Vivendo com lábios agradecidos

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Vivendo com lábios agradecidos

Cristo nos satisfaz
(Nm 21.5 – Sl 149.6)
PARTE I – O Maná
Alimento sobrenatural enviado por Deus ao cair o orvalho.
a) Derretia ao calor se fosse guardado para o próximo dia, exceto o sábado, mas, ao mesmo tempo, era preparado sendo assado em forma de bolo;
b) Estragava se fosse guardado para o próximo dia, exceto o sábado, mas ao mesmo tempo jamais estragou a porção que foi separada para ser guardada dentro da Arca da Aliança;
c) Era coletado um gômer, cerca de dois litros, o suficiente para uma pessoa;
d) Atendia toda a necessidade nutricional do povo.
PARTE II – Jesus, o pão da vida Jo 6.22.59
O verdadeiro pão do céu dado pelo Pai v. 32.
a) Princípio de obediência (paralelo com I a e b): Jo 14.15 Se me amais, guardareis meus mandamentos;
b) Acesso ao Lugar Santíssimo (paralelo com I b): Um pouco de maná adentrou ao Santo dos Santos. Pelo pão, a carne de Cristo, hoje todo o crente entre no santo dos Santos - Hb 10.19-20 Tendo, pois, irmãos intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne;
c) Pão que supre as necessidades eternamente v. 35;
d) Não é necessário colher diariamente, mas quem dele come viveeternamente v. 51;
e) Sem este pão, sua carne dada pela vida do mundo v. 51, não existe vida espiritual v. 53;
f) Alimentar-se deste pão promove a união do crente com Cristo v. 56 e 57;
g) Maná – continha todas as propriedades para o corpo. Cristo – contém todas as propriedades para a alma.
PARTE III – Mesmo com tudo isto, insatisfeitos
- O povo no deserto, apesar do livramento, da recuperação da identidade e dos milagres, frequentemente reclamava.
- Mais de uma vez o povo reclamou do “pão do céu”.
- Deus estava sendo insuficiente para satisfazer aquele povo.
- Para o povo no deserto, as dificuldades se sobressaiam as maravilhas de Deus.
- E hoje, por acaso, não nos comportamos da mesma maneira?
- Reclamações, murmurações, descontentamentos, ingratidões, insatisfações são o que saem de nossos lábios. Só nos falta chamar a Jesus de “pão vil”;
- O que tem saído de nossos lábios tem construído ou destruído? Indicado a salvação ou encaminhado à perdição? Edificado ou minado a igreja?
- A quanto tempo nossos lábios não pronunciam os altos louvores de Deus - Sl 149.6?
PARTE IV - A longanimidade de Deus
a) Reclamação pelo maná ao final do primeiro ano de deserto – 1461 a.C. - Nm 11.6;
b) Reclamação pelo maná 38 anos depois – 1423 a.C. - Nm 21.5.
PARTE V – Não morra na caminhada, olhe para Cristo
- A longanimidade tem um limite.
- O povo no deserto, quando esta longanimidade se esgotou, morreu pelas cobras
- Hoje, Deus continua longânimo, mas também com limite. Quantos excederam este limite e suas vidas tornou-se uma desgraça!
- Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará – Gl .7.
- Viva agradecido a Deus por tudo: Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco – 1Ts 5.18.
- Nossos lábios nos levarão a apenas dois resultados possíveis: louvar a Deus ou morrer no deserto (caminhada cristã).
- Viva com gratidão a Deus pela salvação, suprimentos, acolhimento, promessas e tudo mais que, por amor, ele nos concede.
- Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.
Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Sl 103.2.
Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), 1Ts 5.18.
Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Gl 6.7.
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