Perseverança na Oração (Rm 12.12)
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Não é suficiente começar a orar, ou orar direito, nem continuar durante um tempo em oração. Precisamos continuamente, pacientemente, continuar em oração até obter uma resposta, acreditando que Deus realmente nos ouve e que irá responder nossas orações. Na maioria das vezes, nós falhamos em não continuar em oração até recebermos o que pedimos e em não ter a expectativa de que o receberemos.
A oração é direta conversação e comunhão com Deus, seja vocal ou silenciosa, planejada ou espontânea, individual ou corporativa.
Os Salmos compreendem a mais rica fonte de inspiração e exemplo para a oração. A metade dos salmos começa com uma oração no primeiro versículo; a maioria dos salmos incorpora a oração, e muitos deles são oração do começo ao fim.
No entanto, é um fato curioso que a Bíblia não dê instrução direta sobre como orar até que Jesus a ofereça no Novo Testamento (Mateus 6; Lucas 11; 18). Como o Deus-homem, Jesus ensina e exemplifica os ideais da oração cristã em todas as suas formas. Lucas e Atos são vertentes especialmente ricas no tema da oração. O apóstolo Paulo, também, modela o conteúdo e as prioridades da oração cristã em suas cartas no Novo Testamento.
Toda oração cristã é ouvida e respondida não com base no mérito do peticionário, mas somente com base na graça de Deus, estendida àqueles que estão reconciliados a um relacionamento correto com ele através da obra redentora de Cristo. A oração cristã significa aproximar-se de Deus com base (“no nome”) de Cristo e somente no seu mérito. Jesus ensinou a dirigir a oração ao Pai (Mat. 6:9) e em nome do Filho (João 14:13; 16:23). O próprio Novo Testamento, no entanto, amplia essa abordagem geral para incluir orações endereçadas ao Pai e ao Filho em conjunto (1 Tes. 3:11; 2 Tes. 2:16-17) e ao Filho diretamente (Atos 7:57; 1 Tes. 3:12–13; Apo. 22:20; cf. 2 Cor. 12:7–10.
