Jonas 1.11-17

Exposições em Jonas  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
0 ratings
· 23 views
Notes
Transcript
Texto: Jonas 1.11-17
Título: “QUANDO NOSSO TESTEMUNHO É VERGONHOSO”

-----------------:

Introdução
Sabe aquele momento em que você perde a oportunidade de “ficar calado”? Quando você deveria falar palavras de benção, mas amaldiçoa alguém, e de forma grosseira?
Mas, sabe aquele momento em que, o que as pessoas esperam de um cristão, elas testemunham num não cristão? Falo de virtudes que eventualmente devem ser testemunhadas através de nós, mas num momento específico falhamos.
O que pode piorar, pois, as vezes nosso testemunho fica marcado pelo falta de virtude cristã, tanto através da misericórdia como da graça/caridade. Em alguns casos bate o remorso, não é? Não há real arrependimento, somente uma dor de cabeça pois você percebe que sua “imagem” caiu em descredito.
Mas em outros, há o arrependimento, quando você lembra que faltou-lhe obediência ao Senhor e assim clama por misericórdia sobre sua vida, para que seu mal testemunho não venha a ferir os de fora.
Bem, com base no nosso texto desta noite, faremos considerações sobre...
PROPOSIÇÃO:
"QUANDO NOSSO TESTEMUNHO É VERGONHOSO” (2x).
----------------------
OBSERVAÇÕES DO TEXTO
----------------------
Nosso texto nos relembra verdades, que surgem nesse contexto.
E a primeira verdade é:
QUANDO NOSSO TESTEMUNHO É VERGONHOSO...
1ª NÃO RESPONDEMOS O DESESPERO DO HOMENS, DA MANEIRA DEVIDA:
No v.11 os marinheiros questionam o profeta: “o que faremos?”
Olhe para o inicio da história e veja a reação de Jonas a ordem de Deus para que fosse a cidade e pregasse. Como você acha que ele responderia a estes homens pagãos, porém, desesperados?
No v.12 temos a resposta dele. Totalmente escapista. Sem considerar as consequências do que havia proposto como saída para estes homens.
O profeta conhecia o sexto mandamento, em Ex 20.13, “não matarás”. Mas os marinheiros não. Quando ele propõe: “Lançai-me ao mar”, parece altruísmo, mas na verdade não era. A mesma misericórdia e preocupação que ele tinha pelos ninivitas, possuía por estes homens. Ou seja: zero!
Veja como ele pouco se importa com o que estava propondo. O que estava no centro de seu discurso como profeta do Senhor. Suas palavras iam contra a Palavra do Próprio Deus que ele servia.
Estes homens precisavam da verdade de Deus, e não da mentira que ia contra a Lei do Senhor e feria sua verdade. Ele pouco se importava com o desespero deles, tanto como com a resposta que lhes ofereceu.
Responder ao clamor desesperado dos homens é nosso papel, como despenseiros do Senhor. Como afirma Paulo (1Co 4.1-2) e Pedro (1Pe 4.10). Não faze-lo contrasta totalmente com a missão a nós conferida.
Passemos então a segunda verdade:
--------------
QUANDO NOSSO TESTEMUNHO É VERGONHOSO...
2ª OS INCRÉDULOS DEMONSTRAM AS VIRTUDES QUE NÓS DEVERÍAMOS:
Vejam a atitude dos marinheiros no v.13 diante do que estavam passando. O profeta Jonas os ajuda a lembrar que a situação pela qual estão passando é culpa dele.
Porque o profeta lembraria isto aos marinheiros? Porventura estaria ele querendo ajudá-los? Acredito que não. Ele havia proposto um fim para a tempestade, o que eles deveria fazer? Lança-lo ao mar. O que Jonas usa para colocar “lenha na fogueira”? Lembrar-lhes quem causou tudo isso.
Lembrando que já haviam perdido a carga do navio (v.5) e a embarcação estava prestes a despedaçar. Precisavam de mais motivação para dar “cabo” da vida deste homem? Não. Mas o que eles fizeram? Foram totalmente misericordiosos.
Ainda assim, eles “remavam, esforçando-se para alcançarem a terra”. Mas não conseguiram. E não que não quisessem. Está registrado no texto que eles desejavam isto. Mas o Senhor que não permitiu, tornando “o mar cada vez mais tempestuoso” (v.13b).
Diferente de Jonas, eles temeram o Senhor e compreenderam o que o profeta decidiu não aceitar, por isso declararam no v.14, as seguintes palavras: “Senhor, nós suplicamos, não nos deixes morrer por tirarmos a vida deste homem. Não caia sobre nós a culpa de matar um inocente, porque tu, ó Senhor, fizeste o que desejavas”.
Quero destacar a última frase do versículo, quando eles dizem: “… porque tu, ó Senhor, fizeste o que desejavas”.
Eles temem ao Senhor, o texto nos diz isso, se preocupam em tirar sangue inocente (mas Jonas não era tão inocente assim, era?), mas percebem que não podem ir contra a vontade do Senhor. Totalmente diferente do testemunho do profeta Jonas.
Vejam as virtudes que eles demonstraram. Isso contrasta totalmente com as virtudes que faltavam no profeta. E quando isso acontece conosco? Claro que ofusca o nosso testemunho, mas não a verdade de Deus.
Passemos então a terceira e última verdade:
--------------
QUANDO NOSSO TESTEMUNHO É VERGONHOSO...
3ª AINDA ASSIM A REVELAÇÃO DO SENHOR, NÃO FICA OBSCURECIDA:
Como declararam os marinheiros:
“… porque tu, ó Senhor, fizeste o que desejavas” (v.14b).
O Senhor não precisa de nós para realizar obras de avanço missionário, por exemplo. Mas participamos de tais ações pela graça do Senhor.
Do mesmo modo, caso algum crente viva em obstinação, dando mal testemunho; tal pessoa não tem o potencial de afastar os que o cercam, ou mesmo forçar Deus, o Senhor, a parar o avanço da sua obra redentora.
Imagino a visão de Jonas, totalmente frustrada. Porque ele estaria assim? Resposta: Por acaso ele queria a redenção de pagãos? Não! Mas o que estava acontecendo ali, na sua frente? Resposta: Exatamente isto!
Perceba, vivemos num momento onde a pregação do Evangelho está ficando cada vez mais secularizada. Choachs tem tornado a pregação do Evangelho mais palatável. Não se pode mais dizer aos pecadores que eles estão “nas mãos de um Deus irado”.
Mas esta cena de Jonas e os marinheiros nos mostra o contrário. Não precisamos nos deixar intimidar com a descrença do mundo, a ponto de rebaixarmos a nossa mensagem ao seu nível. Como disse R. C. Sproul: “O mesmo Deus que fez ‘terra e mar’ (Jn 1.9) e que converteu os marinheiros pagãos é capaz de converter qualquer pessoal por meio do nosso testemunho”.
Deveríamos aprender que Deus salva quem quer, independentemente de nós sermos fiéis e obedientes ou não.
No caso de Jonas, ele foi lançado ao mar e não pode testemunhar a conversão dos marinheiros. Que após terem lançado-o ao mar e testemunhado que este se aquietou, “adoraram o Senhor com temor, oferecendo-lhe sacrifício e fazendo-lhe votos”.
Estes homens deram testemunho de conversão ao fazerem sacrifícios, mesmo sem saber os procedimentos corretos para os sacrifícios levíticos. Pois diante da magnitude terrível do Senhor, e tremendo assombro, o que eles poderiam fazer? Tanto como os votos. Estes, que segundo comentaristas, devem ser entendidos “como uma confissão de fidelidade pactual”. Calvino disse: “Quando, então, os marinheiros fizeram um voto a Deus, eles renunciaram a seus próprios ídolos [...]. Agora, então, fizeram seus votos ao único Deus verdadeiro; pois sabiam que suas vidas estavam em sua mão”.
Perceba o que aconteceu nesta cena entre Deus, Jonas e os marinheiros: mesmo quando o testemunho de Jonas era vergonhoso, a revelação do Senhor aos marinheiros não ficou obscurecida.
Do mesmo modo, acontece conosco. Mesmo quando estamos em desobediência, apesar de nós, o Senhor se revela aos pecadores que nos cercam.
----------------------
CONCLUSÃO:
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Para ajudá-los a refletir mais, trago algumas perguntas:
----------------------
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA?
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA?
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA?
Related Media
See more
Related Sermons
See more
Earn an accredited degree from Redemption Seminary with Logos.