A IMPOSSIBILIDADE DA LEI DE LIBERTAR O CRENTE DO PODER DO PECADO
O sermão "A IMPOSSIBILIDADE DA LEI DE LIBERTAR O CRENTE DO PODER DO PECADO" aborda a incapacidade do ser humano de se libertar do pecado através da Lei, destacando a fraqueza da carne. Baseando-se em Romanos 7.14-25, o apóstolo Paulo explica que, apesar de os crentes estarem sob a graça, ainda enfrentam a luta contra o pecado, pois a carne está vendida ao pecado e não consegue cumprir a Lei de Deus, que é espiritual. Paulo usa metáforas como a escravidão e a habitação do pecado para ilustrar essa batalha interna, enfatizando que a libertação total só ocorrerá na ressurreição. O sermão conclui que a salvação não vem pelo cumprimento da Lei, mas pela graça de Jesus Cristo, e que a verdadeira obediência é alcançada por meio do Espírito Santo, que habita no crente. Portanto, o foco deve ser em viver em obediência a Deus, reconhecendo a própria fraqueza e a necessidade de dependência do Espírito para resistir ao pecado.
A IMPOSSIBILIDADE DA LEI DE LIBERTAR O CRENTE DO PODER DO PECADO
O seguidor de Cristo é livre do poder escravizante do pecado e apto sob o Espírito para derrotar as inclinações da carne, mas o pecado continua usando a lei e a carne para contra-atacar e estabelecer uma base de operações (7.8,11).
Paulo usa a metáfora da escravidão para hiperbolicamente enfatizar o crescente controle do pecado em momentos da vida de todo cristão. Essa não é a “vida cristã normal” que é vista no capítulo 8. Neste sentido ele desenvolve um “espantalho”, uma figura de crentes que tentam viver a vida cristã em sua própria força. Os versos 7–23 do capítulo 7 de Romanos apresentam o cristão vivendo pela carne; os 1–17 do capítulo 8, o cristão vivendo pelo Espírito. O apóstolo quer que percebamos as forças malevolentes apontadas para nós e os perigos do poder escravizante que podem facilmente nos dominar.
7:14 Até aqui, o apóstolo descreveu sua experiência passada, a crise traumática na qual ele foi profundamente convencido do pecado mediante o ministério da lei.
Agora ele muda para o tempo presente a fim de descrever uma experiência vivida desde o seu novo nascimento, o conflito entre as duas naturezas e a impossibilidade de se libertar, com suas forças, do poder do pecado que reside dentro dele.
O restante do versículo resume o conflito entre as duas naturezas antes de se concretizar o livramento. Com a mente renovada, ou nova natureza, o cristão serve à lei de Deus, mas, segundo a carne (ou velha natureza), é escravo da lei do pecado. O livramento é explicado apenas no capítulo seguinte.
