Santa Ceia - Jesus, vida e obra (2)

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IGREJA PRESBITERIANA DE APIAÍ
PLANEJAMENTO PASTORAL – SERMÕES EXPOSITIVOS
FEVEREIRO/2025
Rev. Mateus Lages
Saudação
Leitura bíblica - 1Samuel 7.12
Oração inicial
Hino 42 - O grande amor de Deus
Pb Janguito, 100 anos
Leitura bíblica - Salmos 90.9-12
Oração do SENHOR
Quinteto: Hino 108 - Aflição e paz
Sermão:
PROPÓSITO TEMÁTICO: Desde 2021 temos tido temas anuais, que nos conduzem como Igreja sede e congregações. Em 2021: Sua vida bem fundamentada; 2022: A Igreja é essencial; 2023: Uma Igreja missionária; 2024: Deus é com seu povo, e, agora um tema que prioriza a Igreja Sede: Jesus, vida e obra - como Deus redime seu povo (2025).
Após quase três anos expondo o Evangelho de Mateus nos Cultos, proponho expor o Evangelho de Marcos nos Cultos de Ceia este ano, com a finalidade de recebermos uma visão panorâmica da vida santa e obra redentora de Jesus, para fortalecer nossa fé e encorajar-nos a viver como discípulos do Senhor
Como fonte criativa, usarei o livro A história de Jesus, de Augustus Nicodemus Lopes, publicado pela nossa Editora em 2023.

Dia 02/02: Santa Ceia - Jesus, vida e obra - exposições no Ev de Marcos: O ministério inicial (Marcos 1.16-4.34)

Introdução/Contexto

O propósito de estudarmos a vida de Jesus é recebermos uma visão panorâmica de sua vida e obra redentora, e, assim termos nossa fé fortalecida, o que certamente nos encorajará a viver como discípulos.
O Evangelho de Marcos é o menor e provavelmente o primeiro a ser escrito. Sua ênfase é apresentar Jesus de forma rápida, e assim também farei.
A autoria do livro é tradicionalmente atribuída a João Marcos, companheiro de viagem de Paulo e Barnabé, tendo num segundo momento também sido a companhia de Pedro, de modo que seja consolidado o entendimento de que, por não ter sido testemunha dos fatos, seja este evangelho um registro das memórias do Apóstolo Pedro.
O propósito do livro foi escrever a gentios, ou seja, não judeus, para que reconheçam o chamado universal de Jesus ao discipulado. Assim, este evangelho é para nós permanecermos em Cristo e para muitos será uma chamada à conversão.
Na primeira parte do livro, Mc 1.1-15, vimos o surgimento de João Batista no deserto pregando batismo de arrependimento e anunciando a chegada do Reino de Deus. Depois, o batismo de Jesus por João no rio Jordão, com o povo. E, na sequência, a tentação de Jesus por Satanás durante quarenta dias no deserto. Para hoje, vamos tratar do início do ministério de Jesus que envolve Mc 1.16-34, destacando o trecho de Mc 3.7-12.

A partir dessa introdução, vamos ao tema: O ministério inicial de Jesus Mc 3.7-12

Aqui Marcos registra a atividade de Jesus após o embate com os escribas e fariseus (2.18-3.6), que aconteceu por ocasião das curas milagrosas realizadas por Jesus: endemoninhado (1.21-28); leproso (1.40-45); paralítico (2.1-12) e do homem da mão ressequida (3.1-6). Essa crise se intensificará mais e mais e terminará com a traição, crucificação e morte de Jesus em Jerusalém.
Assim, o motivo de Jesus ter se distanciado para as margens do mar da Galileia foi afastar-se dos líderes religiosos judeus, que além dessa oposição aos milagres, também se opuseram a respeito da questão do jejum e da guarda do sábado (2.18-27).
Acontece que multidões de pessoas de várias regiões o acompanharam: Galileia, Judeia, Jerusalém, dalém do Jordão e dos arredores de Tiro e Sidom. Jesus pregava, curava e expelia demônios. Ele continuava proibindo os demônios de declararem publicamente a sua identidade. Ele haveria de continuar por algum tempo a ministrar às multidões naquelas regiões.
A grande questão que a história levanta é: quem é Jesus? A revelação da sua identidade está dentro dos propósitos de Marcos com o seu Evangelho, que é mostrar, mediante o registro dos atos, milagres e declarações de Jesus que ele é o Filho de Deus, conforme já adiantado no primeiro versículo: Marcos 1.1 “Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.”
CONCLUSÃO/APLICAÇÃO Irmãos, para concluirmos, reconheçamos que os Evangelhos são os livros mais importantes de toda a Bíblia porque narram o cumprimento da promessa de Deus na pessoa de Jesus, o Deus-homem, nosso Salvador e Senhor.
Sobre o ministério inicial de Jesus, aprendemos que àquela altura, para os discípulos, Jesus era o Messias, ainda que não houvessem entendido o que isso representava: que ele teria de morrer para salvar o seu povo dos pecados deles.
Para as multidões, Jesus era um profeta, como Elias ou Jeremias, com poderes miraculosos, talvez o Messias político aguardado por Israel para libertá-lo do jugo romano.
Para os escribas e fariseus, Jesus era um falso profeta que estava enganando o povo, quebrando as Leis de Moisés e blasfemando contra Deus. Era um impostor que deveria ser morto a qualquer custo.
Curiosamente, neste ponto da história, somente os demônios parecem saber quem ele realmente é: o Filho de Deus.
Ou seja, incredulidade e rejeição até dos mais próximos, como seus familiares, foi o que Jesus sofreu no início do seu ministério. Por isso, passa a falar em parábolas direcionadas somente aos discípulos, que passam a receber mais e mais informações a respeito do Reino de Deus e a respeito da pessoa de Cristo (4.1-34).
Agora eu pergunto a você: quem é Jesus para você? Para muitos a identidade de Jesus permanece sendo um enigma. Que Deus abra os seus olhos para que você contemple quem de fato é Jesus e entenda que ele é o Filho de Deus, o Messias prometido, o Salvador do mundo, o Senhor da terra, que morreu pelos pecados e vive para todo o sempre.

SANTA CEIA (1Co 11.23-29)

Irmãos, Deus não quer de você um sacrifício, uma obra, mas ele quer unicamente você. Provérbios 23.26 “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos.” Ele veio até você para salvar o pecador. Alegre-se! Essa mensagem é libertação por meio da verdade.
Hino 340 - Santa comunhão
ORAÇÃO FINAL E BÊNÇÃO
Homenagem ao Pb Janguito
Texto do Boletim
Entrega da placa
Foto
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