Libertação, pragas e coração endurecido: as lições de Deus a partir do castigo dado ao Egito
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Vamos abrir as nossas bíblias em Êxodo 7. Estamos aprendendo lições importantes do livro de Êxodo para os dias de hoje. Vimos até aqui, principalmente, no bloco que reúne os capítulos de 1 a 4 o quanto Faraó queria destruir o povo de Deus. O povo que havia se multiplicado e prosperado a partir da promessa proferida por Deus a Abraão. Até Êxodo, Faraó é, sem dúvida, o pior personagem bíblico. É o mais terrível.
Antes de lermos Êxodo 7, importante sabermos do que tratou o capítulo anterior. A gente já tinha Moisés escolhido por Deus para ser o seu representante no processo de saída do povo do Egito. Deus diz a Moisés que o faraó, ao sentir o peso da mão forte do Senhor, liberaria o povo para ir embora. Moisés, de forma constante, tentava se livrar da missão dizendo que ele não era o cara certo para aquilo. Dizia que não sabia como falar, que as pessoas não lhe dariam ouvidos.
A perspectiva de Moisés estava incorreta, assim como a nossa, muitas vezes. Deus havia deixado claro que ele, o Senhor, é que atuaria na libertação do povo. Moisés era apenas um instrumento no grande propósito divino.
O povo estava escravizado há mais de 400 anos e não tinha mais sequer referência do que é ser livre. Deus, com sua grande bondade, atuou em favor deste povo para que pudesse viver novamente sob a liberdade.
No capítulo 7, Moisés tem a primeira conversa com Faraó que, com coração endurecido, manda chamar feiticeiros egípcios para que repetissem os sinais que Moisés havia feito a mando de Deus.
Em Êxodo 7.5 nós temos um versículo chave para compreender todo o contexto das 10 pragas: Êxodo 7.5
5 Quando eu levantar minha mão e tirar os israelitas do meio deles, os egípcios saberão que eu sou o Senhor”.
Deus usaria a situação para retirar seu povo da escravidão, mas também para se fazer conhecido dentre os egípcios.
Algumas situações adversas que, por vezes, achamos que fugiram do controle, que parecem ser a perdição total, são um chamado de Deus.
Aqui é um registro bíblico onde vemos a misericórdia de Deus em resgatar seu povo, a justiça do Senhor em fazer valer a sua vontade contra faraó e a graça de Deus em se fazer conhecido aos egípcios ao mesmo tempo.
Nós temos dificuldades de entender que Deus tem todos estes atributos e características. Achamos que ele deve ser bom para nós e justo para os outros. Que ele deve demonstrar misericórdia sobre nós e ser duro com aqueles que não o conhecem.
Foram 10 chances dadas por Deus para que Faraó e o povo do Egito reconhecessem a soberania de Deus.
A primeira delas foi com as águas do Rio Nilo que se transformaram em sangue. Em Êxodo 7.14-25 temos o registro deste fato.
17 por isso, assim diz o Senhor: ‘Eu lhe mostrarei que sou o Senhor’. Veja! Com esta vara que tenho na mão, baterei nas águas do Nilo, e elas se transformarão em sangue.
Deus está respondendo a um questionamento feito pelo próprio faraó em Êxodo 5.2.
2 “Quem é o Senhor?”, retrucou o faraó. “Por que devo dar ouvidos a ele e deixar Israel sair? Não conheço o Senhor e não deixarei Israel sair.”
Deus é o Senhor supremo que governa sobre tudo e todos e humilha os deuses egípcios. O primeiro deles foi Hápi, o deus do Nilo.
O coração endurecido de Faraó, que foi uma ação de Deus, servia a alguns propósitos:
1º Evidenciar o poder e a glória de Deus;
2º Ressaltar a justiça de Deus sobre a vida de faraó, que escravizada os hebreus;
3º Tornar Deus conhecido pelos egípcios que viviam em idolatria.
Sempre falamos da escravidão dos hebreus, mas os egípcios viviam uma escravidão espiritual também. Criam em falsos deuses. As pragas foram, neste sentido, um meio de libertação aos dois povos.
É muito provável que Deus esteja nos dizendo e nos ensinando algo através de momentos difíceis. É melhor tentarmos entender a lição para que ela não perdure. Reclamar, gritar ou chorar não são atitudes que solucionam problemas. Mudança de vida e de mentalidade, sim.
Alguns estudiosos, pelos relatos dos sinais, calculam que estas pragas podem ter acontecido ao longo de um ano. Certamente nós podemos aprender lições de Deus em menos tempo se tivermos a sensibilidade de buscar a vontade dele sobre as nossas vidas.
Como sabemos, não foi com a primeira praga que Faraó permitiu a saída do povo de Deus.
O segundo sinal foi com o surgimento das rãs, como lemos em Êxodo 8.2-14. Novamente, os magos, que haviam feito água se transformar em sangue, agiram novamente e fizeram com que rãs aparecessem. Eles, contudo, não eram capazes de removê-las, de eliminá-las.
E o faraó sabia disso, por isso que Êxodo 8.8 diz:
8 Então o faraó convocou Moisés e Arão e disse: “Supliquem ao Senhor que afaste as rãs de mim e de meu povo. Deixarei seu povo sair para oferecer sacrifícios ao Senhor”.
Ele se compromete, no desespero da situação, a uma coisa que ele não cumpriria.
Tantas e tantas vezes, alguns de nós recorrem a Deus pedindo ajuda em alguma área. Pensamos: vou fazer diferente e honrar a ação e a presença de Deus na minha vida. Não vou cometer o mesmo erro.
Logo depois que as rãs morreram, Êxodo 8.15 traz:
15 Mas, quando o faraó percebeu que a situação havia melhorado, seu coração se endureceu, e ele se recusou a dar ouvidos a Moisés e a Arão, como o Senhor tinha dito.
É desta forma que a natureza corrompida reage depois de um pico de tensão. No momento de intensidade, agimos pelo desespero, depois, com o alívio, queremos ser céticos, achando que os problemas dos quais fomos livrados não eram tão grandes assim:
Os egípcios viram o seu principal rio ter água transformada em sangue, inutilizando qualquer forma de abastecimento e uso na agricultura e viram suas terras serem forradas por rãs, uma praga para a saúde pública e para as plantações.
Deus evidencia a sua superioridade em relação à Heqet, deusa rã adorada pelos egípcios.
Em Êxodo 8.16-19 temos a terceira praga:
16 Então o Senhor disse a Moisés: “Diga a Arão: ‘Estenda a vara e bata no chão. O pó se transformará em enxames de piolhos em toda a terra do Egito’ ”. 17 Moisés e Arão assim fizeram. Quando Arão estendeu a mão e bateu no chão com a vara, piolhos infestaram toda a terra e cobriram os egípcios e seus animais. Todo o pó da terra do Egito se transformou em piolhos. 18 Os magos do faraó tentaram fazer o mesmo com suas artes mágicas, mas não conseguiram. E os piolhos cobriram tudo, tanto as pessoas como os animais. 19 “Isso é o dedo de Deus!”, exclamaram os magos ao faraó. Mas o coração do faraó continuou endurecido. Recusou-se a ouvi-los, como o Senhor tinha dito.
Muitas das pragas são intensificações de coisas naturais no Egito. A terra às margens do Nilo eram de cor avermelhada, rãs eram comuns nas margens e os piolhos, que eram relativamente comuns naquela época.
Os magos de faraó reconheceram que aquele agir vinha de Deus.
Irmãos, vivemos em uma época em que boa parte do mundo já ouviu sobre Jesus, sabe que ele é capaz de fazer o impossível. Por que, então, que nem todos o reconhecem como Senhor? Porque deixar Deus entrar em nosso coração exige de nós esvaziamento. Faraó não queria se autoesvaziar. Esta geração, centrada em si mesmo, não quer se anular em detrimento da ação de Deus.
Uma pesquisa da ONU, de 2021, apontava que 16 milhões de pessoas com idades entre 10 e 19 anos sofriam de transtornos mentais, como ansiedade e depressão no mundo. No Estados Unidos, um levantamento da Universidade de Michigan, mostra que 50% da geração Z, que são aqueles nascidos entre 1995 e 2012, concordam com frases do tipo: “eu não consigo fazer nada direito”; “minha vida não é útil”.
As pessoas têm vivido em busca de satisfação e autorrealização, mas acabam frustradas porque idealizam alvos grandes demais ou são frágeis demais e acabam traumatizadas. Pessoas traumatizadas se fecham, ficam arredias.
Quantos de nós, em saídas de evangelismo, já não abordamos alguém e oferecemos um folheto, paramos para conversar e, simplesmente, somos recebidos com um: “não quero, não, obrigado”.
Para essas pessoas, seus problemas e traumas são tão grandes que fazem com que elas ouçam, mas não compreendam o que Deus pode fazer na vida delas. Com esta praga, o Senhor humilhou TOT, o deus do conhecimento, da sabedoria e da arte que não ajudaram os magos do faraó.
Na sequência, temos a quarta praga, que foram os enxames de moscas, em Êxodo 8.20-32.
Vamos ler Êxodo 8.21-22
21 Se você se recusar, enviarei enxames de moscas sobre você, seus oficiais, seu povo e sobre todas as casas. Os lares dos egípcios e todo o chão ficarão cheios de moscas. 22 Desta vez, porém, pouparei a região de Gósen, onde meu povo vive. Lá, não aparecerão moscas. Então você saberá que eu sou o Senhor e que estou presente até mesmo no meio de sua terra.
A mosca é um animal irritante. Aquele barulho incomoda demais. Logo que eu me casei, Noemi e eu ganhamos do Roberto, pai dela, uma daquelas raquetes que você liga e frita mosquito, pernilongo. Não é terapia, mas é terapêutico aquilo. Se com um já irrita, imagina milhões de moscas. Nenhuma raquete daria conta.
A partir desta praga, Israel ficaria livre das consequências delas. Deus deixa claro isso ao comentar que a região de Gósen não seria atingida. É Deus mostrando aos egípcios que ele está no controle e que ele, mais uma vez, humilha seus falsos deuses.
O versículo 24 diz que todo o Egito estava em situação de calamidade por conta das moscas. Irmãos, o Egito era a principal potência daquela época. Deus envergonhou um país inteiro pela arrogância e pela dureza do coração de um líder.
Aqui Deus envergonhou PTAH, tido como deus criador do universo pelos egípcios que nada pôde criar para impedir as moscas.
Faraó novamente disse que liberaria o povo, mas volta atrás.
A quinta praga foi a morte de animais. Em Êxodo 9.1-7, lemos:
1 O Senhor ordenou a Moisés: “Volte ao faraó e diga-lhe: ‘Assim diz o Senhor, o Deus dos hebreus: Deixe meu povo sair para me adorar. 2 Se você continuar a detê-lo e a recusar-se a deixá-lo sair, 3 a mão do Senhor ferirá com uma praga mortal todos os seus animais: cavalos, jumentos, camelos, bois e ovelhas. 4 Mais uma vez, porém, o Senhor fará distinção entre os animais dos israelitas e os dos egípcios. Não morrerá um só animal de Israel. 5 O Senhor já definiu quando a praga começará: amanhã o Senhor ferirá a terra’ ”. 6 O Senhor fez como tinha dito. Na manhã seguinte, todos os animais dos egípcios morreram, mas os israelitas não perderam um só animal. 7 O faraó mandou investigar e confirmou que o povo de Israel não havia perdido um só animal. Ainda assim, o coração do faraó permaneceu endurecido, e ele continuou se recusando a deixar o povo sair.
Ápis e Asis, deus touro e deusa vaca, protetores dos animais, nada puderam fazer contra o Poderoso de Israel.
No hebraico, assim como no português, por vezes, temos expressões de quantidade dando a entender totalidade. A expressão “Todos os Animais” deve ser compreendida como a maior parte dos animais morreu. Estes animais eram os que estavam nos campos.
O texto bíblico diz que faraó mandou investigar e foi informado de que Israel não havia perdido um só animal.
Quando estamos em meio à uma luta, podemos até sentir algum medo, mas não podemos duvidar de que Deus nos guarda de toda e qualquer adversidade. Ele escolheu libertar aquele povo e ele nos libertou, por extensão, em Cristo.
A iniciativa foi dele. Paulo, em Romanos 5.8, diz
8 Mas Deus nos prova seu grande amor ao enviar Cristo para morrer por nós quando ainda éramos pecadores.
Tem gente olhando com apreensão quem oprime, mas não olha para quem o resgata.
Diante da dureza do coração do faraó, vem a sexta praga: úceras.
Leiamos Êxodo 9.8-12
8 O Senhor disse a Moisés e a Arão: “Peguem um punhado de cinzas de um forno de olaria. Moisés deve lançá-las no ar, diante dos olhos do faraó. 9 As cinzas se espalharão sobre a terra do Egito como poeira fina e provocarão feridas purulentas nas pessoas e nos animais em todo o Egito”. 10 Então Moisés e Arão pegaram um punhado de cinzas de um forno de olaria e se colocaram diante do faraó. Moisés lançou as cinzas no ar, e surgiram feridas tanto nas pessoas como nos animais. 11 Nem mesmo os magos conseguiram permanecer diante de Moisés, pois surgiram feridas neles, e também em todos os egípcios. 12 Mas o Senhor endureceu o coração do faraó e, como o Senhor tinha dito a Moisés, o faraó se recusou a ouvir.
Esta praga, assim como a terceira, não foi anunciada. Ela já foi colocada em prática. Nos outros sinais, víamos muito dos recursos e características naturais do Egito serem usados contra faraó e o povo. Agora a gente vê cinzas (fuligem do fomo), que era resultado de avanços fabris do Egito. O resultado da riqueza do Egito sendo usado contra o próprio Egito. Todos os magos do Faraó foram atingidos, expondo a incapacidade de Isís, tida como a deusa da cura para os egípcios.
Chegamos à sétima praga: chuva de pedras / granizos, como lemos em Êxodo 9.13-35.
Êxodo 9.15-16 lemos:
15 A esta altura, eu poderia ter estendido minha mão e ferido você e seu povo com uma praga que os apagaria da face da terra. 16 Mas eu o poupei a fim de lhe mostrar meu poder e propagar meu nome por toda a terra.
Deus poupa a nós e ao mundo para que, neste período da graça, possamos contemplar o grande amor com o qual nos amou. Ele poderia nos exterminar, mas ele manda sinais. Sinais que nos fazem reconhecer a nossa fragilidade, nossa vergonha, nossas falhas, nossa dureza de coração.
Até um certo momento, as pragas foram para egípcios e para o povo de Israel. Deus amou tanto aquele povo que o resgatou daquela escravidão para mandá-lo para uma terra própria para eles, além de reeducá-lo a viver em liberdade e em sociedade.
Em todos os atos de Deus na história das pragas, nós vemos que o objetivo é o de mostrar o poder do nome do Senhor e como ele se propaga pela terra.
Nos versículoss 19 e 20, vemos alguns servos do faraó que, com temor do Senhor, cumpriram a orientação dada pelo Senhor por meio de Moisés de esconderem alguns dos animais e servos que estavam nos campos. Quem não levou a sério a recomendação, perdeu animais e servos.
Com o granizo, Deus humilhou RESHPU, deus das chuvas e dos trovões.
Chegando à oitava praga: gafanhotos, Êxodo 10.1-20.
7 Os oficiais da corte se aproximaram do faraó e suplicaram: “Até quando o faraó permitirá que esse Moisés seja uma ameaça para nós? Deixe os homens saírem para adorar o Senhor, o Deus deles! O faraó não vê que o Egito está em ruínas?”.
Quem aqui não conhece alguma pessoa que vive em Nárnia? Que diante de alguma situação muito conturbada ou complicada não tem a dimensão da gravidade. Assim era o faraó. Os oficiais tentaram dar nele um chacoalhão para ver se ele despertava e tomava pé da situação, afinal, o país estava destruído. Contudo, ele ainda estava com o coração endurecido.
Com este sinal, Deus desafiou MIN, deus da fertilidade e das colheitas para os egípcios.
E na última praga que veremos nesta manhã, temos o fenômeno das trevas. Deus determinou e logo tudo escureceu, como vemos em Êxodo 10.21-29.
Boa parte dos estudiosos crê que as trevas foram, provavelmente, causadas por uma violenta tempestade de areia. Tempestades de areia são comuns no Oriente Médio, mas esta foi acima da média.O vento seco e quente como o hálito de uma fornalha enche o ar com areia e pó, de modo que o sol fique escondido. A condição de permanência é insuportável.
Este sinal apontava para o décimo e mais marcante ato final de Deus.
23 Nesse período, as pessoas não conseguiam ver umas às outras e ninguém saía do lugar. Mas, onde viviam os israelitas, havia luz, como de costume.
Deus fazia a distinção do seu povo. Com isso, Deus desmoralizou Rá, o deus sol para os egípcios.
Diante de todo este relato bíblico, devemos refletir o que, por vezes, tem endurecido o nosso coração. O nosso pecado? O desejo pelo sucesso e pelo poder? Nossos planos?
Talvez você esteja com o coração endurecido como um mecanismo de defesa, mas preste atenção em uma coisa: o seu coração endurecido e a sua ideia de superioridade podem ser o seu deus. Talvez você tenha dado um trono para algum ídolo, a exemplo do faraó e dos egípcios.
Deus tirou o seu povo daquela terra de idolatria. Ele não nos quer entre idólatras e não quer que sejamos idólatras. Seja o que for que você tem alimentado como um deus, é manhã de romper com esta prática. É manhã de arrependimento.
As fases difíceis, as chamadas de atenção de Deus são oportunidades que ele dá para que voltemos a ele. Se você já teve um dia um encontro com Cristo, saiba que o seu lugar não é vagando entre altares. Você tem lugar à mesa porque é filho de Deus. A Palavra nos garante isso, como traz 1 João 3.1.
Feche os teus olhos.
Analise o seu coração: ele está endurecido? Ele tem sido altar para algum ídolo? O que ocupa o lugar de Deus nele?
Será o dinheiro? Será o conforto? Será o trabalho? Será o casamento / relacionamento? Será o seu ministério na igreja?
Peça a Deus para te dar discernimento para que você compreenda e tome uma atitude de mudança. Peça ao Senhor para que te conduza neste processo.
Muitas vezes, a mudança precisa ser radical. Se aquilo está te tirando do propósito da sua vida, tire RADICALMENTE da sua vida. Quem foi separado para viver longe da idolatria não pode fabricar ídolos.
Se o seu namoro é mais importante do que a sua vida com Deus, rompa. Se o seu casamento merece todo o espaço do seu coração, procure um pastor para aconselhamento familiar porque isso não é saudável. Se o seu trabalho é o motivo da sua vida, que o Senhor te confronte para que você perceba o quão tolo é este pensamento.
Os sinais do Egito são lições para nós ainda hoje. Peça ao Senhor por misericórdia e por ajuda neste processo de restauração. Ele quer te conduzir a um novo tempo que pode começar nesta manhã.
Oração.
