O Plano de Deus para vivificação - Efésios 2:1-3
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Introdução
Introdução
Me lembro como os filmes de Hollywood moldaram nossa mente sobre mortos vivos, não é mesmo? Filmes como madrugada dos mortos vivos e o clipe Thriller do Michael Jackson, mostram uma figura horrenda de mortos vivos querendo canibalizar os seres humanos, com feições ameaçadoras e horrendas, demonstrar um total descontrole sobre suas decisões, tornando-se animalescas.
Apesar desta visão um tanto quanto incomum apresentada pelos cinemas, não se distancia tanto do comportamento atual da nossa humanidade. Nos parece que as pessoas vivem de maneira mais animal do que nunca, o desejo por algo, tem sido a mentalidade dos nossos tempos. A fonte inesgotável do desejo, consome constantemente as pessoas, de tal forma que, como mortos vivos, o instinto suplanta a racionalidade. Na nossa sociedade, cada vez mais o espaço da fé na Palavra de Deus e uma vida de obediência, tem sido trocada.
Por isso, hoje, gostaria que você refletisse comigo o seguinte tema, “A Verdadeira vida com Deus se reflete em seguir a vontade de Deus”
Vocês estavam mortos - vs. 1-3
Vocês estavam mortos - vs. 1-3
A prova mais concreta de que alguém não teme a Deus, nem anda em seus caminhos é ter uma mente adormecida para o quão grave é o pecado diante de Deus. Existe nas Escrituras o exemplo dos filhos de Eli, dois jovens sacerdotes que trataram as ofertas como algo sem nenhum tipo de valor. É nos dito que eles buscavam as melhores partes para si, ao invés de buscar oferecer-se integralmente para Deus. É notória até para Deus, que esses dois homens em nada tinham temor a Deus, pois apesar de servirem no templo, haviam abandonado aquilo de mais sincero que deveria estar em seus corações, obedecer a Deus.
Em outro contexto das Escrituras, dois malfeitores crucificados juntos a Jesus, um blasfemo, sem reconhecer a Deus, sem temê-lo, outro ao lado diz “Lembre-se de mim ao entrar no seu Reino”, recebendo de Jesus “Hoje estarás comigo no paraíso”.
Essa regeneração para a correta percepção, só é advinda do próprio Deus. Por isso, neste contexto que Paulo expõe sua gratidão a trindade e oração pelo povo, ele agora dirige os pensamentos de seus ouvintes a considerarem a posição de condenação e surdez espiritual que ele estava. O Evangelho só pode ser habilmente vivido, uma vez que consideramos claramente nossa posição diante de Deus.
Paulo é enfático e colocar diante de seus ouvintes, que o Plano de Deus por ele destacado no capítulo 1, era de fato um plano de vivificação, pois, como ele diz nos versículos 1 a 3 do capítulo 2, o povo além de mortos espiritualmente, estavam escravizados pelos rudimentos do mundo, a carne era o arbítrio dos seus corações.
Aqui cabe a demonstração clara, de que apesar do homem fazer boas escolhas para o bem viver, ainda assim reina em seu coração a lei da morte espiritual, pois, para nós, a verdadeira vida só é vivida, a partir de nossa união indissolúvel a Cristo, através do arrependimento e fé. Por mais que a humanidade faça o que é bom aos seus olhos, somente aqueles que reconhecem a Cristo recebem a verdadeira vida do Espirito.
Satanás atua de tal forma na humanidade caída, que a mesma vira-se contra Deus e seu reino, simplesmente por ingrata condição à verdadeira vida espiritual, que advém de uma constrangedora e infiel atitude de desobediência, o qual satanás é o cabeça.
Todos, indiscriminadamente, precisam saber que são carentes de Deus, enquanto vivem uma vida contrária a sua vontade. Sejam os apóstolos, seja o mais novo crente em Jesus, todos precisam igualmente da misericórdia divina, caso contrário, caminham para serem cada vez mais controlados pelos domínios mundanos deste mundo.
Seguir a vontade da carne não está atrelado apenas a fazer aquilo que é mais abominável aos olhos dos homens, mas viver uma vida escravo da carne, com uma mente corrompida, é tornar a sua vida um altar contrário a Deus, de tal modo que sua vida se torna uma obra contrária o desejo de agradar a Deus, se tornando adorador de si mesmo, do controle que você pode imprimir a toda carne, a Escravidão de tornar suas decisões superiores a Deus. por isso, todo que está longe de Deus é filho da Ira, merece integralmente a condenação, por não crer em Cristo, antes, por deleitar-se inteiramente em viver uma vida longe da piedade, da gratidão e da humildade.
Aplicação
Aplicação
Aprendemos hoje que a humanidade está integralmente sujeita a viver escrava de suas próprias idolatrias pecaminosas , pois este é o curso natural, até mesmo as boas virtudes, podem e se tornam em muitos casos, meios de darmos glórias as nossas próprias virtudes, segundo nossos olhos, não valorizando corretamente a Deus e sua vontade.
Aqueles que escolhem desobedecer a Deus, vivem uma vida muito mais suscetível a Idolatria, devassidão, orgulho e impiedade, pois não tem um claro padrão para seguir, sendo somente direcionados por um coração reprovado e infiel.
