A PAZ ESTEJA CONVOSCO
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Texto base:
Almeida Revista e Atualizada Capítulo 20
19 Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! 20 E, dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor. 21 Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. 22 E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. 23 Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos.
1 - A PAZ ESTEJA CONVOSCO
1 - A PAZ ESTEJA CONVOSCO
- O versículo 19 do capítulo 20 de João desempenha um papel fundamental na narrativa da aparição de Jesus aos seus discípulos. Vamos analisar este versículo em detalhes:
"Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: 'Paz seja com vocês!'" (João 20:19).
1.1 - Análise
1.1 - Análise
"Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana": Essa frase situa a cena temporalmente, enfatizando que a aparição ocorre no domingo à noite, o mesmo dia da ressurreição de Jesus.
"Estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus": A descrição do estado emocional dos discípulos, dominados pelo medo e escondidos, contrasta com a súbita e poderosa entrada de Jesus. Essa imagem reforça a fragilidade dos discípulos e o impacto da ressurreição na superação do medo.
João 14.1 “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.”
João 14.27–28 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Ouvistes que eu vos disse: vou e volto para junto de vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai, pois o Pai é maior do que eu.”
"Jesus entrou, pôs-se no meio deles": A entrada de Jesus, atravessando portas trancadas, demonstra seu poder sobrenatural e a nova realidade que ele inaugura. A ênfase em "pôs-se no meio deles" destaca a proximidade e a intimidade que Jesus busca restabelecer com seus discípulos.
"e disse: 'Paz seja com vocês!'": A saudação de Jesus, "Paz seja com vocês!", ecoa a saudação tradicional judaica, mas adquire um novo significado no contexto da ressurreição. Jesus não apenas deseja a paz, mas a concede como um dom, restaurando a comunhão e dissipando o medo que os dominava.
Romanos 5.1 “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo;”
Filipenses 4.7 “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.”
1.1.1 - Importância
1.1.1 - Importância
- Este versículo marca um ponto de virada crucial na narrativa. A aparição de Jesus ressuscitado aos discípulos, transmitindo-lhes paz e encorajamento, representa o início de uma nova era, a era da igreja. O medo e a incerteza são substituídos pela confiança e pela esperança na promessa da vida eterna. A partir deste momento, os discípulos serão capacitados pelo Espírito Santo para testemunhar a ressurreição e proclamar o evangelho ao mundo.
1.1.2 - Conexão com a Análise Anterior
1.1.2 - Conexão com a Análise Anterior
- A análise detalhada do versículo 19 complementa e aprofunda a primeira cena da análise anterior de João 20:19-30. Ao examinarmos cada elemento do versículo, podemos compreender melhor o impacto da aparição de Jesus, a mensagem de paz e a transformação que ela opera nos discípulos.
2 - A REVELAÇÃO DA IDENTIDADE E A SUPERAÇÃO DO MEDO EM JOÃO 20:20
2 - A REVELAÇÃO DA IDENTIDADE E A SUPERAÇÃO DO MEDO EM JOÃO 20:20
- O versículo 20 de João 20 é crucial para a compreensão da aparição de Jesus aos discípulos. Ele descreve a reação dos discípulos à saudação de Jesus e a confirmação de sua identidade, elementos essenciais para a superação do medo e a consolidação da fé. Vejamos o versículo em detalhes:
"Tendo dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram ao verem o Senhor." (João 20:20).
2.1 - Análise
2.1 - Análise
"Tendo dito isso": Esta expressão conecta o versículo 20 diretamente ao versículo 19, indicando que a ação de Jesus de mostrar as mãos e o lado é uma resposta à sua saudação "Paz seja com vocês!".
"mostrou-lhes as mãos e o lado": Este gesto é fundamental para a confirmação da identidade de Jesus. As marcas da crucificação, os sinais de seu sofrimento e morte, tornam-se agora a prova irrefutável de sua ressurreição. Jesus não apenas ressuscitou, mas ressuscitou com o mesmo corpo que foi crucificado.
1João 1.1 “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida”
"Então os discípulos se alegraram ao verem o Senhor": A reação dos discípulos é de profunda alegria. A confirmação da identidade de Jesus, a certeza de sua ressurreição, dissipa o medo que os oprimia e os enche de júbilo. A alegria é a resposta natural à presença do Senhor ressuscitado.
2.1.1 - Importância
2.1.1 - Importância
A ação de Jesus de mostrar as mãos e o lado tem um duplo propósito:
1. Confirmar sua identidade: As marcas da crucificação tornam-se o sinal que identifica Jesus e confirma a realidade de sua ressurreição. Não se trata de um fantasma ou de uma aparição, mas do próprio Jesus, em seu corpo glorificado.
2. Superar o medo dos discípulos: A presença de Jesus, as marcas de seu sofrimento, a saudação de paz e a revelação de sua identidade, tudo isso contribui para dissipar o medo que dominava os discípulos. A alegria que eles experimentam é o sinal da vitória sobre o medo e a insegurança.
2.1.2 - Conexão com a Análise Anterior
2.1.2 - Conexão com a Análise Anterior
- O versículo 20 aprofunda a compreensão da primeira cena descrita na análise anterior. Ele esclarece a razão da alegria dos discípulos, a importância da confirmação da identidade de Jesus e o papel fundamental da ressurreição na superação do medo.
Relação com o Tema da Fé
- O versículo 20 também estabelece uma importante conexão com o tema da fé. A alegria dos discípulos ao verem o Senhor é o resultado da fé que nasce da experiência pessoal com o ressuscitado. A fé, em João, não é apenas um ato intelectual, mas uma resposta à revelação de Jesus e à experiência de sua presença transformadora.
João 17.7–8 “Agora, eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provêm de ti; porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste.”
3 - A MISSÃO E O DOM DO ESPÍRITO EM JOÃO 20:21
3 - A MISSÃO E O DOM DO ESPÍRITO EM JOÃO 20:21
- O versículo 21 de João 20 apresenta a comissão que Jesus confia aos seus discípulos e a promessa do Espírito Santo. Este versículo é central para a compreensão da missão da igreja e sua relação com a obra de Jesus:
"Novamente Jesus lhes disse: 'Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu também os envio'." (João 20:21)
3.1 - Análise
3.1 - Análise
"Novamente Jesus lhes disse: 'Paz seja com vocês!'": Jesus repete a saudação de paz, enfatizando a importância da comunhão restaurada e a continuidade de sua presença entre os discípulos. A repetição reforça a ideia de que a paz não é apenas uma saudação, mas um dom concedido por Jesus aos seus seguidores.
"Assim como o Pai me enviou, eu também os envio": Esta frase estabelece um paralelo entre a missão de Jesus e a missão dos discípulos. A missão dos discípulos é uma extensão da missão de Jesus, com a mesma autoridade e propósito.
3.1.1 - Importância
3.1.1 - Importância
Continuidade da Missão: A missão de Jesus não termina com sua morte e ressurreição. Ela continua através de seus discípulos, que são enviados ao mundo para proclamar o evangelho e testemunhar a sua obra.
Autoridade Delegada: Jesus envia os discípulos com a mesma autoridade que ele recebeu do Pai. Essa autoridade é demonstrada no poder de perdoar pecados (v. 23), um ato que demonstra a continuidade da obra redentora de Jesus através da igreja.
Paralelo com a Missão de Jesus: A frase "Assim como o Pai me enviou" convida os discípulos a refletirem sobre a missão de Jesus, seus ensinamentos e ações, para que possam compreendê-la e dar continuidade a ela em suas próprias vidas.
3.1.2 - Relação com o Dom do Espírito Santo
3.1.2 - Relação com o Dom do Espírito Santo
- O versículo 21 está diretamente ligado ao versículo 22, onde Jesus concede o Espírito Santo aos discípulos. Essa conexão sugere que a missão dos discípulos será capacitada pelo poder do Espírito Santo. A repetição da saudação de paz reforça essa ideia: a paz concedida por Jesus é o sinal da presença do Espírito Santo, que capacita os discípulos a viverem em comunhão com Deus e uns com os outros, e a realizar a missão que lhes foi confiada.
3.1.3 - Questões em Aberto
3.1.3 - Questões em Aberto
A relação precisa entre a comissão em João 20:21 e a descrição da missão da igreja em outras partes do Novo Testamento é um tema de debate teológico.
A natureza exata da concessão do Espírito Santo em João 20:22 é controversa, com diferentes interpretações sobre sua relação com o evento de Pentecostes em Atos 2.
3.1.4 - Observações
3.1.4 - Observações
- O versículo 21 de João 20 é fundamental para a compreensão da missão da igreja. Ele destaca a continuidade da obra de Jesus através de seus discípulos, a autoridade delegada a eles e a capacitação do Espírito Santo para a realização dessa missão.
4 - O DOM DO ESPÍRITO SANTO E A INAUGURAÇÃO DA MISSÃO: ANÁLISE DE JOÃO 20:22
4 - O DOM DO ESPÍRITO SANTO E A INAUGURAÇÃO DA MISSÃO: ANÁLISE DE JOÃO 20:22
- O versículo 22 de João 20 é um ponto crucial na narrativa, descrevendo o momento em que Jesus concede o Espírito Santo aos seus discípulos. Este ato marca a inauguração da missão da igreja e a capacitação para o perdão dos pecados. Vamos analisar o versículo em detalhes:
"E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse: 'Recebam o Espírito Santo'." (João 20:22).
4.1 - Análise
4.1 - Análise
"E, havendo dito isso": Esta frase conecta o versículo 22 ao versículo 21, indicando que a concessão do Espírito Santo é uma consequência direta da comissão recebida pelos discípulos. O envio dos discípulos ("Assim como o Pai me enviou, eu também os envio") é acompanhado do dom do Espírito, capacitando-os para a missão.
João 14.16–17 “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.”
"assoprou sobre eles": O ato de Jesus assoprar sobre os discípulos evoca a imagem da criação em Gênesis 2:7, onde Deus "soprou em suas narinas o fôlego de vida". Este simbolismo sugere que Jesus está concedendo aos discípulos uma nova vida, uma vida capacitada pelo Espírito Santo. O sopro de Jesus representa a comunicação do próprio Espírito, infundindo poder e autoridade nos discípulos.
"e disse: 'Recebam o Espírito Santo'": A ordem de Jesus, "Recebam", indica que o Espírito Santo é um dom que deve ser acolhido e apropriado pelos discípulos. Não se trata de uma força impessoal, mas de uma Pessoa divina que deseja habitar e capacitar os seguidores de Jesus.
4.1.1 - Importância
4.1.1 - Importância
Capacitação para a Missão: O dom do Espírito Santo é essencial para a realização da missão confiada aos discípulos. O Espírito os capacita a pregar o evangelho com poder, realizar sinais e maravilhas, e guiar a igreja na verdade.
João 15.5 “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.”
Perdão dos Pecados: A concessão do Espírito Santo está diretamente relacionada à autoridade para perdoar pecados, mencionada no versículo 23. O Espírito Santo capacita a igreja a proclamar o perdão dos pecados em nome de Jesus, estendendo a obra redentora de Cristo ao mundo.
Inauguração da Igreja: A vinda do Espírito Santo em João 20:22 pode ser vista como um prelúdio para o evento de Pentecostes descrito em Atos 2. Em ambos os casos, o Espírito Santo é derramado sobre os seguidores de Jesus, capacitando-os para testemunhar e expandir o Reino de Deus.
4.1.2 - Questões em Aberto
4.1.2 - Questões em Aberto
Relação com Pentecostes: A relação exata entre a concessão do Espírito Santo em João 20:22 e o evento de Pentecostes em Atos 2 é um tema de debate teológico. Alguns intérpretes veem João 20:22 como uma antecipação simbólica de Pentecostes, enquanto outros o consideram um evento distinto, com foco na capacitação para o perdão dos pecados.
Natureza da Presença do Espírito: A forma como o Espírito Santo habita nos crentes e os capacita para a missão é um tema complexo que requer estudo e reflexão teológica adicional.
4.1.3 - Observações
4.1.3 - Observações
- João 20:22 é um versículo fundamental para a compreensão do papel do Espírito Santo na vida da igreja. Ele destaca a capacitação para a missão, a autoridade para o perdão dos pecados e a inauguração da era da igreja, marcada pela presença e poder do Espírito Santo.
5 - A AUTORIDADE CONCEDIDA E SEUS LIMITES: ANÁLISE DE JOÃO 20:23
5 - A AUTORIDADE CONCEDIDA E SEUS LIMITES: ANÁLISE DE JOÃO 20:23
O versículo 23 de João 20 apresenta a autoridade concedida por Jesus aos discípulos para perdoar ou reter pecados. A passagem gera debates teológicos sobre a natureza dessa autoridade e seus limites:
"Se perdoarem os pecados de alguém, os pecados lhe serão perdoados; se, porém, os retiverem, os pecados lhe serão retidos." (João 20:23).
5.1 - Análise
5.1 - Análise
Mateus 28.18–19 “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;”
Atos dos Apóstolos 1.8 “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra.”
"Se perdoarem os pecados de alguém": A condição "se" sugere que a autoridade de perdoar pecados está ligada a um discernimento prévio. Os discípulos não perdoam automaticamente todos os pecados, mas exercem essa autoridade com base em critérios estabelecidos por Jesus.
"os pecados lhe serão perdoados": A repetição da frase, "os pecados lhe serão perdoados", enfatiza a realidade e a eficácia do perdão concedido pelos discípulos. O perdão pronunciado pelos discípulos, em nome de Jesus e com o poder do Espírito Santo, tem validade diante de Deus.
"se, porém, os retiverem, os pecados lhe serão retidos": A frase indica que a autoridade dos discípulos também inclui a retenção dos pecados, ou seja, a recusa em conceder o perdão. Essa ação, assim como o perdão, deve ser exercida com base em critérios estabelecidos por Jesus. A retenção dos pecados pode ser vista como uma forma de disciplina ou correção, visando o arrependimento e a restauração do pecador.
5.1 1 - Importância
5.1 1 - Importância
Continuidade da Obra Redentora: A autoridade para perdoar pecados demonstra a continuidade da obra redentora de Jesus através de seus discípulos. O perdão oferecido por Jesus durante seu ministério terreno, agora se estende através da igreja, capacitada pelo Espírito Santo.
Mateus 5.13 “Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.”
Mateus 5.15–17 “nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.
Responsabilidade da Igreja: A passagem destaca a responsabilidade da igreja em discernir o arrependimento genuíno e administrar o perdão com sabedoria e justiça. A autoridade para perdoar pecados não é um poder arbitrário, mas um ministério a ser exercido com responsabilidade e em obediência a Jesus.
Importância da Confissão: A menção da retenção dos pecados sugere a importância da confissão. O pecador precisa reconhecer seus erros e buscar o perdão, para que a igreja possa exercer sua autoridade de forma eficaz.
5.1.2 - Questões em Aberto
5.1.2 - Questões em Aberto
Natureza da Autoridade: A forma precisa como a igreja exerce a autoridade de perdoar ou reter pecados é um tema de debate teológico. Alguns intérpretes entendem que a autoridade se refere à proclamação do perdão, enquanto outros a associam à disciplina eclesiástica e à exclusão de membros da comunidade.
Critérios para o Perdão: Os critérios específicos para o perdão dos pecados e a retenção dos mesmos não são explicitamente mencionados no texto. A igreja precisa buscar orientação na Escritura e na tradição para discernir o arrependimento genuíno e aplicar a disciplina de forma justa e misericordiosa.
5.1.3 - Relação com a Análise Anterior
5.1.3 - Relação com a Análise Anterior
- A concessão do Espírito Santo no versículo 22 está diretamente relacionada à autoridade de perdoar pecados no versículo 23. O Espírito capacita a igreja a ir e proclamar o arrependimento o perdão e administrar a disciplina com sabedoria e justiça.
- A comissão recebida pelos discípulos no versículo 21, "Assim como o Pai me enviou, eu também os envio", inclui a autoridade . Os discípulos são enviados ao mundo para anunciar o evangelho da graça e oferecer o perdão em nome de Jesus.
5.1.4 - Observações
5.1.4 - Observações
- João 20:23 é um versículo fundamental para a compreensão do ministério da igreja. Ele destaca a autoridade para perdoar pecados, a responsabilidade em exercê-la com justiça e sabedoria, e a importância da confissão e do arrependimento.
