Ser filho do Pai é tudo de bom que poderíamos ser
Exposição em primeira João • Sermon • Submitted • Presented
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Transcript
1João 3.2
A Consumação
Livre de uma vez por todas
“Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele;
porque assim como é o veremos. ” (1Jo 3:2).
O texto, desenvolve três afirmativas, que somos filhos, que ainda não sabemos como seremos, e que seremos semelhas a Jesus Cristo na Parousia (segunda vinda). Você pode estar se perguntando, e o que este texto tem em comum com a temática, uma leitura superficial, nos levará a pensar que não há nenhuma similaridade, no entanto, queremos demonstrar sua conexão com a tema, e a maneira como se aplica em nossa vida.
I. REALIDADE ESPIRITUAL
A. O texto trabalha a ideia de Realidade Espiritual e Expectativa certa (futura). Ao longo da nossa caminhada cristã, vivemos a Realidade do Reino atuante de Deus, porém, ainda espiritual, em que já, somos filhos de Deus, mediante a obra expiatória de Jesus Cristo, e como benefício desse ato, somos santos em Cristo (santificação procedente), todavia, também ainda somos impuros, no entanto, a única maneira de demonstrarmos que, de fato somos filhos é praticarmos as mesmas obras que Jesus Cristo.
B. Uma vida de santificação, pautada pela oração, leitura da Sagrada Escritura, consagração e vida pratica (santificação progressiva ou gradual), pois é como o escritor aos Hebreus afirma “Sem santificação é impossível ver o SENHOR” (Hb 12.14).
C. Amados, agora somos filhos de Deus, Essa primeira parti fala da garantia, algo certo, João vem desenvolvendo está ideia a partir do versículo primeiro, que somos filhos de Deus e como consequência desfrutamos
1. Da alegria da salvação
2. Participantes do Reino de Deus
3. Templo do Espírito Santo
4. Coerdeiros com Cristo
D. e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Não é possível ver a olho nu, no entanto, já experimentamos na era presente as benesses da eternidade. Porque se esperarmos em Cristo só nessa vida seremos os mais miseráveis dos homens.
II. EXPECTATIVA CERTA
A. No entanto, nós como Igreja, também nutrimos em nossas almas, a expectativa da consumação e restauração de todas as coisas, marcada pela segunda vinda gloriosa de Jesus Cristo, nessa Expectativa certa do por vir, João declara que, ainda nós não sabemos como será nossa aparência física, ou até mesmo nossa extensão intelectual, para compreendermos o incompreensível.
B. Paulo escrevendo aos coríntios (1Co 15.51-54 – Eis que eu lhes digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal, se revista de imortalidade. Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “A morte foi destruída pela vitória”.) Nos dá uma pista, de que seremos transformados em corpos incorruptíveis, pois é impossível, que o corruptível herde o Reino. No entanto, João vai mais além, afirmando que nós teremos o mesmo corpo do Ressurreto Jesus Cristo.
C. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.
1. Receberemos a imortalidade
2. Nossos corpos corruptíveis serão revestidos de incorruptibilidade
3. Não haverá dor, angústia, sofrimento, tudo que nos afetava será destruído
Conclusão
Por fim, nesse imensurável dia, toda dor, toda angustia pôr não obedecermos, todas as vezes que caímos e nos frustramos, toda essa luta acabará, e de uma vez por todas, estaremos livres, para desfrutar da plenitude do Reino, pois seremos santos como Ele É.
