As Bênçãos concedidas aos crentes pelo Espírito Santo na Nova Aliança: Vida, Adoção e Herança

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Tudo o que somos é devido a obra do Espírito Santo
Romanos 8.1217
INTRODUÇÃO
Meus amados irmãos nessas ultimas exposições no texto de romanos, nos foi proposto que “nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus, até aqui Paulo vem dando uma serie de argumentações dessa verdade, estas argumentações tem como base a obra do Espirito Santo em nossas vidas, o comentarista Douglas J. Moo destaca o seguinte aspecto nos vs. 1 – 11, aonde Paulo delineou a natureza e as tendências contrarias dos grandes poderes da história da salvação do homem: carne e Espirito. Nesse interim ele destacou as consequências do relacionamento com o Espírito, uma vida que transcende as barreiras da morte.
Proposição: Meus amados irmãos “Tudo o que somos é devido a obra do Espírito Santo”
Oração Interrogativa: O que precisamos entender com base nessa verdade?
Oração Interrogativa: Com base em Romanos 8.12-17, encontramos algumas atitudes que devemos tomar, e bênçãos concedidas aos crentes pela obra do Espírito Santo, e que conforme o texto for sendo exposto passaremos por elas.
Sendo assim, o que precisamos entender?
I. PRECISAMOS ENTENDER QUE NÃO TEMOS NENHUMA DÍVIDA COM A CARNE.
Uma breve explicação do texto.
8.12 Assim, pois, irmãos, somos devedores, não à carne como se constrangidos a viver segundo a carne. (Viver de acordo com ela)
Agora já no v.12 ele destaca que o “inferencial enfático” agora, portanto mostra as consequências desse novo relacionamento do crente, também em sua vida cotidiana. Além do mais Paulo enfatiza como nos capítulos anteriores que não devemos mais nada ao nosso antigo senhor, que o crente não precisa mais viver de acordo com a velha natureza nem obedecê-la, isso não significa que não pecaremos mais, pois, ainda a velha natureza habita em nós.
Carne se refere a quem ou o que no texto?
...não à carne como se constrangidos a viver segundo a carne.
É importante recordarmos que a palavra “carne” não se refere simplesmente aos nossos apetites (sexo, comida, bebida) e nem mesmo só a nossa natureza que por sinal foi corrompida em sua raiz, fomos afetados como um todo, Paulo deixa claro isso no cap.3 “todos se tornaram inúteis”, Moo, esclarece que “carne” pode ser resumida muitas vezes como “mundo”: tudo que nessa vida de alguma forma é característico de uma vida em rebeldia contra Deus. É justamente a esse poder que o crente não precisa se dobrar em obediência.
A. Reflexão
Como falamos anteriormente isso não significa que não haja nenhuma influência da velha natureza em nós, satanás e o mundo ainda estão ao nosso derredor, ainda temos que lutar contra os dardos inflamados de Satanás. O que precisamos ter em mente é que houve um resgate definitivo do domínio da carne, o fato é que ainda nessa vida temos uma relação com o antigo domínio do pecado e da morte (Rm 8.10,13), por isso, temos a necessidade de santificarmos nossa vida. Possa ser que alguém que foi escravizado a vida todo, depois de liberto legalmente, pode ser persuadido a obedecer seu antigo senhor, sendo assim, os crentes podem de alguma forma dar ouvido ao seu antigo senhor novamente.
Se não somos devedores a carne, a quem devemos?
Assim, pois, irmãos, somos devedores...
No entanto, não devemos mais nada a carne, agora nossa obrigação está para com o Espírito de Deus. Essa é a ideia subentendida do texto, se não devemos nada ao nosso antigo senhor, agora devemos tudo ao Espírito Santo, por isso, é muito incoerente de nossa parte, buscarmos vivermos como escravos do pecado, quando fomos libertos por Deus, e somos habitados pelo Espírito de seu Filho, por isso devemos fazer morrer todos os dias tudo que ameaça nossa relação com o Espírito Santo.
Transição
Depois de vermos que devemos obediência ao Espírito e não ao antigo senhor, Paulo vai demostrar, o que acontece com aqueles que vivem segundo a carne e segundo o Espirito, aqui encontramos uma atitude que se deve tomar.
II. PRECISAMOS ENTENDER QUE A FORMA COMO VIVEMOS TEM CONSEQUÊNCIAS ETERNAS.
Uma breve explicação sobre o texto.
8.13 Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis.
Moo, coloca esse versículo como conclusão, no entanto, segundo outros comentaristas, creio que devido as várias conjunções que de alguma forma reforçam o v.12, trabalharei nesse esquema, em que a parte do v.13 Paulo está reforçando o v.12.
Paulo inicia trazendo uma séria advertência aos seus leitores, sobre as implicações eternas de viver segundo a carne e viver segundo o Espírito, além disso, demonstra que há um contraste de ações e consequências para ambas as ações apresentadas.
Porque se vivermos segundo a carne receberemos a condenação eterna
No primeiro aspecto há uma advertência para aqueles que vivem na pratica do pecado, e para aqueles que vivem como se tivessem que obedecer ao seu antigo senhor (carne). Paulo alerta se continuarem a viver segundo os padrões da carne, vocês certamente morrerão.
O ponto é que morte aqui não é a morte que todo ser humano enfrenta antes da Segunda Vinda de Cristo Jesus, mas fala em seu sentido mais amplo, a separação total e eterna de Deus como consequência do pecado. Moo, destaca que não podemos amenizar de forma alguma essa advertência, e não seriamos loucos de fazer isso, ela é real para todos aqueles primeiros leitores e nós, há uma condenação e ela é real para todos que vivem segundo os regras deste mundo.
Se fizermos morrer os atos pecaminosos viveremos
O segundo ponto diz respeito a duas ações, a divina e humana, Deus soberanamente salvou o homem, e esse homem deve viver em santidade, e então, ele vivera. Que tem como consequência a vida plena “viveras” vida espiritual, Moo, diz o seguinte sobre esse assunto: “De uma forma que não podemos sintetizar de modo perfeito e conclusivo, ele insiste que o que Deus fez por nós em Cristo é único e supremo motivo de nossa vida eterna e, ao mesmo tempo, também insiste que a indispensabilidade da conduta santa é a precondição para se obter essa vida.” (Douglas J. Moo, 2023, p.616). Em nossas mentes aristotélicas e racionalistas que querem uma explicação lógica para tudo de fato esse texto é difícil, no entanto, Paulo afirma essas duas verdades maravilhosamente constrangedoras.
A. A Mortificação é uma atitude que devemos tomar
O texto é muito claro, “se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis” isso significa que pelo Espirito Santo que habita em nós, mortificamos os efeitos do pecado em nós, um leitura superficial pode nos levar ao erro de acharmos que é o Espírito Santo que nos santifica sozinho, ou de acharmos que nós sozinhos com o nosso esforço é quem nos santifica, na realidade nem o Espírito Santo sozinho nos santifica sem a nossa participação, e nem nós sozinhos nos santificamos sem o auxílio do Espirito Santo.
A santificação não se origina no crente, vem do Espírito Santo e ainda assim é exigido de todo Crente que ele mortifique sua carne todos os dias, o fato é que existe um equilíbrio nesse ensinamento tão complexo que não pode pender nem para um lado nem para o outro.
Esse texto maravilho mostra que temos que mortificar a carne pelo o Espírito Santo, como consequência viveremos, e no sentido mais amplo “vida futura”
Para nós amados, fica a seguinte advertência em nossa relação com o Espírito Santo, não podemos entregar aquilo que é da nossa responsabilidade na conta do Espírito Santo, nem podemos achar que basta fazer tudo apenas pelo nosso esforço e está resolvido, não, isso é uma compreensão errada sobre a Escritura, precisamos do poder do Espírito que habita em nós para nos santificar, e precisamos nos esforçar ao máximo para mortificarmos a nossa a carne.
Em resumo, precisamos entender e reafirmar dois pontos sobre a mortificação, primeiro o que é mortificação? Em gálatas 5.24, Paulo nos informa que mortificação refere-se ao gesto de “crucificar a carne, com suas paixões”, literalmente é o reconhecimento daquilo que é mal; o resultado dessa consciência é o repudio radical de “fazer morrer”, segundo, a mortificação é algo que devemos fazer, pelo poder do Espírito Santo.
III. PRECISAMOS ENTENDER QUE SÓ SOMOS FILHOS DE DEUS DEVIDO A CONDUÇÃO DO ESPÍRITO.
Uma breve explicação sobre o texto.
8.14 Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.
Este versículo está em consonância com o anterior, nos resguardando de acharmos que a salvação é pelas nossas obras, a partir daqui Paulo introduz o tema da nossa filiação, que é consequência da habitação do Espírito Santo no crente, é necessário lembrar que o apostolo Paulo está provando o ponto de que “não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus”
Porque é o Espírito que nos conduz durante nossa peregrinação
A partir daqui temos muitas alusões ao Antigo testamento, a forma como Deus conduziu Israel no deserto e os tratou como seus filhos. O texto em questão fala que todos que são guiados (conduzidos) pelo Espírito são filhos de Deus, a questão é que não se trata de meramente ser guiado, mas assim, como Deus conduziu seu povo no deserto, Deus está nos conduzindo em meios as nossas provações até a herança que nos pertence como filhos de Deus. Sendo assim, guiar aqui não é mostrar o caminho, mas é conduzir durante o caminho, que palavra maravilhosa é saber, que o Espírito nos conduz e que por isso, também somos filhos.
A. Reflexão
A habitação do Espírito em nós é a prova que somos “filhos de Deus” o que nos distingue como filho de Deus é a condução ativa e constante do Espírito Santo. Isso significa que Ele está nos conduzindo em santificação, isso fica posto diante do fato de que pelo Espirito mortificamos os velhos atos pecaminosos e por ele somos guiados.
IV. PRECISAMOS ENTENDER QUE NÃO DEVERÍAMOS ANDAR ATEMORIZADOS QUANTO A NOSSA FILIAÇÃO.
Uma breve explicação sobre o texto.
8.15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.
Moo (2023, p.622) nos ajuda a entender que há uma estrutura central em nosso parágrafo – Espírito-filiação-herdeiro – mas antes de terminar sua argumentação, Paulo fala da atuação do Espírito em conferir filiação aos crentes, claro que essa é uma das mais belos retratos de alegria e concede segurança ao crente.
Não recebemos um espírito de escravidão
O texto inicia usando um recurso retorico para expressar a adoção do crente, afirmando que o crente não recebeu um espírito de escravidão, para que alguma forma ficasse com medo, “o Espírito que os crentes receberam não causa novamente a ansiedade e o medo de julgamento que experimentaram no estado pré-cristão.” (Douglas J. Moo, 2023, p.624). De alguma forma a construção “não recebestes espírito de escravidão” faz uma alusão ao ministério da Lei, pois aqueles que vivem debaixo da lei, vivem em constante temor diante do justo juiz, agora aqueles que receberam o Espírito de adoção, tem uma paz inimaginável, produzida pelo o Espírito Santo em nossos corações.
Recebemos o Espírito de Adoção
O primeiro ponto diz respeito ao tipo de espírito que recebemos, o Espírito de adoção, segundo diz respeito a nossa adoção como filhos, essa palavra tão importante é usada no Antigo Testamento e no judaísmo – “Adoção” é utilizada para descrever um dos privilégios de Israel (Rm 9.4), além disso, ao longo do Antigo Testamento Israel é caracterizado como filho de Deus, e ainda temos sua restauração futura como filho de Deus, com isso em mente, mais uma vez Paulo está usando uma designação de Israel para todos os cristãos; já o termo “Adoção” dentro da cultura grega e romana, “a palavra denotava uma instituição legal, por meio da qual a pessoa podia “adotar” um filho conferir a ele todos os direitos e privilégios legais que normalmente um filho natural receberia.” Sem sombra de dúvida isso é grandioso, quando aponta para a nossa realidade, imagine os gentios romanos escutando essa carta, dizendo que eles foram adotados. Sendo assim, a Adoção é uma palavra providencial para expressar a paz e a segurança que todos os crentes tem em Deus.
A. É o Espírito que concede e confirma a nossa adoção
Outro aspecto importante é como recebemos essa adoção, Moo nos ajuda explicando que “o Espírito Santo é o agente por meio de quem a filiação do crente é tanto concedida quanto confirmada.” Nesse interim, o Espírito de adoção que recebemos nos dá convicção de que somos filhos de Deus.
B. Por meio do Espírito podemos clamar Pai
Agora podemos clamar Aba, Pai, isso significa que com base em nossa adoção nossa posição em relação a Deus mudou, não somos mais escravos, e sim filhos. Isso é belo em todos os sentidos, pois não somos filhos simplesmente legalmente por meio de seu Filho Jesus, somos filhos de verdade, está expressão Aba era corriqueiramente utilizada por nosso Senhor Jesus, demonstrando que agora temos um relacionamento parecido de alguma forma com o de seu Filho. Essa verdade não é meramente um raciocínio da doutrina ou meramente sentimentos, mas é os dois se entranhando, é um sentimento cheio de todas as emoções que um filho sente por seu Pai e ao mesmo tempo doutrinário, pois uma coisa não deve anular a outra, gloria a Deus! Moo nos ajudar a compreender que “Ao nos adotar, Deus não fez algo pela metade, Ele nos tornou membros de sua família, e como tais temos todos os privilégios.” Lutero comentando sobre a palavra Abba, diz:
“Ela é somente uma pequena palavra e, não obstante, compreende todas as coisas. Não é a boca que fala assim, mas a afeição do coração. Embora eu seja oprimido pela angustia e pelo terror de todos os lados e pareça ter sido abandonado e lançado, longe de sua presença, ainda assim sou seu filho, e tu és meu Pai pelo amor de Cristo: sou amado por causa do Amado.”
C. O Espírito é responsável por nos dar um testemunho interior
8.16 O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
Neste versículo, Paulo explica como receber o Espírito de Adoção, nos permite clamar Aba, Pai. O Espírito Santo não é apenas responsável por nos tornar filhos de Deus, dentre tantas prerrogativas do Espírito, ele também é responsável pelo testemunho interior, que testifica que somos filhos de Deus, o texto é enfático “testifica com o nosso espírito” ele dá um testemunho interno no mais profundo do nosso ser, e o nosso próprio espírito está envolvido nesse processo em que o Espírito testifica (junto) com o nosso espírito que somos filhos.
Além disso, para que a adoção fosse valida nos parâmetros judaicos, grego e romano era necessário uma testemunha, o Espírito é nossa testemunha, diante desse testemunho interno podemos clamar, Pai, Pai. Mesmo que estejamos sendo esmagados pelas tribulações e provações podemos clamar Pai! Me socorre.
Como filhos legítimos nos tornamos herdeiros
17 Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.
Paulo continua a lógica do texto, “se somos filhos” qual a consequência natural dessa afirmativa? É que também temos direito sobre a herança de nosso Pai, o retrato que temos aqui aponta novamente para Adoção, se agora eu sou filho, será que eu tenho direito à herança? Será que um filho adotado, embora seja filho receberia todos os benefícios dessa adoção? A questão é que este filho só receberia sua herança no futuro.
O que isso significa para nós? Que ainda não recebemos todas as bênçãos que vem com o fato de sermos filhos agora, mas que no futuro teremos a completude de nossa herança.
A. Nossa herança é o Senhor
Há, no entanto, um propósito mais profundo ligado a ideia de herança, primeiro a ideia de herança no contexto grego e romano – A adoção romana poderia ocorrer em qualquer idade do indivíduo - cancelava todas as suas dívidas e relacionamentos anteriores da pessoa adotada, definindo totalmente o novo filho da perspectiva do relacionamento com o novo pai, de quem se tornava herdeiro. Segundo, tanto no AT quanto no judaísmo, havia a promessa de que os Israelitas herdariam a terra como posse eterna, com passar do tempo essa ideia ganhou ares escatológicos e manteve a ideia de um espaço especifico, a questão é que Abraão que recebeu as promessas, agora na nova aliança, nos tornamos herdeiros da mesma fé, ou seja, Paulo está ensinando que somos participantes das mesmas promessas, sendo assim, somos herdeiros de Deus, herdamos o próprio Deus ele é nosso bem maior.
B. Só nos tornamos herdeiros por meio da Obra de Cristo
Rapidamente Paulo acrescenta que somos coerdeiros com Cristo, isso significa que somos beneficiários daquilo que Jesus Cristo conquistou, que é por meio do Filho de Deus, nos tornamos filhos de Deus e essa virtude pertence a Jesus, que por meio da nossa união com Ele nos tornamos herdeiros das promessas.
C. A herança só é recebida por meio do sofrimento
Outro fato importante que não podemos esquecer essa herança gloriosa escatológica, só é recebida por meio do sofrimento, o que isso significa? Que sofreremos com Ele como o nosso texto afirma “se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.” Existe um caminho a ser percorrido, que não há desvios e facilidades, o peregrino não podia pegar atalhos por mais fáceis, ele tinha que se conduzir pelo caminho que Deus propôs, o caminho estreito. Se sofremos com ele, com ele seremos glorificados, é algo que não pode ser desfeito, é uma lei do reino que não pode ser desfeita, o reino é tomado a força.
Que tipo de sofrimento Paulo está falando? Moo, diz o seguinte: “o sofrimento que Paulo fala aqui se refere às preocupações, tenções e perseguições diárias que são o destino dos que seguem aquele que foi “contado entre os transgressores” (Lc 22.37). Paulo deixa claro que esse sofrimento é a condição para a herança” isso significa que aqueles que estão em Cristo nesse peregrinação até a cidade da luz, o caminho da glória escatológica passa pelo calvário, não há escapatória para os crentes.
Aplicações
Não precisamos nos colocar novamente debaixo do julgo do pecado, pois não devemos nada ao pecado, nossa obrigação é para com o Espirito Santo.
O mortificação é um tipo de morte que devemos praticar todos os dias, é algo que necessariamente precisamos fazer, pois está atitude tem implicações eternas.
Precisamos tirar da nossa cabeça essa ideia de que o sofrimento não faz parte da vida cristã, a única forma de receber a herança vindoura e se sofrermos com Cristo.
Temos uma benção que nunca podemos esquecer, que além de ter o Espirito, que nos deu vida, que nos auxilia em nossa santificação, que nos conduz durante nossa peregrinação, que confirma nossa participação na família de Deus e nos dá um testemunho interno, temos um Pai, que simplesmente podemos dizer Pai.
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