SANTIDADE E AMOR FRATERNAL

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1 Tessalonicenses 4.9-18
“9 No tocante ao amor fraternal, não há necessidade de que eu vos escreva, porquanto vós mesmos estais por Deus instruídos que deveis amar-vos uns aos outros; 10 e, na verdade, estais praticando isso mesmo para com todos os irmãos em toda a Macedônia. Contudo, vos exortamos, irmãos, a progredirdes cada vez mais 11 e a diligenciardes por viver tranquilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; 12 de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar.”
Nosso poder para atrair homens a Cristo brota principalmente da plenitude do nosso regozijo pessoal nEle, e da proximidade da nossa comunhão com Ele. Um semblante que reflete a Cristo e reluz com seu amor e graça é mais o mais indicado para atrair o olhar de um mundo desatento e leviano, e para conquistar almas enfastiadas com os fascínios do amor e da beleza da criatura. Um ministério com poder deve ser fruto de uma intimidade santa, serena e amorosa com o Senhor.
Horatius Bonar (ministro escocês e escritor de hinos)
AMOR. A terceira e mais elevada das “virtudes* teologais”. Como tal, é a regra suprema da ação para os cristãos, que devem imitar a Deus que “é amor”. Agostinho (354–430)[1]
Ao ler este texto, alguns podem pensar que há uma transição, que Paulo passa da santidade ao amor. Mas, na verdade, o texto segue a mesma linha, a santidade continua no centro da discussão. Não se separa a santidade de amor. O Amor de Deus é santo, santidade e amor se encontram em Deus, Deus é santo e é amor também.
‌Quando vivemos com Deus, tanto mais somos levados a andar em amor como ele amou e sermos santo, como Ele mesmo é santo.
‌ Essa igreja em Tessalônica carrega um lindíssimo testemunho, primeiramente o apóstolo disse: “efetivamente estais fazendo, continueis progredindo” - Eu sei que vocês andam de modo a agradar a Deus e progridem neste modo de viver.
Nesta segunda parte do texto, o teor do texto não muda, Paulo continua afirmando o proceder da igreja, que é digno de ser notado e copiado por nós.
No texto que lemos esta noite ele diz: “No tocante ao amor fraternal, não há necessidade de que eu vos escreva...”
‌- Imagine isso, o apóstolo escreve uma carta a Igreja, que vivem no meio de um mundo dominado por imoralidade, devassidão, divisões por todos os lados, e nesta carta, ele percebe que não há o que recomendar sobre o amor, pois, a igreja não apenas está vivendo naquilo que recebeu, mas anda progredindo neste mesmo proceder.
- Conhecemos “autodidatas”, i. é, pessoas que adquiriram por esforço próprio os conhecimentos e as capacidades necessárias em um assunto qualquer. Os tessalonicenses, porém, não são “autodidatas” no amor fraternal, mas “teodidatas”. Não se pode “aprender” o amor, nem como autodidata nem de mestres humanos. Somente o próprio Deus pode nos “ensinar” a amar, porque Ele é um mestre criador e gerador com seu amor vitorioso em Jesus[2]
Vamos ao texto!
v.9 – “No tocante ao amor fraternal, não há necessidade de que eu vos escreva, porquanto vós mesmos estais por Deus instruídos que deveis amar-vos uns aos outros;”
Veja que interessante, esta é uma igreja que se esforçava prontamente para viver o Evangelho. De modo que o apóstolo não precisa recomendá-los ao amor, do qual há evidente progresso entre eles.
- Não deve o crente apenas saber controlar o próprio corpo, mas também manter um coração amoroso para com os irmãos em Cristo. Assim como o pecado é a palavra-chave do paganismo, o amor é a palavra-chave do cristianismo.[3]
- Consigo me abster da prostituição, ter controle sobre meus impulsos e desejos que apontavam para lascívia, mas não consigo amar o meu irmão; isso certamente está errado!
‌Essa é aquela mesma igreja que recebeu o Evangelho não como palavra de homens, mas de fato como é, Palavra de Deus.
‌A evidência disso, é que, esses irmãos estão se esforçando para viverem prontamente o Evangelho, não há reservas ou impedimentos, eles estão se dedicando e progredindo naquilo em que receberam.
- “Amar uns aos outros” é philadelphia — “amor fraternal” — usado principalmente para os irmãos e irmãs de famílias nucleares e, portanto, enfatizando novamente a metáfora central para a igreja como a família de Deus. Essa metáfora familiar é vista no uso de bebês (2.7), mãe que amamenta (2.7), pai (2.11), órfãos (2.17), e irmãos, irmãs (1.4; 2.1, 9, 14, 17; 3.7; 4.1, 10, 13; 5.1, 4, 12, 14, 25, 26, 27) para retratar a união familiar da igreja. Com isso, e em certo sentido, culminamos com a ideia de amor familiar como um fio vinculante do povo de Deus. Esse era um conceito novo no mundo antigo, pois a linguagem do amor tendia a se restringir mais às relações entre pais e filhos e irmãos. A igreja transformou isso totalmente com sua ideia do povo de Deus como os filhos de Deus e irmãos e irmãs uns dos outros. Portanto, os tessalonicenses estavam percebendo seu caminho através dessas questões.[4]
- Quanto ao dever de amar uns aos outros, acredito que este é um aspecto claro do Evangelho para nós, uma ordem direta e expressa, sobre o dever de entregar-nos uns aos outros em amor.
v.10 – “e, na verdade, estais praticando isso mesmo para com todos os irmãos em toda a Macedônia. Contudo, vos exortamos, irmãos, a progredirdes cada vez mais”
- Quanto ao amor, que eles foram instruídos e estão praticando!
- É para este fim que somos ensinados, consolados, admoestados, exortados no Senhor. Para que venhamos ouvir e praticar aquilo que de Deus estamos recebendo.
- O amor que devemos sentir, de um para com outros, não deve ser aquirido ou praticado em uma única dose, ou um só golpe. É necessário uma prática continua, por isso Paulo exorta os crentes a progredirem cada vez mais no amor.
- Existem duas lições importantes tiradas destes dois versículos. O Amor é um dever, tanto quanto é a santidade. E, como a santidade, não há um nível ou patamar de amor, do qual chegarmos e tocamos o teto. Quem pensa assim, nunca se viu como pecador, e consequentemente não ouviram falar em Jesus, o salvador. A primeira lição é o dever, e a segunda lição é crescer. Devemos amar e crescer na prática do amor.
- Paulo, curiosamente, diz “Quanto ao amor fraternal, não precisamos escrever-lhes”. Com isso, ele dificilmente quer dizer que não tem nada a dizer.
- Na realidade, demonstra que eles já são modelos de igreja amorosa e que Deus já lhes havia revelado essas verdades: “pois vocês mesmos já foram ensinados por Deus a se amarem uns aos outros”.
- O termo usado é peculiar em grego (theodidaktoi), e muitos pensam que Paulo o criou para enfatizar que todas as verdades começavam com Deus e tinham suas reais fontes nele. Tratava-se de uma deliberada alusão a Isaías 54.13: “Todos os seus filhos serão ensinados pelo Senhor, e grande será a paz de suas crianças”. A ideia também é central à profecia do novo pacto, em Jeremias 31.34: “Ninguém mais ensinará ao seu próximo nem ao seu irmão […], porque todos eles me conhecerão […]”.
- Deus despertou o amor, um fruto do Espírito (Gl 5.22) nessas pessoas naturalmente afetuosas, mas também poderia indicar que o Senhor revelou isso para a igreja e que os tessalonicenses não só aprenderam como também colocaram em prática. De um modo ou de outro, Paulo estava recomendando-os como modelos de uma igreja amorosa.
- No versículo 10, Paulo defende ainda mais o ponto: “E, de fato, vocês amam a todos os irmãos em toda a Macedônia”. Esse era exatamente o ponto que ele acabou de defender: essas pessoas dedicadas não só haviam sido ensinadas a amar por Deus como também demonstraram isso de forma prática, estendendo esse amor por toda a província.
- Surpreendentemente, esses recém-convertidos já entendiam que esse comportamento não devia limitar-se aos crentes locais, e sim abrir-se a todos os crentes. Eles estavam estendendo o amor e a graça de Deus universalmente. Paulo não diz como eles exibiam esse amor — provavelmente por intermédio das boas obras de Gálatas 6.10 (“façamos o bem a todos”), por meio da hospitalidade a viajantes, ou ainda ajudando financeiramente, como na coleta de donativos para os pobres que Paulo arrecadou para a igreja de Jerusalém (2Co 8–9). Esse último exemplo fazia sentido em uma província assolada pela pobreza (2Co 8.2).
De acordo com o capítulo 4 (v. 1), embora o seu amor comunitário fosse extensivo, Paulo estimula-os a fazer “isso cada vez mais”, pois é impossível mostrar amor demasiado. Ele já havia pedido isso no capítulo 3 (v. 12), “Que o Senhor faça crescer e transbordar o amor que vocês têm uns para com os outros e para com todos”. Paulo está rogando por um aumento qualitativo (em profundidade de sentimentos) e quantitativo (para todos). No capítulo 4 (v. 1), eles deviam abundar numa conduta que agradava a Deus, e agora Paulo menciona uma das principais áreas em que agradarão ao Senhor: mostrar amor àqueles ao redor.[5]
Ame onde não há amor, e você terá amor.
São João da Cruz
A alegria é o amor exultante; paz é amor em repouso; a paciência é amor na prova; gentileza é amor na sociedade; bondade é amor em ação; fé, é amor no campo de batalha; mansidão é amor na escola; e temperança é amor no treinamento.
Dwight Lyman Moody (Evangelista)
Nenhum inimigo foi vencido por uma conduta vingativa. Podemos, é verdade, silenciá-lo pelo poder, mas nunca podemos ganhar sua afeição por nada além do amor.
Charles Simeon (líder do Reavivamento Evangélico)
v.11 – “e a diligenciardes por viver tranquilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos;”[6]
- De modo mais simples, podemos interpretar esse texto, como a continuação das instruções de Paulo, do modo como estes irmãos devem viver. Aqui ele acrescenta que os irmãos devem se “diligenciardes por viver tranquilamente...”
- A interpretação deste texto, não é tão simples como parece.
- Esta é uma passagem muito difícil em termos de seu significado e lugar na situação das igrejas de Tessalônica. Deixe-me observar três interpretações diferentes:
(1) Muitos ligam as palavras de Paulo aqui com o capítulo 5 (v. 14) e 2Tessalonicenses 3.6–15, com um grupo que esperava que Jesus voltasse a qualquer minuto e então parou de trabalhar para recebê-lo quando ele chegou. Isso forçou o resto da igreja a alimentá-los e cuidar deles, e Paulo os chamou de “ociosos” (5.14).
(2) Outros relacionam isso com o sistema de mecenato do mundo greco-romano, com clientes que eram completamente dependentes economicamente de um “patrono” rico a quem deviam honra e fidelidade. Essas pessoas eram mais politicamente ativas do que cristãs e precisavam se retirar e viver tranquilamente.
(3) Outra visão popular é entender isso de forma mais geral como um chamado para se afastar de sua imagem pública, parar de se envolver em questões políticas (“cuidar dos seus próprios negócios”) e simplesmente viver em silêncio como crentes. A forte oposição que enfrentaram de estranhos se deveu em parte ao alto perfil que muitos deles mantinham. Portanto, para minimizar a perseguição, eles precisavam minimizar a exposição pública.[7]
- A chave é se essa passagem era conectada ao capítulo 5 (v. 14) e 2Tessalonicenses 3.6–15. Se a resposta for negativa, o entendimento mais geral é correto. Pessoalmente, com o acréscimo do “trabalhar com as próprias mãos” do versículo 11, penso que o vínculo está lá, de modo que prefiro o primeiro entendimento. Esses tipos levados a extremos pela ideia do fim do mundo estavam se tornando um fardo muito grande para os cristãos mais responsáveis e criando uma má fama para o Cristianismo entre os de fora. Eles precisavam ser tratados e não podiam viver de forma tão egoísta em relação aos demais.[8]
- Paulo ainda faz três comentários em sua abordagem frente à situação. Tudo flui do apelo para exibir mais e mais amor uns com os outros nos versículos 9 e 10:
1. “Esforcem-se para ter uma vida tranquila”: Isso significa “aspirar” ou se esforçar” e descreve um forte desejo de atingir algo, que nesse caso é uma vida tranquila. Na superfície, isso pode significar um desejo de solidão e paz, mas isso é improvável. Esses ociosos agitavam bastante em público, causando todos os tipos de problemas para a igreja. Sua ociosidade os fazia se intrometer nos assuntos de outros atraindo a ira para a igreja. Paulo quer que a congregação seja bastante ativa nas atividades evangelísticas, mas que fique mais neutra em assuntos da comunidade. Ele estava pedindo que parassem de criar problemas para a congregação ao estabelecer agendas erradas.
2. “ocupando-se com seus próprios assuntos” (NVT): Esse item está intimamente ligado a ter uma vida tranquila e nos diz como atingi-la, condenando o burburinho incessante característico dessas pessoas. (2Ts 3.11). Há uma enorme diferença entre o tipo de preocupação afetuosa que leva uma pessoa a admoestar outra por um comportamento perigoso ou pecaminoso e a agitação que interfere e difunde boatos sobre outros. A diferença está no amor dos versículos 9 a 10. A agitação efetivamente não implica em carinho pelo outro e apenas pretende interferir para fins de entretenimento.
3. “trabalhando com suas próprias mãos, conforme os instruímos anteriormente” (NVT)”: isso nos informa que a maioria dos recém-convertidos era composta de artesãos, pois as classes mais altas olhavam com desdém àqueles que sujavam as mãos no trabalho. No entanto, aqui certamente está se referindo aos ociosos de 5.14 (= 2Ts 3.10, “se alguém não quiser trabalhar”), pois eles estão dando aos membros da igreja uma má reputação como pessoas preguiçosas e indolentes. Sendo indolentes e preguiçosos o que esse pessoal fazia se constituía exploração dos outros, pois os obrigava a mostrar seu amor cuidando deles. Notem o paralelismo com Efésios 4.28: “O que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, …”. Esses ociosos, em certo sentido, estavam roubando dos outros, ao forçá-los a cuidar de suas necessidades. Paulo havia lhes dito isso antes, provavelmente quando conviveu com eles na condição de pastor fundador antes da erupção da perseguição.[9]
O propósito dessas instruções (“a fim de que”, v. 12) é duplo. Externamente, “andem decentemente aos olhos dos que são de fora”, e, internamente, “não dependam de ninguém”.
- A sociedade romana valorizava aqueles que contribuíam para o bem público e faziam a diferença. É fundamental, se queremos ganhar pessoas para Cristo, que ganhemos seu respeito.
- O apóstolo Pedro disse isso com mais propriedade, “Vivam entre os pagãos de maneira exemplar para que, naquilo em que eles os acusam de praticarem o mal, observem as boas obras que vocês praticam e glorifiquem a Deus no dia da sua intervenção” (1Pe 2.12). Eles precisavam observar a bondade nos cristãos, — as boas obras em 1Pedro, e um bom e esforçado trabalho aqui em 1Tessalonicenses. Paulo usa o mesmo termo “andar” (BKJ) que usou nos capítulos 2 (v. 12) e 4 (v. 1) para descrever a conduta diária do povo de Deus. Tudo o que fazemos, incluindo nossa ética no trabalho, é parte da caminhada cristã e deve exibir a presença empoderadora do Espírito. Isso indica que jamais nos permitiremos ser ociosos e perder o respeito dos que nos cercam.[10]
Aqueles que se recusam a trabalhar são dependentes de outros e os forçam a fazer o que deviam estar fazendo por si mesmos. Inclusive, o comportamento cristão não indolente, mas ativo, passou a ser denominado de “a ética protestante no trabalho” devido à forte ênfase nisso entre os puritanos e outros grupos. Deveríamos estar contribuindo de várias formas na vida de nossa comunidade. Efésios 4.28, que eu observei anteriormente, finaliza com “fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade”. Note que aqui o propósito não é trabalhar arduamente para ter mais dinheiro para gastar conosco, mas para ajudar aos demais. Isso tem sido completamente esquecido em nossa sociedade ambiciosa. Nossa tarefa é melhorar a vida do próximo em vez de esperar que eles constantemente precisem de nossas nossa ajuda[11]
Se quisermos seguir a verdadeira lei do amor, nossos olhos devem ser principalmente dirigidos não para o homem, cuja perspectiva nos impressionaria com ódio mais frequentemente do que com amor, mas para o Deus que ordena que nosso amor por ele seja difundido entre toda a humanidade. Esta deve ser sempre uma máxima fundamental para nós, que qualquer que seja o caráter de um homem, ainda assim devemos amá-lo porque amamos a Deus.
João Calvino
Antes que a primeira estrela fosse acesa, antes que o primeiro ser vivo começasse a cantar louvores ao seu Criador, ele amava sua Igreja com um amor eterno. Ele a espiou no espelho da predestinação, retratou-a por sua presciência divina e a amou de todo o seu coração; e foi por esta razão que ele deixou seu Pai, e tornou-se um com ela, a fim de redimi-la. Foi por esta razão que ele a acompanhou por todo este vale de lágrimas, saldou suas dívidas, e carregou seus pecados em seu próprio corpo no madeiro. Por causa dela ele dormiu no túmulo, e com o mesmo amor que o derrubou ele subiu novamente, e com o mesmo coração batendo fiel ao mesmo noivado abençoado ele foi para a glória, esperando pelo dia do casamento quando ele voltará, para receber sua esposa perfeita, que deve ter se aprontado por sua graça. Nem por um momento, seja como Deus sobre todos, bendito para sempre, ou como Deus e homem em uma pessoa divina, ou como morto e sepultado, ou como ressuscitado e ascendido, ele nunca mudou no amor que tem pelos seus escolhidos.
Charles Spurgeon
[1] Justo González, ed. Juan Carlos Martinez, trans. Silvana Perrella Brito, Breve Dicionário de Teologia (São Paulo, SP: Hagnos, 2009), 22. [2] Werner de Boor, Comentário Esperança, Primeira Carta aos Tessalonicenses (Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 2007), 69. [3] William MacDonald, Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento, 2‍a edição. (São Paulo: Mundo Cristão, 2011), 724. [4] Grant R. Osborne, 1 e 2 Carta aos Tessalonicenses, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 105–106. [5] Grant R. Osborne, 1 e 2 Carta aos Tessalonicenses, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 106–107. [6] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), 1Ts 4.11. [7] Grant R. Osborne, 1 e 2 Carta aos Tessalonicenses, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 108. [8] Grant R. Osborne, 1 e 2 Carta aos Tessalonicenses, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 108. [9] Grant R. Osborne, 1 e 2 Carta aos Tessalonicenses, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 109–110. [10] Grant R. Osborne, 1 e 2 Carta aos Tessalonicenses, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 110. [11] Grant R. Osborne, 1 e 2 Carta aos Tessalonicenses, trans. Renato Cunha, Comentário Expositivo do Novo Testamento (Bellingham, WA; São Paulo: Lexham Press; Editora Carisma, 2023), 110.
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