A CEIA REPRESENTA COMPARTILHAR
A Ceia do Senhor representa para nós, um ato de compartilhar, doar e sacrificar. Jesus, na noite de sua traição, instituiu a Ceia como um memorial de sua morte (1 Co 11:23-31), ensinando que o Reino de Deus envolve entrega e serviço. Assim como Neemias reconstruiu Jerusalém, somos chamados a reconstruir vidas e compartilhar a alegria do Senhor (Ne 8:11-12). Nossa Responsabilidade: Recebemos a salvação em Cristo. Nos alegramos na redenção ao participar da Ceia. Compartilhamos essa verdade com o mundo. Como Fazer Isso? Vivendo de forma missional. Orando e evangelizando. Sendo generosos na obra de Deus e para com o próximo. A Ceia nos lembra que fomos salvos para compartilhar essa graça.
23Porque eu recebi do Senhor o que também lhes entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, pegou um pão 24e, tendo dado graças, o partiu e disse: “Isto é o meu corpo, que é dado por vocês; façam isto em memória de mim.” 25Do mesmo modo, depois da ceia, pegou também o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue; façam isto, todas as vezes que o beberem, em memória de mim.” 26Porque, todas as vezes que comerem este pão e beberem o cálice, vocês anunciam a morte do Senhor, até que ele venha. 27Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. 28Que cada um examine a si mesmo e, assim, coma do pão e beba do cálice. 29Pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. 30É por isso que há entre vocês muitos fracos e doentes e não poucos que dormem. 31Porque, se julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. 32Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
26Porque, todas as vezes que comerem este pão e beberem o cálice, vocês anunciam a morte do Senhor, até que ele venha.
E agora o verdadeiro Sumo Sacerdote, o “Senhor”, o Filho do próprio Deus, o Santo e sem pecados, deve não apenas tocar a morte, mas pessoalmente sofrer a morte!
Por outro lado o sangue derramado e a morte amarga se tornam para nós uma alegria profundamente grata.
