O ACOLHIMENTO DO SENHOR
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Transcript
Lucas 9.10-17
Eu começo este sermão trazendo uma afirmação: Todos nós precisamos de acolhimento.
Acredito que este é um sentimento comum a todos nós. Aceitamos e concordamos, que todos nós precisamos ser acolhidos.
Penso que este é o tema central da perícope desta noite.
Pessoas, cheias de carências e necessidades, veem a Jesus prontas para serem acolhidas por Ele. E Ele não as rejeita, não as deixar ir do mesmo modo que chegaram a até ele.
O que é um novo homem? Um homem renovado desde a velhice. Renovado para quê? A desejar as coisas celestiais, a desejar as coisas eternas, a buscar zelosamente a pátria que está acima e não teme nenhum inimigo, onde não perdemos um amigo nem tememos um inimigo; onde vivemos com boa afetividade, sem carências; onde já não avança, porque ninguém falha; onde nenhum homem nasce, porque nenhum homem morre; onde não há fome nem sede; onde a imortalidade é plenitude, e a verdade é nosso alimento.
Agostinho de Hipona
Gosto de pensar que vivemos num mundo rodeado por pessoas, cheio de barulho e falatório. Rodeados por interação social e virtual. As pessoas estão falando o tempo inteiro com você. Abra o seu celular, visite um dos Apps de comunicação, e certamente encontrará lá alguma mensagem, um “joinha”.
Contudo isso, ainda sim, é possível que você se sinta muitas vezes sozinho, ou seja, não acolhido.
No meio de toda esta agitação, do corre-corre do cotidiano, é possível que você não se sinta acolhido. Nada te preenche, nada lhe completa ou te faz se sentir melhor. Esse sentimento, pode vir não apenas do fato, de que os inúmeros meios e modos de interação não são substanciais, tratam, na maior parte do tempo, de troca de informações, e não de relações efetivas.
- Neste caso, você fala com todo mundo sobre muita coisa, mas essas coisas, das quais você fala, não passam de informações trocadas. Não há sentimento, abertura da alma para que encontre acolhimento.
- Vou ainda mais além, o fato de, na maior parte do tempo, trocarmos informações e não sentimentos, não significa que deixar de ter tais interações superficiais, melhorará aspectos sentimentais em você!
- É possível e provável, que uma mera troca de informações, onde não há interação imediata de uma das partes, venha gerar no coração de uma das partes sentimentos negativos, tais como desprezo, ira, rancor, pelo simples fato de uma mensagem do tipo: Tem culto hoje? Amanhã haverá aula? Está chegando? Choveu por aí? – não ter sido respondida.
- A não resposta pode aflorar, tornar, ainda mais visível, a sua solidão e falta de acolhimento.
Muito embora, nada disso implique sentimento, apenas busca de informações, que podem, por exemplo, ser obtidas de diversas outras formas. A falta de interação, leva pessoas a se chatearam asperamente.
- Voltando à questão! Vivemos dentro de uma atmosfera ruidosa, mas onde não existe acolhimento.
O texto desta noite, nos ensina sobre o nosso Salvador, que vê as necessidades de seus seguidores, e os acolhe, não permitindo que eles voltem para casa do mesmo modo.
v.10 – “Ao regressarem, os apóstolos relataram a Jesus tudo o que tinham feito. E, levando-os consigo, retirou-se à parte para uma cidade chamada Betsaida”.[1]
- Este versículo fala do regresso final dos discípulos de Jesus que voltam de sua missão, e relatam a Jesus tudo o que aconteceu.
- Os emissários de Jesus haviam experimentado muitas coisas em sua viagem. A atividade milagrosa dos doze com certeza deve ter tomado um tempo consideravelmente longo. Depois que Jesus já havia permanecido um ano na Galileia, os discípulos provavelmente retornaram a Cafarnaum pouco antes da festa da Páscoa, quando seu Mestre os encontrou novamente.
- Lucas é o único dos evangelistas que não fazer o registro do relatório. Mateus e Marcos relatam que Jesus e os discípulos embarcaram em um navio, enquanto o evangelista Lucas deixa a forma de partida em aberto. A multidão que acorria, vendo o Senhor Jesus partir pelo lago, antecipou-se a ele por via terrestre (Mc 6:33). Muitos eram impelidos até ele por necessidades espirituais e físicas.
- Muita coisa acontecera nos últimos meses: João fora cruelmente assassinado. Seu corpo decapitado fora sepultado. Jesus fora informado de tudo isso (Mt 14.1–12; Mc 6.14–29). Herodes Antipas se sentiu gravemente perturbado ao inteirar-se dos milagres realizados por Jesus, quer diretamente ou mediante seus apóstolos.
- Circulava toda sorte de rumores quanto à identidade de Jesus. Como resultado, o “tetrarca” dissera: “Eu decapitei João. Quem, pois, é esse homem de quem ouço tais coisas?” Os discípulos/apóstolos foram enviados em seu giro missionário e agora estavam regressando.
- Tudo isso levara tempo. Portanto, não surpreende que o milagre da alimentação dos cinco mil, descrito aqui em 9.10–17, tivesse ocorrido quando a Páscoa já se aproximava, provavelmente em abril do ano 29 d.C., como se faz evidente à luz de João 6.4. Estava chegando ao seu término o Grande Ministério na Galileia, que provavelmente se estendeu de dezembro de 27 d.C. a mais ou menos abril de 29 d.C.[2]
- O motivo de Lucas não trazer tantos detalhes quanto a estes acontecimento é muito claro, Lucas inverte a história, tirando o foco dos discípulos e voltando-se para a multidão. O desejo de Lucas é manifestar a grande compaixão de Jesus sobre os perdidos, não somente sobre sua alma e enfermidades, mas também sobre suas necessidades mais diretas.
- Os discípulos estavam felizes e maravilhados com o poder de Deus refletido em suas vidas, demônios foram expelidos, doentes foram curados e a Palavra do Senhor foi anunciada.
- Este versículo nos diz que Jesus se retirou-se com os seus discípulos para a região de Betsaida.
- Betsaida é uma região conhecida, cidade natal de Pedro, Felipe e André. Reconhecemos que Betsaida foi um lugar importante para o ministério de Jesus, ali aconteceu a multiplicação de pães, a cura de um cego e Jesus andando sobre as águas.
- Nem por isso, Jesus deixou de denunciar os pecados desta região, referindo a ela como incrédula, narcisista e desobediente.
- Normalmente se pergunta: “porque Jesus se “retirou-se à parte” com os seus discípulos?
- O motivo não é claro no texto, talvez para descansar, os discípulos vinham de dias em constante atividades, talvez Jesus desejasse permitir descansá-los. Talvez Jesus estivesse interessado em continuar o treinamento dos doze. Ao certo não sabemos, mas talvez tudo isso tenha sido uma jogada para atrair a multidão.
v.11 - “Mas as multidões, ao saberem, seguiram-no. Acolhendo-as, falava-lhes a respeito do reino de Deus e socorria os que tinham necessidade de cura.”[3]
- As multidões não deixam Jesus depois que voltou da região de Gadara, a multidão não mais lhe abandonou. Seguem Jesus com muita insistência.
- Sabemos que a maior parte da multidão foi apenas por curiosidade, entretenimento ou para ver o que podia receber de Jesus. Poucos homens foram realmente por fé. Enquanto seus corações não tinham a menor fome espiritual, suas barrigas sentiam fome física[4].
- O texto diz que: “as multidões, ao saberem seguiram-no. Acolhendo-as” – A multidão vai a Jesus e o segue, atrapalhando, possivelmente um momento de descanso ou treinamento entre Jesus e os seus discípulos, Jesus não dispensa a multidão, não apresenta ao alguma desculpa para se esquivar dela. Ele não prioriza qualquer outra coisa que não seja o acolhimento desta multidão.
- A palavra “Acolher” é αποδεχομαι (apodechomai) – Aceitar ou receber, ou aceitar com gratidão aquilo que é oferecido.
- É interessante que este mesmo termo é utilizado em Lucas 8:40 quando diz: “Ao regressar Jesus, a multidão o recebeu com alegria, porque todos o estavam esperando”.[5]
- Aqui, a multidão está acolhendo Jesus quando este regressa de Gadara, após ser rejeitado pelos habitantes da região.
- Jesus é “acolhido com alegria” pela multidão. Aqui, na função semântica do texto, a multidão foi o “agente” do acolhimento e Jesus o “paciente”.
- Agora em Lucas 9.11, temos o perfeito inverso, Jesus é agente do acolhimento e a multidão é o paciente acolhido.
- Penso que muitas vezes vemos multidões como esta, famintas, de alma sedenta, precisando de alguém que as socorra, alimente, levando alívio e saciando suas almas. Mas, no mundo não encontram, a forma de relação no mundo não é acolhedora.
- “falava-lhes a respeito do reino de Deus e socorria os que tinham necessidade de cura” – Jesus falava do Reino de Deus e socorria o povo em suas necessidades.
- Vemos nesses versículos (em especial no seguinte) uma notável figura da capacidade de Cristo em suprir as necessidades espirituais dos homens.
- Todo o milagre é uma figura; nele vemos, como por espelho, algumas das mais importantes verdades do cristianismo. Na verdade, esse milagre é uma grande parábola do glorioso evangelho, ensinada através de atos.
O que significa a multidão que cercou nosso Senhor naquele lugar, uma multidão infeliz, desamparada e destituída de alimentos? É um retrato da humanidade. Todos nós somos uma multidão de pecadores infelizes, em um mundo ímpio, sem capacidade ou poder para salvar a nós mesmos e completamente em perigo de perecer por causa da fome espiritual.[6]
v.12 – “Mas o dia começava a declinar. Então, se aproximaram os doze e lhe disseram: Despede a multidão, para que, indo às aldeias e campos circunvizinhos, se hospedem e achem alimento; pois estamos aqui em lugar deserto.”[7]
- Para os discípulos, tudo parece está dando errado, eles chegaram de sua primeira missão, enquanto compartilhavam suas experiências, são levados por Jesus a região de Betsaida, aquilo poderia, inclusive, ser interpretado como recompensa pelo excelente trabalho desempenhado.
- O que não pode ser concluído, a multidão acompanha de perto, e Jesus, como já vimos, acolhe prontamente esta multidão.
- Agora neste versículo, o dia se avança, começando a chegar a tarde, e os doze se aproximam dele, sugerindo que possa despedir a multidão.
- Os discípulos estão sendo governados por uma lógica simples, não veem alternativa senão despedir as multidões, uma vez que o lugar era deserto e eles não tinham provisão nem recursos suficientes para atender a tamanha demanda.[8]
- Pode parecer o mais prudente, e de certo modo cuidadoso. Despedir a multidão para que possa ir atrás de comida e hospedaria, seria um sinal de “cuidado” para com esta multidão.
- Os discípulos, neste caso estão sugerindo a Jesus que deixe ir a multidão, amanhã continuam. “Vão, busquem alimento, descansem um pouco, e amanhã continuamos...”
v.13 – “Ele, porém, lhes disse: Dai-lhes vós mesmos de comer. Responderam eles: Não temos mais que cinco pães e dois peixes, salvo se nós mesmos formos comprar comida para todo este povo.”[9]
- Penso que neste versículo, Jesus não está tratando brandamente com os discípulos, a uma certa ironia em suas palavras. Elas aparentam um certo time correção, na lógica utilizada por eles, quando sugerem que a multidão possa partir para cuidar de suas próprias necessidades.
- Jesus estaria dizendo aos seus discípulos: “Vocês estão preocupados com a alimentação deste povo? Que bom, façam o seguinte ‘Dai-lhes vós mesmos de comer’”
- Uma outra maneira, diz respeito ao fato de que os discípulos acabam de chegar de uma missão cheia de experiências maravilhosas com a graça de Deus, e Jesus com isso, está estigando que eles continuem a viver da fé.
- Seja em qualquer um dos casos, a resposta dos discípulos para Jesus não inclui uma visão de fé, ao contrário, eles apresentam completa incapacidade ou limitação diante da multidão.
- “Não temos mais que cinco pães e dois peixes, salvo se nós mesmos formos comprar comida para todo este povo”[10]
- Em Marcos, diz que um deles sugere que mesmo “duzentos denários” não seria suficiente para alimentar toda aquela gente.
- João relata que Jesus se dirigiu a Filipe com a pergunta: “Onde compraremos pães para lhes dar a comer?” (Jo 6:5). Esse discípulo conversou com André, que descobriu um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. João parece relatar mais detalhes por ser testemunha ocular direta, enquanto a descrição sinótica reflete mais a preocupação dos discípulos
- Os discípulos estão olhando apenas para as questões circunstanciais, eles nem sequer consideram o poder de Jesus para mudar a situação. Não perguntam ao Mestre: “O que podes fazer?”
v.14-15 “Porque estavam ali cerca de cinco mil homens. Então, disse aos seus discípulos: Fazei-os sentar-se em grupos de cinquenta. 15 Eles atenderam, acomodando a todos.”[11]
- Eu gosto deste versículo, que nos ensina que o modo de nosso Senhor operar é ordenado. Imagine que uma distribuição aleatória, poderia gerar um terrível alvoroço, pessoas desesperadas atrás de alimento, possivelmente ferindo umas as outras.
- Uma multidão não pode ser atendida convenientemente sem ordem. A organização é fundamental. Por isso, Jesus ordena aos discípulos para dividir a multidão em grupos de 50, no que é prontamente atendido.[12]
- Aqui temos um trabalho importante dos discípulos. Anteriormente eles cumpriram a Missão, agora eles se envolvem com a distribuição.
- Eles estão desempenhando um papel importante, a missão, é desempenhada para Fora e a distribuição para Dentro.
- Cerca de 100 grupos de 50 pessoas foram distribuídos, cada um dos apóstolos deve ter atendido cerca de 8 ou 9 grupos.
- Aqueles que apresentaram incapacidade de alimentar tamanha multidão, agora tornaram-se agentes do milagres realizado por Jesus.
- Aqui não há Maria, como nas Bodas de Caná para dizer, façam tudo o que ele ordenar.
- O texto nos diz que desta vez os discípulos não questionam, nem tão pouco apresentam qualquer dificuldade. O versículo 15 diz: “Eles atenderam, acomodando a todos”.
v.16 – “E, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos para o céu, os abençoou, partiu e deu aos discípulos para que os distribuíssem entre o povo.” [13]
- Este versículo nos ensina uma coisa simples e linda ao mesmo tempo: Dar graças pelo que se tem é o caminho para receber o que se não tem (9.16). Jesus não murmura ao saber que a receita é menor do que a despesa. Ele pega o que tem e dá graças. Ele pega o pouco que tem disponível e abençoa.[14]
- Os quatro evangelistas devem ter ficado impressionados com o fato de Jesus proferir uma oração de gratidão antes de multiplicar o alimento, porque todos eles relatam o fato.
- Os apóstolos perceberam que nisso residia o mistério de seu poder milagroso, revelado naquela hora. Em Mateus e Marcos consta: “Elevou o olhar ao céu e abençoou” (eulogéo), o que também pode ser traduzido com “e agradeceu”.
- Em Lucas lemos: “Erguendo os olhos para o céu e os abençoou (eulogéo)”, a saber, os pães, ou melhor, pão e peixe. João relata: “Ele agradeceu” (eucharistéo). É costume judaico proferir uma oração de bênção ou de gratidão antes da refeição.
- A oração atraiu uma bênção maravilhosa para um alimento tão insignificante.
- O pouco de comida serviu para saciar milhares. Jesus, que não realizara o milagre para saciar sua própria fome ao ser tentado pelo diabo, fez uso de seu poder miraculoso para saciar os outros, os muitos.
- Há um elemento importante neste milagre, Jesus acolheu a todas as necessidades daqueles homens, não interessando de onde eram, o que eram, de onde vinham, como chegaram até aquele lugar.
- Suas necessidades espirituais, O reino anunciado, suas necessidades físicas, curas realizadas, sua necessidade existência, alimentação realizada.
- Tudo isso nos ensina que os cuidados do nosso Senhor não são limitados, Ele é o Deus do impossível, Ele é aquele que trás a existência o que não existe.
v.17 – “Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que ainda sobejaram foram recolhidos doze cestos.”[15]
- Até mesmo sobraram doze cestos, cheios de bocados. De acordo com Jo 6:12, Jesus ordenou que recolhessem o restante, para que nada se perdesse! As dádivas de Deus devem ser respeitadas e honradas, mesmo quando estamos satisfeitos.
- Os doze cestos são mencionados em todos os quatro evangelhos. Cestos pertencem à bagagem de uma caravana. Devem ter sido os cestos que os próprios apóstolos levaram no embarque. – Mateus e Marcos indicam o número de pessoas saciadas no final da história. Lucas já o trouxe no v. 14; João o traz um pouco depois de Lucas, no v. 10, no instante em que a multidão se sentou.
- Havia acontecido um verdadeiro milagre. O fato dessa alimentação milagrosa é atestado por todos os quatro evangelistas. Apesar disso, os exegetas negam-se a aceitar o milagre. Apontam para um processo natural acelerado. Também isso, no entanto, seria um milagre. Os racionalistas afirmam, sem grande consistência: Jesus distribuiu generosamente suas poucas provisões entre a multidão, e seu exemplo foi seguido pelos “demais assentados que dispunham de mantimentos”. A teoria dos mitos, segundo a qual teriam sido imitados modelos ou paralelos do AT (Êx 16; Nm 11; 1 Rs 17:8ss; 2 Rs 4:42ss), ignora totalmente o referencial histórico do presente milagre. A explicação parabólica e simbólica do milagre fracassa diante do fato histórico.
A alimentação dos cinco mil é e continua sendo um milagre. Realmente transcende nossa capacidade de imaginação que surjam novos pães e novos peixes. Não leva a nada cismar com essas coisas. Somos remetidos a apegar-nos à credibilidade dos relatos dos evangelhos.
Conclusão
Eu comecei esse sermão, falando sobre a nossa necessidade de acolhimento, e termino apresentando Jesus, como aquele que tem poder de silenciar a nossa alma, saciar qualquer uma das nossas necessidades e consolar nosso coração.
SDG.
[1] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.10.
[2]William Hendriksen, Lucas, trans. Valter Graciano Martins, 2a edição., vol. 1, Comentário do Novo Testamento (São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 2014), 582.
[3] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.10–11.
[4]Beth Kreitzer, Lucas, trans. Paulo José Benício, 1a edição., Comentário Bíblico da Reforma (São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2017), 229.
[5] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 8.40.
[6]J. C. Ryle, Meditações no Evangelho de Lucas, ed. Tiago J. Santos Filho, 2aEdição. (São José dos Campos, SP: Editora FIEL, 2018), 216.
[7] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.12.
[8]Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, ed. Juan Carlos Martinez, 1aedição., Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 289.
[9] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.13.
[10] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.13.
[11] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.14–15.
[12]Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, ed. Juan Carlos Martinez, 1aedição., Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 289.
[13] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.16.
[14]Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, ed. Juan Carlos Martinez, 1aedição., Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 289.
[15] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 9.17.
