UM SÓ BATISMO
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INTRODUÇAO
1 - Texto Base:
2 - Contexto:
Data
É geralmente aceito que Efésios é uma das Cartas da Prisão, junto com Colossenses, Filemom e Filipenses. Paulo se intitula “Eu Paulo, o prisioneiro” no capítulo 3, versículo 1 (também 4.1). Mas a questão é: de qual prisão? Paulo foi preso em Filipos (At 16.19–34), Cesareia (23.23–26.32), e Roma (28.11–31), assim como em Éfeso (implícito) no final de sua terceira viagem missionária (At 19.35–41; 1 Co 15.32). Dois podem ser dispensados; as prisões de Filipos e Éfeso foram muito breves para serem aqui consideradas de algum modo.
A escolha, então, é entre Cesareia e Roma. Em Cesareia, Paulo esperou em uma situação de reclusão por dois anos enquanto o governador, Félix, esperava por um tipo de suborno, e os líderes de Jerusalém pressionaram pedindo pela execução de Paulo. Como muito pouco aconteceu durante este tempo, o tipo de envolvimento no ministério do evangelho na região que encontramos nas Cartas da Prisão, claramente não ocorreram enquanto Paulo estava na prisão de Cesareia. Os detalhes da situação fazem com que Roma se encaixe muito melhor. Paulo esteve na prisão em Roma de 60–62 d.C., e Filipenses foi escrito no final desse tempo, pouco antes Paulo soube sobre sua situação (Fp 1.20–23; 2.23–24). É debatido qual dos dois – Colossenses ou Efésios – foi escrito primeiro, mas é mais provável que Efésios tenha expandido o material e conteúdo em Colossenses do que Colossenses abreviado como Efésios. Assim é melhor visto até o momento a escrita de Efésios em 61–62 d.C., depois de Colossenses, talvez em um momento mediano de seu julgamento em Roma. Paulo entregou a carta, junto com Colossenses e Filemom, para Tíquico. Assim, enquanto as três cartas (Colossenses, Filemom e Efésios) foram escritas durante um período de três ou quatro meses, elas provavelmente foram enviadas por meio de Tíquico ao mesmo tempo.
Efésios é uma das quatro denominadas “cartas da prisão”, uma vez que foram escritas enquanto seu autor estava preso (Fp 1.12,13; Cl 1.24; Ef 3.13; 4.1; 6.20; Fm 1) em Cesareia (At 23.23–32) ou em Roma (At 28.11–30). O mais provável é que tenha sido em Roma, pela referência à “guarda do palácio” (Fp 1.13) e aos “que pertencem à casa de César” (Fp 4.22). Se a carta foi escrita a partir de Cesareia, a data seria entre os anos 59 e 61 d.C.; se escrita em Roma, entre 61 e 64 d.C.
No capítulo quatro, ele descreve a maneira pela qual o Senhor governa e protege sua igreja, que é, por meio do evangelho, proclamado pelos homens. Daí segue-se que não se pode conservar nenhum outro meio sólido, e que esse é o alvo da genuína perfeição. O desígnio do apóstolo é confiar aos efésios o ministério pelo qual Deus reina entre nós.
1. Soteriologia (Doutrina da Salvação)
2. Cristologia: O Cristo exaltado
3. Eclesiologia (Doutrina da Igreja)
4. A guerra espiritual: Cristo derrotou os poderes cósmicos e deu seu impetuoso poder à igreja para ser vitoriosa sobre essas forças malignas.
3 - Objetivos:
4 - Proposição:
ARGUMENTAÇÃO:
I - A NECESSIDADE DO BATISMO Mc 16.16
II - A FORMA DO BATISMO Ef 4.5
“Um batismo” refere-se muito provavelmente ao batismo nas águas, embora poderia incluir a ideia de Paulo de ser “batizado em Cristo” em Gálatas 3.27,28. Embora ambos estejam incluídos aqui, a ênfase não é tanto no rito do batismo, mas em seu significado teológico, mas simbolizando a união com Cristo em sua morte e ressurreição (Rm 6.1–3) e a realidade unificadora de ser “batizado por um Espírito para formar um só corpo” (1Co 12.13). Todos os santos estão unidos por sua experiência comum de batismo e pela incorporação ao corpo de Cristo que isso significa. Eles foram feitos um com Cristo e, por meio dele, uns com os outros.
(6) One baptism: there is one initiatory rite, in which all believers engage, and it is the one symbolic and public demonstration of the believer’s response to God’s grace in Christ. It is quite unlikely that by “one baptism” the writer meant one form of baptism (among various forms), or that the rite was administered only once (not twice or several times).*
A literal translation of one baptism can be misunderstood, either as a single form of baptism or as baptism on only one occasion. The reference here is to the fact that this baptism was a baptism as a follower of Christ and not, for example, as a disciple of John. Accordingly it may be more satisfactory to translate one baptism as “one person in whose name we are baptized” or “one person for whom we are baptized.” Or else, “one purpose for which all of us are baptized”
III - A URGÊNCIA DO BATISMO At 22:16
CONCLUSÃO:
REFERÊNCIAS:
5 A fórmula parece uma aclamação batismal. Tem a sua origem na aclamação a Jesus-Kyrios (Senhor) (cf. Fl 2,11; 1Cor 8,6; 12,3). A liturgia batismal completou a aclamação ao único Senhor, introduzindo a unidade do batismo e da fé que lhe é ligada. No concreto esta fórmula completa e exalta a unidade da Igreja. Um Senhor da Igreja, uma fé que faz a Igreja, um batismo na origem da Igreja.
