Sermão Culto da Virada - O Grande Banquete
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O Grande Banquete
O Grande Banquete
Texto base: Lucas 14.15-25.
INTRODUÇÃO:
O evangelho de Lucas tem mais cenas à mesa do que todos os outros. Se a visão que Lucas tem da vida cristã, por uma perspectiva, é uma jornada, por outra, é uma festa. Várias passagens acabam em refeições festivas - Como, por exemplo, a parábola do Filho Perdido (Pródigo), que está logo no próximo capítulo. Esses temas, estão também presentes na ùltima Ceia e, por fim, na história do caminho para Emaús, onde Jesus partilha o pão com dois dos seus discípulos, no capítulo 24.
Aqui, no capítulo 14, apesar de estarmos tomando como base apenas uma parte dessa perícope. Temos um outro relato que antecede à parábola do Grande Banquete. Jesus está em um banquete na casa de um Fariseu. Na primeira parte, temos uma outra parábola (v 7-11) , que, nem sempre é reconhecida, por estar associada a um caráter de “conselho social”, mas nós sabemos muito bem, que, Jesus apresentava mais do que uma sabedoria prática. Ele não veio ao mundo simplesmente para oferecer bons conselhos, mas para apresentar uma nova conduta, cujos efeitos ecoam na eternidade.
O restante do capítulo vai nos deixar claro que ele está falando sobre o modo como as pessoas de sua época brigavam pelo melhor lugar, pela melhor posição aos olhos de Deus! A impressão que temos é de que as pessoas estavam loucas para exaltar a si mesmas, para mostrar a Deus como elas guardavam bem a lei, para manter sua própria pureza. Ensoberbecidos!
Essas pessoas a quem Jesus estava confrontando, eram precisamente o tipo de pessoas que encontramos no versículo 1 ao 6. Pessoas atentas a qualquer sinal de irregularidade que fizesse sentido de acordo com seus padrões reais, mesmo que, para isso, não vissem as ações com bons olhos, como por exemplo, Jesus curando o homem com o corpo inchado no sábado.
Parece que Jesus, nessa seção de Lucas, quer deixar as coisas de pernas para o ar. Está associando ao tipo de pessoas “erradas”. Está tocando o intocável e chamando joões- ninguém à mesa. O orgulho, é notóriamente, uma grande núvem que encobre o sol da generosidade de Deus: se eu penso que mereço receber o favor de Deus, não só declaro que não preciso de sua graça, misericórdia e amor, como também deixo claro que aqueles que não merecem não deveriam tê-los.
Jesus passou a vida toda rompendo essa núvem de orgulho, trazendo a luz do sol do amor de Deus para aqueles que estavam às margens. Os fariseus, podiam observa-Lo o quanto quisessem, o seu poder e a sua sabedoria era grande demais para compreensão deles.
A parábola em apreciação, foi proferida em resposta a uma observação feita por um homem que estava à mesa com ele na casa desse Fariseu. O homem declara: “Feliz será aquele que comer no banquete do Reino de Deus”. - Não sabemos com exatidão o objetivo dessa declaração. Mas, pode ser, que ao ouvir Jesus, esse homem tivesse sinceras aspirações pelos assuntos celestiais.
Jesus, então, aproveitou a ocasião para ensinar e recordar, por meio dessa parábola, que o Reino de Deus pode ser ofertado aos homens e, assim mesmo, ser rejeitado espontaneamente, tornando-se os que rejeitam, em perdidos para sempre.
O primeiro nível de significado dessa parábola deveria estar claro. Jesus percorria a Galileia convidando as pessoas para a grande Ceia de Deus. O banquete é uma metáfora para a salvação, o Reino de Deus. Esse é o momento pelo qual Israel estava esperando! Finalmente, havia chegado a hora; aqueles que haviam sido convidados há muito tempo deveriam apresentar-se e vir logo! Mas a maioria recusou o convite, dando todos os tipos de desculpas. A parábola das sementes lançadas pelo semeador em diversos solos, cujos fatores a torna infrutífera, vem a nossa mente nesse momento.
Os improváveis são aqueles que certamente se alegram com o convite: os pobres, alejados e desfavorecidos. Elas vieram celebrar à mesa!
Os convidados esperados, eram os judeus, que aguardando o Reino, descobrem que ele chegou, mas eles tinham coisas mais urgentes para fazer. É claro que, na época de Lucas, muitos judeus tornaram-se cristãos. Porém, a maior parte da nação, tanto na Palestina como nas comunidades de judeus espalhadas pelo restante do mundo, não faziam parte do movimento do reino de Jesus!
Deus preparou um grande banquete no seu reino e convida a todos para cear. A vida que Deus oferece é de alegria e celebração. A vida cristã não é um funeral, mas um banquete. A vida que Cristo oferece é uma vida superlativa, maiuscula e abundante. Ser cristão não é ser privado das alegrias da vida, mas é usufruí-las na sua plenitude. Um crente triste é uma contradição de termos.
DEUS PROVIDENCIOU A SALVAÇÃO DA NOSSA ALMA:
O texto inicia com a seguinte oração: “Certo homem estava preparando um grande banquete e convidou muitas pessoas”. - Nisso consiste o evangelho, meu querido. Ele é um convite de alcance universal. Todo homem deve ser considerado um cristão em potencial, pois este é alvo da graça de Deus. Esse homem havia preparado uma grande festa. Naquele tempo, os convites eram feitos e confirmados antecipadamente. Não era como nos dias de hoje que toda essa tecnologia nos deixa mau acostumados e nossos compromissos são, na maioria das vezes, na última hora. Não!
Aquele homem já havia programado esse grande banquete e aqueles homens foram convidados de antemão.
Eu quero que você entenda que, essa parábola tem tudo a ver com o Evangelho. A Palavra Evangelho (euangelion - grego), significa "Boa Nova". Ou seja, o Evangelho nada mais é do que uma boa notícia. Mas qual notícia? E para quem é essa notícia? A Boa Nova consiste no convite de Cristo Jesus a nós. O próprio Deus providenciou o que era necessário para pagamento da nossa dívida. A Boa Nova consiste na anunciação da redenção.
Textos como João 3.16; Tito 2.11; 1Timóteo 2.3-6 fazem referência ao alcance universal da salvação.
Segundo Hernandes Dias Lopes: “A salvação não é resultado do esforço humano nem da parceria entre Deus e o homem. Todo o banquete foi preparado por Deus. O homem é convidado para o banquete que Deus preparou”.
Naturalmente, somos todos famintos, vazios, desamparados e estamos prontos a perecer. No entanto, o próprio Deus provê justificação, santificação, graça na nossa caminhada terrena e glória na vida futura, além do mais, Deus, em Cristo Jesus nos reconcilia consigo mesmo:
Colossenses 1.21–22 (NVI)
21 Antes vocês estavam separados de Deus e, na mente de vocês, eram inimigos por causa do mau procedimento de vocês. 22 Mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação,
Cristo é a síntese e a substância da “Grande Ceia”. Ele é o “pão da vida”, aquele que se alimenta desse pão jamais terá fome. Aquele que n’Ele crê jamais terá sede.
João 6.54–55 (NVI)
54 Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55 Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida.
Jesus menciona na parábola que o patrono da festa enviou um dos seus servos para avisar os convidados que tudo já estava preparado. Da parte de Deus nada está em falta para a salvação do homem. O Pai está disposto a receber todos os que vierem a Ele pela fé. Em Deus existe uma disposição infinita em salvar os homens, se tão somente eles estiverem dispostos a ser salvos.
2. A REJEIÇÃO A CRISTO E SUAS CONSEQUÊNCIAS:
Jesus conta na parábola, que ao serem informados de que tudo estava pronto, muitos começam a se escusar do convite. Todos apresentam desculpas triviais. Em um ponto, todos estavam de acordo: NÃO QUERIAM IR!
a) Eu não vou porque tenho coisa melhor para ver - Naquele tempo, ninguém comprava um terreno ou propriedade sem ver e avaliar. Quando uma pessoa não quer fazer algo, qualquer desculpa serve! Esse convidado tinha tempo para ver sua propriedade, mas não tinha tempo para Deus. Tem gente que é tão boa em dar desculpas que acaba não sendo boa em mais nada.
Hoje o dinheiro ocupa a maior parte do nosso tempo, do nosso coração, da nossa devoção. Gastamos tanto tempo vendo o que possuímos, o que compramos e o que queremos ter, que não damos prioridade ao convite da salvação. Não havia nenhum pecado em comprar um terreno e em vê-lo, mas quando coisas boas ocupam o lugar de Deus em nossa vida, essas coisas se tornam um ídolo, e os idólatras não poderão entrar no reino de Deus. Esse convidado colocou o amor pelas coisas materiais à frente do gracioso convite. A exemplo do rico insensato, tinha tantos bens, mas não tinha nem com quem partilhar. Passava os dias contemplando o quanto possuía!
b) Eu não vou porque tenho coisa melhor para fazer - Esse convidado tinha de experimentar seus bois. Ele estava ocupado demais com seus afazeres, seus negócios, seus lucros. Esse convidado colocou o trabalho, o emprego, a ocupação e os negócios à frente do convite de Deus. Muitas pessoas preferem as riquezas que perecem em lugar daquilo que é imperecível. Amam mais o dinheiro do que a Deus. São mais apegadas às coisas da terra do que as do céu.
Não é a imoralidade explícita que está enchendo o inferno; é a excessiva atenção às coisas que, em si mesmas, são legítimas. O trabalho é uma bênção de Deus em nossas vidas, mas nós insistimos em fazer dele uma maldição. Isso não é fanatismo de crente, como muitos pensam. Existe um equilíbrio entre uma vida bem sucedida (que é relativo) é uma vida espiritual abundante.
c) Eu não vou porque eu tenho coisa melhor para desfrutar - Eu sou o maior defensor do casamento. Casamento é bênção demais. Coisa boa! Trem bom é casar, viu! Mas rejeitar o convite da salvação por causa do casamento é uma insensatez. Deixar de entrar no reino por causa de um casamento é uma loucura. Esse convidado perdeu as bodas do céu por causa de suas bodas na terra. Perdeu uma bênção eterna por causa de uma bênção temporal. Perdeu uma bênção celestial por causa de uma bênção terrena. Muitos, ainda hoje, trocam a salvação pelo casamento. Trocam o reino de Deus por prazeres. Trocam a vida eterna por compromissos sociais.
Ilustração pessoal:
Ainda que a família, o casamento, os filhos, sejam uma bênção de Deus em nossas vidas, existe um lugar de primazia que Deus não divide com ninguém. Eu me lembro que eu orava pedindo a Deus uma esposa segundo o coração d’Ele para mim. Eu sempre quis estar casado com alguém que andasse na mesma direção que eu e que amasse a Jesus muito mais do que a mim mesmo.
Quando Clarisse e eu começamos a nos conhecer eu buscava identificar isso nela e era prazeroso servir a Deus juntos. E foi assim durante o nosso namoro, ela servia aqui, na nossa comunidade e eu, nas poucas vezes que ia à Teófilo Otoni, servia na sua comunidade. E eu me lembro que quando decidimos nos casar, nós oramos para que o nosso amor a Jesus fosse muito maior do que o amor que sentimos um pelo outro.
Com o casamento, veio o desejo de ter filhos. Quem nos conhece, sabe que foram alguns meses de espera até que isso se concretizasse. Alguns exames, alguns novos hábitos, dúvidas, orações, questionamentos, insegurança, até que esse milagre aconteceu. Eloá chegou! Nunca deixamos de vir a um culto por causa da Eloá. Deus sempre deu saúde à nossa filha para que pudéssemos estar servindo a Ele.
E a nossa oração tem sido: "- Jesus, que ela jamais seja um pretexto para não te servirmos e que ela jamais ocupe em nossos corações o lugar que pertence ao Senhor!". Relacionamentos que são uma bênção em nossas vidas podem se tornar um grande problema quando permitimos que eles roubem o lugar que pertence apenas ao Senhor.
Não tenha medo de decepcionar as pessoas por amor a Cristo. Vivemos numa geração que se anula por medo de professar a sua fé em Cristo. Vivemos numa geração que tem medo de confrontar o pecado, de abrir mão de relacionamentos tóxicos e que nos afastam de Deus. As vezes será necessário decepcionar algumas pessoas. As vezes será necessário abrir mão de alguns relacionamentos. Muitas vezes temos perdido a comunhão com Deus por não querermos decepcionar algumas pessoas, mas eu te digo, nada disso é superior ao que Deus tem preparado para aqueles que desfrutam da plenitude da comunhão.
Importante:
O costume daquele tempo determinava que os convidados para um banquete fossem avisados previamente do dia, mas não da hora. Quando tudo estava pronto e colocado à mesa, então o anfitrião enviava seus mensageiros aos convidados chamando-os para a festa. Era um duplo convite. Essas pessoas já tinham prometido comparecer. Isso mostra quanto Deus honra o pecador com esse importante convite. Somos os convidados de honra do Deus Todo-poderoso para o banquete da salvação. Esse é um convite de honra incomparável
3. O BANQUETE É OFERECIDO AOS INDIGNOS:
Quando os primeiros convidados recusam vir à ceia, “voltando o servo, contou tudo ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa pede ao seu servo que saia pelas ruas e becos da cidade trazendo os indignos e improváveis para assentar-se à mesa”.
Os convidados não quiseram ir, dando as mais diferentes desculpas. O anfitrião mandou ir à cidade convidar aqueles que não fariam resistência: os pobres, os aleijados, os cegos e coxos. Esses não seriam impedidos pelos bens materiais nem pelos prazeres e compromissos sociais. Os pobres, aleijados, cegos e coxos eram um símbolo dos gentios que estavam vivendo sem esperança e sem Deus no mundo. A porta do evangelho abriu-se para todas as pessoas, para todos os povos. O evangelho é destinado a todas as raças, a todas as culturas, a todas as classes sociais. A igreja torna-se universal, internacional. Judeus e gentios entram juntos no banquete da salvação.
Esses convidados precisam ser tomados pela mão e levados à sala do banquete. Eles não podem vir por si mesmos. Alguém os leva, ou eles perecem. Os primeiros convidados que rejeitaram a ir ao banquete jamais participarão das alegrias desta festa!
Mas, após o servo executar essa ordem, ainda haviam lugares; e o senhor lhe ordena: “Saia pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa”. - Parece um pedido de um deus mimado que não consegue ser contrariado. Talvez, essa seja a nossa leitura inicial, por causa da corrupção do nosso coração. Mas, a longanimidade de Deus é inesgotável. Se alguns não aceitam a verdade, ele convidará outros em lugar desses. Sua compaixão pelos pecadores não é algo fingido ou imaginário.
Essas pessoas não seriam obrigadas a entrar pela força do braço, mas pela persuasão do amor. Temos a maior de todas as mensagens: ainda há lugar, e Deus convida a todos para entrar no banquete. Devemos argumentar com as pessoas sobre o que elas ganharão se atenderem ao convite e o que perderão se rejeitarem o convite. A palavra “obrigar” não se refere ao emprego da força. O sentido é que andarilhos em tais lugares exigiriam muita insistência para serem convencidos de que sua presença era realmente desejada num banquete. O servo não devia aceitar a resposta NÁO; a casa devia ficar cheia!
Enquanto havia lugar na sala do banquete, a ordem era buscar mais alguém. Nenhuma cadeira poderia ficar vazia. Deus tem prazer e pressa em salvar. Ele é rico em misericórdia. Ele não tem prazer em que o ímpio pereça. Há festa no céu por um pecador que se arrepende.
CONCLUSÃO:
E para a surpresa de muitos, aqueles que se assentam para esse banquete são os marginalizados. Os coxos, os cegos, os pobres, aqueles que não possuíam recursos para comprar campos, ou que possuíam condições físicas para experimentar juntas de bois, nem se quer, tinham condições de contrair casamento. Os improváveis se assentam à mesa. Pensa em um povo que não tinha acesso a banquetes? Esse povo se assenta à mesa.
Será que temos sido como esse grupo de homens que está diante de um convite previamente feito e damos desculpas para não desfrutar do banquete? Talvez você é alguém que conhece a Palavra, mas tem se recusado a ir mais fundo. Tem dado desculpas a Deus para não se envolver um pouco mais, para não orar um pouco mais, para não se debruçar um pouco mais diante da palavra e comer das delícias desse banquete espiritual que o Senhor mesmo preparou para nós.
Ou talvez, você é parte desse grupo que ainda não foi convidado a se assentar à mesa, e até mesmo não se sente digno disso. E realmente, nenhum de nós somos. No entanto, existe um convite para a comunhão, para a mesa. Cristo Jesus é aquele que por meio do seu sacrifício nos traz de volta à mesa.
Ou quem sabe, você é esse servo, que sai a convidar os outros para esse banquete e necessita de um novo ânimo para apresentar esse convite. Seja sábio, vibrante, seja contagiante ao apresentar o caminho para a mesa do banquete, de modo que as pessoas não consigam ver outro caminho a não ser esse.
Apocalipse 3.20 vai dizer: "Eis que estou à porta e bato..." De que lado você tem deixado Jesus? O ministério de Cristo é marcado pela comunhão. O ministério de Jesus é marcado pela mesa, pela partilha... O seu ministério é inaugurado em um casamento, onde há um grande banquete. Com os seus discípulos, também, ceia, mesa, comunhão. E com a multidão da mesma forma... Lembre-se: Nada e nem ninguém pode te arrancar da mesa.
Cuidado com o "mas"... Cuidado com as desculpas e com as justificativas que você dá a Deus... Seja um imparável. Nessa caminhada não há tempo para distrações, não há tempo para negociações com nossos desejos ou pecados. Não há tempo para recusa!!!
Filipenses 3.10–14 (NVI)
10 Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação em seus sofrimentos, tornando-me como ele em sua morte 11 para, de alguma forma, alcançar a ressurreição dentre os mortos. 12 Não que eu já tenha obtido tudo isso ou tenha sido aperfeiçoado, mas prossigo para alcançá-lo, pois para isso também fui alcançado por Cristo Jesus. 13 Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, 14 prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.
SOLI DEO GLORIA.
