Discipulado, autoridade, poder e pregação
Evangelho de Lucas • Sermon • Submitted • Presented
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Lucas 9.1-9
O capítulo 9, é o capítulo final do ministério de Jesus na Galileia. Lucas dedica seis longos capítulos aos acontecimentos nesta região (4.14-9.50). Depois disso, Jesus seguirá para Jerusalém para realizar sua paixão.
Lucas até aqui, demonstrou com riqueza de detalhes que Jesus esteve preocupado em preparar seus discípulos para seu papel de liderança, estes homens seriam encarregados de liderar a Igreja de Deus, dando continuidade ao ministério de Jesus.
Deste modo, podemos notar que Jesus muda sua atenção das multidões para os seus discípulos, e trabalha para formá-los para o ministério.
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Como de costume, quero começar esse sermão te fazendo uma pergunta: Você é um discípulo de Jesus? Se a sua resposta for não, então essa segunda pergunta não é para você. Se sua resposta for sim, “sim, sou um discípulo de Jesus”, eu te pergunto: O que você tem feito com todas as ferramentas que Jesus lhe deu para anunciar o seu Evangelho?
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Os primeiros discípulos foram chamados pelo próprio Jesus, libertos de seus pecados, tirados de suas vidas cotidianas, seus trabalhos. E para quê? Jesus fez tudo isso para ter expectadores privilegiados? Serem meramente plateia do seu ministério? Sabemos que a reposta para essa pergunta é não, Jesus não os salvou com autoridade e poder para que fossem expectadores privilegiados, ou meramente plateia de seu ministério.
Tudo o que testemunharam até o presente momento, todos os ensinamentos, as maravilhas realizadas diante daqueles homens era parte de um treinamento intensivo.
Então, somos servos de Deus, então somos discípulos de Cristo, quando fazemos o que nos é ordenado, e porque nos é ordenado.
John Owen (teólogo puritano e estadista)
O capítulo 9 de Lucas, registra um certo tipo de “Estágio” – Por muito tempo venho dando aulas na UNIMB de Estágio Supervisionado I e II – E nesta disciplina existem 3 etapas que o aluno deve cumprir. A primeira consiste nas instruções iniciais, essas aulas se estendem a todo período do estágio, a segunda etapa é o momento em que o aluno vai ao campo de estágio e observa, normalmente ele é encaminhado a um supervisor de campo, que dá demonstração prática do ensino. A terceira etapa é a regência, quando este aluno terá a oportunidade de colocar em prática tudo o que observou e aprendeu. No final de tudo, ele retorna produzindo um relatório sobre tudo o que aprendeu e desenvolveu no campo de estágio.
- Essa analogia, é para descrever que, de certo modo, Jesus está enviando os seus discípulos para a parte prática do seu treinamento ministerial, um pequeno período de regência, aonde devem ir e dar frutos, anunciando o Evangelho do Reino.
- Esse envio, não é aleatório ou despreparado, ao contrário, durante seu ministério na Galileia Jesus deu aos discípulos variados ensinos e testemunhos sobre o seu poder e reino. Jesus os preparou, equipou seus discípulos com tudo quanto deveriam precisar para anunciar o Evangelho.
Neste texto, temos claramente as instruções de nosso Senhor aos doze discípulos, quando, pela primeira vez, os enviou a pregar o evangelho.
- A passagem esclarece muitos fatos sobre a obra dos ministros cristãos em todas as épocas. Sem dúvida, o miraculoso poder que os apóstolos possuíam tornava singular a posição que ocupavam, uma posição diferente da ocupada por qualquer outro grupo de homens da Igreja.
- Sem dúvida, em muitos aspectos eles estiveram sozinhos e sem qualquer sucessor. Entretanto, as palavras de Cristo nessa ocasião não precisam ser limitadas inteiramente aos apóstolos; elas contêm profunda sabedoria para os crentes e pregadores de todas as épocas.[1]
- v.1 – “1 Tendo Jesus convocado os doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para efetuarem curas”[2]
- A primeira coisa que destacamos é que Jesus “convocou” ou doze. A ideia de convocar é chamar para perto de si. Essa convocação também pode ser entendida como “comissão”, neste caso, Jesus estaria “comissionando os doze”.
A expressão synkalesámenos = “ele convocou” designa uma reunião solene e é mais expressiva que o termo proskáleisthai = “chamar a si”, que ocorre em Marcos e Mateus.
- Ele faz isso dando lhes “poder e autoridade”.
- Será que podemos imaginar a alegria que os discípulos devem ter sentido quando Jesus os comissionou? Jesus havia acabado de demonstrar um poder maior do que qualquer outro jamais havia demonstrado em toda a história, e ele o está transmitindo a seus discípulos.[3]
Por qual motivo Jesus envia os discípulos? Falamos inicialmente, que isso é parte do treinamento ministerial, e está correto, isso é verdade. Mas, o motivo primordial foi a grande miséria do povo eleito, completamente abandonado por seus mestres e líderes.
Em Mateus 9.-35-38 o texto diz Jesus: “35 percorria todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades. 36 Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. 37 E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38 Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.[4]
- Uma das primeiras lições que podemos tirar do texto, é que tudo o que o Senhor faz em sua vida, não se resume a sua própria vida, ao seu conforto ou bem estar, mas que, através de sua vida, outras pessoas encontrem salvação, conforto e bem estar.
- Não é sobre nós, não é sobre quanto poder carregamos, quanta autoridade recebemos, mas como Deus nos envia a fazer uso disso para a Glória de Dele.
- Jesus os convocou e “deu-lhes poder e autoridade”, o que isso significa?
Não podemos ter o poder de Cristo a menos que vivamos na convicção de que não temos nenhum poder próprio.
John Owen (teólogo puritano e estadista)
- Poder é “δυναμις” (dunamis) – O conceito de Poder, é bem abrangente, pode significa distintamente muitas coisas. Podemos defini-lo como força ou habilidade. Mas, cabe ainda entende-lo como:
- 1b) poder para realizar milagres
1c) poder moral e excelência de alma
1d) poder e influência própria dos ricos e afortunados
1e) poder e riquezas que crescem pelos números
1f) poder que consiste em ou basear-se em exércitos, forças, multidões[5]
Como eu disse, as definições são variadas, a ideia de “poder” pode se aplicar a uma variedade de ações, questões e experiência. Talvez a melhor forma de defini-lo é compreendendo o seu fim.
- Jesus também deu-lhes “autoridade” – “εξουσια” (exousia) – Acontece o mesmo fenômeno com a ideia de autoridade, não conseguimos uma definição precisa, não no sentido de limita-la. Autoridade pode ser entendido como “poder de escolha” ou “liberdade de fazer como se quer”. Autoridade também é “licença e permissão”. Autoridade pode ser um poder físico ou mental, influência, direito, privilégio.
- Alguns comentaristas, olhando para o texto, definem “poder e autoridade” como “potência ou habilidade com direito de usá-lo”.
- “Deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para efetuarem curas”.
- O que o texto, acima de tudo nos mostra é a misericórdia e compaixão dele pelos perdidos no mundo, pelas ovelhas perdidas da casa de Israel. Sua compaixão para com os eleitos.
- Os discípulos estão sendo enviados não para se exibirem no mundo, não para demonstrarem que dominaram os poderes cósmicos e sabem operar isso ou aquilo.
- Eles foram enviados para seguirem os passos do mestre, não para irem além dele, e isso significa serem misericordiosos e compassivos no mundo.
- A comissão, não diz respeito aos comissionados, mas aos que seriam transformados por tão maravilhoso poder.
Deus nos chamou para brilhar. … Que nenhum homem ou mulher diga que não podem brilhar porque não têm tanta influência quanto outras pessoas. O que Deus quer que você faça é usar a influência que você tem. … Lembre-se de que uma pequena luz fará bem mais quando em um local muito escuro. Coloque uma pequena vela no meio de um grande salão, e ela iluminará bastante.
Dwight Lyman Moody (Evangelista)
v.2 – “Também os enviou a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos.”[6]
- O objetivo era levar misericórdia e compaixão anunciando o Evangelho do Reino de Deus.
- Jesus com isso estende significativamente o seu ministério, dá prova do seu poder, demonstra para aquelas regiões, que Ele tinha PODER e AUTORIDADE para curar, expelir demônios, ressuscitar e mortos e poderia transmitir esse poder a quem quer que quisesse para que pudesse fazer o mesmo em seu nome.
- Eu tenho a tendência de ler esse texto com um olhar cuidadoso, observando que o nosso Senhor está completamente interessado em transmitir graça e misericórdia através de seus discípulos, e consequentemente através de sua igreja.
- Direito de realizá-la; Jesus concedeu ambos os apóstolos.
A comissão dada aos doze contempla três áreas distintas: a libertação dos endemoniados, a cura dos enfermos e a pregação do evangelho do reino de Deus.[7]
- É porque, ainda, milhares estão sofrendo que Deus nos envia, é porque milhares estão padecendo que Deus nos manda ir e dar frutos para a sua própria Glória.
- Nós, somos vasos na mão do oleiro, de modo que não é nosso poder ou autoridade, a excelência deste poder é de Deus somente.
Deus tem uma obra a fazer neste mundo, e abandoná-lo por causa de suas dificuldades e complicações é abandonar sua autoridade. A santidade universal é exigida de nós, para que possamos fazer a vontade de Deus em nossa geração. Não é suficiente que sejamos justos, sejamos justos e andemos com Deus em santidade, mas também devemos servir a nossa geração como Davi o fez antes de adormecer. Deus tem uma obra a fazer, e não ajudá-lo é opor-se a ele.
John Owen (teólogo puritano e estadista)
v.3-5 – “3 E disse-lhes: Nada leveis para o caminho: nem bordão, nem alforje, nem pão, nem dinheiro; nem deveis ter duas túnicas. 4 Na casa em que entrardes, ali permanecei e dali saireis. 5 E onde quer que não vos receberem, ao sairdes daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra eles.”[8]
- Jesus diz aos seus discípulos que não devem levar nada consigo, ele diz: “Nada leveis para o caminho”.
- Assim como Jesus concedeu a seus emissários a necessária força e autorização para o serviço, assim ele lhes deu também as necessárias orientações para o início da jornada e o transcurso da viagem.[9]
- A obra é urgente e o foco não está no conforto dos enviados, mas nas necessidades das pessoas que precisam ser alcançadas.[10]
- Recomenda-lhes que partam tão livres e desprendidos como estão naquele instante. – A bagagem para uma viagem consiste primordialmente de três coisas: dinheiro, mantimentos e roupas. Mateus é o mais severo ao relatar a proibição de levar dinheiro, citando três espécies de metais: ouro, prata e cobre. Marcos menciona apenas cobre. Lucas fala somente de prata, a expressão usual para dinheiro.
- Eles devem se concentrar não em seu conforto terreno, mas sobretudo em seus deveres divinos, e isso os libertará para o que é verdadeiramente importante. Eles dependerão de Deus, não de si mesmos. A presença do reino de Deus significa que seu reinado já começou, e eles devem contar às nações este acontecimento importante e chamá-las ao arrependimento e à conversão.[11]
- Jesus, que dessa maneira proibia aos discípulos qualquer fardo para a jornada, permitiu e ordenou-lhes que esperassem pela fé tudo o que fosse necessário.
- De antemão podiam ter certeza a respeito daquilo que mais tarde confessariam: que não sofreram carência de nada (cf. Lc 22:35). A A primeira igreja entendeu essa prescrição de não levar bagagem melhor do que diversos entusiastas de hoje.
- Jesus visa afirmar o seguinte: não queremos considerar a carne como nosso braço, nem depositar nossa confiança em provisões exteriores, mas ter o menor número possível de necessidades, peregrinando de forma simples e livre na trajetória e no serviço de testemunhas.
-O Senhor deu aos doze também uma prescrição especial para o caso de serem acolhidos em uma casa. Os discípulos não devem visar o conforto físico, como os falsos mestres (Rm 16:18), i. é, trocar de hospedagem quando não for suficientemente confortável, nem preferir visitar os ricos em detrimentos dos pobres.
– Devem despedir-se de uma casa hospitaleira em que entraram somente no momento em que saem do local a que se destina a pregação para anunciar o evangelho em outro local.
- Com essa instrução está estreitamente relacionada também a segunda, para o caso de serem rejeitados. Assim como Jesus não impunha a si mesmo (cf. Lc 8:37; Jo 3:22), assim tampouco seus mensageiros devem impor a si mesmos e ao evangelho em uma casa.
- Quando os servos de Deus não recebem acolhida, eles se retraem. Nesse caso Jesus prescreve uma ação simbólica como testemunho contra eles. Sacudir o pó dos pés significa preliminarmente: “Não levamos conosco nada que seja de vocês” (cf. Lc 10:11); “Não ambicionamos nada de vocês e não procuramos o que é de vocês, mas a vocês pessoalmente” (2 Co 12:14).
- Além disso, o gesto atesta (cf. Ne 5:13; At 13:51) que uma cidade que rejeita os mensageiros de Cristo é submetida a uma maldição. Os apóstolos devem agir de igual maneira diante de seus conterrâneos nas cidades que repelem a pregação deles. Devem sacudir até mesmo o pó, o mais insignificante que existe. Com esse gesto devem declarar que não têm nada a ver com o destino que espera por tais pessoas. A expressão se assemelha a expressão comumente usada por nós, que faz referência a sentença de Cristo que é “lavar as mãos”.
- Portanto, o Senhor Jesus preparou seus apóstolos para a possibilidade de serem mal recebidos. Por isso ele dá instruções sobre o comportamento correto diante dos adversários.
- Via de regra os entusiasmados cristãos recém-convertidos pensam que conseguirão facilmente atingir o alvo de que muitos, muitíssimos, cheguem à fé rapidamente. Entram no mundo com facilidade, sem conhecerem bem a profundidade demoníaca da perdição do mundo, correndo o perigo de cometer grandes equívocos e conseqüentemente colhendo experiências que podem abalá-los intensamente. Por isso o Senhor Jesus abre os olhos dos discípulos para a perspectiva de que poderão sofrer muito mais com a perseguição e aflição que os espera do que com a viagem iminente.
- Lições e Aplicações do texto
O presente texto contém importantes ensinamento para todos aqueles que receberam a incumbência de empreender a obra do Senhor.
Aprendemos desse texto:
1) que o Senhor previu o serviço de proclamação da palavra e do cuidado pastoral em tempo integral;
2) que aqueles que se deixam enviar por ele são equipados com força especial do alto;
3) que o ponto de partida de qualquer trabalho é a casa e a família (v. 4s);
4) que diante do mundo é preciso dar um testemunho decidido;
5) que devemos anunciar um evangelho claro, e não palestras científicas;
6) que se deve impor as mãos aos enfermos e orar por eles;
7) que o alvo do anúncio do evangelho deve e precisa ser a “conversão de almas humanas a Jesus, o Redentor”;
8) que após a proclamação do evangelho é necessário buscar o silêncio (Mc 6:30s).
v.6 – “Então, saindo, percorriam todas as aldeias, anunciando o evangelho e efetuando curas por toda parte”[12]
- O sexto versículo deste capítulo, registra o resultado do envio, os discípulos vão e fazem tudo quanto foram ordenados a fazer.
- Usaram tudo que receberam do Senhor para propagar o reino de Deus.
A mensagem do Evangelho vai além das vilas e vielas, chegando até o palácio de Herodes Antipas, que tomando conhecimento de tudo o que está acontecendo tem uma, certa, crise de ansiedade.
v.7-9 – “Ora, o tetrarca Herodes soube de tudo o que se passava e ficou perplexo, porque alguns diziam: João ressuscitou dentre os mortos; 8 outros: Elias apareceu; e outros: Ressurgiu um dos antigos profetas. 9 Herodes, porém, disse: Eu mandei decapitar a João; quem é, pois, este a respeito do qual tenho ouvido tais coisas? E se esforçava por vê-lo.”[13]
- Herodes estava constrangido porque circulavam diversas opiniões acerca de Jesus. O presente evangelista relata três diferentes opiniões: 1) Jesus é João Batista ressuscitado. 2) Jesus é o Elias que apareceu. 3) Jesus é um profeta dos primórdios. A superstição gentia, que também se aninhara entre os judeus, pensava que a alma do decapitado João teria migrado para outro corpo. Essa quimera foi mais aceita na corte do tetrarca do que a palavra da verdade. A maldição da incredulidade havia acovardado o coração do tetrarca (cf. Nm 26:36; Jó 15:20–22). Quem não teme a Deus, teme coisas supersticiosas e tolas.[14]
- A verdade é que, Cristo e seus discípulos estavam deixando o mundo abalado, não apenas as denuncias de João, mas a mensagem do Reino de Deus estava deixando o palácio preocupado.
Conclusão
Não há maior poder e autoridade do que aquela que vem do nosso Senhor!
É verdade que o mundo não crê nisso, ignora, muitas vezes até mesmo debocha de tal verdade, e nós, como viveremos?
- Nós permaneceremos crendo, que Deus tem nos dado poder e autoridade para anunciar o seu Evangelho, crendo que veremos os frutos desse poder, tão logo cumpridos!
O desejo de poder em excesso fez com que os anjos caíssem; o desejo de conhecimento em excesso fez o homem cair. Mas na caridade não há excesso; nem o anjo nem o homem podem correr perigo por causa disso.
Francis Bacon (filósofo)
Nenhum inimigo foi vencido por uma conduta vingativa. Podemos, é verdade, silenciá-lo pelo poder, mas nunca podemos ganhar sua afeição por nada além do amor.
Charles Simeon (líder do Reavivamento Evangélico)
SDG.
[1] J. C. Ryle, Meditações no Evangelho de Lucas, ed. Tiago J. Santos Filho, 2aEdição. (São José dos Campos, SP: Editora FIEL, 2018), 207.
[2] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.1.
[3]Grant R. Osborne, Evangelho de Lucas, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 254.
[4] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Mt 9.35–38.
[5]James Strong, Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong (Sociedade Bíblica do Brasil, 2002).
[6] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.2.
[7] Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, ed. Juan Carlos Martinez, 1aedição., Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 286.
[8] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.3–5.
[9] Fritz Rienecker, Comentário Esperança, Evangelho de Lucas (Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 2005), 205.
[10] Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, ed. Juan Carlos Martinez, 1aedição., Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 286.
[11] Grant R. Osborne, Evangelho de Lucas, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 255.
[12] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.6.
[13] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.7–9.
[14] Fritz Rienecker, Comentário Esperança, Evangelho de Lucas (Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 2005), 207.
