Servir em amor e em comum
Pilares da Fé Cristã • Sermon • Submitted • Presented
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Comunhão e Servir
Comunhão e Servir
Assunto: Vida, Serviço; A vida em Comunidade e A Obra da caridade.
Texto: Atos 4.32-35
Atos dos Apóstolos 4.32–35 (RAStr)
Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentese depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade.
Exórdio
CAPÍTULO 26: DA COMUNHÃO DOS SANTOS
1. Todos os santos que, pelo Espírito de Deus e pela fé, estão unidos a Jesus Cristo, seu Cabeça, têm comunhão com ele nas suas graças, nos seus sofrimentos, na sua morte, na sua ressurreição e na sua glória, e, estando unidos uns ao outros em amor, participam dos mesmos dons e graças, e estão obrigados ao cumprimento dos deveres públicos e particulares que contribuem para o seu mútuo proveito, tanto no homem interior como no exterior.
2. Os santos são, pela profissão de fé, obrigados a manter uma santa sociedade e comunhão no culto de Deus e na realização de outros serviços espirituais que contribuem para a sua mútua edificação, bem como a socorrer uns aos outros em coisas materiais, segundo as suas várias habilidades e necessidades; esta comunhão, conforme Deus oferecer ocasião, deve estender-se a todos aqueles que, em todo lugar, invocam o nome do Senhor Jesus.
CAPÍTULO 16: DAS BOAS OBRAS
1. As boas obras são somente aquelas que Deus ordena em sua santa Palavra, não as que, sem a autoridade dela, são aconselhadas pelos homens movidos por um zelo cego ou sob qualquer outro pretexto de boa intenção.
2. Estas boas obras feitas em obediência aos mandamentos de Deus são o fruto e as evidências de uma fé viva e verdadeira; por elas os crentes manifestam a sua gratidão, robustecem a sua confiança, edificam os seus irmãos, adornam a profissão do Evangelho, fecham a boca aos adversários e glorificam a Deus, de quem são feitura, criados em Jesus Cristo para isso mesmo, a fim de que, tendo o seu fruto em santidade, tenham no final a vida eterna.
Introdução (5-7minutos):
Contextualização:
INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE ATOS - Que Douglas Stuart e Gordon Fee nos apresenta no livro Como ler a Bíblia Livro por Livro:
• Conteúdo: a parte 2 do relato de Lucas sobre as boas-novas de Jesus; de que maneira, pelo poder do Espírito, as boas-novas se espalharam de Jerusalém até Roma.
• Autor: ver o Evangelho segundo Lucas. de acordo com uma tradição muito antiga, Lucas, o médico e antigo companheiro do apóstolo Paulo (v. Cl4.14), o único autor gentio na Bíblia.
• Data: incerta; os estudiosos se dividem entre uma data anterior à morte de Paulo (c. de 64 d.C.; v. At 28.30,31) e outra depois da queda de Jerusalém (70 d.C., pelo uso que o autor faz do Evangelho de Marcos).
• Receptores: Teófilo é de outro modo desconhecido; seguindo o costume dos prefácios desse gênero na literatura greco-romana, ele provavelmente foi o patrocinador do livro de Lucas-Atos, subscrevendo portanto a sua publicação; os leitores implícitos são cristãos gentios, cujo lugar na história de Deus é assegurado por meio da obra de Jesus Cristo e do Espírito.
• Ênfases: as boas-novas da salvação de Deus por meio de Jesus são para os judeus e os gentios igualmente, cumprindo assim as
xpectativas do Antigo Testamento; o Espírito Santo guia a igreja para disseminar as boas-novas; a igreja tem o bom senso de se ajuntar a Deus com respeito à salvação que ele realiza e à inclusão dos gentios; a salvação para todos é a atividade de Deus e nada pode impedi-la; alguns aceitam as boas-novas com alegria e outros as rejeitam com ira.
Explicação da importância do texto para a vida cristã.
A vida da igreja precisa estar pautada nas Escrituras Sagradas. Essa comunidade entendeu que a Vida em Comunidade dirigida pelo Espírito Santo e uma vida de serviço em amor é o fato.
Tese do Sermão:
Nós devemos viver uma vida em comunidade e serviço cheio de amor.
I. Exposição do Texto (15-20 minutos)
Explicação da extrutura do texto.
Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.
Temos a forma de vida dessa igreja. A comununidade vivendo em amor, tendo uma vida em comum.
Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
Essa igreja vivia uma vida abundante no Senhor, abundante na graça de Deus e principalmente na instrução das Sagradas Escrituras, uma vida de testemunho.
Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes
A vida em comunidade e serviço em caridade era a prática das Escrituras. Pois olhavam aos necessitados e os que tinham buscavam ser aqueles que Deus usaria para responder a necessidade do povo.
e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade.
Sendo que a autoridade de Deus sobre a liderança era respeitada e considerada entre a comunidade. Ninguém fazia as coisas das cabeça, como a ajuda. Os líderes, os apóstolos (pastores, presbíteros, diácono, hoje) distribuía conforme a necessidade.
Análise da gramática e vocabulário.
At 4.32
Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
Explicação histórica de fundo.
Pedro e João são preso por conta da ação de Deus por meio da graça do Espírito Santo na vida destes apóstolos após a cura de um coxo na porta do tempo e a pregação de Pedro. Atos 3 Depois eles são levado ao Sinédrio, são interrogados e a Igreja fica em oração. Logos soltos vão a igreja e, oram ao Senhor pedindo autoridade e ousadia para continuar pregando a palavra. Atos 4 Então temos o nosso texto em questão falando sobre a vida da igreja nesta época.
II. Interpretação do texto (15-20 minutos)
Explicação da teologia do texto.
Análise da relação com outros textos bíblicos.
Explicação da aplicação prática.
III. Aplicação Prática (10-15 minutos)
Chamado à ação.
Exemplos práticos de aplicação.
Encorajamento à obediência.
Conclusão (5-7 minutos)
Resumo da mensagem.
Reiteração da tese.
Oração de fechamento.
