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Texto base: Deuteronômio 18:15-19

15 O SENHOR, seu Deus, levantará para você um profeta como eu, de seu meio, de seus irmãos; você o ouvirá –

16  assim como você pediu ao SENHOR, seu Deus, em Horebe, no dia da assembleia, dizendo: Não posso continuar a ouvir a voz do SENHOR, meu Deus, nem posso olhar para o grande fogo novamente, para que não morra.

17  E o SENHOR me disse: Eles estão certos no que disseram.

18  Levantarei um profeta para eles, do meio de seus irmãos, assim como você; e colocarei minha palavra em sua boca e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.

19  E acontecerá que aquele que não der ouvidos às minhas palavras que ele falará em meu nome, eu mesmo o farei responsável.

PROPOSIÇÃO (tema): O Profeta Prometido

Certezas que você deve ter no ministério.

IDEIA EXEGÉTICA – O texto bíblico para os ouvintes da época:

1. Contexto Histórico e Literário

Deuteronômio é um livro de aliança, onde Moisés reafirma os mandamentos e a relação de Israel com Deus antes da entrada na Terra Prometida.
No capítulo 18, Moisés adverte contra a consulta a adivinhos e falsos profetas (Dt 18:9-14) e então promete que Deus levantará um profeta verdadeiro para guiar o povo (Dt 18:15-19).
Moisés estava próximo da sua morte, e os israelitas temiam ficar sem um líder espiritual que falasse por Deus.

2. O Significado para os Israelitas da Época

Um profeta semelhante a Moisés: Para o povo, isso significava que, assim como Moisés havia sido o mediador da aliança, Deus continuaria levantando profetas para guiá-los.
Deus continuará falando com Seu povo: Os israelitas não precisariam recorrer a práticas pagãs para obter direção, pois Deus levantaria profetas legítimos.
Obediência ao profeta: O texto enfatiza que o povo deveria ouvir esse profeta, pois rejeitá-lo seria rejeitar o próprio Deus.
Autoridade divina do profeta: O profeta prometido falaria apenas o que Deus ordenasse, garantindo que a vontade divina fosse conhecida.

Conclusão

Os ouvintes originais viam essa passagem como uma promessa da continuidade da revelação de Deus através de profetas legítimos, garantindo a liderança espiritual de Israel mesmo após Moisés. Eles não teriam identificado imediatamente Jesus como o cumprimento final dessa profecia, mas esperariam a vinda de um profeta poderoso enviado por Deus.

IDEIA HOMILÉTICA – Ideia exegética para comunicar aos ouvintes do nosso tempo (espelho da ideia exegética):

• Você deve ter a certeza de fazer (...)

PROPÓSITO DO SERMÃO: Levar a igreja a ouvir a Cristo Jesuster a certeza de fazer o melhor, cumprir a missão e receber a recompensa.

(Verbo de Ação / Frase afirmativa: Como você...)

Vox Dei – Voz de Deus, investido de autoridade.

Fdt:

Evidências bíblicas para essa interpretação

O Novo Testamento identifica Jesus como esse profeta
Atos 3:22-23 – O apóstolo Pedro, pregando ao povo, cita diretamente Deuteronômio 18:15-19 e aplica a profecia a Jesus:
"Disse, na verdade, Moisés: O Senhor Deus vos suscitará dentre vossos irmãos um profeta semelhante a mim; a ele ouvireis em tudo quanto vos disser."
Atos 7:37 – Estêvão também faz a mesma aplicação antes de ser apedrejado:
"Este é o Moisés que disse aos filhos de Israel: Deus vos suscitará dentre vossos irmãos um profeta como eu."
Jesus é semelhante a Moisés, mas maior Moisés era mediador da Antiga Aliança, e Jesus é o mediador da Nova Aliança (Hebreus 8:6). Ambos falam as palavras de Deus, realizam sinais e milagres, intercedem pelo povo e são rejeitados por muitos. No entanto, Jesus é maior que Moisés (Hebreus 3:1-6), pois Ele não apenas comunica a Lei, mas a cumpre e traz a graça e a verdade (João 1:17).
A voz do Pai confirma Jesus como aquele a quem devemos ouvir
No batismo de Jesus e na transfiguração, Deus Pai declara que Jesus é seu Filho e que devemos ouvi-Lo:
"Este é o meu Filho amado; a ele ouvi." (Mateus 17:5, cf. Marcos 9:7; Lucas 9:35).

VERDADES:

I. A certeza de fazer o melhor (v.6);

Desenvolvimento:

a)

b)

c);

II. A certeza de cumprir a missão (v.7);

III. A certeza de receber a recompensa (v.8).

Fdt:

Conclusão:

Essa profecia é vista como parte da revelação progressiva da redenção. Moisés aponta para Cristo, que é o cumprimento da Lei e dos Profetas (Lucas 24:27, 44). Assim, Jesus é o Profeta prometido, o Mediador final entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5).
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