Atos 4.23-31: COMO A IGREJA DEVE ENFRENTAR AS ADVERSIDADES

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INTRODUÇÃO

A primeira perseguição à Igreja ocorre logo após a cura de um mendigo aleijado que todos os dias pedia esmola à porta do Templo chamada Formosa (At 3).
Como o homem era conhecido em Jerusalém, muitas pessoas se espantaram com o milagre realizado. Aproveitando a oportunidade, Pedro pregou à multidão no local do Templo conhecido como alpendre de Salomão (At 3.11).
Ao verem que o nome de Jesus estava sendo pregado, os líderes religiosos, que odiavam o Nazareno, mandaram prender os apóstolos.
Pedro e João, contudo, não se intimidaram diante da corte religiosa, pois, quando sofreram duras ameaças (At 4.17,18,21), responderam que não podiam deixar de falar do que tinham visto e ouvido (At 4.20). Sem saber o que fazer, o Sinédrio libertou Pedro e João, ameaçando-os com o intuito de calá-los.
Logo que foram soltos, os apóstolos contaram o ocorrido à Igreja, que, unanimemente, orou ao Senhor, confiando na sua soberania e no seu poder, e pedindo coragem para que eles anunciassem a Palavra de Deus com intrepidez enquanto Deus realizava sinais e maravilhas.
Ideia exegética: A reação da Igreja ao ouvir o testemunho dos apóstolos quanto às ameaças sofridas foi amparar-se na soberania e no poder de Deus.
Pergunta: O que a Igreja deve fazer quando uma adversidade aparece?

I - CONFIAR NO PODER E SOBERANIA DE DEUS (vv. 23-28)

Ao ouvir o testemunho de Pedro e João sobre as ameaças sofridas pelo Sinédrio, a Igreja interpretou corretamente tais afrontas como parte do plano soberano de Deus com respeito ao Messias.
A Igreja é uma família (v. 23)
Atos dos Apóstolos 4.23 RC95
E, soltos eles, foram para os seus e contaram tudo o que lhes disseram os principais dos sacerdotes e os anciãos.
Uma vez soltos, Pedro e João foram para os seus (v.23). A quem Lucas se refere nós não podemos ter certeza. Dificilmente se tratava da totalidade da igreja em Jerusalém, pois assim pensaríamos entorno de 5 mil irmãos (At 4.4). É possível, portanto, que se trate dos outros apóstolos, ou de parte da Igreja, ou do grupo dos 120 irmãos que se reuniram no cenáculo (At 1.13-15).
O fato é que quando passamos por alguma adversidade, contamos para a nossa família. Deste modo, podemos observar que os apóstolos encontraram na Igreja um lar — ali estava a família de Deus (Ef 2.19).
Um testemunho encorajador (vv. 23-24a)
Atos dos Apóstolos 4.23–24 (RC95)
E, soltos eles, foram para os seus e contaram tudo o que lhes disseram os principais dos sacerdotes e os anciãos. E, ouvindo eles isto, unânimes levantaram a voz a Deus e disseram: […]
Quando Pedro e João foram libertos e foram para os seus irmãos, eles contaram tudo o que lhes disseram os principais dos sacerdotes e os anciãos (v.23), isto é, os líderes que formavam o Sinédrio.
Ao contarem o testemunho, a Igreja foi encorajada a buscar a Deus. […] unânimes levantaram a voz a Deus (v.24), foram as palavras de Lucas para dizer que eles oraram a Deus com uma só mente em um só propósito.
Percebemos o quanto um testemunho pode ser encorajador.
Uma oração fundamentada na Palavra de Deus (vv. 24b-26)
Atos dos Apóstolos 4.24–26 (RC95)
[…] Senhor, tu és o que fizeste o céu, e a terra, e o mar, e tudo o que neles há; que disseste pela boca de Davi, teu servo: Por que bramaram as gentes, e os povos pensaram coisas vãs? Levantaram-se os reis da terra, e os príncipes se ajuntaram à uma contra o Senhor e contra o seu Ungido.
Ao orar, a Igreja fundamentou sua oração no Salmo 2. Nesse salmo, Davi é o rei ungido por Samuel, e os planos de Deus se cumpririam em Davi, independentemente da intervenção de Saul ou de quaisquer nações. Contudo, o salmo também tem seu cumprimento profético no Messias, o Ungido de Deus. Assim, Davi é aqui um tipo de Cristo.
O texto deste salmo nos ensina que os povos que se levantam contra os planos do Senhor o fazem em vão. Movidos por Satanás, inimigo da obra de Deus, as nações bramam (v.25), isto é, se enfurecem. A palavra "bramar" era usada para se referir ao “bufar de um cavalo”. Assim, as nações se enfurecem (bufam) em vão, pois pensam coisas vãs (v. 25). Gosto da Nova Versão Transformadora que, sobre esses povos, enfatiza: “perderam tempo com planos inúteis”.
A fúria é intensa, e, por essa razão, levantaram-se os reis da terra, e os príncipes se ajuntaram contra o Senhor e contra o seu Ungido (v.26). A ideia é de guerra. Os reis e príncipes da terra se armaram para guerrear contra o Senhor e o Seu Messias.
Em conclusão, a Igreja viu no Salmo 2 um cumprimento do que estavam enfrentando naquele momento. Portanto, podemos dizer que todo levantamento do mundo contra a Igreja é equivalente a um levantamento contra o Messias.
Confiando no poder e na soberania divina (vv. 24b, 27,28)
Atos dos Apóstolos 4.24–28 (RC95)
[…] Senhor, tu és o que fizeste o céu, e a terra, e o mar, e tudo o que neles há[…] Porque, verdadeiramente, contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel, para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer.
A oração da igreja, em primeiro lugar, enfatizou a soberania divina. A palavra que foi traduzida por Senhor (v.24) é Despotes, de onde provém a nossa palavra brasileira “Déspota”, a qual significa “governante tirano”. John Stott diz que:
[O] termo [era] usado para denominar um proprietário de escravos e uma autoridade de poder inquestionável
Não é a primeira vez na Bíblia em que esta palavra se refere a Deus como soberano. Em Apocalipse 6.10, os santos oram a Deus dizendo: “Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador (despotes), não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra:”
Deus é o Soberano Senhor (ARA), que fez o céu, e a terra, e o mar, e tudo o que neles há (v.24). Com esta expressão, a Igreja estava afirmando que Deus é o Criador e, portanto, governa sobre a criatura.
Em conexão com o Salmo 2, onde os reis e príncipes se levantam contra o Senhor e o Seu Ungido, a oração afirmava que contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram não só Herodes, mas também Pôncio Pilatos (v.27). Este Herodes era Herodes Antipas, filho de Herodes, o Grande, tetrarca da Galileia e Pereia, e era conhecido como rei (Mt 14.9). Pôncio Pilatos foi nomeado por Tibério César para servir como governador da Judeia. Foi Pôncio Pilatos quem enviou Jesus a Herodes Antipas, e Lucas é o único a narrar o fato (Lc 23).
Contudo, tudo o que Herodes, Pilatos, os gentios (leia-se “romanos”) e os povos de Israel (v.27) podiam fazer contra Jesus nada mais era do que aquilo que a tua mão e o teu conselho tinha anteriormente determinado que se havia de fazer (v.28).
Em resumo, podemos dizer que os versículos 24 a 28 podem ser explicados da seguinte forma:
Os poderosos da terra têm se levantado contra o Messias, de tal maneira que todo levante contra a Igreja é um levante contra o Messias. No entanto, Deus é soberano e domina sobre sua criação. Tudo o que fizeram e fazem contra Jesus e sua Igreja é parte do plano redentivo de Deus, de tal modo que o Senhor jamais é derrotado e nem pego de surpresa. De tal modo que podemos dizer que a mão de Deus, isto é, o seu poder, e o conselho divino, ou seja, a sua resolução, previamente já haviam determinado”.
Aplicação Prática
Devemos enxergar na nossa comunidade de fé uma família em quem devemos confiar
Toda família tem defeitos e qualidades, mas é família. Família você ama e cuida, família você compartilha seus planos e adversidades. A Igreja é a família de Deus e a sua família também!
É sempre importante testemunhar para a edificação da Igreja
O testemunho daquilo que Deus fez a você é muito importante e pode edificar vidas. Ele deve servir de encorajamento às pessoas para que elas busquem a Deus em tempos de necessidade. Porém, tenha cuidado para não se gabar enquanto testemunha. A glória não deve ser para você! Pedro e João não deram palavras corajosas diante do Sinédrio porque eram homens valentes, nem tampouco curaram o aleijado porque eram superpoderosos. Tudo quanto fizeram foi no poder do Espírito Santo.
Precisamos orar sobre o que a Palavra nos ensina a orar
Tiago diz: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites” (Tg 4.3). É natural termos as nossas preocupações e pedirmos a Deus pelas nossas necessidades. No entanto, a Bíblia nos ensina que a preocupação de Deus com o mundo tem a ver com a redenção da humanidade. Com isso, quero dizer que a nossa oração deve procurar se alinhar com o propósito de Deus ao mundo. Muitas vezes pedimos sobre nós e não sobre o Reino. Quando oramos sobre a Palavra de Deus, oramos pelo propósito de Deus. Uma oração de um crente sincero, no nome de Jesus, alinhada à vontade de Deus, sempre será atendida. A igreja não orou pelos seus próprios interesses, mas pediu a Deus que lhes desse coragem para enfrentar as adversidades a fim de que o Reino de Deus pudesse ser expandido. Essa não foi uma oração mesquinha.
Em tempos difíceis, um bom remédio é confiar no poder e na soberania de Deus
Há momentos em que não vemos solução para os nossos problemas. Nesse tempo, é comum nos desesperarmos. A ansiedade é considerada como um dos males do século. Cada dia mais estamos preocupados com o amanhã. Contudo, precisamos nos lembrar que o Senhor é o Criador dos céus, da terra, do mar e de tudo o que neles há. Isso significa que ele tem o controle absoluto sobre tudo e que nada vai acontecer que não seja minimamente permissão dEle. Coloque suas questões na mão de Deus, confie em sua soberania e no seu poder.
Recapitulação
Vimos até aqui que uma das formas de se enfrentar a adversidade é confiando na soberania e no poder de Deus. Essa foi a reação principal da Igreja quando Pedro e João testemunharam o que lhes havia ocorrido no Templo e no Sinédrio. No entanto, a Igreja não apenas confiou em Deus, como também lhe pediu coragem para enfrentar as adversidades.

II - PEDIR CORAGEM DIANTE DAS ADVERSIDADES (vv. 29-30)

Os dois pedidos feitos (v. 29)
Atos dos Apóstolos 4.29 RC95
Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra,
Depois de exaltarem a Deus e demonstrarem confiança em Sua soberania e poder, os crentes sentem-se confortáveis para fazer suas petições. Eles fazem dois pedidos a Deus:
Em primeiro lugar, eles pedem para a Deus que olhe para as suas ameaças (v.29). O pedido aqui é para que Deus atente para as ameaças sofridas, isto é, que estas ameaças não passem despercebidas. John Stott nos chama atenção para a petição e esclarece que:
Não era uma oração pedindo que suas ameaças caíssem sob o julgamento divino ou que não fossem cumpridas, para que a igreja pudesse permanecer em paz e segurança, mas simplesmente que Deus olhasse para elas, que se lembrasse delas.
Na mesma linha, encontra-se Simon Kistemaker ao dizer:
É interessante que [...os] crentes […] Não pedem proteção contra a perseguição que inevitavelmente se seguirá quando proclamarem as boas-novas. Eles sabem que Deus está no controle de cada situação, como confessaram com o Salmo 2. Estão confiantes de que ele não permitirá que seu plano e propósito sejam frustrados pelas autoridades do povo.
Em segundo lugar, a petição era para que o Senhor concedesse aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra (v.28). A Igreja ao ouvir o corajoso relato de Pedro e João entendeu que era necessário que eles também fossem ousados para anunciar o evangelho sem temor algum.
Sinais de confirmação (v. 30)
Atos dos Apóstolos 4.30 RC95
enquanto estendes a mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome do teu santo Filho Jesus.
A Igreja Primitiva entendia que milagres confirmavam a mensagem do evangelho. Muitos deles foram discípulos de Jesus, e o Senhor os instruiu quanto a isso:
Marcos 16.17 RC95
E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas;
Assim, milagres são a confirmação do poder de Deus e da veracidade da Sua Palavra na boca dos seus discípulos.
Por esta razão, a palavra enquanto (v.30) parece conectar-se ao versículo anterior. Deste modo, os crentes podem estar dizendo: “enquanto pregamos com ousadia”, logo, estendes a mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Filho Jesus (v.30).
Enquanto a Igreja pregava com ousadia, Deus não fazia apenas sinais (v.30), que pode ser traduzido como “milagres”, mas o Senhor também operava prodígios (v.30), uma espécie de milagres realmente espantosos.
Aplicação prática
Os dois pedidos
Uma oração eficaz é aquela realizada conforme a vontade de Deus
Os crentes não pediram que livrasse das ameaças, mas que Deus se atentasse à elas. Eles entenderam, na Palavra de Deus, que as ameaças eram parte do plano de Deus, de tal modo que não adiantava pedir livramento das ameaças. Às vezes queremos algo e não verificamos se isto está alinhado à vontade de Deus. E quando o nosso pedido não está de acordo com a vontade de Deus, não vemos resposta da nossa oração e nos desanimamos. Por esta razão, é importante observar se o que queremos está de acordo com a Palavra de Deus.
Deus espera de nós coragem
Os crentes não pediram que o Senhor entrasse na frente e derrubasse os inimigos da igreja, mas pediu coragem para enfrentar os desafios. Não devemos ter medo do mundo, precisamos de coragem para avançar! Quando uma dificuldade surgir, lembre-se que Deus está sobre todas as coisas e que com Ele você é mais que vencedor! (Rm 8.37).
Recapitulação
Temos visto até aqui a reação da igreja diante da adversidade surgida. Vimos que quando Pedro e João testemunharam as ameaças do Sinédrio, a Igreja orou a Deus. Em primeiro lugar, confiando em seu poder e soberania; em segundo lugar, pedindo coragem para enfrentar os desafios. O que veremos daqui para frente não é mais o que a Igreja fez, mas sim a resposta que Deus deu àquela oração.

III - O QUE DEUS FAZ EM RESPOSTA A UMA ORAÇÃO ALINHADA À SUA VONTADE? (v. 31)

Quando afirmo que a oração da Igreja estava alinhada à vontade de Deus, o faço com muita tranquilidade, pois esta oração estava fundamentada na Palavra de Deus, como vimos a pouco.
Vejamos então o que Deus faz.
Deus sacode o ambiente (v. 31a)
Atos dos Apóstolos 4.31 (RC95)
E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos […]
Ao término da oração, ou, nas palavras de Lucas: E, tendo eles orado (v.31), moveu-se o lugar em que estavam reunidos (v.31).
A palavra “mover” significa aqui “sacudir”, e lembra muito a experiência de Paulo e Silas na prisão em Filipos (At 16.26). Naquela ocasião, Deus enviou um terremoto que sacudiu a prisão.Não sabemos exatamente como Deus sacudiu o lugar onde a igreja orava; pode ter sido até por meio de um terremoto. Contudo, duas verdades são vistas daqui para frente:
Deus sacudiria o mundo com a pregação do evangelho; e
Aqueles discípulos não seriam mais abalados por nada, pois já tinham sido sacudidos pelo Senhor.
O que Deus deu naquele momento (v. 31b)
Atos dos Apóstolos 4.31 (RC95)
[…] e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.
Neste ponto, observamos algo interessante. Vemos aqui uma discrepância entre o que os crentes pediram e aquilo que o Senhor lhes concedeu. Os irmãos pediram ousadia (v. 29) e todos foram cheios do Espírito Santo (v. 31b). Como consequência de receberem a plenitude do Espírito, eles anunciavam com ousadia a palavra de Deus (v. 31b).
Com isso, não quero dizer que os crentes estavam pedindo mal. O que quero dizer é que a sabedoria de Deus, ao entender a nossa necessidade, vai além do que pedimos. Deus sabe exatamente o que o crente está pedindo e como suprir eficazmente suas necessidades.
Aplicação prática
Deus sacode o ambiente
Às vezes, precisamos do sacudir de Deus
Situações embaraçosas podem nos acontecer para que o Senhor possa nos acordar para a realidade do Seu Reino. Foi assim com o carcereiro de Filipos, Deus enviou um terremoto para ele pudesse se perguntar: “O que é necessário que eu faça para me salvar?” (At 16.31). Do mesmo modo, Deus permitiu a perseguição contra a Igreja para que ela orasse pedindo ousadia. Nem sempre Deus vai fazer um tremor literal no ambiente, mas Deus sempre fará um crente tremer diante de sua presença. E, às vezes, tudo o que precisamos é do sacudir de Deus. O crente quando é sacudido por Deus não treme diante das adversidades.
O que Deus deu naquele momento
Há pouco, citei Tiago dizendo que não recebemos o que pedimos porque pedimos mal (Tg 4.3), mas às vezes pedimos bem, contudo nos enrolamos no que pedir. A igreja pediu ousadia e Deus deu plenitude do Espírito Santo. O fato é que com a plenitude é que viria a coragem. O que estou dizendo é que Deus sabe o que precisamos até quando pedimos bem, embora tenhamos pedido errado. Assim é que o “Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rm 8.26).

CONCLUSÃO

Ninguém gosta de passar por situações difíceis. No entanto, todos nós enfrentamos momentos de adversidade. A Igreja do Senhor, além de passar por adversidades como qualquer pessoa ou instituição, ainda tem o fato de que pode ser o plano de Deus que a Igreja enfrente dificuldades, a fim de moldar a sua Noiva e aperfeiçoá-la. Portanto, em momentos assim, precisamos saber como reagir. Este estudo se fundamenta nisso: em como devemos enfrentar as adversidades. Que possamos confiar em Deus, em Sua soberania e poder, e clamar a Ele em meio às dificuldades, sempre visando o Seu Reino e alinhando nossos pedidos à vontade soberana do nosso Criador. Certamente, se assim fizermos, o Senhor bradará do céu, sacudindo nosso ser e nos concedendo o que precisamos.
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