A necessidade de tirar proveito em situações extremas.
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Culto – A parábola do Administrador Astuto
Texto:Lucas 16- 1;9
Graça e Paz irmãos!
Ler o texto.
Introdução:
A Parábola do Administrador Astuto ou Mordomo Infiel como está descrito em algumas Bíblias.
Eu confesso irmãos que me assustei um pouco quando soube que hoje seria ministrado sobre essa parábola em especial, porque eu já a conhecia, já havia lido antes e como acontece muitas vezes dei a minha própria interpretação...
Não devemos mudar o que está escrito ou tentar interpretar de maneiras muitas vezes mirabolantes, pois isso sempre gera confusão!
Eu sempre lia senhor e automaticamente traduzia para Deus! E fazendo isso eu pensava: espera um pouco, esse homem foi incompetente e infiel, foi descoberto e para escapar das consequências agiu de forma desonesta e DEUS o admirou e ainda elogiou seu comportamento?
Não entendia...Mas para a glória de Deus, hoje, com a direção do Espírito Santo nós vamos aprender que não foi Deus que o admirou e sim como está claro na Bíblia o seu patrão.
– Mas Jesus não contaria essa parábola em vão e nós temos sim, ensinamentos preciosos para aprender com esse homem.
1º Ensinamento: Ele foi prudente e prevenido em relação ao porvir, (apenas nesse particular) sua atitude nos serve de exemplo.
Explicar o contexto:
O que é um mordomo ou administrador?
O que ele fez de errado?
Qual era o castigo previsto pela lei?
– fique claro que mesmo não tendo sido entregue a justiça parapagar na prisão por seus erros ele não conseguiria mais trabalho por causa dos seus erros e ficaria namais completa ruína o que para ele seria extremamente humilhante.
Qual foi sua atitude ao imaginar o futuro?
( A maneira como os descrentes entregam a vida para buscar as coisas do mundo – fama, comida e dinheiro – como se fossem indispensáveis deveria ser a nosso maneira de nos entregar e buscar ascoisas do reino pois estas sim são reias, primordiais e indispensáveis.)
A conduta do mordomo injusto, quando recebeu a notificação de demissão, foi inegavelmente hábil. Por mais desonesto que estivesse em
livrar-se das contas dos devedores, qualquer coisa que fosse devida ao seu senhor, ele certamente fizera para si mesmo amigos.
Perverso como era, elentinha um olhar para o futuro.
Desonroso como suas medidas foram, ele forneceu bem para si mesmo.
Ele não ficou parado na ociosidade e viu-se reduzido à pobreza sem luta.
Ele planejou e corajosamente levou seus planos à execução.
E o resultado foi que, quando ele perdeu uma casa, conseguiu outras.
Que contraste impressionante entre a conduta do mordomo sobre suas perspectivas terrenas e a conduta da maioria dos homens sobre suas almas! Nesse ponto de vista geral, e somente nisso, o mordomo nos coloca a todos um exemplo que devemos seguir bem.
Como ele, devemos olhar para afrente para as coisas do por vir.
2º Ensinamento: Ele se valeu dos bens materiais para buscar coisas imateriais: amigos, benevolência e gratidão.
Devemos fazer uso de todos os recursos, inclusive o dinheiro para fazer o bem, não esperando é claro a recompensa terrena, mas sim no porvir, esperando que nosso Deus que é quem nos recompensa por todo o bem que praticarmos o fará se ele assim desejar.
Ele era culpado! Foi Infiel! Foi demitido e não seria contratado em outro lugar por causa dos seus erros então ele arquiteta um plano bastante arriscado:
Ele chama os arrendatários de seu patrão (explicar) e reduz a divida deles pela metade.
Notemos que um devia 100 Cados de azeite, o que corresponde à produção de 146 oliveiras gerandouma divida de 1000 Denarios ou 10.000 dólares ou ainda 26.700 reais.O outro devia 100 alqueires de trigo, o que corresponde à produção de 42 hectares, gerando umadívida de 2500 Denarios ou 25.000 dólares ou ainda 66.750 reais.
Imaginem a reação dessas pessoas ao receberem descontos inesperados, em uma dívida justa queeles sabiam que iam ter que pagar, um recebe desconto da metade e o outro de 20%¿Imagine a reação delas¿ A Alegria que sentiram e o quanto devem ter se sentido gratos¿Ou seja, o administrador gerou gratidão e alegria através de um bem material como o dinheiro e provavelmente colheu os frutos dessa gratidão das pessoas depois.
Não podemos deixar de pontuar a questão do perdão e da generosidade: (Muito diferente da Parábola do servo impiedoso… Mateus 18. 21-35)
Não podemos deixar de pontuar a questão do perdão e da generosidade: (Muito diferente da Parábola do servo impiedoso… Mateus 18. 21-35)
Quando o mordomo infiel reduz as dívidas dos devedores de seu senhor, ele age de forma que pode ser vista como uma tentativa de "comprar" o favor das pessoas.
Isso pode ser interpretado, no contexto de Jesus, como um convite para praticarmos a generosidade, buscando promover o perdão e a reconciliação, sem interesses egoístas, mas com o propósito de construir relações baseadas no amor e no respeito mútuo.
Difernte do servo impiedoso que terminou preso, esse foi elogiado pelo seu senhor…
Rienecker diz que o princípio de poder aprender coisas boas de maus exemplos não deve ser aqui descartado.¹⁰ Certamente o fazendeiro elogiou não o caráter do mordomo, mas sua ação para se proteger.
Elogiou não sua infidelidade, mas sua sagacidade.
Elogiou não a maneira como ele lidou com o dinheiro alheio, mas como usou o dinheiro para preparar sua segurança futura.
Isso mostra que os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz.
Ou seja, se os filhos da luz usassem a mesma destreza para as coisas certas que os filhos do mundo usam para as coisas erradas, o reino de Deus avançaria com muito mais vigor.
CONCLUSÃO:
A necessidade de sabedoria na interação com o mundo (Contextualização, é como eu interajo com o mundo)
A necessidade de sabedoria na interação com o mundo (Contextualização, é como eu interajo com o mundo)
Jesus usa o exemplo do mordomo infiel para ilustrar como devemos ser sábios e prudentes na interação com o mundo e suas exigências. (Somos ligeiros em julgar)
Ex. Paulo no Areópago…
Ex. Diacono Ednilson…
Ele não nos exorta a agir de forma desonesta como o mordomo, mas sim a ser astutos no sentido de compreender as dinâmicas do mundo e usá-las para o bem, agindo com discernimento e sabedoria.
Efésios 5:15-17: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus. Por isso, não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.
Colossenses 4:5-6: “Andai com sabedoria para com os que estão de fora, remindo o tempo. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.”
Por acaso não temos uma missão muito maior dada pelo nosso Senhor como despenseiros damultiforme Graça de Deus?
As riquezas confiadas a nós não são muito maiores?
E como estamos administrando essas riquezas?
Estamos cumprindo o nosso papel, pregando oevangelho e dando testemunho verdadeiro de fé e vida em Cristo?
Teremos de prestar contas ao nosso Senhor um dia, mas nós temos algo que os administradores das coisas do mundo não tem, nós temos a Graça de Deus a nosso favor para nos capacitar e nos ajudar.
E Jesus nos ensina que se esse administrador desonesto resolveu seus problemas confiando na sagacidade, quanto mais nó, que temos Deus ajudará em suas crises aqueles que confiarem em sua misericórdia!
