João 18.28-38
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Jesus diante de Pilatos
Jesus diante de Pilatos
João 18:28-38
João 18:28-38
1. Jesus é levado perante Pilatos com a vaga acusação de ser um criminoso (18.27–32).
Depois, levaram Jesus da casa de Caifás para o pretório. Era cedo de manhã. Eles não entraram no pretório para não se contaminarem, mas poderem comer a Páscoa (conf. v. 28).
o julgamento religioso havia acabado, agora seria o julgamento civil. O cenário é a sala de julgamento do palácio do governador.
o texto diz que eles levaram Jesus da casa de Caifás, mas quem era? era sumo sacerdote
naquele ano seria o responsável pelo julgamento de Jesus. Entretanto o
interrogatório sob Caífas não foi relato por joão ( vide Mt. 26.57-68) Tinha
sido nomeado sumo sacerdote em 18 dC pelo prefeito romano Valério Grato. Ele
iria continuar no cargo até que ele foi deposto até 36 d.C. Ele era genro de
Anás, que tinha servido como sumo sacerdote do anúncio 6-15 e ainda manteve uma
grande quantidade de poder e influência (cf. 18: 22; Lucas 3: 2). Teoricamente,
um sumo sacerdote servido para a vida. No primeiro século, no entanto, o
escritório tornou-se fortemente politizada, com os romanos freqüentemente
remover os sacerdotes que os desagradou. O mandato de Caifás, o sumo sacerdote
era realmente uma das mais longas, no primeiro século, um tributo à sua
perspicácia política e sua natureza conivente e oportunista.
Caifás era quem tinha aconselhado aos
judeus que era conveniente para um homeom morrer em nome das pessoas
referindo-se ao incidente em João 11:49-52
Jesus estava no Pretório - A sede do oficial comandante da força militar romano (ou seja, Pilatos). A sede normal de Pilatos era na Cesarei no palácio dque Herodes, o Grande, construira para si, Entretanto, pilatos e seus predecessores estabeleceram uma sede em jerusalem durante as festas a fim de impedir qualquer levante.
Cedo de manhã - expressão ambígua, remete a um horário bem cedo, entre seis e sete horas, levaram Jesus à presença de Pilatos, governador romano
Eles não entraram no
Pretório para não se contaminar - Os judeus não queriam entrar no palácio de um gentio, pois acreditavam que estariam contaminando-se e assim estariam proibidos de comer a Páscoa.
Segundo a lei dos judeus, aquele que entrasse na casa de um gentio tornava-se impuro . Para evitar a contaminação, deveria permanecer no lado de fora.
João usa essa afirmação com grande ironia ao destacar a hesitação do sumo sacerdote quanto à questão da purificação cerimonial, sendo que a cada momento ele incorria em contaminação incomparavelmente maior em relação a Jesus.
não era um incomodo o fato de estarem tramando a morte do Filho de Deus. Teria sido uma tragédia para eles entrar numa casa gentia, mas assassinato era ninharia
29.Que acusação? Pilatos cede judeus dirigindo-se ao local onde eles estavam e os questiona qual acusação eles trazem contra aquele homem. Aqui Pilatos inicia formalmente o julgamento civil contra Jesus, indagando do que acusam o prisioneiro.
As tropas romanas foram usadas para prender Jesus (v. 3) o que prova que as autoridades judaicas, já haviam relatado algo acerca de Jesus. Embora precisassem da confirmação de Pilatos para executarem a Jesus.
18:30 A resposta dos judeus vem em seguida com um tom rude e autoritarismo usando sua posição, pois eles já haviam julgado Jesus e decidiriam que ele era culpado, Pilatos somente precisava pronunciar a sentença.
Eles esperam que a vaga acusação de malfeito seja suficiente; mas Pilatos rejeita o caso. Eles buscam uma sentença de morte, mas não têm autoridade para impô-la.
18:31 - Pilatos replica e tentando fugir da situação que lhe foi colocada, joga-a a responsabilidade de volta aos judeus para que Jesus fosse condenado segunda a lei deles.
Se Jesus já havia sido julgado por eles, nada mais coerente que eles mesmos o sentenciasem segundo a sua própria lei?
18.31 - A resposta dos judeus escancara, traz a tona, o que eles desejavam do fundo do coração, eles queriam matar Jesus, eles disseram “Não nos é lícito matar ninguém”.
Essa resposta dos judeus também evidencia o fato de Jerusalém não ser uma nação independente, por serem governados pelos romanos, ou seja, quando Roma assume a Judeia e passa a governa-la diretamente por meio de um prefeito, a jurisdição capital (o direito de executar a pena de morte) foi retirado dos judeus e dado ao governador romano. Dessa forma, eles dependiam e estavam sujeitos ao poder de Pilatos, um gentil.
Acrescenta-se que dado a religiosidade, os judeus, desejavam por a morte de Cristo nas mãos de Pilatos.
18.32 - O versículo 32 pode ter dois diferentes significados: 1) Em Mateus 20:19, Jesus tinha predito que seria entregue aos gentios para ser morto. Aqui os judeus estavam fazendo exatamente isso com ele. 2) Em muitos lugares, o Senhor disse que seria “levantado” (Jo 3:14; 8:28; 12:32,34). Isso se refere à morte por crucificação. Os judeus usavam o apedrejamento em casos de pena capital, enquanto a crucificação era o método romano. Assim, pela sua rejeição em executar a pena de morte, os judeus, sem saber, cumpriram essas duas profecias concernentes ao Messias (cf. Sl 22:16).
implicações
A religiosidade é provém de um coração hipócrita, impuro e que desconhece a Jesus.
Deus usa a própria inclinação humana ao mal para cumprir os seus eternos propósitos
Aplicações
2. preocupaçao de Pilatos
18.33 - Você é o rei dos judeus?
Aparentemnete buscando demonstrar certa justiça e interrese no caso Pilatos volta ao pretório e chama Jesus e inicia o interrogatório: Você é o rei dos judeus?
Pilatos vai até os judeus e esses não apontam nenhuma acusação que incriminasse a Jesus.
Ele volta, pois possivelmente desconfiou da atitude dos judeus. e estranhamente lhe faz uma pergunta: Você é o rei dos judeus?
As alternadas saídas e entradas de Pilatos a seu palácio funcionam em dois níveis na narrativa: identificam diferentes momentos do processo e ressaltam a ambivalência do governador, debatendo-se entre as evidências que vê por dentro e as pressões que recebe de fora
Elizabeth Sendek, “João”, in Comentário Bíblico Latino-Americano, org. C. René Padilla et al., trad. Cleiton Oliveira et al., 1. ed. (São Paulo: Mundo Cristão, 2022), 1367.
Não é lógico se seguirmos o que João descreve no evangelho, se eu como um juiz vou até aqueles que acusam, esses devem apresentar sua acusação, mas aqui não há. Os judeus não apresentam.
Pilatos, ao retornar deveria como um juiz que realiza seu julgamento, colher os fatos partindo do crime que ele cometeu, mas pilatos não faz.
Ao contrário ele lhe faz a 1° pergunta sobre ser Jesus rei dos judeus.
ao fazer isso, Pilatos entrega sua parcialidade, sua preocupação, seu medo, sua atençao.
Pilatos queria saber se Jesus oferecia algum perigo para seu governo. Ora, ele estava ali para governar os judeus e aparece outro que se diz rei.
Essa era a preocupação daquele juiz.
18.34 - a pergunta é sua ou os outros disseram .
Jesus, revela a intenção de Pilatos, questionando se a pergunta era particulamrnte sua e ao mesmo tempo também apresenta que sabe que os sacerdotes já haviam falado acerca dele para pilatos.
Isso é certo, por que o fato das tropas romanas terem sido usadas para prendê-lo (v.3) prova que as autoridades judaicas haviam anteriormente comunicado alguma coisa a respeito de Pilatos, pois esperavam que Pilatos confirmassem seu julgamento e contra Jesus e o condenasse à morte.
Pilatos ordenou outra audiência em sua presença.
no verso 3, temos a “escolta” que se refere à corte de tropas romanas e os oficiais ou guardas.
a meu respeito - Jesus não negou ser rei, ele confirma indiretamente que era o rei, o messias esperado dos judeus, não daqueles.
1. Definição Diante da Injustiça
1. Definição Diante da Injustiça
João 18:28-32
Você poderia considerar como Jesus, mesmo diante da injustiça e calúnia, manteve-se firme em Sua identidade como o Messias. Isso nos ensina a importância de sabermos quem somos em Cristo, mesmo quando enfrentamos dificuldades. Talvez possamos aprender a manter nossa integridade e verdade em meio a circunstâncias adversas, confiando que Deus tem um propósito maior em ação.
2. Domínio Delineado no Reino
2. Domínio Delineado no Reino
João 18:33-36
Talvez este ponto inspire-nos a reconhecer o reino espiritual sobre o qual Jesus falou, um reino que não é deste mundo. Você poderia refletir sobre como nosso chamado é ser cidadãos deste Reino, vivendo em integridade, amor e verdade, mesmo quando os valores do mundo à nossa volta desafiam nossa fé.
3. Declaração da Verdade Eterna
3. Declaração da Verdade Eterna
João 18:37-38
Você poderia explorar a afirmação de Jesus como a verdade que transforma, oferecida não apenas a Pilatos, mas a todos que buscam significado em suas vidas. Este ponto sugere que abraçarmos essa verdade nos liberta das garras da dúvida e do medo. Proclamemos a verdade de Cristo em cada circunstância, sabendo que Ele é o Rei dos reis.
