(Rm 14:1 - 15:3) Liberdade e Amor
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Hoje devemos aprender 3 coisas:
(1) A verdadeira liberdade consiste em servir a Deus e aos meus irmãos
(2) As obras de uma pessoa verdadeiramente livre são feitas com fé na Palavra de Deus
(3) Que a pessoa verdadeiramente livre foi comprada e liberta pelo sangue de Cristo Jesus, que a si mesmo se fez servo, para que eu fosse como ele e amasse como ele me amou e a si mesmo se entregou por mim.
Romanos 14.13 “Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão.”
Não nos julguemos. Paulo continua exortando contra o juízo injusto, o juízo temerário, arrogante e hipócrita. Dessa maneira não devemos nos julgar. Como Tiago diz:
Tg 4:11 Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. 12 Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?
Nós vimos que em certo sentido cabe a nós sim julgar uns aos outros para que não haja pecado em nosso meio. Que quando Paulo fala de irmãos fracos na fé aqui, ele não está falando de pessoas que vivem no pecado, mas de pessoas que tem uma consciência sensível com respeito a coisas que não são pecado em si, mas que por temor elas preferem não praticar. Então Paulo não está tratando de pecado em si mesmo, mas de questões secundárias, e do cuidado com a consciência de irmãos mais frágeis na fé, e que esses irmãos mais fracos na fé não devem julgar os que praticam coisas que eles consideram pecado, mas que não são pecado.
Tomai o propósito de não pordes tropeço. A palavra propósito aqui é muito parecida no grego com a palavra julgar, e significa “determinar” ou “resolver”. Paulo está usando um jogo de palavras pra dizer: que nosso juízo não seja de uns contra os outros, mas que determinemos não prejudicar uns aos outros. Paulo fala especialmente aos mais maduros na fé, para que não coloquem tropeço ou armadilha para os mais frágeis. Imagine que a nossa conduta pode fazer outra pessoa cair. Aqui essa queda ocorre quando uma pessoa de consciência mais fraca acaba fazendo algo que considera pecado pelo exemplo de outra pessoa. Ela pecou contra sua consciência.
Romanos 14.14–15 “Eu sei e estou persuadido, no Senhor Jesus, de que nenhuma coisa é de si mesma impura, salvo para aquele que assim a considera; para esse é impura. Se, por causa de comida, o teu irmão se entristece, já não andas segundo o amor fraternal. Por causa da tua comida, não faças perecer aquele a favor de quem Cristo morreu.”
Estou persuadido. Paulo orienta a que tenhamos convicção daquilo fazemos. Ele mesmo diz: Estou certo; estou convicto, persuadido, de que nenhum alimento é por si mesmo impuro. Ele sabe que pode comer qualquer coisa de consciência limpa. Mas uma coisa é importante no seu argumento: ele está persuadido “no Senhor Jesus”. Isso quer dizer que não basta que sua consciência não pese, mas que sua consciência esteja unida à Palavra de Deus, à Cristo. Nossa consciência, apesar de ser muito importante, de ser o lugar onde o Espírito Santo fala; apesar de que não devemos em geral ir contra nossa consciência, nem sempre nossa consciência está certa. Pra que nossa consciência esteja sempre certa, ela deve estar submetida à Bíblia, deve estar unida a Cristo. Eu não devo apenas ter convicção das coisas, mas essa convicção deve ser no Senhor Jesus. Aqui os crentes mais fracos podiam ter em sua consciência plena convicção de que comer certo alimentos era errado, mas eles estavam errados, e sua consciência também, ainda que a intenção deles fosse boa. Talvez você tenha plena convicção de alguma coisa em sua vida, mas você esteja errado, e talvez daqui a um tempo você perceba, e se pergunte: por que eu acreditava naquilo?! Por que eu agia assim?! Então você deve estar persuadido no Senhor.
Para esse é imunda. Paulo reafirma aqui o que já vimos, que toda comida pode ser comida livremente, nada é impuro, Jesus considerou, por causa da sua obra, puro todos os alimentos. Então já entendemos que aquela impureza de alguns alimentos no AT era impureza cerimonial. Os animais que são impuros por questão de higiene, se forem limpos podem ser ingeridos. Paulo diz que tem apenas uma exceção: é se alguém, por questão de consciência, considerar algo impuro. Então não deve comer, para não pecar contra a consciência, ainda que ela esteja errada nesse caso.
Uma coisa importante é que essas pessoas não eram mal intencionadas, elas eram bem intencionadas. Mas havia aquelas pessoas que viam impureza nas coisas, porque o coração delas era impuro.
Tito 1.15 “Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.”
Uma consciência corrompida pelo pecado, faz com que tudo seja impuro. Paulo está falando de falsos profetas que vê impureza onde não tem, por motivos maldosos, e não por fé, não por temor. Isso acontece irmãos quando nós queremos transferir a culpa que nós temos para as coisas fora de nós. Isso infelizmente acontece muito na igreja evangélica hoje. “Coisificar” o pecado, dizer que o pecado é tal e tal coisa ali fora, que o pecado não está em mim. Quando alguém diz: não fui eu, foi a bebida, foi a roupa, foi a comida. Mas Jesus não deu brecha pra isso, pois ele mesmo disse:
Marcos 7.18–23 “Então, lhes disse: Assim vós também não entendeis? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar, porque não lhe entra no coração, mas no ventre, e sai para lugar escuso? E, assim, considerou ele puros todos os alimentos. E dizia: O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem.”
Pare de ver pecado onde não tem, apenas pra fugir da sua própria culpa. Esses não são os de consciência fraca a que Paulo se refere aqui, mas são os de consciência corrompida, impura. Para esses tudo é impuro, por duas razões: porque eles entendem que a impureza está fora deles; e porque, por causa da sua própria impureza, eles sujam tudo o que tocam.Além disso, materializar o pecado assim é atribuir pecado a Deus, porque é dizer que o pecado está naquilo que Deus criou. Mas tudo o que Deus fez é bom.
1Timóteo 4.1–5 “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado.”
Já não andas segundo o amor. Mas aí Paulo volta a enfatizar, que essa liberdade de consciência, de comer o que quiser, não deve ser colocada por cima do amor. Há irmãos, que não são assim, que não têm essa intenção maligna, apóstata dos falsos profetas, e que devem ser amados. Por isso, é mais importante se abster de certar coisas por amor a esses irmãos, do que usufruir de toda liberdade.
Calvino: Não devemos tratar o uso das bênçãos divinas com tal indiferença que nossa utilização delas não esteja sujeita ao amor.
Não faças perecer. Você pode pensar: essa pessoa se preocupa com algo tão pequeno. Eu não vou deixar de fazer isso só por causa dela. Mas Paulo nos ensina a pensar: É algo tão pequeno pra que eu prejudique a fé do meu irmão. É melhor deixar de fazer do que fazê-lo cair.
Calvino conclui: O amor é violentado se nosso irmão se entristece por um motivo tão banal, pois levar alguém a entristecer-se é contrário ao amor. O valor do sangue de Cristo é destruído quando a consciência frágil é ferida; porquanto, mesmo o irmão mais fraco foi redimido pelo sangue de Cristo. É intolerável, pois, que esse irmão devesse ser destruído por uma questão de comida.
Romanos 14.16–17 “Não seja, pois, vituperado o vosso bem. Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.”
Não seja vituperado. Então aquilo que é bom, a nossa liberdade, a nossa comunhão, a verdade, o Reino, aquilo que é bom, acaba sendo vituperado, acaba sendo objeto de insulto, de injúria. Eu usei mal aquilo que Deus me deu, simplesmente porque eu não amei ao meu próximo, e agora aquilo que Deus me deu, pelo mau meu uso, está sendo desacreditado.
O Reino de Deus não é comida. Justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Isso é o resultado dentro do nosso coração quando não apenas cremos em Deus, mas amamos os nossos irmãos. E assim a igreja é cheia de alegria, paz e justiça. Esse é o reino de Deus. Pra que a gente seja possuído por essas virtudes, precisamos abandonar o nosso amor a coisas tão pequenas, tão inferiores, o nosso amor próprio. Você quer ser cheio de alegria genuína, alegria no Espírito, paz, justiça? Esteja vazio de amor próprio. Se purifique o egoísmo, do individualismo. Morra para si mesmo.
1Coríntios 8.8 “Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos.”
Eu não posso ser cheio da alegria no Espírito guando sou cheio de orgulho, de arrogância. Isso serve para o mais e para os menos imaturo. Nem a bebida, nem a ausência dela vai me fazer mais puro. Mas o amor a Deus e ao meu próximo. É esse amor que vai me ensinar o que eu devo usar ou deixar de usar, entendem? Esse amor vai definir o que eu vou comer, beber ou vestir, quando e como… O amor norteia a minha vida. Assim, tudo o que eu faço é para o outro. Esse é o valor que o mundo quer destruir, e tem sido bem sucedido em grande parte.
Romanos 14.18–21 “Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens. Assim, pois, seguimos as coisas da paz e também as da edificação de uns para com os outros. Não destruas a obra de Deus por causa da comida. Todas as coisas, na verdade, são limpas, mas é mau para o homem o comer com escândalo. É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa com que teu irmão venha a tropeçar [ou se ofender ou se enfraquecer].”
Não destruas a obra de Deus por causa da comida. O prejuízo que o mau uso da liberdade pode causar é tão grande, que Paulo diz que prejudicar a alma de um irmão, é como destruir a obra de Deus. É fazer perecer aquele por quem Cristo morreu. Veja o mal que o egoísmo pode causar. Veja o que amor próprio traz contra igreja do Senhor. Então Paulo explica que a cura pra isso é servir a Cristo, e servir a Paz. Ele diz: “aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens.” A verdadeira liberdade está no serviço. Perceba que eu não fui liberto pra fazer tudo o que eu quero. Porque se eu faço simplesmente tudo o eu quero eu me torno escravo de mim mesmo, e escravo do pecado, e eu volto àquela condição da qual Cristo me libertou. Mas eu fui liberto de mim mesmo, pra fazer aquilo que Deus manda que eu faça. Ser livre é ser escravo de Cristo. E a verdadeira liberdade está no amor. Amar o outro. Amar a Deus e amar ao próximo.
Calvino: Toda alimentação nos foi dada para que nos alimentemos, contanto que não ofendamos o amor. Portanto, fazer violência ao amor por causa de comida é tornar impuro aquilo que é em si mesmo puro.
Quando eu não amo eu torno impuro aquilo que é puro. Por isso Paulo diz: “Todas as coisas, na verdade, são limpas, mas é mau para o homem o comer com escândalo.” Sem amor não há liberdade. A minha liberdade deve servir ao amor.
A nossa Confissão de Fé tem um capitulo sobre a liberdade de Consciência, capítulo 20. Veja o que diz:
Capítulo XX: Da Liberdade Cristã e da Liberdade de Consciência
II. Só Deus é Senhor da consciência, e a deixou livre das doutrinas e dos mandamentos humanos...
IV. ...a liberdade que Cristo comprou não foram por Deus designados para destruir, mas para que mutuamente nos apoiemos e preservemos uns aos outros...
Romanos 14.22–23 “A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas é condenado se comer, porque o que faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado.”
Bem-aventurado é aquele que não se condena. Imagine que você se sinta livre pra fazer tal coisa, mas você faz de tal modo que prejudica a fé de outros. Sua liberdade não é mais liberdade. Você foi condenado. Liberdade não significa que vou simplesmente usufruir de tudo o que posso, mas que eu sei usufruir daquilo que posso, e vou usar de maneira apropriada aquilo que me é lícito. De forma que eu posso usar ou não, usufruir ou não daquela coisa. Um sinal de que eu não fui dominado por aquilo que sou livre pra usar, é também o fato de que talvez eu nunca use se eu não quiser. Vejam irmãos, Paulo era livre pra comer carne, mas ele disse que podia jamais comer a carne por causa da consciência dos irmãos, e isso era liberdade. Ele podia não comer, mesmo sabendo que era livre pra comer. A carne não o dominava. Você não precisa provar aos outros que você tem liberdade pra fazer certas coisas, desde que você tem paz com Deus em sua consciência, em saber que você tem liberdade pra fazer tal coisa, mas não o faz. “Beber não é pecado, mas eu nunca vou beber na frente de tal pessoa, porque isso à ofende.” Ou eu nunca mais vou beber na minha vida, porque isso pode fazer meu irmão cair”. Veja que você é livra da bebida, de tal modo que você, por esse liberdade, beber, ou simplesmente nunca mais beber. Eu sou livre. Mas o que vai determinar esse uso? O que vai determinar como eu bebo ou quando eu bebo? O que vai dirigir essa liberdade? O amor! Então imagine que alguém passou a vida como escravo, e depois de muitos anos aquela pessoa foi liberta. Então ela sai, livre, mas aí se pergunta: como eu vivo agora? O que eu devo fazer com essa liberdade? Deus disse: ame! Viva para o outro. Que ironia!
Tudo o que não provém de fé é pecado. Outro critério enfatizado por Paulo para o bom uso da liberdade é a fé. A fé fundamenta minhas obras. Tudo o que faço deve ser por fé. Sem fé é impossível agradar a Deus. Por quê? Porque tudo que é feito sem fé, é pecado. Maz Paulo coloca a fé aqui também como sinônimo de certeza. Agir com certeza de que aquilo que estou fazendo agrada a Deus, e está de acordo com a sua Palavra. O que você tem feito, o modo como você tem vivido, agrada a Deus? Está de acordo com a Sua Palavra? Você tem certeza disso?! Uma mente confusa é grande inimiga das nossas obras. Não faça ou fale algo que você tem dúvida se é do agrado de Deus ou não. Mas não só isso. Não basta que uma obra seja boa, seja moralmente correta, mas ela é para o Senhor? É por obediência ao Senhor, pra sua glória? Nesse sentido fé não apenas certeza, mas uma certeza fundamentada e oriunda da Palavra de Deus, do Seu Espírito. Assim, Calvino diz: O primeiro princípio, pois, do reto viver, para que nossas mentes não vivam em constante incerteza, consiste em repousarmos confiadamente na Palavra de Deus, fazendo o que ela nos manda.
Romanos 15.1–3 “Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos. Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação. Porque também Cristo não se agradou a si mesmo; antes, como está escrito: As injúrias dos que te ultrajavam caíram sobre mim.”
Porque também Cristo não agradou a si mesmo. Se você ainda está confuso quanto ao modo como você deve viver, se o amor e a fé não te fizeram compreender o que você deve fazer, então olhe pra Cristo. Olhe pra o seu amor e pra sua fé. Ele que levou sobre si nossas injúrias. É assim que devemos suportar as debilidades uns dos outros e não agradar-nos a nós mesmos. Cristo não agradou a si mesmo. É assim que a igreja é edificada. Quando nos amamos como Cristo nos amou e a si mesmo se entregou. Você tem morrido pelos seus irmãos? Seus dons são em benefício próprio, ou você usa apenas pra ganhar dinheiro? Deus te deu coisas pra que você edifique a Sua Igreja. Como ele disse antes, que devemos seguimos as coisas da paz. Que paz?! A paz da igreja. O Salmo 122 diz assim:
Salmo 122.8–9 “Por amor dos meus irmãos e amigos, eu peço: haja paz em ti! Por amor da Casa do Senhor, nosso Deus, buscarei o teu bem.”
Por amor dos meus irmãos, dos meus amigos, da minha família, do meu próximo, eu buscarei a paz em Jerusalém. A minha paz, a paz do meu irmão, depende da paz na Igreja. Como essa paz é conquistada? Cristo Jesus morreu por seu povo, não se agradando a si mesmo ele se entregou em nosso favor, para que nós fôssemos livres. Livres do que irmãos?
CFW 20:I: A liberdade que Cristo, sob o Evangelho, comprou para os crentes consiste em serem eles libertos do delito do pecado, da ira condenatória de Deus, da maldição da lei moral, e em serem libertos do poder deste mundo, do cativeiro de Satanás, do domínio do pecado, do mal das aflições, do aguilhão da morte, da vitória da sepultura e da condenação eterna; como também em terem acesso a Deus, em lhe prestarem obediência, não movidos por um medo servil, mas pelo amor filial e de espírito voluntário.
Assim aprendemos que:
(1) A verdadeira liberdade consiste em servir a Deus e aos meus irmãos
(2) As obras de uma pessoa verdadeiramente livre são feitas com fé, em obediência à Palavra de Deus
(3) Que a pessoa verdadeiramente livre foi comprada e liberta pelo sangue de Cristo Jesus, que a si mesmo se fez servo, para que eu fosse como ele e amasse como ele me amou e a si mesmo se entregou por mim.
