Provérbios 13:1-6

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Provérbios 13:1
A medida da aceitação de disciplina revela o grau de entendimento ou endurecimento de um indivíduo.
A obediência aos pais é o caminho mais seguro para a felicidade e a rota mais certa para a prosperidade. É ordem de Deus: Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá(Êx 20.12). O apóstolo Paulo disse que este é o primeiro mandamento com promessa. A obediência aos pais é uma atitude justa, um princípio universal. Sua ausência é um sinal de decadência da sociedade. O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedor não atende à repreensão. Aqueles, porém, que não escutam os conselhos sofrerão terrivelmente.
Aqueles que fecham os ouvidos à repreensão oferecerão as costas aos açoites. Muitas tragédias acontecem ainda hoje porque os filhos tapam os ouvidos aos conselhos dos pais.
Muitos acidentes ocorrem porque os filhos são rebeldes aos ensinamentos dos pais. As cadeias e os hospitais estão cheios de filhos vitimados pela rebeldia, e os cemitérios estão salpicados de jovens que foram ceifados precocemente, porque foram rebeldes e não quiseram ouvir o conselho de seus pais. Permanece o alerta: Filhos, escutem seus pais. Esse é o caminho deleitoso da vida!
Verso 2 - “Do fruto da boca o homem comerá o bem, mas o desejo dos pérfidos é a violência.”
O falar produz o bem que o sábio entesoura ou a violência que o ímpio deseja.
Nossas palavras nunca são neutras. Elas são bênção ou maldição. Produzem frutos doces ou amargos. São canais de vida ou instrumentos de morte. Servem como bálsamo ou ferem. Curam ou matam. Aqueles que cultivam uma comunicação saudável dentro de casa semeiam amizade, fortalecem o companheirismo e colhem os abundantes frutos do amor. Porém, aqueles que semeiam contendas, que desandam a boca para espalhar boatarias e se entregam à maledicência, esses cultivam espinheiros que vão lhes ferir os pés e amargar a alma. As palavras boas têm lucro certo. Produzem dividendos benditos, promovem causas nobres, encorajam os fracos, levantam os abatidos e curam os enfermos. Mas o apetite dos infiéis se alimenta da violência. Os pérfidos cultivam o mal no coração e o destilam com a boca. O homem mau corre pelas ruas, percorre os campos e destrói vidas por onde passa. Mas aqueles cujo coração foi transformado pela graça de Deus têm lábios que destilam mel, mel que alimenta e deleita. Que tipo de fruto você tem colhido com a semeadura de suas palavras?
Verso 3 - O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína.
3. A reserva no falar evita a ruína que a precipitação provoca.
Há muitas pessoas que tropeçam na própria língua. Caem na armadilha de suas próprias palavras. A língua solta é uma prisão ameaçadora. Quem fala sem pensar é açoitado por sua própria língua. Quem fala sem refletir acaba prisioneiro de sua própria estultícia. O que controla a boca preserva a sua vida, mas quem fala demais traz sobre si grande ruína. A Bíblia menciona Doegue, o homem que delatou Davi ao insano rei Saul. Como resultado de sua inconsequente maledicência, houve uma chacina na cidade de Nobe, e 85 sacerdotes foram mortos, além de homens, mulheres e crianças. O próprio Doegue, o fofoqueiro, precisou acionar a espada assassina contra as pessoas inocentes. Doegue arruinou não apenas a própria vida, mas se tornou instrumento de morte para dezenas de outras pessoas. A discrição é uma virtude fundamental. Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio. Quem muito fala, muito erra. Palavras são como o vento: depois de proferidas, não é mais possível administrá-las. É como soltar um saco de penas do alto de uma montanha. Não se pode mais recolhê-las. Cuidado com sua língua!
Pv. 21:23 “O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias.”
Provérbios 10:19 ¶ No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente.
Salmos 39:1 ¶ Disse comigo mesmo: guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca, enquanto estiver na minha presença o ímpio.
Mateus 12:36-37 Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo; porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado.
Tiago 1:26 Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã.
Provérbios 13:4 “O preguiçoso deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta.”
13:4 “Se desejo fosse cavalo, pobre andaria montado.” O preguiçoso quer muitas coisas, mas desejar não é suficiente, pois “desejo sem esforço nada vale”. Os diligentesse esforçam em seu trabalho e levam o pão para casa. Essa verdade se aplica tanto às coisas espirituais quanto às materiais.
A preguiça é a mãe da pobreza e a irmã gêmea da fome. O preguiçoso alimenta o coração de devaneios e o estômago de escassez de pão. Ele fala de grandes projetos, mas não realiza nem mesmo pequenas coisas. Nas suas palavras ele quer mudar o mundo, mas não é capaz de arrumar o próprio quarto.
O preguiçoso deseja muitas coisas, mas não tem nada. Ele anseia pelos frutos do trabalho, mas não ama o trabalho. Prefere o sono e o conforto à fadiga da luta. O trabalho é uma bênção. Foi Deus quem o instituiu, e isso antes mesmo de o pecado entrar no mundo.
Provérbios 10:4 ¶ O que trabalha com mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes vem a enriquecer-se.
Provérbios 12:11 ¶ O que lavra a sua terra será farto de pão, mas o que corre atrás de coisas vãs é falto de senso.
Provérbios 12:24 ¶ A mão diligente dominará, mas a remissa será sujeita a trabalhos forçados.
Provérbios 13:5 - “O justo aborrece a palavra de mentira, mas o perverso faz vergonha e se desonra.”
5.O caráter moral do indivíduo determina como ele se posiciona em relação à mentira e seus resultados vergonhosos.
A mentira precisa ser odiadaO justo aborrece a palavra da mentira, mas o perverso faz vergonha e se desonra (Pv 13.5). A palavra mentirosa precisa ser odiada. Precisamos repudiá-la com todas as forças da nossa alma. A mentira é um câncer nos relacionamentos. Quebra a confiança, desfaz laços, promove conflitos e protagoniza grandes tragédias. A mentira é maligna. Ela procede do diabo, está a serviço do diabo, e os mentirosos serão lançados no lago de fogo junto com o diabo. Não podemos sustentar nem promover a causa da mentira. Não podemos aplaudir os mentirosos nem nos calar diante de sua ação perversa. O justo odeia a palavra mentirosa. O justo odeia o que é falso. Os ímpios que promovem a mentira são motivo de vergonha e trazem sobre si grande desonra. A mentira pode desfilar na passarela do tempo, pode subir no palco e apresentar-se garbosamente para o delírio dos insensatos, mas a mentira será desmascarada. Ficará desnuda e mostrará suas vergonhas. Todos verão sua carranca horrenda. E os mentirosos, cheios de desonra, serão expostos à vergonha pública e à condenação eterna. Ainda é tempo de mudança. A Palavra de Deus nos exorta: Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo (Ef 4.25).
Salmos 119:163 ¶ Abomino e detesto a mentira; porém amo a tua lei.
Colossenses 3:9 Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos.
Provérbios 13:6 – “A justiça guarda ao que anda em integridade, mas a malícia subverte ao pecador.”
13:6 A vida de justiça serve de proteção ao indivíduo. Deus se comprometeu a guardar os caminhos da pessoa que vive em integridade. O pecador anda em perigo constante e, mais cedo ou mais tarde, sua malíciao destruirá.
Vale a pena ser íntegro.
O maior seguro que podemos fazer contra as tragédias da vida é vivermos de forma íntegra. A honestidade nos protege mais do que carros blindados e coletes à prova de bala. A justiça guarda quem é correto em seu caminho. A retidão protege o homem íntegro. Mesmo que os íntegros sejam injustiçados nos tribunais e lançados nas prisões, eles têm a proteção da consciência e a proteção divina. É melhor sofrer como justo do que ser promovido como culpado. José do Egito preferiu ir para a cadeia como inocente a viver em liberdade, mas prisioneiro do pecado. João Batista preferiu a prisão e a morte a ser conivente com o pecado do rei Herodes. Daniel preferiu ir para a cova dos leões a pecar contra o seu Deus. Mesmo que Deus não nos livre da morte por causa de nossa integridade, ele nos livrará na morte. É melhor morrer como justo do que viver como ímpio. Quando o justo em Jesus Cristo morre, entra imediatamente no gozo eterno, mas a perversidade transtorna o pecador, e sua condenação é eterna. A integridade em si mesma já é uma grande recompensa. Os íntegros têm paz de consciência aqui e bem-aventurança por toda a eternidade.
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