Deus nos sustenta com o pão de cada dia
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Introdução
Introdução
Pergunta: Qual a sua preocupação?
Tema: Deus nos sustenta com o pão de cada dia
Tema: Deus nos sustenta com o pão de cada dia
1. Os discípulos e os seguidores de Jesus vivem em dificuldades
1. Os discípulos e os seguidores de Jesus vivem em dificuldades
Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?
O tempo de Jesus é uma época difícil. Israel tinha sido dividida em diversas colônias, onde as pessoas não vivem. Ao invés disso, sobrevivem.
A menos que seja um sacerdote, que controla o dinheiro depositado no Templo, um publicano, ou um nobre da corte de Herodes, os judeus vivem do que plantam ou criam, com dificuldades.
Galileia, Judeia e Pereia são circundados por desertos, dificultando a criação de gado e a agricultura. Não há muitas terras férteis, ao contrário de Samaria. O pouco que conseguem plantar e criar é para susbsistência, tendo ainda que pagar impostos.
Diante de dívidas enormes contraídas, pais de família vendem-se como escravos para que elas sejam pagos. E às vezes, vendem os filhos e filhas também.
A opulência da riqueza romana incomoda e constrange. A existência de publicanos, cobrando impostos, envergonha. E a indiferença dos sacerdotes ofende.
Por isso Jesus diz que não se pode servir a Deus e às riquezas.
Ele não promete riquezas a quem quer segui-lo, ao invés disso aponta para a existência de um tesouro que nem traça, nem ferrugem corroem.
Seus discípulos, a partir do momento em que começam a segui-lo, largam suas ocupações. Pescadores, agricultores e cobrador de impostos, todos seguindo o filho de um carpinteiro que não tem onde reclinar a cabeça e vive da generosidade dos que os recebem.
De onde vem o sustento? Como será o amanhã? O que vão comer? O que vão beber? As roupas sujas e poídas pelo deserto precisarão ser trocadas. Com que vão se vestir?
2. Vivemos as dificuldades dos nossos dias
2. Vivemos as dificuldades dos nossos dias
Em nossos tempos vivemos as nossas dificuldades.
Podem ser dificuldades materiais. A falta de dinheiro para pagar aquela conta. Há casos em que o salário se vai bem antes do fim do mês.
E vem a dúvida: como vai ser? Com a dúvida vem a ansiedade e a preocupação.
Espera-se o próximo salário sem a certeza de que ele será suficiente (normalmente não é). Dívidas são contraídas. Preocupações surgem e a paz se esvai.
Somos o tempo todo bombardeados por anúncios que despertam em nós desejos de ter o que não iremos conseguir e “facilidades de crédito” surgem como armadilhas que vão nos levar para o poço sem fundo das dívidas.
O que comer? O que vestir? Preocupações legítimas, que diversas vezes tomam conta de nós e roubam nossa paz.
Olhamos para o dia de hoje, preocupados com o amanhã. Vivemos o mês de olho no salário que virá no dia 5.
Trabalha-se muito e ganha-se menos do que se gostaria de ganhar.
Ansiedade, preocupação, noites sem dormir, irritação, falta de paciência, medo, frustração e, em alguns casos, humilhação.
De onde virá o sustento? O que comer? O que vestir?
3. Kingdom Priorities, Worry-Free Living
Matthew 6:31-34
Maybe focus on Jesus' call to seek first God's kingdom and righteousness, promising that all necessities will be added to us. This conveys the priority of trust and the relinquishment of anxiety. Encourage your audience to prioritize spiritual pursuits, acknowledging Christ as the fulfillment of all God's promises and the certe neighborhood of God's comprehensive care.
