Uma carta ao jovem pastor Timóteo
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TEXTO: 1Tm. 1.1-12
TEXTO: 1Tm. 1.1-12
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Não é surpreendente que as cartas às Igrejas encontrem-se no Novo Testamento, mas impressiona-nos o fato de cartas dirigidas a pessoas particulares, inclusive com avisos pessoais (I Tm.5.23) estejam arroladas. Aprouve a Deus assim fazer, pois Timóteo era ajudante de Paulo e recebeu instruções quanto à sua vida, trabalho e funcionamento de uma Igreja Cristã.
1Timóteo: O Pastor, Sua Vida e Sua Obra Capítulo 1: Introdução à Primeira Carta a Timóteo
As epístolas de Paulo a Timóteo e Tito são conhecidas como “cartas pastorais”. Essa designação foi dada pela primeira vez por Tomás de Aquino em 1274. Escrevendo acerca de 1Timóteo, o teólogo afirmou: “É como se esta carta fosse uma regra pastoral que o apóstolo deu a Timóteo”.
Diferença das demais cartas:
1Timóteo: O Pastor, Sua Vida e Sua Obra Capítulo 1: Introdução à Primeira Carta a Timóteo
diferem das demais cartas escritas por Paulo endereçadas às igrejas específicas da Galácia, Macedônia, Acaia, Ásia Menor e Roma. E se distinguem ainda da epístola a Filemom, uma carta eminentemente pessoal, enquanto as epístolas pastorais remetidas a Timóteo e Tito têm o propósito precípuo de orientar esses dois ministros a lidarem corretamente com as diferentes demandas da vida eclesiástica.
Paulo tinha a prática de, ao plantar uma igreja, instituir presbíteros nas igrejas, conforme Atos dos Apóstolos 14.23 “23 E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido.”.
Naturalmente, ao remeter a essas igrejas ele também se referia a estes homens, tal como lemos em Fp. 1.1:
1 Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos que vivem em Filipos,
O termo Epístolas Pastorais foi usado pela primeira vez em 1703 por D. N. Berdot se aplicando às duas cartas de Paulo a Timóteo e à epístola a Tito.
A 1ª epístola de Paulo a Timóteo trata muito do ministério da Igreja e também dos falsos ensinos.
ELUCIDAÇÃO:
ELUCIDAÇÃO:
O livro de Atos mostra que Paulo ficou dois anos em prisão domiciliar, Atos 28.30-31
30 Por dois anos, permaneceu Paulo na sua própria casa, que alugara, onde recebia todos que o procuravam, 31 pregando o reino de Deus, e, com toda a intrepidez, sem impedimento algum, ensinava as coisas referentes ao Senhor Jesus Cristo.
Não temos nenhuma razão de que Ele tenha sido exec utado no final desse tempo.
Boa parte dos intérpretes concluem que ele foi libertado e que proloncou sua vida a ponto de incluis os alguns acontecimentos mencionados nessa carta:
3 Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina,
8 Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus,
16 Conceda o Senhor misericórdia à casa de Onesíforo, porque, muitas vezes, me deu ânimo e nunca se envergonhou das minhas algemas; 17 antes, tendo ele chegado a Roma, me procurou solicitamente até me encontrar.
13 Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, bem como os livros, especialmente os pergaminhos.
20 Erasto ficou em Corinto. Quanto a Trófimo, deixei-o doente em Mileto.
5 Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi:
12 Quando te enviar Ártemas ou Tíquico, apressa-te a vir até Nicópolis ao meu encontro. Estou resolvido a passar o inverno ali.
Na primeira prisão, Paulo nutria expectativa de ser liberto, como lemos:
22 E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído.
12 Quero ainda, irmãos, cientificar-vos de que as coisas que me aconteceram têm, antes, contribuído para o progresso do evangelho; 13 de maneira que as minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas de toda a guarda pretoriana e de todos os demais; 14 e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a palavra de Deus.
19 Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação, 20 segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte.
24 E estou persuadido no Senhor de que também eu mesmo, brevemente, irei.
Paulo tinha um projeto de ir à Espanha:
24 penso em fazê-lo quando em viagem para a Espanha, pois espero que, de passagem, estarei convosco e que para lá seja por vós encaminhado, depois de haver primeiro desfrutado um pouco a vossa companhia.
Pais da igreja, como Clemente e Eusébio de Cesareia, dão testemunho de que Paulo cumpriu esse intento.
Quem escreveu a carta e a quem foi escrita?
No gênero “eppístola” temos a indicação de autoria e destinatário no formato inverso do que fazemos em nossas cartas atuais. Aqui, o autor se apresenta e, depois dirige-se a seu destinatário. A carta foi escrita por Paulo que se apresenta como apóstolo.
A carta é uma correspondência particular dirigida a um jovem chamado Timóteo escrita pelo seu mentor para lhes dá orientação do que Ele precisava para seu trabalho de superintendente da Igreja. (v.1)
Timóteo já sabia que Paulo era apóstolo, mas o simples fato dele saber não implica que por isso não seja necessário confrontá-lo com a verdade de que era o Apóstolo de Jesus Cristo.
Paulo era alguém que era enviado por Cristo mesmo.
Talvez Paulo também escreveu para auto recordar que era Apóstolo (enviado) e que estava escrevendo do Senhor;
Apóstolo é alguém que atua em nome de quem envia.
Quando a carta foi escrita?
Atribui-se historicamente que Paulo foi solto da prisão de Roma e que desenvolveu trabalhos missionários e escreveu a carta nos anos 60 d.C. Acredita-se que Paulo foi martirizado por Nero (que morreu em 68 d.C.). Também se crê que Paulo chegou em Roma por volta de 59 a 61 d.C.; ficou dois anos por lá (At. 28.30); assim foi solto por volta de 62. Ele disse aos romanos que queria ir à Espanha e talvez tenha feito esta viagem, indo depois à Macedônia ou pode ter ido direto para o oriente e deixado para ir depois à Espanha. Paulo escreveu a Timóteo cerca de 2 anos antes de sua morte: ele morreu em 64 (auge da perseguição Neroniana) ou, como diz Eusébio em 67 d.C.
Atribui-se a referência de 1.3 ao texto de At. 20.1-4 onde depois do tumulto em Éfeso Paulo parte para Macedônia. A carta é situada em 55 d.C. quando Timóteo ainda era bem jovem (cf. I Co. 16.10-11).
Quem era Timóteo?
Alguém influenciado pela fé da mãe e avó. Ele era filho de pai gretgo e mãe judia. Por isso, talvez nunca tenha frequentado a sinagoga, mas tinha a influencia da avó, quqe assumiram o compromisso com a formação do filho/neto;
Era alguém que superava suas limitações para cumprir o chamado: Era jovem, tímido e doente;
Era alguém que tivera um relacionamento de proximidade com Paulo:
Talvez foi testemunha do aprederjamento de Paulo em Listra: 2Timóteo 3.10–11 “10 Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, longanimidade, amor, perseverança, 11 as minhas perseguições e os meus sofrimentos, quais me aconteceram em Antioquia, Icônio e Listra, —que variadas perseguições tenho suportado! De todas, entretanto, me livrou o Senhor.”
Conheceu Paulo na primeira viagem: Atos dos Apóstolos 16.1–3 “1 Chegou também a Derbe e a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego; 2 dele davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio. 3 Quis Paulo que ele fosse em sua companhia e, por isso, circuncidou-o por causa dos judeus daqueles lugares; pois todos sabiam que seu pai era grego.”
Foi convertido pelo ministério de Paulo, sendo chamado frequentemente de seu filho no Senhor: 2Timóteo 1.2 “2 ao amado filho Timóteo, graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor.” 1Coríntios 4.17 “17 Por esta causa, vos mandei Timóteo, que é meu filho amado e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo Jesus, como, por toda parte, ensino em cada igreja.”
Foi cooperador do ministério de Paulo:a segunda viagem, que começou por volta do 50d.c. até a morte de Paulo em 67d.C. aproximadamente, ele foi auxiliar de Paulo.
Cooperou com Paulo em várias cartas (1 e 2 Tessalonicenses, 2 Coríncios, Filipense, Colossenses, e Filemon).
Fez várias viagens com Paulo, Filipos, Tessalonica e Bereia; Separaram-se, e se reuniram em Atenas;
Na terceira viagem de Paulo entre 54-57, passaram três anos em Éfeso.
Recebeu de Paulo a difícil missão de ir a Corinto.
Seguiu paulo na ultima viagem a Jerusalém.
Provavelmente, durante o encarceiramente de Paulo, encontrava-se com ele Em Roma;
Depois da libetação de PAulo, foi com ele para a Ásia e ficou à frente da igreja em Éfeso, de onde recebeu essas cartas.
4. Foi um pastor compromissado, conforme Paulo descreve em Filipenses 2.19–23 “19 Espero, porém, no Senhor Jesus, mandar-vos Timóteo, o mais breve possível, a fim de que eu me sinta animado também, tendo conhecimento da vossa situação. 20 Porque a ninguém tenho de igual sentimento que, sinceramente, cuide dos vossos interesses; 21 pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus. 22 E conheceis o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comigo, como filho ao pai. 23 Este, com efeito, é quem espero enviar, tão logo tenha eu visto a minha situação.”
Aqui temos, alguns destaques: enviados por Paulo, hum homem singular, cuida dos interesses dos outros, cuida dos interesses de Cristo, caráter provado, disposto a servir
O ministério de Timóteo em Éfeso:
Ao que parece, na igreja de Éfeso havia falsos mestres que promoviam ensinos falsos sobre a lei, promovendo controvérsias que não promoviam o reino de Deus.
Admoestação contra a falsa doutrina e a pregação
2. O amor consciente e verdadeiro - v.5
O que os falsos mestre fazem não é dirigido pelo amor;
Só tem sentido e razão de ser na Igreja aquilo que serve para edificação e aumento do amor;
3. O perfil dos falsos mestres - v.6-7
Isto nos mostra que esses falsos mestres de Éfeso se tratam de judeus ou judaizantes que queriam ser chamados e conhecidos como mestres da Lei;
Os judaizantes eram judeus cristãos que disseminavam a ideia de que Cristo somente não era a base da salvação e que todo cristão precisava guardar a Lei. Eles não sabiam o que diziam, por mais que houvesse sinceridade;
Por outro lado, Paulo ensinava que a lei fora um aio para nos conduzir a Cristo – Gl. 3.19,23-24; 4.2.
Não podemos fundamentar nossa salvação em nenhuma outra coisa, seja sentimento, amor etc., apenas em Cristo;
4. O ensino apostólico sobre a lei - v.8-11
v.8
Os judaizantes pensavam que Paulo menosprezava a Lei, entretanto ele dizia que ela era boa sendo usada legitimamente.
A crítica de Paulo não era dirigida contra a Lei em si mesmo, mas contra o mau uso dela: a lei era boa, mas os mestres da Lei não a entendiam;
A lei nunca foi má; o problema é sempre o homem quem é naturalmente mal;
v.9
Em razão disso, a lei não é feita para o justo no sentido de sua maldição e juízo; quem vive no Espírito não está debaixo da Lei (Rm. 3.21; 7.3-6; 2Co. 3.7-8 , 11-18; Gl. 3.3-5 ; 5.1,16-18);
16 Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. 17 Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. 18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei.
1 Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
3 Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne? 4 Terá sido em vão que tantas coisas sofrestes? Se, na verdade, foram em vão. 5 Aquele, pois, que vos concede o Espírito e que opera milagres entre vós, porventura, o faz pelas obras da lei ou pela pregação da fé?
7 E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, 8 como não será de maior glória o ministério do Espírito!
11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente. 12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar. 13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia. 14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. 15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. 16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado. 17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.
3 De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias. 4 Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus. 5 Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte. 6 Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.
21 Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas;
Ao mesmo tempo, o crente salvo não é um “sem-lei” (Gl. 5.19-25; Rm. 8.3-4; Cl. 3.1-6) e vive pelo poder da obra de Cristo (Jo. 13.34; 1Jo. 3.22-24) e Cristo opera sua santificação.
1 Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. 2 Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; 3 porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. 4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. 5 Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; 6 por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência].
3 Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, 4 a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, 20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, 21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. 22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, 23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. 24 E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. 25 Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.
Há pessoas que querem estabelecer suas próprias leis, mas não é assim e Paulo diz que a Lei está aí para estas. “A lei existe presumivelmente para aqueles que não fazem caso algum dela”.
Paulo dá uma lista de pessoas a quem se aplica o juízo e maldição da Lei:
Desobedientes – pessoas que não reconhecem ninguém por cima delas, nem querem se submeter a nada;
Ímpios – não só os ateístas, mas aqueles que não se interessam por Deus e nem o têm em conta nas suas vidas;
Pecadores – pessoas que vivem escandalosamente;
Profanos e irreligiosos – pessoas que não têm respeito a tudo que é santo e puro, mas pisam com suas botas manchadas de barro, ridicularizando;
Patricidas e matricidas – não necessariamente filho que mata os pais literalmente, mas também aqueles que entristecem tanto os pais que o expõe a enfermidades e sofrimentos etc.
Homicidas – assassinos de pessoas;
Fornicadores – Paulo usa a palavra cuja raiz é pornôs, donde procede pornografia. Aqueles que vivem com relações sexuais ilícitas;
Sodomitas – que praticam o homossexualismo;
Roubadores de homens – mesmo que sequestradores; são aqueles que assaltam homens e lhes fazem escravos para vender;
Mentirosos – que não dizem a verdade;
Perjuros – pessoa que jura falsamente; quebra de juramento.
v.11 - Para aqueles que praticam tais atitudes e outras contrárias à sã doutrina, que é própria da Lei, mas também é segundo o Evangelho da Glória de Deus.
v. 11
- A sã doutrina (v. 10) é o evangelho da glória de Deus (bem-aventurado), sendo confiado a Paulo;
- O evangelho nos faz conhecer a glória de Deus.
