RECOMENDAÇÕES AOS CRENTES! (Parte 3) Hebreus 13.18-25
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· 14 viewsO povo de Deus sobrevive na história por conta de sua fé em nosso Senhor Jesus, “o grande Pastor das ovelhas”.
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Grande ideia: O povo de Deus sobrevive na história por conta de sua fé em nosso Senhor Jesus, “o grande Pastor das ovelhas”.
Estrutura: fazer da oração, algo essencial à vida (vv. 18-19), toda a nossa vida deve ser “por meio de Cristo” (vv. 20-21) e o valor da igreja de Jesus (vv. 22-23).
https://www.extraclasse.org.br/geral/2024/12/no-oriente-medio-um-natal-de-realidades-contrastantes/
No Oriente Médio, um Natal de realidades contrastantes
Festas de final de ano são marcadas por relativa normalidade na Cidade Santa de Jerusalém, recomeço na Síria e falta de esperança e medo em Gaza e em Belém
Por Marcelo Menna Barreto / Publicado em 26 de dezembro de 2024
“Quando a guerra acabar, vamos reconstruir tudo: as nossas escolas, os nossos hospitais e as nossas casas”, disse o cardeal Pizzaballa, patriarca latino em Jerusalém.
Na Cisjordânia, a cidade palestina que é o berço do cristianismo, teve seu segundo Natal consecutivo sem brilho devido ao conflito na Faixa de Gaza. As tradicionais decorações natalinas, como a árvore gigante na Praça da Manjedoura, estiveram ausentes. A presença de turistas foi mínima.
As autoridades locais decidiram suspender as grandes celebrações públicas em solidariedade às vítimas do conflito. “Limitamos a alegria”, afirmou Anton Salman, prefeito de Belém, destacando o desejo de mostrar ao mundo o sofrimento contínuo sob a ocupação israelense.
A economia local, fortemente dependente do turismo, sofre com a ausência de visitantes. Antes da pandemia de covid-19, Belém recebia cerca de 2 milhões de turistas por ano. Em 2024, esse número caiu para aproximadamente 100 mil, conforme dados do Ministério do Turismo palestino.
Em risco uma presença de 1,6 mil anos
A guerra é uma derrota humana, não resolve os problemas, é ruim, destrói, afirmou Francisco na Audiência Geral de 4 de dezembro, na Praça São Pedro, quando recordou o horror dos conflitos que afligem povos e nações do Leste Europeu, Oriente Médio, Sudeste Asiático e África. No Natal, sobre Gaza, afirmou: “é crueldade”
Em meio ao conflito na Faixa de Gaza, a comunidade cristã local, composta por um contingente calculado entre 800 e mil fiéis, enfrentou um Natal marcado por luto e incertezas.
Ramez Souri, cristão palestino de 47 anos, perdeu seus três filhos em um ataque aéreo israelense no ano passado e atualmente reside no terreno da Igreja de São Porfírio. “Este ano, realizaremos nossos ritos religiosos e pronto. Ainda estamos de luto e tristes demais para comemorar ou fazer qualquer coisa além de rezar pela paz”, declarou Souri.
A guerra intensificou o desejo de muitos cristãos de deixar Gaza, colocando em risco uma presença de 1,6 mil anos na região. Kamel Ayyad, funcionário da Igreja de São Porfírio que se refugiou no Egito, expressou: “Amo minha terra natal. Todos nós amamos. Mas não voltarei para lá antes de avaliar a situação política e econômica”.
Líderes religiosos enfrentam o dilema de apoiar a saída de fiéis sem contribuir para o esvaziamento da comunidade cristã local. O reverendo Munther Isaac, pastor palestino na Cisjordânia ocupada, afirmou: “Espero estar errado, mas ficarei surpreso se houver uma forte presença cristã em Gaza após a guerra”.
Em meio ao conflito na Faixa de Gaza, a comunidade cristã local, composta por um contingente calculado entre 800 e mil fiéis, enfrentou um Natal marcado por luto e incertezas
Recomeço na Síria
A cidade tem uma especial importância para os cristãos porque foi lá que o então perseguidor dos discípulos do Nazareno, Saulo de Tarso, teria ouvido a voz de Jesus, se converteu e passou a ser um dos principais propagadores do cristianismo aos não judeus.
Não é por menos que foi na antiga Antióquia, cidade da Síria que hoje pertence à Turquia, que pela primeira vez os seguidores de Jesus de Nazaré passaram a ser denominados de cristãos.
Pela primeira vez desde o início dos conflitos, árvores de Natal foram montadas, representando um sinal de esperança e resiliência entre os sírios.
Nada, no entanto, dá garantias de uma tranquilidade duradoura. Na mesma Damasco, centenas de cristãos foram às ruas para protestar contra o que chamam de assédio após a ascensão ao poder de grupos islâmicos.
Os protestos pacíficos foram desencadeados por um vídeo nas redes sociais mostrando combatentes encapuzados ateando fogo em uma árvore de Natal em Suqaylabiyah, uma cidade predominantemente cristã perto de Hama.
Donald A. Hagner:
Hebreus, bem como todos os demais livros do NT, deve ser entendido pelo seu contexto histórico, ainda que isso ocorra, até certo ponto, como produto de inferências. No entanto, em certo sentido a mensagem de Hebreus transcende sua própria situação histórica. Tal mensagem possui aplicação universal e pertinência contínua perante todas as gerações de cristãos, sejam quais forem seus contextos culturais. É que o principal tema desse livro- a incomparável superioridade e inegabilidade de Cristo, o cumprimento da antiga aliança, o significado universal da fé cristã- deve ocupar sempre posição central, para que as pessoas encontrem um cristianismo genuíno. No entanto, mais ainda do que isso, esse livro, com seu rico conteúdo teológico, é ao mesmo tempo maravilhosamente prático. Compulsando suas páginas, os crentes de todas as eras podem aprender a peregrinação da fé e os imensos recursos disponíveis a todos mediante a obra consumada (e perfeita) de Cristo.
Warren Wiersbe:
1. Uma pessoa superior: Cristo. (1-6).
2. Um sacerdócio superior: Melquisedeque. (7-10)
3. Um princípio superior: a fé. (11-13)
Por isso, deixando os princípios elementares da doutrina de Cristo, avancemos para o que é perfeito, não lançando de novo a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus, o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno.
A oração é essencial. (vv. 18-19)
Nada de impactante e duradouro acontece na igreja se não for em resposta às orações do povo de Deus.
Entregando-nos à oração - E.M Bounds (1835-1913)
Esta, no entanto, não é uma era de oração; poucos se dedicam a isso. A oração é menosprezada por pregador e sacerdote. Nesses dias de correria e pressão, as pessoas não querem tirar tempo para orar. Há pregadores que “fazem orações” como uma parte do seu programa, em ocasiões regulares ou oficiais, mas “ninguém há que invoque o teu nome, que se desperte, e te detenha” (Is 64.7). Quem ora como Jacó – até ser coroado como príncipe e intercessor perseverante? Quem ora como Elias – até que todas as forças bloqueadas da natureza sejam abertas e a terra castigada e faminta floresça como o jardim de Deus? Quem ora como Jesus que saiu para o monte e permaneceu toda a “noite orando a Deus” (Lc 6.12)?
Os apóstolos se consagraram à oração (At 6.4). Não há nada mais difícil do que levar as pessoas e, até mesmo, os pregadores a fazerem isso. Alguns até doam seu dinheiro – alguns em abundância –, mas não querem “entregar-se” à oração. Há muitos pregadores que são capazes de dar grandes discursos, com muita eloquência, sobre a necessidade de avivamento e da expansão do Reino de Deus –, mas pouquíssimos estão dispostos a fazer aquilo sem o qual toda pregação e todo planejamento serão menos do que inúteis: ORAR. Está fora de moda, uma arte quase perdida, e o maior benfeitor que a nossa geração poderia ter seria um homem [ou um ministério] que trouxesse os pregadores e a Igreja de volta à oração.
Irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e também pelo amor do Espírito, peço que lutem juntamente comigo nas orações a Deus a meu favor, para que eu me veja livre dos rebeldes que vivem na Judeia, e que este meu serviço em Jerusalém seja bem-aceito pelos santos.
Irmãos, orem também por nós.
Finalmente, irmãos, orem por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como aconteceu entre vocês. Orem também para que sejamos livres das pessoas perversas e más; porque a fé não é de todos.
A oração tem como um dos seus resultados mais visíveis, a consciência limpa.
Paulo, fixando os olhos no Sinédrio, disse:
— Meus irmãos, tenho vivido até o dia de hoje com a consciência limpa diante de Deus.
Por isso, também me esforço por ter sempre uma consciência pura diante de Deus e dos homens.
Mas façam isso com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam mal de vocês, fiquem envergonhados esses que difamam a boa conduta que vocês têm em Cristo.
Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam quanto à purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!
Há uma tensão aqui no ar: o autor da carta quer ter a certeza de estar fazendo o que é correto.
Donald Guthrie:
A base desse pedido pelo apoio através da oração, é, segundo está escrito, uma boa (kalen) consciência. É como se o escritor se sentisse obrigado a assegurar os leitores quanto à integridade dos seus associados que não são mencionados pelo nome. Além disso, desejavam em todas as coisas viver condignamente (kalos anastrephesthai), expressão esta que envolve o uso do advérbio cognato do adjetivo que descreve a consciência. Noutras palavras, a consciência e o comportamento devem ter a mesma excelência. É notado, além disto, que semelhante atividade honrosa deve estender-se a todas as coisas. Não há, realmente, qualquer lugar para ação desonrosa na vida cristã.
Em um contexto de privações, os lideres da igreja de Jesus sofriam desse “deficit de esperança”: “para que eu lhes seja restituído o mais depressa possível”.
2. Vivamos “por meio de Cristo”. (vv. 20-21)
Estamos diante de uma oração de louvor: “doxologia”.
Catecismo de Heidelberg (1563):
O meu único conforto é meu fiel Salvador Jesus Cristo. A Ele pertenço, em corpo e alma, na vida e na morte, e não pertenço a mim mesmo. Com seu precioso sangue Ele pagou por todos os meus pecados e me libertou de todo o domínio do diabo. Agora Ele me protege de tal maneira que, sem a vontade do meu Pai do céu, não perderei nem um fio de cabelo. Além disto, tudo coopera para o meu bem. Por isso, pelo Espírito Santo, Ele também me garante a vida eterna e me torna disposto a vier para Ele, daqui em diante, de todo o coração.
E o Deus da paz, em breve, esmagará Satanás debaixo dos pés de vocês. A graça de nosso Senhor Jesus esteja com vocês.
— Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.
Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.
Há elementos muito importantes nessa oração:
Warren Wiersbe:
Essa benção parece reunir os principais temas da Epístola aos Hebreus: a paz, a ressurreição de Cristo, o sangue, a aliança, a perfeição espiritual (maturidade), a obra de Deus na vida do cristão.
Por isso, também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da cidade. Saiamos, pois, a ele, fora do acampamento, levando a mesma desonra que ele suportou. De fato, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir. Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome. Não se esqueçam da prática do bem e da mútua cooperação, pois de tais sacrifícios Deus se agrada.
Bíblia de Estudo da Fé Reformada:
O sacrifício de Cristo venceu a morte (2.14) e inaugurou a nova aliança eterna (9.12-15). Após haver ressuscitado, Cristo não morrerá de novo (Rm 6.9), os efeitos de seu sacrifício são eternos.
Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, também Jesus, igualmente, participou dessas coisas, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos os que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.
Quando, porém, Cristo veio como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos humanas, quer dizer, não desta criação, e não pelo sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, ele entrou no Santuário, uma vez por todas, e obteve uma eterna redenção. Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam quanto à purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!
Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que os que foram chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que houve uma morte para remissão das transgressões que foram cometidas sob a primeira aliança.
Como Bom pastor: Jesus morreu pelas ovelhas, vive hoje no céu intercedendo pelas ovelhas e voltará para buscar suas ovelhas.
— Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.
E, quando o Supremo Pastor se manifestar, vocês receberão a coroa da glória, que nunca perde o seu brilho.
“Toda a salvação, o perdão dos pecados e a vida renovada se dão por meio de Jesus Cristo”.
E tudo o que fizerem, seja em palavra, seja em ação, façam em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.
1Pedro 2.4–5 (NAA)
Chegando-se a ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vocês, como pedras que vivem, são edificados casa espiritual para serem sacerdócio santo, a fim de oferecerem sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por meio de Jesus Cristo.
Há um pensamento semelhante:
Assim, meus amados, como vocês sempre obedeceram, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvam a sua salvação com temor e tremor, porque Deus é quem efetua em vocês tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.
Donald Guthrie:
O processo inteiro de cumprir a vontade de Deus poderá ser realizado somente por Jesus Cristo, o que remove completamente qualquer motivo para satisfação na realização meramente humana.
3. A igreja é valiosa. (vv. 24-25)
O uso do vocativo: “irmãos” e “irmão Timóteo”.
Seja constante o amor fraternal. Não se esqueçam da hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem o saber acolheram anjos.
Lembrem-se dos presos, como se estivessem na cadeia com eles; dos que sofrem maus-tratos, como se vocês mesmos fossem os maltratados.
Essa carta é chamada de “palavra de exortação”.
Há essa menção aqui, da prisão de Timóteo (supostamente quando ele foi visitar a Paulo).
Depois de “lembrem-se dos lideres” (v. 7), “obedeçam aos seus líderes”(v. 14), agora é: “saúdem todos os seus líderes” (v. 24).
Delcyr de Souza Lima:
Os versículos 22 e 25 são uma espécie de post-scriptum, em que o autor apela aos hebreus que suportem suas admoestações, faz menção a Timóteo (onde se deduz que este servo de Deus estivera preso por causa de sua fé), e envia saudações dos que são da Itália. Esses irmãos eram, provavelmente, crentes italianos, fora de sua terra natal, que estavam com o autor no lugar de onde escreveu a Carta, e saudavam seus irmãos conterrâneos (…). Esse ponto de vista admite que os hebreus, aos quais é escrita a Carta, tinham se concentrado na Itália, vindos de Jerusalém e de várias províncias do Império, buscando a proteção da lei onde a perseguição ainda não tinha sido desencadeada (…).
Warren Wiersbe:
Essas referências pessoais no final da carta levantam questões que não há como responder agora. Mas o impacto total da Epístola aos Hebreus responde a uma pergunta importante: “Como permanecer firmes vivendo cercados por um mundo tão conturbado?”. A resposta: conhecendo a Pessoa superior- Jesus Cristo-, confiando em seu sacerdócio superior e vivendo de acordo com o princípio superior da fé. É preciso construir a vida com base nas coisas inabaláveis do céu.
4. Outras aplicações:
(a) A oração potencializa a missão da igreja, tornando-a relevante de dentro para fora de seus muros.
Joel Beeke:
Dê lugar à oração. Os puritanos faziam isso de três maneiras. Primeiramente eles tinham verdadeiros recintos de oração- quartos ou pequenos espaços onde eles se encontravam habitualmente com Deus. Quando um dos membros da igreja de Thomas Shepard mostro-lhe a planta de uma nova casa que desejava construir, ele percebeu que não havia ali nenhum cômodo de oração e lamentou que casas sem cômodos de oração seriam a ruína da igreja e da sociedade. Em segundo, planeje tempos específicos de oração em sua vida cotidiana. Os puritanos faziam isso em cada manhã e em cada entardecer. Em terceiro, entre esses tempos específicos de oração, comprometa-se a orar em resposta ao menos impulso para fazer isso. Esse compromisso o ajudará a desenvolver o “hábito” de orar, de modo que você orará sem cessar, a seu modo, no correr do dia. Lembre que conversar com Deus por meio de Cristo é a maneira mais eficaz de glorificar a Deus e ter um antídoto para repelir todos os tipos de enfermidade espiritual.
Orem sem cessar.
(b) Por meio de Jesus a igreja vive tendo o desafio de viver seguindo o seu exemplo de humildade e de serviço ao outro.
Filipenses 2.5–11 (NAA)
Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus, que, mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. Pelo contrário, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos. E, reconhecido em figura humana, ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.
“forma de Deus”= “igual a Deus”.
“semelhante aos seres humanos”= “figura humana”.
olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, sem se importar com a vergonha, e agora está sentado à direita do trono de Deus.
Ilustr.:
“Os da Itália mandam saudações”.
No Vaticano, véspera do Natal marca o começo do Jubileu dos católicos
O Jubileu, que acontece a cada 25 anos, vai durar todo o ano de 2025, com muitos eventos, encontros e iniciativas de reconciliação.
Por Jornal Nacional
24/12/2024 21h17 Atualizado há 2 dias
No Vaticano, véspera de Natal abre o ano do Jubileu da Igreja Católica.
No Vaticano, a véspera do Natal marcou o começo do Jubileu dos católicos.
Uma Praça São Pedro animada neste Natal: 30 mil pessoas foram acompanhar a abertura do Jubileu de 2025 e a Missa do Galo. Mesmo com o esquema de segurança, que teve até robôs antibomba, e apesar do frio de 6ºC, fizeram fila. Muitos assistiram à cerimônia do lado de fora, pelo telão.
O Papa Francisco, ainda resfriado e com tosse, estava muito reflexivo nas orações antes da cerimônia. Ele pediu reconciliação e paz no mundo. Representantes de várias igrejas e comunhões cristãs foram à basílica. Um gesto de hospitalidade e união.
Ao som do coro da Capela Sistina, o Papa Francisco chegou diante da Porta Santa, uma obra do século XV, esculpida em bronze, com representações de pecado e de perdão. Francisco bateu na imensa porta, que se abriu. E com este gesto, deu início ao Jubileu oficial de 2025.
Roma se prepara para o Jubileu da Igreja Católica
Segundo a tradição, a partir de agora, quem passar pela Porta Santa da Basílica de São Pedro - e por outras de mais três basílicas de Roma - pode obter a indulgência plenária - isto é, o perdão de todos os pecados. Um ritual religioso que leva gente do mundo inteiro.
O Jubileu movimenta toda a cidade de Roma, que se prepara faz muitos meses. Uma nova praça foi inaugurada, que liga Roma ao Vaticano, com espaço para 150 mil pessoas. A Praça Pia, a maior área de pedestres da capital italiana.
E a Fontana de Trevi, restaurada e pronta, com o seu ritual pagão, reabriu e voltou a encantar os turistas, que lançam moedas nas suas águas.
Outros países também se preparam. No Rio de Janeiro, o Cristo Redentor já vestiu a camisa do Jubileu.
O Jubileu vai durar todo o ano de 2025, com muitos eventos, encontros e iniciativas de reconciliação. Jubileu oficial aberto, já se fala em um Ano Santo Extraordinário em 2033, para homenagear os 2 mil anos da morte de Jesus Cristo, segundo a tradição católica.
Então Jesus disse mais uma vez:
— Em verdade, em verdade lhes digo que eu sou a porta das ovelhas. Todos os que vieram antes de mim são ladrões e salteadores, mas as ovelhas não lhes deram ouvidos. Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, sairá e achará pastagem. O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.
— Ao anjo da igreja em Filadélfia escreva:
“Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá.
Conheço as obras que você realiza. Eis que tenho posto diante de você uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome.
