Anunciemos o Amor Gracioso

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Introdução
1João 3.16 ARA
Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.
Provavelmente a melhor pergunta para começarmos essa reflexão seja: Afinal o que significa amar? ou ainda: Em que se reconhece o amor?
Penso que é esse o mote inicial de João ao escrever a sua carta, inclusive essa epístola de João é conhecida como a epístola do amor, ou ainda a carta do amor.
Amor é o que nos diferencia entre a multidão
João 13.35 ARA
Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.
Mateus 22.37–40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”
João 15.13 ARA
Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.
A pergunta inicial: no que consiste o amor é de fato importante principalmente em um tempo onde a expressão significa muitas coisas e no final das contas parece que perdeu seu significado.
Amamos Macdonalds
Amamos nosso time
Amamos chegar em casa com a louça limpa
Amamos uma boa noite de sono
Amamos nosso carro
Amamos nosso cachorro, e também nossos filhos
… Enfim, amamos muitas coisas e parece que o significado
Vivemos em um tempo tão distópico que por vezes temos amado coisas e usado pessoas.

Novamente ocorre que o idioma grego é mais rico em termos distintos que o nosso. Chamamos muitas coisas de “amor”! O grego, porém, dizia eros (erotismo) para o amor do desejo que se incendeia nos valores do outro. Em contraposição, o NT acolhe o termo ágape, raro na época (cf. acima, a nota 9). Usa-o principalmente para o amor de Deus, o que lhe confere uma marca concreta. Esse amor essencial nunca é – com palavras de Lutero – amor “haurido”, extraído de seu objeto, mas amor “que brota”, um “amor” que não pode ser diferente do que – “amar”. Deus é esse ágape. Por isso também a vida “divina”, “eterna” consiste nesse “amar”.

A bíblia usa essa diferenciação de amor em outras passagens.
Outro amor que é usado é o amor fileo - que tem ligação com o gostar.
O amor que o texto usa é o agape - aquele que não extraído do objeto em si.
Quando Jesus fala sobre o amor que devemos a ele e ao próximo o termo sempre utilizado é o agape. Não amamos o outro pelo que ele é, mas porque de nós brota tal sentimento.
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