser revelada. De maneira que a lei se tornou nosso guardião para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados pela fé. Mas, agora que veio a fé, já não permanecemos subordinados ao guardião. Pois todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos vocês que foram batizados em Cristo de Cristo se revestiram. Assim sendo, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vocês são um em Cristo Jesus. E, se vocês são de Cristo, são também descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.
(c) Os sacrifícios no Antigo Testamento eram rotineiros e repetitivos, mas não mudavam a condição de seus ofertantes: eles continuavam com a consciência manchada pelos pecados.
Hebrews 9:19–22 NAA
Porque, havendo Moisés proclamado a todo o povo todos os mandamentos conforme a lei, pegou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, lã tingida de escarlate e hissopo e aspergiu não só o próprio livro, como também todo o povo, dizendo: “Este é o sangue da aliança que Deus ordenou para vocês.” Igualmente também aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os utensílios do serviço sagrado. De fato, segundo a lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.
(d) Tudo era feito (e preparado com ritos sofisticados) para que os pecados fossem recordados todos os anos.

Holocausto

Uma oferta de origens antigas com uso contínuo ao longo da história de Israel, o holocausto (עֹלָה, olah) era inicialmente empregado para atrair a atenção divina (Miller, Religion, 108; veja Nm 23:1–6; 1Rs 1:19). Era “um sinal a Deus de que seus adoradores desejavam trazer-lhe a atenção para suas necessidades; seu objetivo era garantir uma resposta inicial dele ”(Levine, Leviticus, 5). Era completamente consumido no altar, excetuando a pele, de modo que era levado para cima em direção aos céus em sua fumaça perfumada, onde o ser divino o inalaria (Lv 6:15; 7:8; Gn 8:21). Consequentemente, o termo olah é derivado do verbo עלה ('lh), para “ascender, subir, desaparecer.”

Algumas passagens indicam que se assumia que todo holocausto alcançaria expiação ou reparação pelo pecado (Lv 1:4; 9:7; 14:20; Jó 1:5; 42:8). Também há indicação de que todo holocausto era empregado em resposta alegre com o cumprimento de um voto ou com ofertas voluntárias, como em Levítico 22:17–19 e Números 15:3 (Miller, Religion, 109). Em Esdras 8:35, todo holocausto se refere à purificação e às ofertas queimadas fornecidas no retorno do exílio.

Todo o holocausto é demarcado e codificado em Levítico 1–7, um texto que reflete desenvolvimentos sacerdotais refinados e posteriores do sacrifício. Uma variedade de animais pode ser oferecida: “As escolhas são organizadas em uma escala móvel de custo para o ofertante”, variando de um touro a pássaros (Balentine, Leviticus, 22). Não parece ser o caso de Deus valorizar mais ou menos as escolhas. O processo ritualizado em Levítico segue a ordem de:

• apresentação de um animal sem mácula (Lv 1:3);

• identificação do apresentador com o animal colocando a mão sobre o animal (Lv 1:4);

• abate ritual com o ofertante cortando a garganta do animal (Lv 1:5);

• os sacerdotes aspergirem o sangue do animal no altar (Lv 1:5);

• o ofertante esfola e corta o animal em pedaços (Lv 1:6–8);

• o ofertante lava as pernas e entranhas (Lv 1:9);

• o sacerdote queima o animal por completo (Lv 1:9).

(e) Mas, “é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados”.
Havia defeitos essenciais nesses sacrifícios. 1º, - Eles não eram da mesma natureza daqueles que pecaram. 2º - Eles não eram de valor suficiente para satisfazer as afrontas feitas à justiça e ao governo de Deus. 3º - Os animais oferecidos sob a lei não podiam consentir em se colocar no quarto e lugar do pecador. O sacrifício expiatório deve ser capaz de consentir e deve voluntariamente substituir-se no lugar do pecador: Cristo o fez.
Blayney, B., Thomas Scott, e R.A. Torrey com Canne, John, Browne, O Tesouro do Conhecimento das Escrituras (Londres: Samuel Bagster and Sons), II, 162
John 1:29 NAA
No dia seguinte, vendo que Jesus vinha em sua direção, João disse: — Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
1 John 3:4–5 NAA
Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. E vocês sabem que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado.
2. Suficiência dos sacrifícios mediados por Cristo. (vv. 5-18)
(a) O autor cita um Salmo aqui.
Psalm 40:6–8 NAA
Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres. Então eu disse: “Eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; a tua lei está dentro do meu coração.”
Derek Kidner:
Davi ultrapassa (a lógica) ao falar como seu sacrifício da sua própria pessoa fosse ser o sacrifício para terminar todos os sacrifícios. Se esta for a implicação das suas palavras, fala, não de si mesmo, mas do Messias; e isso é confirmado em Hb 10.5-10.
(b) Temos aqui a explicação do autor aos Hebreus: Jesus veio para remover as obrigações da lei cerimonial judaica e nos santificar por meio do seu sangue, unicamente do seu sangue, “de uma vez por todas”.
O VALE DA VISÃO: uma coletânea de orações puritanas.
SENHOR JESUS,
Ante a tua cruz ajoelho-me e vejo, a odiosidade do meu pecado, minha iniquidade que te fez maldição, o mal que suscita a severidade da ira divina.
Mostra-me a enormidade da minha culpa por meio da coroa de espinhos, das mãos e pés perfurados, do corpo moído, dos brados agonizantes.
Teu sangue é o sangue do Deus encarnado, com infinita dignidade, com valor além de toda a compreensão.
Infinito tem de ser o mal e a culpa que exigem tal preço.
O pecado é minha doença, meu mostro, meu inimigo, minha víbora, nascido quando nasci, vivendo enquanto eu viver, agindo sobre o meu caráter, dominando minhas faculdades, seguindo-me como a minha sombra, misturando-se a cada um dos meus pensamentos, grilhões que me subjugam no reino da minha alma.
A um pecador como eu, por que deveria o sol dar a sua luz, e o ar o fôlego, e a terra um fundamento, nutrindo-me com seus frutos, e com suas criaturas servindo-me?
Todavia, as tuas misericórdias me cobrem, teu coração se apressa em meu socorro, teu amor suporta a minha maldição, tua misericórdia assume os açoites de que eu era digno.
Permite-me andar humildemente na mais prostrante humilhação,banhado em seu sangue, com uma consciência pura, triunfando gloriosamente como um herdeiro da salvação.
(c) Para reforçar seu argumento: “Jesus ofereceu seu único sacrifício pelos pecados, e está à direita de Deus”, o autor cita mais textos do AT:
Psalm 110:1 NAA
Disse o Senhor ao meu senhor: “Sente-se à minha direita, até que eu ponha os seus inimigos por estrado dos seus pés.”
Jeremiah 31:33 NAA
Porque esta é a aliança que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: Na mente lhes imprimirei as minhas leis, também no seu coração as inscreverei; eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.
Jeremiah 31:34 NAA
Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: “Conheça o Senhor!” Porque todos me conhecerão, desde o menor até o maior deles, diz o Senhor. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.
(d) O ponto agora é: se temos em Cristo remissão de pecados (de uma vez por todas) não há mais necessidade de sacrifício pelo pecado.
Hebrews 10:2 NAA
Se isto fosse possível, será que os sacrifícios não teriam deixado de ser oferecidos? Porque os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados!
Hebrews 10:14 NAA
Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre os que estão sendo santificados.
"Sombras de Cristo: o uso do Antigo Testamento em Hebreus" de Tiago Oliveira.
"A relação entre a revelação de Deus pelos profetas e a revelação de Deus no Filho tem aspectos quantitativos e qualitativos. Por um lado, há uma escalada. A Nova Aliança é mais ampla do que a Antiga, tanto em escopo quanto em efeito. Por outro lado, há uma nova etapa na História da Redenção. As promessas da Nova Aliança não são apenas mais amplas, mas melhores do que as da Antiga. A Nova Aliança não é apenas uma ampliação da Antiga — embora esse aspecto quantitativo também esteja presente —, mas é um pacto melhor. É dito que a realidade do NT é melhor em muitos aspectos: uma esperança melhor (7.19), uma aliança melhor (7.22; 8.6), promessas melhores (8.6), uma tenda maior e mais perfeita (9.11), um sacrifício melhor (9.23). Nesses últimos dias, Deus não enviou o Filho para ser mais do mesmo. Ele não é apenas outro Moisés, Josué, Davi ou sacerdote do AT. O Filho é um Moisés melhor, um Josué melhor, um Davi melhor e um sumo sacerdote melhor. Ele cumpre os ofícios e instituições que Deus estabeleceu no passado de maneira perfeita. Portanto, quando o autor de Hebreus interpreta a história registrada no AT, ele vê a revelação progressiva de Deus tomando forma e encontrando seu cumprimento na pessoa e na obra do Filho. Ao interpretar a história registrada no AT, ele é capaz de ver não apenas o cumprimento em Cristo das predições explícitas que foram registradas. Ele vê a própria história — pessoas, eventos e instituições estabelecidas por Deus encontrando seu verdadeiro significado e realidade na pessoa do Filho. As pessoas (e seus ofícios) e instituições do AT foram estabelecidas para servir como sombras e cópias. O Filho é como eles, porém melhor."
3. Outras aplicações:
(a) Jesus é o único que pode satisfazer a Deus plenamente, e ele intercede por nós mediante a sua oferta por nós, na cruz do Calvário.
1 Corinthians 1:30–31 NAA
Mas vocês são dele, em Cristo Jesus, o qual se tornou para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção, para que, como está escrito, “aquele que se gloria, glorie-se no Senhor”.
Isaiah 1:18–20 NAA
O Senhor diz: “Venham, pois, e vamos discutir a questão. Ainda que os pecados de vocês sejam como o escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, eles se tornarão como a lã. Se estiverem dispostos e me ouvirem, vocês comerão o melhor desta terra. Mas, se recusarem e forem rebeldes, vocês serão devorados pela espada; porque a boca do Senhor o disse.”
(b) Temos uma aliança com Deus, e por conta disso somos parte do seu povo. Somos o povo que vai morar no céu!
Nahum 1:7 NAA
O Senhor é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nele se refugiam.
Psalm 25:14 NAA
O Senhor confia o seu segredo aos que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança.
Romans 8:29 NAA
Pois aqueles que Deus de antemão conheceu ele também predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.
Amos 3:2 NAA
“De todas as famílias da terra, somente a vocês eu escolhi; portanto, eu os punirei por todas as suas iniquidades.
“Nenhum personagem histórico entendeu melhor e mais profundamente o poder da cruz que Martinho Lutero, o reformador do século XVI”, escreve Mark Shaw. E Alister McGrath, um teólogo de Oxford, definiu a teologia da cruz de Lutero como “uma das compreensões mais poderosas e radicais da natureza da teologia cristã que a Igreja já conheceu”.
Galatians 3:13 NAA
Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar — porque está escrito: “Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro” —,
Por exemplo, sobre Gálatas 3.13, Lutero escreve: “Assim, toda a ênfase está nas palavras ‘em nosso lugar’. Isso porque Cristo é inocente no que se refere à sua própria pessoa e, portanto, não devia ser pendurado no madeiro. Mas como, segundo a Lei, todo ladrão devia ser pendurado, portanto, segundo a Lei de Moisés, Cristo devia ser pendurado, pois ele suportou a pessoa de um pecador e ladrão – e não de apenas um, de todos os pecadores e ladrões. Isso porque somos pecadores e ladrões e, portanto, somos merecedores da morte e condenação eterna. Mas Cristo tomou sobre si todos os nossos pecados e morreu na cruz por eles. Portanto era apropriado que ele se tornasse um ladrão e, como Isaías diz (53.12), fosse ‘contado com os transgressores’[…] Ele não está agindo em sua própria pessoa agora. Agora ele não é o Filho de Deus, nascido da virgem. Mas ele é um pecador, que tem e carrega os pecados de Paulo, o antigo blasfemo, perseguidor e agressor; de Pedro, que negou a Cristo; de Davi, que foi um adúltero e assassino. […] Em resumo, ele tem e carrega todos os pecados de todas as pessoas no seu corpo – não no sentido de que os tenha cometido, mas no sentido de que tomou esses pecados, cometidos por nós, sobre seu próprio corpo, para fazer satisfação por eles com seu próprio sangue” (Martinho Lutero. Luther’s works, 55 vols. [St. Louis: Concórdia, 1955-86], 26:277).
Wellum, Stephen. Somente Cristo: A singularidade de Jesus como Salvador (Portuguese Edition) (p. 247). Editora Cultura Cristã. Edição do Kindle.
Ilustr.:
O sonho Stênio Marcius Sonhei que eu tinha morrido Não lembro direito de quê Me vi frente a um alto e belo portão Com uma placa escrito, céu Bati com um certo receio Um anjo saiu pra atender Me disse, Pois não? Eu falei, quero entrar Pois aí é o meu lugar O anjo me disse, curioso Eu não acho o seu nome em nossos registros Eu disse, procure num livro antigo Escrito antes que houvesse mundo E ali achará com a letra do Rei Meu nome com tinta vermelha Alguém entregou para o anjo Registros que eu reconheci Compêndio de todas as leis que eu quebrei E os pecados que cometi O anjo olhava os registros Visivelmente assustado E me perguntou, foi assim que viveu? E eu então respondi que sim Então como é que você tem coragem De vir nessa porta bater? Eu disse, olhe bem no final dessa lista Você reconhece esta letra? E o anjo sorrindo me disse, é verdade O Rei escreveu, perdoado! E ao som dessa bela palavra Aquele portão se abriu Então eu entrava cantando um hino Que pena que o sonho acabou Ficaram comigo aquelas palavras Primeiro eu quero ver meu salvador
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