SAIBA QUE NADA PODE SEPARÁ-LO DO AMOR DE DEUS

A JUSTIÇA DE DEUS EM CRISTO JESUS  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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O sermão aborda a certeza de que nada pode separar os crentes do amor de Deus, destacando que Deus é imutável, não mente e não se arrepende. O apóstolo Paulo, em Romanos 8:31-39, afirma que, apesar das adversidades, tribulações e até mesmo do pecado, o amor de Deus pelos Seus é inseparável. Paulo reflete sobre como nada, seja o pecado, as dificuldades da vida, a morte ou forças espirituais, pode nos afastar do amor de Deus. Ele reforça que, ao estarmos em Cristo, estamos seguros em Sua promessa de salvação, e nossa fé verdadeira nos garante essa segurança eterna. O sermão desafia os ouvintes a se questionarem sobre a autenticidade de sua fé, lembrando que, se genuinamente em Cristo, ninguém pode nos separar desse amor eterno e imutável de Deus.

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SAIBA QUE NADA PODE SEPARÁ-LO DO AMOR DE DEUS

Introdução: A Bíblia diz que Deus não muda: “Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos” (Ml 3.6); Deus não mente nem se arrepende: “Também a Glória de Israel não mente, nem se arrepende, porquanto não é homem, para que se arrependa” (1Sm 15.29); “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” (Nm 23.19). Também diz que Deus amou um povo na eternidade, antes da criação do mundo: “assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef 1.4-5); “De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (Jr 31.3).
Veja também o que Paulo diz: “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo” (2Ts 2.13-14). Nós, que cremos em Jesus Cristo, amamos a Deus, mas porque Ele nos amou primeiro (1Jo 4.19). Sendo assim, se Deus não muda, não mente, não se arrepende, pode, por acaso, nós que cremos em Jesus Cristo e fomos amados por Deus na eternidade, sermos separados desse amor? Não! De maneira nenhuma! É impossível!
Lição: O Amor De Deus Pelos Seus É inseparável.
Texto: Romanos 8.31-39.
Depois de dar a certeza da salvação daqueles que estão em Cristo Jesus (Rm 5.1-8.30), Paulo conclui afirmando que nada pode separar os que estão em Cristo do amor de Deus. Mesmo após tudo o que ensinou sobre Deus ter enviado Seu Filho para nos salvar, reconciliando-nos com Ele (Rm 5.1-11), sobre Cristo ser o nosso representante que nos dá vida (Rm 5.12-21), sobre estarmos mortos para o pecado e para a Lei por meio do corpo de Cristo (Rm 6-7), sobre a certeza da salvação pelo Espírito Santo, que nos dá vida (Rm 8.1-11), nos proporciona a adoção divina (Rm 8.12-17) e nos garante a glória que há de vir (Rm 8.18-30), Paulo não quer que fique nenhuma dúvida quanto à certeza da salvação.
Paulo dá a certeza da inseparabilidade do amor de Deus por nós, abordando questões que poderiam ser levantadas por seus ouvintes, como: “Será que Satanás e os demônios não podem me derrubar?” “Será que a influência do mundo, a perseguição, o medo de morrer não podem me fazer cair?” “Será que o pecado não pode me separar do amor de Deus?” Paulo mostra que não! Ele está convencido (v. 38) de que nada pode separá-lo do amor de Deus. Não somente Paulo, mas nós, que estamos em Cristo Jesus, também devemos estar convencidos de que nada pode nos separar do amor de Deus.
Certezas:
Saiba que nem mesmo o pecado pode nos separar do amor de Deus.
O pecado não impediu Deus de nos amar.
Deus é por nós.
31 Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Paulo levanta várias perguntas, cujas respostas nos dão a certeza da salvação.
O que poderíamos dizer a respeito de tudo que Deus fez por nós (Rm 5.1-8.30)? Poderíamos questionar a obra salvífica de Deus ou duvidar da salvação? A resposta é: não, não temos o que dizer, apenas estarmos convencidos da salvação, porque Deus é por nós (desde a eternidade, Ef 1.4-5; continuamente, Sl 27.1-3; 46.1-3, 7, 11; 56.4, 9, 11; 118.6; Jo 10.28-29; como exemplo disso, At 18.9-10). Nada pode ser contra nós! Um comentarista disse: “Se o Deus onipotente está operando em nosso favor, nenhum poder menor pode frustrar seus planos.”
Se Deus é por nós, não há nada a temer, nem mesmo o pecado. Isso não quer dizer que podemos viver pecando (de maneira nenhuma! Nós morremos para o pecado, Rm 6.1-14), mas que não precisamos temer a condenação por causa dele. Os nossos pecados prejudicam nossa comunhão com Deus e fazem com que sejamos disciplinados por Ele, mas não nos separa do amor de Deus.
Deus entregou Seu único Filho por nós e nos dá graciosamente a segurança da glorificação.
32 Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?
Deus não guardou (preservou; “poupou”) Seu único Filho, pelo contrário, Ele O entregou por nós, para tomar o nosso lugar, para morrer e pagar pelos nossos pecados (Is 53.10-12; Jo 3.16; Rm 5.6-10; 2Co 5.21; 1Jo 4.10).
Diante disso, será que ainda teremos dúvidas de que Deus fará de tudo para nossa santificação, glorificação e herança? Não devemos ter essas dúvidas. Deus “nos dará graciosamente com ele todas as coisas” (Rm 8.28-30; Ap 21.7).
William MacDonald capta a ideia de Paulo quando disse: “Se Deus já nos deu a maior de todas as dádivas, acaso reterá alguma dádiva de menor valor? Se ele já pagou o mais alto preço, acaso hesitará em pagar algum preço menor? Se ele não mediu esforços para obter nossa salvação, acaso nos abandonará?” Se Deus nos deu o Seu bem mais precioso, que é Seu Filho, acaso não nos dará também as outras coisas?
Deus nos justificou em Cristo Jesus.
33 Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica.”
Quem nos (“os eleitos de Deus”) acusará? Será Satanás? A Bíblia diz que ele é nosso acusador (Ap 12.10). Não! Serão os nossos inimigos? Não! Não há ninguém que possa nos acusar. Quem poderia nos acusar é o próprio Deus, mas é Ele quem está nos justificando em Cristo Jesus (Rm 3.21-26).
Justificação: Cristo tomou sobre Si os nossos pecado (Is 53.10-12; 2Co 5.21; 1Pe 2.24) e, pela nossa fé nEle, nos concedeu Sua justiça (Rm 4.25; 2Co 5.21); ou seja, Cristo pagou nossa dívida com Deus e Deus agora nos declara justos. Não há quem possa nos acusar de pecado.
Cristo nos livrou da condenação eterna.
34 Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós.”
“Condenar” aqui significa pronunciar um veredito de culpa e uma sentença punitiva contra alguém (ex. Mc 10.33). Se não há quem nos acuse, será que há quem nos condene? Não! Sabe por quê? Porque o Juiz de toda terra Jesus Cristo (Jo 5.22, 27; At 17.31), e Ele morreu por nós, ressuscitou por nós (Rm 4.25) e agora está à direita de Deus intercedendo por nós.
Se o Juiz de toda terra não nos condena, quem nos condenará? Não há quem possa nos condenar por pecado. Qualquer coisa que tentem para nos acusar dos nossos pecados, seja no presente ou seja no futuro, seja por homens ou seja por anjos caídos, não será válida, porque já fomos absolvidos por Deus mediante o sacrifício expiatório de Cristo por nós.
John Owen (1657): “Não há nada que possa nos separar do amor de Deus, nem mesmo nossos próprios pecados. Pois, embora nossos pecados nos separem de Deus em termos de nossa comunhão com Ele, eles não nos separam do amor de Deus. O amor de Deus é eterno e imutável, e não pode ser afetado pelas mudanças em nossa condição ou comportamento” (Comunhão com Deus, Capítulo 10).
O pecado não impediu Deus de nos amar; se Deus fosse nos amar quando não tivéssemos pecado, Ele nunca nos amaria. Pelo contrário, Ele nos amou sendo ainda pecadores (Rm 5.8).
Saiba que nada pode separá-lo do amor de Deus: o amor de Deus pelos Seus é inseparável.
Saiba que nem mesmo o mundo pode nos separar do amor de Deus.
Quem ou o que pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus? Ninguém, nada, nem mesmo o mundo (a criação como um todo).
35 Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? 36 Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. 37 Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. 38 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, 39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”
Nem mesmo a tribulação. “Tribulação” significa pressão, o ato de pressionar; ou seja, um estado opressivo de adversidade física, mental, social ou econômica (p. ex. Mt 24.21).
Nem mesmo a angústia. “Angústia” significa lugar estreito; ou seja, um estado de angústia por conta de situações difíceis (p. ex. Dt 28.53, 55, 57).
Nem mesmo a perseguição. “Perseguição” se refere a perseguir adeptos de uma religião para infligir dor ou morte sobre eles (p. ex. At 8.1; 13.50).
Nem mesmo a fome. “Fome” significa escassez de alimento; ou seja, uma grave escassez de alimentos que resulta em uma fome violenta (p. ex. Lc 4.25; 15.14; At 7.11).
Nem mesmo a nudez. “Nudez”: estar sem roupa (p. ex. 2Co 11.27).
Nem mesmo o perigo. “Perigo” significa perigo, risco; ou seja, estar em uma situação de circunstâncias perigosas ou ameaçadoras (p. ex. 2Co 11.26).
Nem mesmo a espada. “Espada” quer dizer uma faca grande ou pequena espada; o sentido aqui é de morrer por meio de uma espada (p. ex. Hb 11.37).
Essas coisas não podem nos separar do amor de Cristo, pois nossa identificação com Ele nos leva ao martírio: “36 Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro” (citação do Sl 44.22). A espada não pode separar-nos do amor de Deus, porque a vida cristã é um martírio.
Essas coisas não nos separam do amor de Deus; ao contrário, elas nos aproximam dEle. Essas coisas não nos derrotam; ao contrário, elas nos conferem uma vitória que é acima de toda e qualquer vitória: “37 Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” Ser mais que vencedor é conquistar uma vitória inigualável, é vencer muito além, é ser totalmente vitorioso. E isso acontece “por meio daquele que nos amou”, Jesus Cristo (Gl 2.20; Ef 5.2).
Paulo, nos versículos 38 e 39, continua sua exposição sobre a inseparabilidade do amor de Deus, mas começa o versículo 38 deixando claro sua convicção quanto a isso: “Porque eu estou bem certo”. Paulo afirma que está totalmente convencido da veracidade dessa afirmação, o que também devemos estar.
Depois de fazer uma análise terrena, Paulo agora esquadrinha todo o universo para ver se existe algo que possa nos separar do amor de Deus e descarta todas as hipóteses.
Nem mesmo a morte, com todos os seus horrores.
Nem mesmo a vida, com todos os seus encantos.
Nem mesmo os seres sobrenaturais, como os anjos bons ou os anjos maus (“principados”), com todo seu poder e conhecimento.
Nem mesmo as coisas do presente, que nos oprimem.
Nem mesmo as coisas do futuro, que nos deixam ansiosos e apreensivos.
Nem mesmo os poderes extraordinários de espíritos maus ou autoridades perversas guiadas por esses espíritos.
Nem mesmo a altura, ou seja, os habitantes do céu.
Nem mesmo a profundidade, ou seja, os habitantes do inferno.
Nem qualquer outra criatura que se possa imaginar “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”
As hipóteses levantadas são muitas, mas a possibilidade de separação é nenhuma. Paulo pode falar isso com propriedade, pois passou por muitas dessas coisas (2Co 6.4-10; 11.23-27). Paulo está convencido disso e deseja que seus ouvintes também estejam. Isso inclui também nós. Esteja convencido de que nada no mundo inteiro pode separá-lo do amor de Deus. O amor de Deus pelos Seus é inseparável.
Contextualização:
Muitos crentes não têm certeza da salvação, pensando que podem perdê-la; isso é fruto de ignorância bíblica ou até de incredulidade. Pensar assim é acreditar que algo pode separá-lo do amor de Deus. O verdadeiro crente não vive na incerteza quanto à salvação. A verdade é que ou é salvo, ou não é; não existe meio termo. E, se é salvo, não pode perder a salvação, ou seja, nada pode separá-lo do amor de Deus. O verdadeiro crente está convencido de que o amor de Deus por ele, antes da fundação do mundo, o amor sacrificial de Cristo por ele e a habitação do Espírito Santo em nele são suficientes para sua salvação, e nada pode separá-lo disso.
Muitos crentes vivem uma vida cristã frustrada porque não estão convencidos disso. Estão constantemente buscando a salvação por suas obras, mas nunca a encontrarão. Esses pensam que podem manter o amor de Deus por eles através das suas obras; no entanto, essas pessoas nunca experimentaram o amor de Deus. Deus é imutável (Ml 3.6; Hb 13.8). Deus não pode mentir (Tt 1.2), nem se arrepende (1Sm 15.29). Paulo disse (Rm 11.29) que os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Então, aquele foi amado por Deus desde a eternidade, nada pode separá-lo do Seu amor.
Conclusão: A questão não é se há algo ou alguém que possa separar o amor de Deus pelo Seu povo; isso não está em dúvida, pois é uma verdade bíblica: o amor de Deus pelos Seus é inseparável. A questão é: eu sou amado por Deus? Eu estou nesse amor? Precisamos fazer uma análise de nossa vida. Tenho uma fé verdadeira? A minha fé em Jesus Cristo transformou minha vida? Estou num processo de santificação? Morri para o pecado? Morri para o mundo? Estou manifestando os frutos do Espírito Santo? Sou obediente a Deus pela Sua palavra (a Bíblia)? Se essas coisas estão presentes em minha vida, eu posso ter certeza de que sou amado por Deus e que nada pode me separar do Seu amor.
Você pode até não saber muita coisa da Bíblia, mas há uma coisa que você precisa saber: se realmente você crê em Jesus Cristo, saiba que nada pode separá-lo do amor de Deus. Se você está realmente em Cristo, está nesse amor. E, se você estiver nesse amor, saiba que nada pode separá-lo do amor de Deus, porque, o amor de Deus pelos Seus é inseparável. O amor de Deus pelos Seus é eterno e imutável.
Tradução literal: 31 Portanto, o que falaremos em relação a essas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? 32 Aquele que, de fato, não poupou o próprio Filho, mas por todos nós o entregou, como não entregará também, com ele, todas as coisas a nós? 33 Quem acusará contra os escolhidos de Deus? É Deus quem justifica. 34 Quem condena? Cristo morreu, mais também foi ressuscitado, e quem está na direita de Deus, e quem intercede por nós. 35 Quem nos separará do amor de Cristo? Será a aflição, ou a dificuldade, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? 36 Como está escrito que: “Por causa de Ti somos postos à morte todo o dia, fomos considerados como ovelhas do matadouro.” 37 Mas, em todas essas coisas, prevalemos por meio daquele que nos amou. 38 Porque tenho considerado que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os começos, nem as coisas que estão no presente, nem as coisas que estão prestes acontecer, nem os poderes, 39 nem a altura, nem a profundidade, nem alguma criação diferente poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Minha tradução interpretativa: 31 Portanto, o que diremos em relação a essas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? 32 Aquele que de fato não poupou o Seu próprio Filho, pelo contrário o entregou em favor de todos nós, como não nos dará graciosamente também com ele todas as coisas? 33 Quem fará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica; 34 quem os condenará? Foi Cristo Jesus quem morreu, e ainda mais foi ressuscitado, e está à direita de Deus e também intercede por nós. 35 Quem nos separará do Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou morte? 36 Como está escrito: “Por tua causa somos postos à morte todo o dia, fomos considerados como ovelhas para o matadouro.” 37 Mas, em todas essas coisas, somos totalmente vitoriosos por meio daquele que nos amou. 38 Porque estou convencido de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem potestades, nem as coisas do presente, nem as coisas que estão prestes a acontecer, nem governantes, 39 nem habitantes do céu, nem habitantes do inferno, nem qualquer outra criatura será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
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