SÉRIE: O QUE FIZEMOS COM JESUS? (2)
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SÉRIE: O QUE FIZEMOS COM JESUS?
DIA 1 – O JESUS HISTÓRICO E A REJEIÇÃO
DIA 1 – O JESUS HISTÓRICO E A REJEIÇÃO
O **DIA 1** foca no Jesus histórico e traído, começando com a questão central: Quem era Jesus? Ao explorarmos sua encarnação, messianismo e redenção, somos confrontados com o excluído de Jesus em Seu tempo, um tema que ainda reverbera nas escolhas humanas atuais. A traição de Judas, a negação de Pedro e a injustiça de Seu julgamento nos fazem refletir sobre como, muitas vezes, também podemos traí-Lo em nossas atitudes cotidianas.
1. Introdução – Quem Era Jesus?
1. Introdução – Quem Era Jesus?
Jesus não foi apenas uma figura histórica; Ele é o cumprimento de um plano divino para a humanidade. A encarnação de Deus na Terra, Ele veio para salvar, ensinar e transformar vidas.
Versículo-chave: "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós." (João 1:14)
Palavras-chave:
Encarnação: Deus tornando-se humano (João 1:14)
Messias: O Ungido prometido para a salvação (Isaías 9:6-7)
Redenção: O resgate da humanidade pelo sacrifício de Jesus (Efésios 1:7)
Soberania: O domínio absoluto de Deus sobre a história (Colossenses 1:16-17)
1. Encarnação: Deus Tornando-se Humano (João 1:14)
1. Encarnação: Deus Tornando-se Humano (João 1:14)
A Encarnação é um dos mistérios mais profundos da fé cristã. Em João 1:14, lemos: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós...” O "Verbo" ou "Logos" é uma referência a Cristo, a segunda pessoa da Trindade. Aqui, a Escritura nos ensina que Deus, de forma plena e completa, se fez humano. Não apenas assumiu uma forma humana, mas se tornou verdadeiramente humano, mantendo Sua divindade.
O Significado Teológico:
O Significado Teológico:
A Encarnação revela que Deus não está distante da humanidade, mas escolheu se aproximar de forma radical. Ele se fez carne para caminhar entre nós, para experimentar nossas alegrias, sofrimentos e limitações. A Encarnação é a resposta divina ao pecado e à alienação do homem de Deus, pois, ao se tornar humano, Jesus tornou-se o mediador perfeito entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5).
Aplicação Prática:
Aplicação Prática:
A Encarnação de Cristo nos desafia a viver com um senso profundo da presença de Deus em nossas vidas. Jesus não está distante ou inacessível; Ele conhece nossas lutas e pode nos oferecer compaixão, compreensão e ajuda. A verdadeira fé cristã envolve não apenas crer em Jesus como Deus, mas também reconhecer Sua humanidade e como Ele nos entende plenamente.
2. Messias: O Ungido Prometido para a Salvação (Isaías 9:6-7)
2. Messias: O Ungido Prometido para a Salvação (Isaías 9:6-7)
Em Isaías 9:6-7, encontramos uma das mais claras profecias sobre o Messias, aquele que Deus prometeu enviar para restaurar o Seu povo. O versículo diz: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.”
O Significado Teológico:
O Significado Teológico:
O título "Messias" significa "Ungido" e é uma referência ao rei prometido, aquele que viria para restaurar a paz e a justiça. Para os judeus, isso significava a libertação política e nacional. No entanto, Jesus, como o verdadeiro Messias, veio para trazer salvação não apenas para Israel, mas para toda a humanidade. Ele é o Ungido de Deus, e Sua missão era mais do que restaurar um reino terreno; Ele veio estabelecer o Reino de Deus na terra, que é eterno e espiritual.
Jesus é o cumprimento das promessas messiânicas, e Seu reino não é dos homens, mas dos céus (João 18:36). Sua missão não era derrotar inimigos políticos, mas oferecer redenção para os corações humanos, libertando-nos do pecado e da morte eterna.
Aplicação Prática:
Aplicação Prática:
Reconhecer Jesus como o Messias é mais do que aceitar Suas palavras; é compreender que Ele é o Senhor que governa nossas vidas. Isso implica rendição e submissão ao Seu senhorio. O Messias não veio apenas para ser uma figura distante, mas para ser o governante ativo e presente no coração de todos que o aceitam.
3. Redenção: O Resgate da Humanidade pelo Sacrifício de Jesus (Efésios 1:7)
3. Redenção: O Resgate da Humanidade pelo Sacrifício de Jesus (Efésios 1:7)
Em Efésios 1:7, Paulo escreve: “Nele temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo a riqueza da sua graça.” A redenção é um conceito jurídico e sacrificial, que implica libertação de uma condição de escravidão ou cativeiro, normalmente pelo pagamento de um preço. A redenção de Jesus é, portanto, o ato de resgatar a humanidade do pecado, do poder das trevas e da morte, mediante o Seu sacrifício na cruz.
O Significado Teológico:
O Significado Teológico:
A redenção de Jesus é central ao evangelho. O preço pago por nossa salvação não foi ouro ou prata, mas o sangue do próprio Filho de Deus. Isso significa que, ao morrer em nosso lugar, Ele pagou a dívida que não podíamos pagar, resgatando-nos da escravidão do pecado e restaurando-nos ao Pai. Esse resgate é totalmente pela graça de Deus, e é oferecido a todos os que creem e aceitam o sacrifício de Jesus.
Aplicação Prática:
Aplicação Prática:
A redenção de Cristo nos convida a viver uma vida livre do pecado, uma vida de gratidão por esse resgate. Ao compreendermos o custo da nossa salvação, somos desafiados a viver com um novo propósito, buscando santidade e obedecendo ao Cristo que nos resgatou. A redenção também nos dá esperança, pois sabemos que, através de Cristo, fomos libertos de toda condenação e agora temos um futuro seguro com Deus.
4. Soberania: O Domínio Absoluto de Deus sobre a História (Colossenses 1:16-17)
4. Soberania: O Domínio Absoluto de Deus sobre a História (Colossenses 1:16-17)
Em Colossenses 1:16-17, Paulo nos ensina: “Porque nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele todas as coisas subsistem.” A soberania de Jesus afirma que Ele é o Senhor absoluto sobre toda a criação, o tempo, a história e todos os eventos.
O Significado Teológico:
O Significado Teológico:
A soberania de Jesus implica que Ele, como Filho de Deus, tem autoridade e controle sobre todas as coisas. Ele é o Criador e sustentador do universo. Nada acontece sem a permissão ou soberania de Deus. Jesus não é apenas um salvador pessoal, mas o Rei e Senhor de toda a criação, e Sua autoridade se estende a todo o universo. Sua soberania garante que, mesmo nos momentos de crise, Deus está no controle, cumprindo Seus planos.
Aplicação Prática:
Aplicação Prática:
Viver sob a soberania de Cristo significa reconhecer Sua autoridade em todas as áreas da nossa vida. Ele não é apenas uma figura religiosa, mas o Senhor sobre nossas decisões, nossas relações e até mesmo nossas dificuldades. Isso nos dá confiança para enfrentar os desafios da vida, sabendo que nada foge do controle d'Ele. Também nos desafia a submeter nossas vontades à Sua vontade, confiando que Seu domínio é sempre para o nosso bem.
Conclusão: O Cristo Completo
Conclusão: O Cristo Completo
A Encarnação, o Messias, a Redenção e a Soberania de Jesus são conceitos fundamentais para entender quem Ele é e o que Ele fez por nós. Jesus não é apenas um mestre ou um líder moral, mas o Deus encarnado que veio para salvar, redimir e governar. Ele é o Messias prometido, que nos resgatou com Seu sangue e agora reina com autoridade divina sobre todas as coisas. Como seguidores de Cristo, somos chamados a viver sob Sua autoridade, a confiar em Sua redenção e a responder ao Seu chamado com fidelidade.
Comentário: Jesus foi o maior ato de amor da história. Sua chegada causou escândalo porque não correspondeu às expectativas de um Messias político e glorioso, mas veio como um Servo Sofredor.
2. O Contexto da Rejeição
2. O Contexto da Rejeição
A rejeição de Jesus não foi apenas um evento do passado, mas algo que ecoa até hoje. Ele veio para salvar, mas foi rejeitado por aqueles que não compreenderam Seu verdadeiro propósito.
Profecia: Isaías 53:3 "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens."
Expectativas frustradas: Jesus não veio como um libertador político, mas como um Servo Sofredor (Isaías 53, João 18:36)
Conflito com o sistema religioso: Jesus criticou a corrupção dos líderes religiosos, mostrando que a verdadeira fé não se resume a rituais e aparências (Mateus 21:12-13).
Comentário: A rejeição de Jesus continua em muitos corações hoje, quando as pessoas moldam Cristo a uma visão conveniente, ao invés de abraçar Sua verdadeira mensagem.
3. A Traição e o Julgamento de Jesus
3. A Traição e o Julgamento de Jesus
Judas e a traição: Vendendo Jesus por trinta moedas de prata (Mateus 26:14-16)
Pedro e a negação: A falha de Pedro revela o medo e a fragilidade humana diante do confronto (Lucas 22:54-62)
O julgamento injusto: A condenação de Jesus pelos líderes religiosos e a troca de Jesus por Barrabás mostram como a verdade foi subvertida por interesses humanos (Lucas 23:13-25).
Comentário: A história de Judas e Pedro nos leva a refletir sobre como, muitas vezes, também podemos trair Jesus em nossas escolhas cotidianas, ao preferir a aceitação humana ou o medo, em vez de nos comprometer com a verdade.
4. Reflexão Final: E se Estivéssemos Lá?
4. Reflexão Final: E se Estivéssemos Lá?
Como reagiríamos diante da rejeição de Jesus? (Mateus 10:32-33)
Se fôssemos julgados por nossa fé, haveria evidências suficientes para nos condenar ou nos salvar?
Conclusão: A rejeição de Jesus não é apenas um fato histórico, mas um reflexo das escolhas de cada um. Ele veio para salvar, mas será que temos dado espaço para Ele em nossas vidas ou preferimos rejeitá-Lo?
DIA 2 – A MENSAGEM MANIPULADA
DIA 2 – A MENSAGEM MANIPULADA
**DIA 2**, uma série questiona como a mensagem de Jesus foi manipulada ao longo do tempo. A verdade que Ele ensinou foi distorcida e utilizada para fins políticos, econômicos e até para explicação de violência e opressão, como nas Cruzadas e na Inquisição. A reflexão crítica sobre a Igreja e o poder aponta que a manipulação continua sendo um risco constante, e o convite é a seguir um cristianismo autêntico.
1. Introdução – A Mensagem de Jesus: Pura ou Manipulada?
1. Introdução – A Mensagem de Jesus: Pura ou Manipulada?
Ao longo dos séculos, a mensagem de Jesus foi distorcida e moldada por interesses humanos. O evangelho da verdade foi utilizado para justificar opressões, guerras e ideologias.
Versículo-chave: "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:32)
Interpretações ao longo da história:
Santo Agostinho via a verdade como a sabedoria divina.
Martinho Lutero fez da verdade a base da Reforma.
Dietrich Bonhoeffer enfatizou o compromisso e a transformação que a verdade exige.
Comentário: O maior risco não é rejeitar Jesus, mas deturpar Sua mensagem, usando Seu nome para fins próprios.
2. A Perseguição aos Cristãos Primitivos
2. A Perseguição aos Cristãos Primitivos
A perseguição aos cristãos primitivos foi uma reação violenta à mensagem de amor e perdão de Jesus.
Os primeiros mártires: O apedrejamento de Estêvão (Atos 7)
Cristãos nas arenas romanas: Sofreram martírio pela fé (Hebreus 11:36-38)
Comentário: A fé genuína sempre foi alvo de resistência. Será que hoje temos a coragem dos primeiros cristãos diante da perseguição e do abandono da fé?
3. A Igreja e o Poder – O Nome de Jesus Usado Errado
3. A Igreja e o Poder – O Nome de Jesus Usado Errado
Ao longo da história, a Igreja foi usada para justificar abusos de poder, opressão e violência, distorcendo o evangelho para atender aos próprios interesses.
As Cruzadas: A violência em nome da fé (Mateus 5:9)
A Inquisição: A opressão religiosa como "purificação" (Marcos 12:30-31)
Colonização e escravidão: O uso distorcido da fé para subjugar povos (Miqueias 6:8)
Comentário: O uso de Cristo para fins de controle e dominação é uma triste realidade, que continua a aparecer nos dias de hoje. A manipulação da fé em nome de poder é um erro grave.
4. Reflexão Final: A Manipulação Continua Hoje?
4. Reflexão Final: A Manipulação Continua Hoje?
A distorção do evangelho persiste em muitas partes do mundo, onde a fé é usada para interesses pessoais e políticos.
Movimentos e igrejas que moldam o evangelho conforme suas conveniências.
Advertência bíblica: Falsos profetas se aproveitam da fé para enganar as pessoas (Mateus 7:15-23).
Pergunta para reflexão: Estamos seguindo o Cristo verdadeiro ou a imagem distorcida que os outros nos impõem?
DIA 3 – JESUS HOJE: ACEITO OU REJEITADO?
DIA 3 – JESUS HOJE: ACEITO OU REJEITADO?
**DIA 3** nos desafia a examinar nossa resposta a Jesus hoje. Se Ele voltasse, seria aceito ou rejeitado? O evangelho verdadeiro, que chama a um discipulado genuíno, é contrastado com o cristianismo superficial e comercializado. A série nos leva a refletir sobre qual é o nosso papel na história de Jesus agora, em um momento tão crucial para nossa fé pessoal e coletiva. Essa reflexão é um convite para que cada um examine o que faz com Jesus hoje: Aceitar ou rejeitar? E o mais importante, como estamos vivendo a verdade do evangelho em nossas vidas, ou estamos moldando Cristo às nossas próprias conveniências?
1. Introdução – O Que Jesus Esperava de Seus Seguidores?
1. Introdução – O Que Jesus Esperava de Seus Seguidores?
Jesus não veio apenas para ser adorado de longe, mas para ser seguido de perto, com compromisso e transformação.
Versículo-chave: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus." (Mateus 7:21)
Comentário: A verdadeira fé é mais do que palavras, é um compromisso profundo e transformador com Cristo.
2. O Cristianismo Hoje
2. O Cristianismo Hoje
O evangelho autêntico é muitas vezes eclipsado por uma fé superficial que busca benefícios materiais ou visibilidade.
Comercialização da fé: Igrejas que se tornam negócios (1 Timóteo 6:9-10)
Relativismo e secularismo: A cultura moderna desvaloriza o evangelho (Romanos 12:2)
Comentário: A verdadeira mensagem de Cristo está sendo muitas vezes obscurecida pela busca por conforto e riqueza. O evangelho não é um caminho de prosperidade material, mas de renúncia e serviço.
3. Se Jesus Voltasse Hoje?
3. Se Jesus Voltasse Hoje?
Se Jesus voltasse hoje, Ele enfrentaria os mesmos desafios de Sua época: as aparências religiosas, o superficialismo, e a rejeição daqueles que não O compreendem.
Ele seria aceito ou rejeitado? (Lucas 18:8)
Ele confrontaria os mesmos pecados de Sua época?
Comentário: Se estivermos vivendo no tempo de Jesus, como reagiríamos? Seríamos Seus seguidores ou O rejeitaríamos como muitos fizeram?
4. Reflexão Final: O Que Faremos com Jesus Hoje?
4. Reflexão Final: O Que Faremos com Jesus Hoje?
A pergunta central: Estamos aceitando ou rejeitando Jesus em nossas vidas? Nosso cristianismo é baseado na verdade ou nas conveniências humanas?
Escolha pessoal: João 14:6 "Eu sou o caminho, a verdade e a vida."
Chamado à autenticidade: Vivemos a fé verdadeira ou estamos apenas seguindo tradições? (Gálatas 2:20)
Conclusão Geral da Série
Conclusão Geral da Série
Pergunta para reflexão final: Hoje, estamos aceitando ou rejeitando Jesus em nossas vidas? Nosso cristianismo é baseado em Cristo ou nas tradições humanas? (Marcos 7:7-8)
Essa série nos desafia a refletir sobre o que estamos fazendo com Jesus em nossas vidas e a reconhecer os desafios de viver um cristianismo autêntico em um mundo cheio de distorções.
