Gratidão e Louvor ao Deus Verdadeiro

Shirley Pereira da Paiva Alves  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Tema: Tema: Gratidão e louvor ao Deus verdadeiro
Lema: Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. (Romanos 11:36)
33 Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria quanto do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são seus juízos
e inescrutáveis seus caminhos!
34 Pois quem conheceu a mente do Senhor?
Ou quem foi seu conselheiro?
35 Ou quem já deu [algo] a Deus,
para que Deus o restitua?
36 Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas.
A ele seja a glória para sempre! Amém.
33. Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria quanto do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são seus juízos e inescrutáveis seus caminhos!
Inspirado por Deus o apóstolo Paulo ao contemplar a beleza da salvação em Cristo Jesus inrrompe num cântico de louvor a Deus.
Ele se conscientiza da profundidade das riquezas da sabedoria e do conhecimento de Deus.
I. A profundidade das riquezas do conhecimento de Deus estão relacionados à salvação, a eleição e a justificação por meio do nosso Senhor Jesus Cristo.
Conforme podemos ler em Rm 2.4 -"Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, não sabendo que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?
Durante toda a carta aos Romanos, o apóstolo discorre sobre a salvação pela graça, pela fé, e aqui no capítulo 11 é discorrido sobre como nós gentios fomos inxertados na videira que é Cristo para sermos também o Israel de Deus, o povo escolhido de Deus. O apóstolo fica maravilhado em comtemplar o plano de Deus para salvar todos os povos da terra, encerrando sob a incredulidade tanto Judeus como gentios.
É essa sabedoria de Deus, essa sua capacidade de selecionar os melhores meios para a obtenção do alvo mais elevado que leva o apóstolo à adoração. E em meio a essa perplexidade ele ainda declara: Quão insondáveis são seus juízos e inescrutáveis seus caminhos! Ou seja, os juízos que são revelados no plano divino de salvação e na efetuação desse plano eos meios que Deus usa para pôr suas decisões em execução são impossíveis de rastrear.
34, 35. Pois quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem já deu [algo] a Deus, para que Deus o restitua?
Esta pergunta é citada, em Isaías 40.13. Acha-se citada também em 1Coríntios 2.16. Ela imediatamente nos lembra Isaías 55.8: “Porque meus pensamentos não são seus pensamentos, nem meus caminhos, seus caminhos”.
Deus é profundamente rico em sabedoria e conhecimento jamais teve algum conselheiro a quem pudesse recorrer!
“Ou quem já deu [algo] a Deus, para que Deus o restitua?”Em outros termos: “Quem já fez de Deus seu devedor?” Quanto à sua essência, esta pergunta é uma citação de Jó 41.11 “Quem me precedeu para que eu devesse retribuí-lo? O que quer que esteja debaixo de todo o céu é meu”.
Portanto, começamos a responder com orações de ações de graças ou exclamações de júbilo. Aderimos às palavras de aulo como se acham registradas aqui em Romanos 11.33-34, ou em 2Coríntios 8.9, Porque vós conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual, embora fosse rico, por causa de vós tornou-se pobre; para que pela sua pobreza, fôsseis ricos. Ou, com igual estremecimento de perplexidade, voltamo-nos para o antigo e familiar Amazing Grace [Maravilhosa Graça], de John Newton.
36. Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém.
a. Por que Dele: Deus é a origem de todas as coisas (11.36).
Deus é a origem do mundo natural e do mundo espiritual.
É a origem da criação material e da igreja multirracial.
Todas as coisas são de Deus, pois ele é o autor de tudo;
Sua vontade é a origem de toda existência.
b. Por meio Dele: Deus é o sustentador de todas as coisas (11.36).
Todas as coisas surgiram por meio de Deus.
Todas as coisas vieram a existir “Por intermédio de Deus”.
Todas as coisas são por Deus, pois todas as coisas são criadas por Ele.
c. Para Ele são todas as coisas: Deus é o herdeiro de todas as coisas (11.36).
O propósito último para o qual todas as coisas existem para sua glória como seu objetivo final.
d. A ele seja a glória para sempre! Amém: Deus é o alvo de todas as coisas (11.36).
Deus é a fonte de todas as coisas. Ele é o criador e o agente por intermédio de quem todas as coisas subsistem e são direcionadas à sua devida finalidade. E ele é a finalidade essencial, em cuja glória todas as coisas haverão de redundar. Deus é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o último. A ele não somente devemos tributar toda a glória, mas para ele redundará toda a glória.
Nessa passagem bíblica aprendemos algumas lições importantes:
1. O conhecimento de Deus leva-nos a adorar e exaltar o seu nome santo;
2. Deus é o sustentador de todas as coisas. Nada foge do seu controle. Logo, podemos descançar nEle.
Rm 8: 28-31
E sabemos que todas as coisas trabalham juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados de acordo com o seu propósito.
29Para quem ele conheceu antes, ele também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, para que ele pudesse ser o primogênito dentre muitos irmãos.
30Além disso, aos que ele predestinou, a estes também os chamou; e aos que ele chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou.
31O que diremos, então, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem pode ser contra nós?
32Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará gratuitamente também com ele todas as coisas?
“Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" é um versículo da Bíblia” 1 Pedro 5:7.
A gratidão e o louvor a Deus emerge do coração de um pecador perdoado
Deus é digno de todo louvor e adoração por quem Ele é
Uma vez que somos de Deus não apenas por sermos sua criação, mas também porque Ele nos comprou pelo sangue de Jesus e nos adotou como filhos, sem que merecéssemos, para vivermos para Ele , para que glorificássemos seu Nome. Como devemos viver de modo a glorificar seu Santo Nome?
3. O propósito das nossas vidas é glorificar ao Sennhor:
Este glorificar a Deus exige renúncia, sacrifício: Romanos 12: Rogo-vos pois irmãos que apresenteis vossos corpos por sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus. O conhecimento de que somos agora consagrados ao Senhor é, portanto, o ponto de partida do genuíno percurso em direção à vida de boas obras. Segue-se daqui que nos é mister cessar de viver para nós mesmos, a fim de podermos devotar todas as ações de nossa vida ao culto divino.
Pertencemos ao Senhor;
E Ele requer de nós integridade, não só do corpo, mas também da alma e do espírito, como lemos em 1 Tessalonicenses 5.23. Ao convidar-nos a apresentarmosnossos corpos, ele está fazendo alusão aos sacrifícios mosaicos, os quais eram apresentados no altar como sendo na própria presença de Deus. Além do mais, ele está também fazendo uma extraordinária referência à prontidão que devemos demonstrar ao recebermos os mandamentos de Deus, para que os cumpramos sem detença.
em Cristo, através de seu verdadeiro sacrifício, somos, todos nós, por sua graça, feitos sacerdotes com o fim de podermos consagrar-nos a ele como sacrifício vivo e tributar-lhe toda a glória por tudo o que temos e somos. Não resta mais nenhum sacrifício expiatório para se oferecer, e não se pode fazer tal coisa sem lançar grande desonra à cruz de Cristo.
Vosso culto racional. “Apresentai-vos como sacrifício [oferecido] a Deus, se realmente tencionais cultuá-lo; porquanto este é o modo correto de servir a Deus. E se acontecer de vos apartardes dele, então vos revelareis como falsos adoradores.” E se Deus for corretamente adorado à medida em que vamos regulando nossas ações em conformidade com seus mandamentos, então de nada nos valerão todas aquelas demais formas de culto que porventura viermos a engendrar, as quais ele com toda razão abomina, já que ele põe a obediência acima de qualquer sacrifício. O ser humano deleita-se com suas próprias invenções e (como diz o apóstolo alhures) com suas vãs exibições de sabedoria; mas aprendemos o que o celestial Juiz declara em oposição a tudo isso, quando nos fala por boca do apóstolo. Ao denominar o culto que Deus ordena de racional, ele repudia tudo quanto contrarie as normas de sua Palavra, como sendo mero esforço insensato, insípido e inconseqüente.
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