Mateus 5.33-37 -- Sobre os juramentos
Reflexões no Sermão do Monte • Sermon • Submitted • Presented
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Mateus 5.33-37
Mateus 5.33-37
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Introdução
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OBSERVAÇÕES DO TEXTO
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Não vamos tratar aqui sobre o que muitos já fizeram na história da igreja: discutir sobre a validade de juramentos ou votos hoje. Mas vale a pena ressaltar alguns subtópicos: (a) Nosso Senhor não anula o juramento per si, mas o jurar falsamente (v.33). Como pode isso? Nosso Senhor em conversa com o sumo sacerdote, responde sob juramento, a seguinte pergunta: “Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus” (Mt 26.63-64); (b) vide o próprio texto, onde Nosso Senhor, proíbe juramento “pelos céus, pela terra, por Jerusalém e pela cabeça de alguém” (v.34-36). Jesus declara tais palavras nesse bloco do sermão, onde os judeus haviam desenvolvido uma teologia do juramento, onde, se jurassem em nome de Deus (usando o nome do Senhor em vão, conf. Êx 20.7, o 3º Mandamento) não seriam inocentes por isso, deste modo, jurando em nome de outra pessoa, ou até mesmo lugar (sagrado para os judeus) poderiam quebrar o juramento sem sofrer os danos da quebra do mandamento.
Para nós hoje, assim como para os cristãos do primeiro século. No que o texto implica à nossa piedade?
(a) Deste modo, como cristãos, devemos ser íntegros, entendendo que, deste modo não deveria ser necessário fazer votos ou juramentos, mas devemos ser conhecidos como pessoas cuja palavra se pode confiar;
(b) Mesmo que alguém não compreenda que há necessidade de votos ou juramentos hoje, o Senhor continua contemplando seu “sim, sim” ou “não, não” (v.37a). Deste modo, o Senhor continua como testemunha frente a sua integridade como cristão;
(c) O que Jesus está querendo dizer é que, além de circunstâncias muito especiais, devemos ser conhecidos por nosso palavra, pois somos cristãos. Nossa palavra não deveria exigir sequer um aperto de mão. Seja qual for a promessa, devemos cumpri-la.
(d) E quando os homens pensarem que estamos mentindo? O julgamento de quem é mais importante? O dos homens, ou de Deus? Do Senhor.
