A MISSÃO DO FILHO

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I. AS CONSEQUÊNCIAS DA MISSÃO DO FILHO ( 17, 18).
Devemos enxergar o verso 17 em continuidade com o verso 16. Ambos os textos falam do amor redentor de Deus pela humanidade. Porém, este é mais um texto de João que exige nossa atenção. Como Deus não enviou se Filho para condenar o mundo- mais uma vez precisamos recorrer ao contexto próximo. Novamente precisamos pensar em que Jesus esta falando essas palavras. Jesus estava falando com o líder dos Fariseus, Nicodemus. Na visão dos judeus, o Messias viria para julgar apenas o Mundo, os pagãos. Eles criam que o Dia do Senhor seria o julgamento dos outros povos, enquanto eles seriam os eleitos por étinia, principlemnte aquelas nações que oprimiram a Israel. Jesus então deu um golpe certeteiro do orgulho nacionalista dos Fariseus e dos judeus. Afirmando que ele não veio “julgar o mundo”, nos moldes do judaico, ele veio salvar. Foi por isso que o profeta Amós censurou severamente os judeus do seu tempo, porque desejavam o Dia do julgamento, o “ Dia do Senhor” para outros povos e não para eles ( Am 5. 18- 20). A mensagem aqui é que os proposito redentor de Deus não está restrito aos judeus. A palavra julgar aqui é posta em lugar de condenar.
Talvez alguém pense, será que a primeira vinda de Cristo é apenas para salvar e a segunda vinda seria para julgar? O versículo 18 nos fala de condenação antecipada, como também de salvação antecipada. O que acontece com alguém que crer em Cristo? “Não é condenado” ( Jo 5. 24). O que acontece com alguém que nega o Filho de Deus? Já está condenado. Deus enviou seu Filho Unigênito, como já vimos, seu bem maior, negar isso é se condenar ao inferno e as trevas para sempre.
Aplicação: Que pena, que muitas pessoas pessaos já estão condenadas, que pena que muitos já se alto sentenciaram e estão arruinados , mas, outros já estão no caminho, já estão na verdadeira graça, já estão na salvação que lhe foi ofertada.

porquanto aquele que rejeita a graça que lhe é oferecida merece encontrar nele o Juiz e Vingador de um desdém tão indigno e vil. ( Calvino).

escaparão impunes, caso desprezem a graça de Cristo e decidam tê-lo como o Autor da morte, em vez de o Autor da vida 9 Calvino).

II A REJEIÇÃO DA MISSÃO DO FILHO ( 19).
No verso 19 está nossa doutrina reformada na nossa crença do estado de natureza espiritual do homem. O homem já está julgado por rejeitar a igreja ( v. 18), mas, aqui está a base do seu julgamento. Ele amou as trevas mais do que a luz - porque suas obras eram más. A metáfora da luz nos fala de pureza, de santidade, de piedade. Em seu sermão do mundo, Jesus deixou claro que todos os discípulos precisavam ser luz ( Mt 5. 14-16), aqui Jesus diz que ele mesmo é a luz. Sim, a luz de que Jesus se refere é ele mesmo ( Jo 8. 12). Jesus é a luz de Deus que veio iluminar este mundo de trevas ( 1. 4- 9). É inacreditável, mas, aqueles que estão nas trevas preferem as trevas. Aqueles que estão na morte preferem a morte, aqueles que estão no abismo, preferem ficar lá, Eles não desejam sair das trevas. Aquele seque estão na ignorância do pecado, preferem ficar lá.
Mito da Caverna, presente no livro VII da República de Platão, é uma alegoria, pode lançar alguma luz sobre o que queremos dizer.
Platão pede que imaginemos prisioneiros acorrentados dentro de uma caverna desde o nascimento. Eles estão voltados para a parede e só conseguem ver sombras projetadas nela por objetos que passam diante de uma fogueira atrás deles. Como nunca viram nada além dessas sombras, acreditam que elas são a própria realidade. Diz Platão: “Atrás deles, há um fogo aceso à distância, e entre o fogo e os prisioneiros há um muro, semelhante àquele que os manipuladores de marionetes colocam à frente para ocultar-se do público e exibir apenas as marionetes por cima dele. Imagine agora que, ao longo desse muro, passam homens carregando objetos de todos os tipos, estátuas de homens e animais feitos de madeira, pedra e outros materiais, que se projetam sobre a parede da caverna”, ou seja, os caverniculas sempre são encanados, porque enxergam apenas as sombras e não incapazes de ver os corpos, tiram deduções das sombras e são enganados pelos seus sentidos.
Um dia, um dos prisioneiros é libertado e forçado a sair da caverna. No início, a luz do sol o cega, mas, aos poucos, ele percebe o mundo real: os objetos verdadeiros que antes via apenas como sombras. Quando entende que o sol é a fonte de toda luz e vida, ele reconhece que a realidade fora da caverna é muito superior à ilusão em que sempre viveu.
Movido pelo desejo de ajudar, ele retorna à caverna para libertar os outros. No entanto, ao tentar convencê-los da verdade, eles zombam dele e até tentam matá-lo, pois não conseguem conceber uma realidade diferente daquela a que estão acostumados.
Aplicação: A situação de uma pessoa não convertida é de trevas. A situação de alguém longe de Jesus é de completa escuridão espiritual. Ele vive no abismo de uma vida sem Deus. Está arruinado e no fundo do poço- mas, há um desejo da sua natureza humana de lá permanecer. Por isso quem vive nas drogas, quer ficar lá, quem vive no adultério quer permanecer no adultério. Há trevas que somente Deus pode dissipar. Quando esta luz invade nosso coração, somos libertos. Lembro -me de um culto que muito bonitos que preguei em Roma, era um final de tarde insolarado, e os feiches de luz atravessavam os vitrais coloridos do templo gótico, tornando o ambinete ainda mais iluminado. Hoje, a luz de Jesus entrará seu coração e disipará as trevas.
III. COMO REAGIMOS Á MISSÃO DO FILHO ( 20,21).
Aqui Jesus revela para nós que podemos reagir de duas formas à luz. Aceitando-a, ou rejeitando-a, aqueles que aborrecem a luz são os que praticam o mal, aqueles que abraçam a luz são os que praticam a verdade.
A razão porque alguns rejeitam a Jesus como luz é o medo de que suas obras sejam reveladas, ou como diz o texto, sejam “arguidas”, sejam questionadas, sejam manifestas, sejam conhecidas.
João 3.1–21

Uma pessoa assim está sempre evitando a luz, isto é, não tem nada a ver com Cristo, a origem e a encarnação da verdade e do amor de Deus. Portanto, nunca lê a Bíblia; recusa-se a frequentar a igreja, etc. Em seu coração, realmente odeia a luz.

Aqueles que são da luz agem de forma diferente, eles aproxima-se da luz para que suas obras sejam manifestas, eles não tem medo, não tem receio, não tem o que esconder.
Verdade no Evangelho de João não é um cocneito abstrato, mas, uma tomada desição, ele “pratica a verdade”.
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