141 - O cristão e o carnaval
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· 8 viewsComo um cristão bíblico deve se posicionar diante dos desafios comportamentais impostos pela cultura mundana que os cerca? Lembrando que o Carnaval é apenas um extrato desta cultura!
Notes
Transcript
Os olhos, a lâmpada do corpo [Deuteronomy 6.4-9]
Os olhos, a lâmpada do corpo [Deuteronomy 6.4-9]
Introdução
Introdução
Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração
Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração
Deuteronomy 6:5 “...ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e com toda a sua força.”
Como um cristão bíblico deve se posicionar diante dos desafios comportamentais impostos pela cultura mundana que os cerca? Lembrando que o Carnaval é apenas um extrato desta cultura!
Deixe-me fazer algumas perguntas despretenciosas e bem práticas:
que tipo de música normalmente ouvimos? quais músicas ocupa nossas playlists?
que tipo de filmes, séries ou programações prendem a nossa atenção?
que tipo de ambientes nos sentimos confortáveis?
que tipo de símbolos colocamos em nossas casas, veículos, portas?
onde miramos nossos olhos e atenção normalmente?
o que tem, de fato, ocupado as nossas mentes, enquanto cristãos?
o que tem, de fato, ocupado as mentes da maioria dos homens nos últimos dias?
Atualmente a mente humana só tem se ocupado com uma coisa, a saber, ele mesmo
a humanidade nunca foi tão humanista como é agora, esta é a percepção que temos
na história recente da humanidade, nos últimos 200 anos, o homem, na sua busca por propósito, por objetivo, por relevância, erigiu algumas fundações de apoio à sua esperança:
ciência & tecnologia (iluminismo, revolução industrial, conhecimento) - final do Sec XIX
amor & empatia para com o outro (anti-materialismo, revolução) - meados Sec XX
bondade inerente ao próprio ser (auto-evolução, coaching, o “Eu” como fonte) - Sec XXI
Mas Deus tem algo a nos dizer sobre as bases reais, verdadeiro foco, propósito e objetivo de vida.
Voltemos ao texto bíblico base desta mensagem
Texto Áureo
Texto Áureo
Deuteronomy 6:4–9 (NAA)
4 — Escute, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. 5 Portanto, ame o SENHOR, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e com toda a sua força. 6 Estas palavras que hoje lhe ordeno estarão no seu coração. 7 Você as inculcará a seus filhos, e delas falará quando estiver sentado em sua casa, andando pelo caminho, ao deitar-se e ao levantar-se. 8 Também deve amarrá-las como sinal na sua mão, e elas lhe serão por frontal entre os olhos. 9 E você as escreverá nos umbrais de sua casa e nas suas portas.
Deuteronomy 6:4 (LHB) 4 שְׁמַ֖ע יִשְׂרָאֵ֑ל יְהוָ֥ה אֱלֹהֵ֖ינוּ יְהוָ֥ה׀ אֶחָֽד׃
Lit.: Ouve Israel, Yahweh é Deus, Yahweh é Um
Esse é o Shema Israel, uma declaração que mais sintetiza a fé Judaica-Cristã
O SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR (Yahweh Elohim Yahweh Echad)
ame o Senhor (um mandamento)
de todo coração, alma e forças (com a inteireza de seu ser, sem reservas)
minhas palavras, as quais te ordeno, estarão no coração (eis o instrumento, a ferramenta de Deus
inculcarás a seus filhos (deixará marcas de pefuração, um instrumento afiado que atravessa a carne deixando marcas)
falarás desta Palavra em todas as corcunstâncias, (prováveis e improváveis)
amarrem nas mãos e diante dos olhos (literal e figurativamente)
escreva nos umbrais da porta (como uma sinal público de associação, testemunho, como um memorial)
E complementando (esta mesma exortação pode ser vista em Dt 11.18-21:
Deuteronomy 11:18–21 (NAA)
18 — Ponham estas minhas palavras no seu coração e na sua alma. Amarrem-nas como sinal na mão, para que sejam por frontal entre os olhos. 19 Ensinem essas palavras aos seus filhos, falando delas quando estiverem sentados em casa, andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem. 20 Devem escrevê-las nos umbrais de sua casa e nas suas portas, 21 para que se multipliquem os seus dias e os dias de seus filhos na terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar aos pais de vocês, e para que esses dias sejam tão numerosos como os dias do céu acima da terra.
ponham as minhas palavras no coração e alma
amarrem-na como sinal na mão
para que esteja de fronte dos olhos (ocupe sua atenção, seu foco)
ensinem à proxima geração, seus filhos, em todas as oportunidades
escrevam nos umbrais das suas casas
façam da Palavra de Deus, o Deus vivo, que vive e reina, seu objetivo de vida
para que o Senhor te multiplique (dias e dias numerosos)
Deus nos ordena que o amemos com todos os nossos meios
E o meio, a forma para que esse amor se materialize é a exposição contínua das atenções à Palavra de Deus, ou ao Deus da Palavra
vamos às perguntas novamente:
que tipo de música normalmente ouvimos? quais músicas ocupa nossas playlists?
que tipo de filmes, séries ou programações prendem a nossa atenção?
que tipo de ambientes nos sentimos razoavelmente confortáveis?
que símbolos temos posto em nossas portas?
onde miramos nossos olhos e atenção normalmente?
o que tem, de fato, ocupado as nossas mentes?
Mas...
o que tem, de fato, ocupado as mentes da maioria dos homens nos últimos dias?
neste momento, os homens não pensam em outra coisa senão o Carnaval, então
Pensando no que Deus tem nos falado acerca do que é bom, falemos então do Carnaval...
Contextualizando
Contextualizando
Origens do Carnaval
Origens do Carnaval
O Carnaval é, de longe, a festa mais celebrada em todo o Brasil
a maior expressão popular cultural de nosso país, reconhecida como referência mundial.
suas origens parecem remontar à festas pagãs do mundo antigo (Babilônia, Mesopotâmia, Suméria, Egito, Grécia, Roma e outras),
no Sec I, nos tempos de Cristo, de Paulo, no mundo greco-romano, haviam festas pagãs curiosamente semelhantes ao carnaval moderno:
eram celebrações religiosas repletas de excessos e libertinagem;
eram dedicadas ao deus grego Dionísio (Baco para os romanos),
ele era o deus do vinho, da festa, da loucura e do êxtase pelo prazer
as Bacanais romanas e as Dionisíacas gregas caracterizavam-se por:
desinibição sexual
consumo exagerado de álcool
transgressões morais aceitáveis
supostamente para alcançar uma forma de comunhão com o divino
tudo isso muito bem documentado pelo mundo afora, então não são devaneios de um crente ressentido
o carnaval moderno, com tais raízes, curiosamente mantem boa parte desses elementos:
busca pelo prazer desenfreado
inversão de papéis sociais
senso de liberação temporária das normas comportamentais
a ênfase está no escape da realidade cotidiana
comparando as festas orgiásticas antigas e o carnal moderno revela uma assustadora continuidade da expressão humana de rebelião contra os limites impostos por Deus á sua criação
diz assim o Ecclesiastes 1:9–10 (NAA) 9 O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; não há nada de novo debaixo do sol. 10 Será que existe alguma coisa de que se possa dizer: “Veja! Isto é novo!”? Não! Já existiu em tempos passados, muito antes de nós.
o homem caído encontra-se em contínua rebelião contra Deus, o paraíso perdido, continua tão perdido como sempre esteve, e só em Cristo esta condição pode ser revertida
o formato de Carnaval que hoje conhecemos se desenvolveu já na era cristã medieval por volta do Sec VIII dC
se caracterizava como um período do ano, autorizado pela Igreja, para a liberação de excessos e prazeres da carne
tratava-se de uma preparação ao rigor religioso imposto pelo período da Quaresma que sucedia aos dias do Carnaval.
a ideia era criar um ambiente de extravasão dos desejos carnais, para que o espírito pudesse ser soerguido a posteriori
O carnaval na era atual
O carnaval na era atual
O Carnaval moderno se apresenta como uma celebração de massa de altíssima influência social,
festas, comidas variadas, bebidas e outras substâncias entorpecentes, música, danças, brincadeiras, animação, folia, desfiles, entretenimento,
extravasão do stress, da ansiedade e de todas as frustrações, alegria individual e coletiva, euforia, diversão sem limites,
arrombos de criatividade, fantasias, subversão social, troca de papéis (homem -> mulher / mulher -> homem),
exposição da beleza humana nas suas mais sensuais formas, ritmos diversos, liberdade dos sentidos,
democracia, confraternização das idades, sexos, classes sociais e muito, muito mais
e para complicar mais as coisas:
Desenvolvimento
Desenvolvimento
O grande engodo carnavalesco (diabólico?)
O grande engodo carnavalesco (diabólico?)
Nos meios acadêmicos e de comunicação há uma tendência de se classificar o Carnaval como uma celebração isenta de impureza moral, por se tratar de uma manifestação cultural que reflete a alma do povo;
está completamente enraizada na cultura, é aceitável, amada e adotada em toda a sociedade organizada, apesar de todos os excessos que deixam, às vezes, até os ímpios desconfortáveis.
Carnaval é celebração popular tradicional desenvolvida e enraizada nas mais diversas culturas por séculos de história,
Já que todos aceitam e amam, então não tem como ser uma coisa ruim, não é verdade? Vamos pensar melhor sobre o tema?
Carnaval como manifestação cultural inofensiva
Carnaval como manifestação cultural inofensiva
essa abordagem permissiva apoia-se na ideia de se tratar de uma legítima fusão da infinita diversidade de expressões culturais da humanidade - é um fenômeno puramente cultural
porém a “cultura” nada mais é do que o conjunto de expressões que materializam os valores e princípios da alma humana (crenças, desejos, expressões, etc),
e segundo a Bíblia, o homem natural, apesar de originalmente criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.27), é caído (degenerado pelo e para o pecado)
consequentemente, uma alma impura e caída diante de Deus inevitavelmente produzirá uma cultura caída, pois é impossível que uma árvore má produza bons frutos bem como que uma árvore boa produza maus frutos como diz Matthew 7:17–19;
Deus afirma que, depois da queda, a maldade do homem se multiplicara na terra e que todos os desígnios de seu coração eram maus continuamente, desencadeando o dilúvio [Genesis 6:5]
Ecclesiastes 7:20; Romans 3.10 afirmam que: _“Não há nenhum justo sobre a terra que faça o bem e que não peque.”
Psalm 14:1–3 (BEARA) 1 Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam abominação; já não há quem faça o bem. 2 Do céu olha o SENHOR para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus. 3 Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.
Jeremiah 17:9 complementa que: _“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto. Quem poderá entendê-lo?”
Portanto, se cremos na verdade bíblica de que o homem (a humanidade) é um ser caído e que seus frutos o acompanham e essência de atributos, segue que:
a cultura reproduzida por este homem, ao longo dos séculos, como expressão visível de seus valores e princípios, reflitam inevitavelmente esta mesma queda e degeneração.
ATENÇÃO: não é biblicamente correto afirmar que as expressões culturais humanas são “amorais”, isentas de pecado ou culpa, puras, mesmo que nossas leis digam isso, pois a fonte da qual a nossa cultura e tradições jorram, é completamente contaminada pelo pecado desde a queda!
Fugindo da aparência do mal
Fugindo da aparência do mal
José fugiu (correu) das investidas da mulher de Potifar porque temia ao Senhor (Gn 39.7-12)
Paulo alerta a Timóteo a fugir (não enfrentar ou adequar ao seu mundo) das paixões mundanas:
1 Timothy 6:11 “Mas você, homem de Deus, fuja de tudo isso. Siga a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança, a mansidão.”
2 Timothy 2:22 “Fuja das paixões da mocidade. Siga a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.” ) - fuja de toda forma de mal
1 Thessalonians 5:22 “Abstenham-se de toda forma de mal.”
muitos não entendem ou se esquecem de que o pecado é um inimigo implacável, incansável e tenaz
Hebrews 12:1–2 “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de todo peso e do pecado que tão firmemente se apega a nós e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, sem se importar com a vergonha, e agora está sentado à direita do trono de Deus.”
se assim não nos comportamos, damos as costas para um inimigo feroz, poderoso e insaciável.
O carnaval e seus efeitos
O carnaval e seus efeitos
Quais são os reais resultados funestos desta grande e adorável festa carnavalesca para a vida de seus felizes adeptos?
o recrudescimento da violência urbana,
o aumento significativo dos adultérios,
promiscuidade,
assédios e gravidez ilícita,
explosão dos abortos,
propagação de um comportamento libertino, prostituído e lascivo,
incontáveis bebedices com todas as consequências inevitáveis à perda da sobriedade e dos limites sociais
maior disseminação do uso de drogas,
brigas e conflitos e
certa complacência das autoridades que apoiam desde que determinados limites não sejam ultrapassados.
O Estado assume uma posição claramente omissa
se ocupa de campanhas publicitárias sobre uso de preservativos para minimizar os riscos de doenças venéreas
incentivam o aproveitamento total das festividades para a realização de todas as fantasias e desejos,
desde que com segurança para o corpo.
Resumo de fontes - relação causa-efeito
Resumo de fontes - relação causa-efeito
Quadro Resumo das Fontes, Ingredientes e Produtos do Carnaval
Do lado da festa, da tradição, da cultura e do folcore
Festa, Música, Dança, Brincadeira, Animação, Folia, Entretenimento
Extravasão, Alegria, Euforia, Diversão, Criatividade, Fantasia, Beleza
Ritmo, Confraternização, Liberdade, Felicidade, E muito mais.....
do lado da real natureza e profundidade da natureza humana distorcida pelo pecado
Desperdício, Brigas, Adultério, Liberação, Libertinagem, Lascívia
Promiscuidade, Sensualismo, Bebedice
Violência, Assédio, Prostituição, Gravidez, Drogas, Morte, E muito mais
Alguns anos atrás, em uma entrevista televisiva, certa celebridade do mundo do Carnaval carioca declarou em rede nacional:
“a beleza do Carnaval está exatamente na sua irracionalidade”.
tratava-se do domínio dos sentidos, o território das livres emoções e o tempo da liberação do prazer de viver (carnal),
seria o hedonismo puro como uma das mais marcantes características do mundo pós-moderno onde a busca do prazer a qualquer custo é o propósito maior, pois o que importa é ser feliz.
Porém a Bíblia não nos chama à irracionalidade, pois vida e adoração ao Senhor nunca se caracteriza pela supressão da razão.
A Palavra nos convoca a sermos sóbrios, termos autocontrole, que sejamos criteriosos, estejamos sempre de posse de nossas faculdades mentais, livres do entorpecimento dos sentidos pelo vinho ou pelo álcool (literal e/ou metafórico) conforme os textos bíblicos abaixo:
1 Corinthians 15:34 “Voltem à sobriedade, como convém, e não pequem. Porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus. Digo isto para vergonha de vocês.”
1 Thessalonians 5:6, “Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.”
1 Thessalonians 5:8 “Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação.”
1 Peter 4:7 “O fim de todas as coisas está próximo; portanto, sejam criteriosos e sóbrios para poderem orar.”
1 Peter 5:8 “Sejam sóbrios e vigilantes. O inimigo de vocês, o diabo, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar.”
Romans 12:1 “Portanto, irmãos, pelas misericórdias de Deus, peço que ofereçam o seu corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Este é o culto racional de vocês.”
Conclusão
Conclusão
Os olhos são insaciáveis
Os olhos são insaciáveis
Proverbs 27:20 “O mundo dos mortos e o abismo nunca se fartam, e os olhos do ser humano nunca se satisfazem.”
Jesus reforça esta verdade afirmando que:
“os olhos são a lâmpada do corpo… se os olhos forem bons, todo o teu corpo será bom, porém se teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas”
Matthew 5:29 “— Se o seu olho direito leva você a tropeçar, arranque-o e jogue-o fora. Pois é preferível você perder uma parte do seu corpo do que ter o corpo inteiro lançado no inferno.” [Mk 9.47]
todas as ofertas sedutoras deste mundo, não somente do Carnaval, mas de todas as festividades e celebrações deste mundo caído, nos afastam da santificação, sem o qual ninguém verá o Senhor [He 12.14]
cabe a nós termos cuidado com as coisas que ocupam nossos olhos, devemos proteger nossas casas e resguardar nossas famílias do pecado não participando (presencial ou remotamente) e
devemos proteger o coração de nossas crianças que desenvolverão seus valores conforme a coerência de nossas palavras e vidas assistidas por elas.
Entretenimento vs Testemunho
Entretenimento vs Testemunho
talvez a gente não participe ativamente, mas se nos entretivermos com as imagens do Carnaval,
se permitirmos ou até incentivarmos nossos pequeninos a assistir ou participar das matinês e desfiles
se acreditarmos com base numa suposta inocência das brincadeiras de criança dando a elas fantasias ou brinquedos que aludem às festividades,
estaremos incutindo no coração delas que, de fato, a festa é aceitável e a maldade será plantada profundamente para dar muitos frutos num futuro de médio ou em longo prazo.
Se o testemunho que damos é de que nos divertimos com o pecado alheio e ainda temos coragem de condenar tais pecados quando estamos no Santo Lugar (na Igreja), então não teremos moral para exigir de alguém tão próximo o temor de Deus.
O Carnaval é apenas mais um exemplo de como os principados e potestades, os príncipes do mundo destas trevas, as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes operam entre os homens (Ef 6.12), pois
Ele oferece abundante provisão para a carne de sensações, prazeres e alegrias efêmeras para que a humanidade se aprofunde cada vez mais na idolatria dos sentidos.
Idolatria é a tentativa deliberada da deposição do Altíssimo de Seu trono para que “outro” tome seu lugar, “porque a rebelião é como o pecado de adivinhação, e a obstinação é como a iniqüidade de idolatria” (1 Sm 15.23).
Romans 13:13–14 “Vivamos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidades e libertinagem, não em discórdias e ciúmes. Mas revistam-se do Senhor Jesus Cristo e não façam nada que venha a satisfazer os desejos da carne.”
Romans 13:13–14 (BEARA) 13 Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; 14 mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências.
Romans 13:14 (NA28) 14 ἀλλʼ ἐνδύσασθε τὸν κύριον Ἰησοῦν Χριστὸν καὶ τῆς σαρκὸς πρόνοιαν μὴ ποιεῖσθε εἰς ἐπιθυμίας.
...mas revistam do Senhor Jesus Cristo e da carne “provisão” não façam (produzam) para a cobiça
Uma chamada à santidade
Uma chamada à santidade
Galatians 5:16–23 (NAA)
16 Digo, porém, o seguinte: vivam no Espírito e vocês jamais satisfarão os desejos da carne.
17 Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito luta contra a carne, porque são opostos entre si, para que vocês não façam o que querem.
18 Mas, se são guiados pelo Espírito, vocês não estão debaixo da lei.
19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: imoralidade sexual, impureza, libertinagem, 20 idolatria, feitiçarias, inimizades, rixas, ciúmes, iras, discórdias, divisões, facções, 21 invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a estas. Declaro a vocês, como antes já os preveni, que os que praticam tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, 23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.
24 E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos.
