A BASE DA OBEDIÊNCIA ESPONTÂNEA

A RECONCILIAÇÃO PELO EVANGELHO  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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O sermão "A BASE DA OBEDIÊNCIA ESPONTÂNEA" discute a importância de solicitar a obediência com base no amor, utilizando a epístola de Paulo a Filemom como exemplo. Paulo, ao interceder por Onésimo, que era um escravo fugitivo, opta por um pedido em vez de uma ordem, destacando que a obediência espontânea é alcançada através do amor e da gratidão, em vez de imposições de autoridade. Ele reconhece a fidelidade de Filemom e busca seu consentimento voluntário, enfatizando que o amor deve ser a motivação principal para qualquer ação, uma vez que obedecer por obrigação pode resultar em um cumprimento relutante. Assim, o sermão conclui que pedidos feitos em nome do amor geram uma obediência genuína e desejada, enquanto ordens baseadas na autoridade podem levar a uma obediência forçada e desprovida de amor.

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Transcript
A BASE DA OBEDIÊNCIA ESPONTÂNEA
Introdução: Qual o caminho para se conseguir uma obediência espontânea? Como um líder pode conseguir a obediência voluntária de um liderado?
Lição: Pedir Em Nome Doo Amor É O Melhor Caminho Para A Obediência Espontânea.
Texto: Filemom 8-14.
Paulo quer reconciliar Filemom com Onésimo, e não só isso; ele quer ter Onésimo como seu companheiro. Porém, ele sabe dos deveres de Onésimo para com seu senhor, Filemom. A vontade Paulo é ter Onésimo como seu ajudante, mas ele sabe que, para isso, precisa do consentimento de Filemom.
Paulo começou a carta mostrando sua gratidão a Deus pela vida de Filemom, pelo o amor e fidelidade dele para com o Senhor Jesus e por todos os santos (v. 5), e ora para que a comunhão da fé dele seja eficaz (v. 6). O desejo de Paulo é que, assim como ele tratava todos os irmãos com amor, hospitalidade, bondade, fidelidade, etc., assim também trate Onésimo. Assim como ele trouxe descanso ao coração dos santos, assim também trouxesse descanso ao coração de Paulo quanto a isso.
A partir do versículo 8 até o 14, Paulo passa para o seu pedido em favor de Onésimo. Ele tem o caminho da ordenação, porém que resultará em um cumprimento forçado, e o caminho do amor, que, se der resultado, resultará em uma obediência espontânea. Paulo, então, escolhe o caminho em nome do amor e tem certeza que resultará em uma obediência espontânea, por causa do amor de Filemom (v. 5, 7). Paulo pede a Filemom com base no amor dele, pois sabe que esse é o melhor caminho para a obediência espontânea.
Paulo tinha autoridade para ordenar à Filemom, mas decidiu pedir em nome do amor, pois queria dele uma obediência espontânea, não forçada.
Ter autoridade não significa ser necessário usá-la (8).
Paulo tinha autoridade em Cristo (v. 8a).
Paulo podia ordenar à Filemom a fazer o que é correto (v. 8b).
A autoridade pode ser substituída por um pedido em nome do amor (9-10).
Amor a Paulo, um homem já velho e prisioneiro de Cristo (v. 9).
Amor ao novo irmão em Cristo (v. 10).
O pedido sem autoridade é um apelo ao amor (11-12).
A real situação de Onésimo (v. 11).
O que Onésimo é para Paulo (v. 12).
O amor leva ao consentimento espontâneo (13-14).
O amor de Filemom o levaria a concordar com o pedido de Paulo de livre e espontânea vontade.
Conclusão: Um pedido feito em nome do amor resulta numa obediência de livre e espontânea vontade; já uma ordem dada com base na autoridade resulta num cumprimento por obrigação e, provavelmente, de má vontade. O pedido feito em nome do amor só terá eficácia se houver amor. Se não tiver, só haverá obediência por ordenação, e nesse caso, o cumprimento será forçado e desprovido de amor. A base da obediência espontânea é o amor. Pedidos feitos em nome do amor geram uma obediência genuína e desejada, enquanto ordens baseadas na autoridade podem levar a uma obediência involuntária e destituída de amor. Pedir em nome do amor é o melhor caminho para a obediência espontânea.
Tradução literal: 8 Portanto (por isso), tendo grande ousadia em Cristo, em vez de te ordenar o que é conveniente, 9 exorto por meio do amor, esse sendo como Paulo, agora, idoso, e também prisioneiro de Cristo Jesus. 10 Exorto te sobre o meu filho, o que gerei na prisão, Onésimo, 11 ele uma vez te foi inútil, mas agora é útil a te e a mim, 12 o qual devolvo a te, esse é o meu coração. 13 O que eu tivesse tido o propósito a mim mesmo reter, para que em seu lugar me servisse nas prisões do Evangelho, 14 mas sem a sua opinião nada quis fazer, para não seja como com pressão a tua bondade, mas com voluntariedade.
Minha tradução interpretativa: 8 Por essa razão, tendo grande ousadia em Cristo, ao invés de te ordenar o que é adequado, 9 apelo por causa do amor. Sendo eu, Paulo, já um idoso e também prisioneiro de Cristo Jesus, 10 apelo-te a respeito de meu filho, Onésimo, que gerei na prisão. 11 Ele antes te foi inútil, mas agora é útil a ti e a mim; 12 o qual mando de volta a ti, esse que é o meu coração. 13 Embora eu tivesse desejado comigo mesmo não deixá-lo ir, para que, em seu lugar, me servisse nas prisões do Evangelho, 14 mas nada quis fazer sem o teu consentimento, para que não seja bondoso como por obrigação, mas de livre e espontânea vontade.
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