NÃO TROQUE SEU CHAMADO POR UM PRATO DE LENTILHAS
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NÃO TROQUE SEU CHAMADO POR UM PRATO DE LENTILHAS
NÃO TROQUE SEU CHAMADO POR UM PRATO DE LENTILHAS
Texto Base: Gênesis 25:29-34
Gênesis 25.29–34 (BSAS21)
Jacó havia feito um guisado, quando Esaú chegou do campo, faminto;
e Esaú disse a Jacó: Deixa-me comer desse guisado vermelho, porque estou faminto. Por isso se chamou Edom.
Jacó respondeu: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura.
Então Esaú afirmou: Estou a ponto de morrer; de que me servirá o direito de primogenitura?
Então Jacó disse: Jura-me primeiro. Ele jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó.
Jacó deu pão e o guisado de lentilhas a Esaú; ele comeu e bebeu; e, levantando-se, seguiu seu caminho. Assim Esaú desprezou o seu direito de primogenitura.
Introdução
A história de Esaú é um alerta para todos nós que fomos chamados por Deus para servi-lo. Esaú trocou um direito eterno por uma satisfação momentânea. Muitas vezes, somos tentados a fazer o mesmo: desprezamos o privilégio de servir ao Reino de Deus quando as coisas não saem como planejamos, quando nos sentimos cansados ou desanimados.
Deus nos deu dons e oportunidades para servirmos com alegria e amor, mas será que estamos valorizando isso? Nesta noite, quero encorajá-lo a nunca abrir mão do que Deus confiou a você. Não troque o seu privilégio de servir por “um prato de lentilhas” — porque se aborreceu, porque não gosta do seu pastor, não gosta da sua liderança, porque as coisas não estão acontecendo conforme o seu desejo.
A história de Esaú é um alerta poderoso para todos nós que fomos chamados por Deus a servi-Lo. Esaú trocou um direito eterno — a primogenitura, um chamado divino com bênçãos espirituais e materiais — por uma satisfação momentânea, um simples prato de lentilhas. Isso nos leva a refletir sobre a seriedade de nossas escolhas e prioridades.
Muitas vezes, em nossas vidas, enfrentamos desafios semelhantes: somos tentados a abrir mão do privilégio de servir ao Reino de Deus por causa de frustrações, desânimos ou conflitos pessoais. Quando as coisas não saem como planejamos, ou como queremos, ou quando o cansaço e a desmotivação se instalam em nosso coração, e com isso corremos o risco de agir como Esaú, priorizando o que é temporário em detrimento do que é eterno.
Deus, em Sua graça, nos deu dons, chamados e oportunidades para servi-Lo com alegria e amor. Mas a pergunta é: estamos valorizando o que Ele confiou a nós? Ou temos tratado nosso chamado com leviandade, permitindo que mágoas, preferências pessoais ou dificuldades nos afastem de nosso propósito?
Nesta noite, quero encorajá-lo a nunca abrir mão do que Deus confiou a você. Não permita que a mágoa, o descontentamento ou o desânimo sejam o seu “prato de lentilhas”. Não despreze o privilégio de servir, seja por desavenças com a liderança, por diferenças com seu pastor, ou porque as coisas não estão acontecendo como você esperava.
Lembre-se: a escolha de Esaú teve consequências irreversíveis. Ele buscou a bênção com lágrimas (Hebreus 12:16-17), mas o arrependimento chegou tarde demais. Que isso sirva como um chamado para valorizar aquilo que Deus nos confiou. Nosso chamado é precioso demais para ser trocado por algo tão pequeno e passageiro.
Entenda:
“Servir ao Reino de Deus é um privilégio inestimável. Não permita que as dificuldades ou desânimos o levem a abandonar o que Deus colocou em suas mãos.”
“Servir ao Reino de Deus é um privilégio inestimável. Não permita que as dificuldades ou desânimos o levem a abandonar o que Deus colocou em suas mãos.”
Corpo do Sermão
1. O SERVIÇO AO REINO É UM PRIVILÉGIO, NÃO APENAS UM DEVER
1. O SERVIÇO AO REINO É UM PRIVILÉGIO, NÃO APENAS UM DEVER
“Deus nos escolheu para participar de Sua obra, e isso é uma honra, não uma obrigação.”
“Deus nos escolheu para participar de Sua obra, e isso é uma honra, não uma obrigação.”
Explicação do Texto:
O direito de primogenitura representava um privilégio especial para Esaú: ele seria o herdeiro de uma bênção espiritual e material. No entanto, ele não valorizou esse direito e o trocou por algo que parecia urgente, mas era insignificante.
O direito de primogenitura era algo de enorme significado e privilégio nos tempos bíblicos. Ele representava não apenas uma herança material, mas, sobretudo, um legado espiritual. Esaú, como primogênito, tinha o privilégio de ser o herdeiro de promessas que vinham desde Abraão: a bênção de Deus sobre sua descendência e a liderança de sua família. Contudo, ele não valorizou esse direito. Movido pela pressa e pelo desejo de satisfazer uma necessidade imediata, Esaú trocou algo eterno e valioso por algo urgente, mas insignificante — um simples prato de lentilhas.
Essa atitude revela algo muito importante: o que valorizamos determina o que escolhemos. Esaú não reconheceu a verdadeira importância de sua primogenitura e, por isso, abriu mão dela por algo que satisfaria apenas o momento. Sua decisão foi impulsiva e baseada em suas circunstâncias temporárias, e não na visão das bênçãos futuras que Deus havia prometido.
Quantas vezes somos levados a agir da mesma forma? Quando somos pressionados por dificuldades, emoções ou até mesmo por desânimo, somos tentados a trocar bênçãos eternas por satisfações passageiras. Isso pode acontecer em várias áreas de nossas vidas, como:
• Desprezarmos nosso chamado ministerial por causa de desentendimentos ou frustrações.
• Negligenciarmos o tempo com Deus em troca de distrações ou compromissos passageiros.
• Abrirmos mão de princípios espirituais para agradar aos outros ou resolver situações momentâneas.
A história de Esaú é um alerta para cada um de nós: será que temos dado mais valor ao urgente do que ao eterno? Não permita que os desejos do momento ou as insatisfações do momento façam você abrir mão do propósito de Deus para sua vida.
Lembre-se de que o que Deus confiou a você tem valor eterno. Seja firme em sua fé, aprenda a esperar pelo tempo certo e mantenha o foco no que é realmente importante. Afinal, um prato de lentilhas sempre parecerá atraente no momento, mas nunca terá o valor das promessas de Deus para você.
Aplicação:
Nunca veja o serviço como um fardo, mas como uma honra. Servir ao Senhor é um privilégio que muitos desejariam ter. Não permita que o desânimo ou as frustrações o façam desprezar essa bênção.
Da mesma forma, Deus confiou a você dons, talentos e oportunidades únicos para servi-Lo, e isso é uma demonstração de Sua graça e confiança em você. O serviço ao Senhor não é uma obrigação pesada, mas um presente valioso — um privilégio que reflete nosso lugar na família de Deus. Enquanto muitos gostariam de ter essa oportunidade, você foi escolhido para fazer parte da obra do Reino. Por isso, não deixe que o desânimo, as frustrações ou as dificuldades roubem sua alegria e propósito. Lembre-se: o que você faz para Deus tem valor eterno, e Ele vê cada esforço com amor e aprovação.
Comentário de Autor:
Charles Spurgeon disse: “Nenhuma obra feita para Deus é pequena. A grandeza está em quem você está servindo, não na tarefa em si.”
Ilustração:
Imagine um jovem que recebe uma oferta para trabalhar diretamente com o presidente de uma nação. Ele jamais veria isso como uma obrigação, mas como uma oportunidade única. Agora pense: você foi chamado para trabalhar com o Rei dos Reis!
2. NÃO TROQUE O ETERNO PELO TEMPORÁRIO
2. NÃO TROQUE O ETERNO PELO TEMPORÁRIO
“O prato de lentilhas sempre parece atraente, mas nunca vale o preço que você paga.”
“O prato de lentilhas sempre parece atraente, mas nunca vale o preço que você paga.”
Explicação do Texto:
Esaú agiu por impulso, pensando apenas no momento. Ele trocou algo de valor eterno por uma satisfação momentânea. O problema não era apenas a fome, mas o desprezo que ele demonstrou pelo que era valioso.
Aqui está uma versão mais completa e enriquecida do trecho:
Esaú é um exemplo claro de alguém que agiu por impulso, pensando apenas no momento presente. Ele trocou algo de valor eterno — a primogenitura, que era um direito espiritual e material — por uma satisfação momentânea. É importante perceber que o problema não estava apenas na fome que ele sentia, mas no desprezo que ele demonstrou pelo que era realmente valioso.
As vezes quando abrimos mão do que Deus tem nos entregado, pensamos que estamos aliviados, ou ate mesmo pensamos, vai sair antes que o barco afunde, quero ver o que farão sem mim. NÃO SABEMOS NÓS QUE ESTAMOS PREJUDICANDO A NÓS MESMO.
A fome era legítima, e o desejo de saciá-la é algo natural, mas o verdadeiro erro de Esaú foi tratar o que era sagrado como algo comum. Ele não enxergou a importância de seu direito como primogênito, algo que estava diretamente conectado às promessas de Deus. Ao trocar a primogenitura por um prato de lentilhas, Esaú revelou o que estava em seu coração: uma visão limitada e imediatista, sem consideração pelo propósito eterno de Deus para sua vida.
Quantas vezes, em nossas vidas, também corremos o risco de agir como Esaú? Ao enfrentarmos pressões, cansaço ou frustrações, podemos ser tentados a abrir mão de nossos valores espirituais, de nossa fé e de nosso chamado, em troca de algo que nos oferece uma solução rápida, mas que é passageira e sem valor eterno.
Esaú nos ensina que:
1. Decisões impulsivas podem trazer consequências irreversíveis. Assim como Esaú buscou sua bênção com lágrimas e não pôde recuperá-la (Hebreus 12:16-17), escolhas baseadas no momento podem nos afastar de propósitos maiores. Olha o que diz em Hebreus 12.16,17 “Ninguém seja imoral ou profano, como Esaú, que por uma simples refeição vendeu o seu direito de primogenitura. Porque sabeis que, mais tarde, querendo ele ainda herdar a benção, foi rejeitado; e não achou lugar de arrependimento, ainda que buscasse com lágrimas”.
2. Desprezar o que é valioso aos olhos de Deus é um grave erro. Não podemos tratar o que Deus nos deu — nosso chamado, nossa fé e nossas promessas — como algo comum. Isso é uma falta de reverência e demonstra que não entendemos o peso do que nos foi confiado.
3. O urgente nunca deve substituir o eterno. Esaú priorizou o urgente (sua fome) e desprezou o eterno (sua primogenitura). Isso nos ensina a olhar além das circunstâncias imediatas e confiar no tempo e nos planos de Deus.
Que a história de Esaú sirva como um alerta para cada um de nós. Não permita que o momento presente determine o valor que você dá às promessas e ao propósito de Deus em sua vida. Lembre-se de que o que é de valor eterno nunca deve ser trocado pelo que é passageiro.
Aplicação:
Quantas vezes, em momentos de desânimo ou frustração, somos tentados a abandonar o que Deus nos confiou? Talvez você já tenha pensado: “Isso não vale mais a pena” ou “Estou cansado e não vejo resultado.” Ou, em alguns casos, deixamos de fazer o que Deus nos chamou a fazer por pirraça, como se nossa inércia fosse uma forma de “responder” ao que não saiu como queríamos. Mas lembre-se: quando deixamos de servir, não é Deus quem perde — somos nós. Perdemos a alegria, a intimidade com o Pai, a sensação de propósito e até o crescimento espiritual que vem da obediência. Deus confiou algo eterno em suas mãos, algo que pode impactar vidas para sempre. Não troque isso por uma reação momentânea ou por algo passageiro que nunca preencherá o vazio que o abandono do serviço deixará em seu coração.
Curiosidade Cultural:
Na cultura do Oriente Médio antigo, o direito de primogenitura era altamente valorizado. Ele não apenas garantia uma porção dobrada da herança, mas também a liderança espiritual da família. Esaú, porém, não enxergou o valor disso.
Histórias Relacionadas:
Podemos contrastar Esaú com José. Mesmo enfrentando prisões e injustiças, José permaneceu fiel ao que Deus tinha colocado em suas mãos. Ele esperou pelo tempo de Deus e foi recompensado grandemente.
Ilustração:
Certa vez, um atleta promissor desistiu de sua carreira por causa de um contrato pequeno, apenas para descobrir que sua paciência teria rendido algo muito maior. Assim é quem abre mão do que Deus tem para entregar-se ao imediatismo.
3. AME O SERVIÇO AO SENHOR MAIS DO QUE AS CIRCUNSTÂNCIAS
3. AME O SERVIÇO AO SENHOR MAIS DO QUE AS CIRCUNSTÂNCIAS
“Não sirva porque é fácil; sirva porque você ama a Deus.”
“Não sirva porque é fácil; sirva porque você ama a Deus.”
Explicação do Texto:
Esaú desprezou sua herança porque olhou apenas para o aqui e agora. Ele não tinha uma visão de longo prazo e não entendeu o valor do que tinha em suas mãos.
Esaú é um exemplo trágico de alguém que desprezou sua herança, porque escolheu viver apenas para o aqui e agora. Ele não tinha uma visão de longo prazo, e isso o levou a subestimar e trocar algo de valor eterno por uma satisfação momentânea. Esaú não entendeu o peso do que tinha em suas mãos.
A primogenitura era muito mais do que um benefício material. Ela carregava um significado espiritual profundo, incluindo a continuidade das promessas de Deus feitas a Abraão e Isaque. No entanto, Esaú mostrou que para ele essa bênção não passava de algo comum. Ele estava tão focado em sua necessidade imediata — a fome — que perdeu de vista o propósito maior de Deus para sua vida e para sua descendência.
Esaú nos ensina um princípio importante: quando olhamos apenas para o presente, desprezamos o eterno. Ele trocou o que era sagrado pelo que era passageiro. Isso revela sua falta de discernimento e seu apego ao que é terreno e imediato, em vez de valorizar o que era espiritual e eterno. QUANDO ABRO MÃO DE FAZER ALGO PARA DEUS, OLHANDO APENAS O PRESENTE, EU ESTOU NA VERDADE MENOSPREZANDO O QUE É ETERNO.
Reflexões para nós hoje:
• Quantas vezes somos tentados a agir como Esaú, abrindo mão do que Deus nos deu por causa de pressões momentâneas?
• Será que estamos valorizando o chamado de Deus em nossas vidas, ou estamos tratando isso como algo comum?
• Temos uma visão de longo prazo, confiando no plano eterno de Deus, ou estamos presos às circunstâncias e emoções do presente?
Assim como Esaú, podemos cair no erro de desprezar aquilo que Deus confiou a nós porque estamos cansados, frustrados ou focados em resolver problemas imediatos. A história de Esaú nos desafia a ter uma visão maior — a visão de Deus — e a entender que as promessas dEle para nós têm valor eterno.
Lembre-se: o que você tem em suas mãos hoje, por menor que pareça, é algo precioso. Deus confiou a você um chamado, uma missão, uma herança espiritual que não deve ser desprezada. Não troque isso por algo momentâneo. A fome passa, mas as consequências de nossas escolhas permanecem.
Que possamos olhar para além do momento presente e viver com a eternidade em mente. Afinal, o que Deus colocou em nossas vidas tem um valor que jamais pode ser medido pelo aqui e agora.
Aplicação:
Ao servir ao Reino de Deus, é inevitável que enfrentemos dias difíceis, momentos de desânimo e, por vezes, situações de ingratidão. No entanto, nesses momentos desafiadores, é essencial trazer à memória o propósito maior: não servimos por reconhecimento humano ou porque tudo é perfeito, mas porque amamos a Deus. Esse amor é o combustível que nos mantém firmes.
Quem serve por amor, e não por circunstâncias, permanece fiel mesmo em meio às adversidades, porque sabe que está cumprindo um chamado maior. Lembre-se: nosso serviço não é em vão. Deus vê, valoriza e recompensa cada esforço feito com o coração sincero.
Comentário de Autor:
John Piper afirmou: “O verdadeiro serviço a Deus é sustentado pelo amor a Ele, não pela conveniência das circunstâncias.”
Ilustração:
Uma mãe cuida do filho recém-nascido, mesmo nas noites sem sono. Por quê? Porque ela o ama. Assim deve ser nosso serviço ao Senhor: movido pelo amor, não pelas circunstâncias.
4. DEUS É FIEL PARA RECOMPENSAR QUEM PERSEVERA
4. DEUS É FIEL PARA RECOMPENSAR QUEM PERSEVERA
“O que Deus colocou em suas mãos tem um propósito eterno — não desista antes de ver o cumprimento da promessa.”
“O que Deus colocou em suas mãos tem um propósito eterno — não desista antes de ver o cumprimento da promessa.”
Explicação do Texto:
Esaú não entendeu que, ao abrir mão do direito de primogenitura, ele também estava desprezando a bênção futura de Deus. Ele perdeu a oportunidade de participar de algo grandioso porque se deixou levar pela urgência do momento.
Esaú cometeu um erro fatal: ele não compreendeu que ao abrir mão do direito de primogenitura, também estava desprezando a bênção futura de Deus. Ele enxergou apenas o momento presente — sua fome e necessidade imediata — e ignorou as implicações eternas de sua decisão. Ao trocar algo sagrado por algo comum, Esaú não percebeu que estava abdicando de sua parte no plano grandioso de Deus para sua família e para toda a humanidade.
A primogenitura, naquele tempo, não era apenas uma questão de herança material. Ela estava diretamente ligada às promessas de Deus feitas a Abraão. O primogênito seria o herdeiro das bênçãos espirituais e se tornaria parte do cumprimento das promessas divinas. Ao trocar sua primogenitura por um prato de lentilhas, Esaú desprezou essa conexão com o propósito eterno de Deus.
Esse desprezo nos ensina uma lição importante: as bênçãos de Deus exigem que valorizemos o que Ele nos confiou, mesmo que as pressões do momento tentem nos desviar. Esaú perdeu a oportunidade de participar de algo grandioso, porque foi guiado pela urgência do momento.
O que podemos aprender?
1. A urgência do momento não deve decidir nossas escolhas. Esaú estava com fome, e sua necessidade era legítima. No entanto, ele colocou uma necessidade passageira acima de algo eterno. Quando deixamos que emoções, frustrações ou circunstâncias nos controlem, corremos o risco de abrir mão do que Deus preparou para nós.
2. Desprezar o que Deus nos deu é desprezar o próprio Deus. Quando Esaú trocou sua primogenitura, ele não estava apenas abrindo mão de um direito; ele estava tratando como insignificante a bênção e o propósito de Deus. Isso revela uma falta de temor e reverência que também pode ser um perigo para nós.
3. As bênçãos futuras exigem fidelidade no presente. Esaú perdeu sua participação em um plano eterno porque foi incapaz de esperar. Ele nos lembra que, muitas vezes, Deus nos chama a sermos pacientes e fiéis, mesmo em meio às provações, pois o que Ele tem para nós é infinitamente maior do que qualquer satisfação momentânea.
Aplicação prática:
• Quantas vezes, como Esaú, somos tentados a trocar o eterno pelo imediato?
• Será que estamos sendo fiéis com aquilo que Deus colocou em nossas mãos, mesmo quando as circunstâncias são desafiadoras?
• Temos dado valor às promessas de Deus ou permitido que pressões passageiras nos afastem do propósito dEle?
Lembre-se de que as promessas de Deus têm um peso eterno. Não permita que a urgência de um momento o faça abrir mão do que Deus tem preparado para sua vida. Esaú é um exemplo do que acontece quando vivemos sem perspectiva do futuro e sem valorizar o que é realmente importante.
Que possamos aprender a viver com visão de longo prazo, confiando no tempo de Deus e guardando com zelo o que Ele nos confiou. Porque as bênçãos de Deus nunca são pequenas, e seu propósito em nós é sempre grandioso.
Aplicação:
Esaú não compreendeu a gravidade de sua decisão ao abrir mão do direito de primogenitura. Ele não apenas negociou algo terreno, mas também desprezou a promessa divina e o propósito maior que Deus tinha reservado para ele. Movido pela urgência e pelos desejos imediatos, Esaú sacrificou o eterno pelo momentâneo, demonstrando uma falta de discernimento espiritual.
Assim como Esaú, muitas vezes somos tentados a desistir do que Deus nos confiou por causa de pressões, desânimos ou a falta de resultados imediatos. No entanto, Deus é fiel para cumprir Suas promessas. Mesmo que hoje pareça difícil enxergar os frutos do que você tem feito, lembre-se de que o Senhor honra aqueles que permanecem fiéis.
A palavra de 1 Coríntios 15:58 nos encoraja: “Sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.”
Continue a servir com amor e dedicação, confiando que, no tempo certo, Deus recompensará sua fidelidade. Não troque o eterno pelas urgências do momento. Confie no processo e no propósito de Deus, porque o que Ele colocou em suas mãos tem valor eterno.
Histórias Relacionadas:
Jesus, na cruz, poderia ter abandonado sua missão ao enfrentar o sofrimento. No entanto, Ele perseverou, sabendo que a glória futura era muito maior. Ele não desistiu de você; não desista d’Ele.
Já pensou que a gente desiste tão fácil? Somos ignorantes ao ponto de acharmos que estamos prejudicando uma liderança, ao invés de percebermos que nós somos os prejudicados.
Ilustração:
Imagine um agricultor que desiste de sua plantação porque não vê os frutos rapidamente. Ele perde toda a colheita que viria com o tempo. Assim também é no serviço ao Reino — a colheita vem no tempo certo.
Conclusão
Conclusão
Aplicação Final:
Você tem nas mãos algo precioso que Deus confiou a você. Não troque isso por conforto, desânimo ou distrações passageiras. Sirva ao Senhor com amor, sabendo que sua fidelidade será recompensada.
Impacto Pessoal e Comunitário:
Quando você valoriza o que Deus colocou em suas mãos, não apenas sua vida é transformada, mas também a de todos ao seu redor. Você é uma peça essencial no Reino de Deus.
Apelo Final:
Decida hoje a não abrir mão do privilégio de servir ao Senhor. Coloque seus dons, talentos e tempo à disposição d’Ele, confiando que tudo isso será usado para Sua glória e para a sua recompensa eterna.
Versículo Final:
1Coríntios 15.58 (BSAS21)
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre atuantes na obra do Senhor, sabendo que nele o vosso trabalho não é inútil.
