RECOMENDAÇÕES AOS CRENTES! (Parte 2) Hebreus 13.7-17
Jesus nos mostra o caminho da eternidade através da mediação do ensino de pastores fiéis.
Perceba que devemos aprender com eles. Não suas personalidades, ou suas técnicas de ministério, mas “o fim de sua vida”. O texto parece apontar para a vida e a morte dessas pessoas e perguntar: “Que lição devemos tirar delas?”
O nosso padrão de vida é o maior de todos os legados que qualquer um de nós pode transmitir, e é dando exemplos assim que os líderes cristãos servem mais poderosamente ao Senhor e à igreja dele. Por isso, como Paulo nos mostra em 1Timóteo 3, a qualificação para um presbítero na igreja não é dinheiro ou estatura no mundo, mas fé em Cristo que resulta num exemplo piedoso para os outros.
O Cristo que você vê nos Evangelhos – purificando o leproso, ressuscitando o morto, acalmando as tempestades, alimentando os famintos, falando palavras de perdão aos pecadores – é o nosso próprio Senhor, o Filho de Deus, poderoso para salvar.
Em face da reclamação do mundo de que o nosso credo é obsoleto, esta é a nossa resposta: “Jesus Cristo é o mesmo”. Este é o porquê de devermos estudar a história da igreja e as biografias cristãs, porque outras vidas de fé são exemplos para nós. A. W. Tozer escreveu: “Um dos atuais erros mais populares, fonte de grande parte do barulho, tumultuando a atividade religiosa nos círculos evangélicos, é a noção de que, à medida que os tempos mudam, a igreja tem de mudar com eles”.
Não é uma tradição, não uma filosofia de homem que servimos, mas Jesus Cristo, o Salvador dos pecadores, o Filho de Deus que exibe o seu amor em nosso mundo, que chama a homens e mulheres através de nós para uma viva esperança assim como ele fez em épocas passadas.
Ambos os termos – distinto e estranho – descrevem adequadamente o que hoje está ingressando na mente dos cristãos nos sermões, no rádio e nos balcões das livrarias cristãs. Assim como em nossa sociedade secular e também em nossa igreja secular, o “novo” é ensinado como sendo melhor. Nós temos novas perspectivas e novos paradigmas, novos modelos para a vida cristã, novas orações que prometem bênçãos abundantes. Dado tal ataque selvagem vindo de dentro da igreja – que é exatamente o que o evangelicalismo americano está expressando hoje –, não é de se admirar que estejamos perdendo o poder espiritual para a verdadeira piedade.
Muitos comentaristas imaginam que os cristãos hebreus foram criticados por evitar as festas judaicas, que o cristianismo foi ridicularizado por não ofertar um altar ou sacrifícios externos. O ataque pode ter sido algo como: “A religião de vocês nem mesmo possui um altar. Vocês nem mesmo oferecem sacrifícios. Vocês não têm refeições para comer e receber bênção espiritual”. A esse tipo de crítica, o escritor responde: “Possuímos um altar do qual não têm direito de comer os que ministram no tabernáculo” (Hb 13.10). O uso da palavra “altar” refere-se a todo o sistema de religião que os cristãos tinham em lugar do judaísmo. Esse versículo ajuda a datar o Livro de Hebreus, já que ele fala do serviço no templo no tempo presente, indicando que o livro foi escrito antes da destruição de Jerusalém em 70 d.C.
ευποιια eupoiia
de um composto de 2095 e 4160; n f
1) boa obra, beneficência
